13/05/2026
E esta sou eu. Também cansada e às vezes exausta, mas sempre a aprender a ser melhor e a servir melhor. Se também tu sentes por vezes que cuidas de tudo e de todos e ninguém de ti, então eu posso ajudar-te a fazer esse caminho de mudança.
basta que entres em contacto comigo.
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03/04/2026
Uma vez que me encontro a efetuar um estudo sobre solidão, agradeço a todos os que possam, a responder ao questionário seguinte: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeDwptS1FKPoR9jUWXOzzrJTZ1_V3MroH4u3mO-VS8lXd-aLg/viewform?usp=preview
18/03/2026
Uma das maiores lições. Quando achas que não te afeta até que te afete. A justiça deve ser mantida, porque o que fazem aos outros um dia podem fazer-te a ti:
Ensinar empatia, solidariedade e outros sentimentos nobres é uma das tarefas mais complexas da educação, pois envolve valores, referências e, sobretudo, vínculos de confiança. No cotidiano escolar,… | Ludmilla Duarte
Ensinar empatia, solidariedade e outros sentimentos nobres é uma das tarefas mais complexas da educação, pois envolve valores, referências e, sobretudo, vínculos de confiança. No cotidiano escolar, porém, essa construção muitas vezes é atravessada por rotinas rígidas, avaliações padroni...
18/03/2026
São estes testemunhos que me dão certeza de que é assim que quero servir. Obrigada C. Só pode mudar quem resolve fazer diferente!
16/03/2026
💓Como em tantos outros dias, falo de solidão.
👉Nem sempre solidão significa sofrimento. Na realidade para mim significa também momentos das minhas maiores aprendizagens na vida. A maioria das pessoas rejeita abraçar a solidão, sentir a solidão, mas é aí que, caso se permitam, as maiores aprendizagem sobre o "eu" se dão. E estas não significam serem negativas.
Por exemplo: há quem pense que o exercício do desapego de outras pessoas, é doloroso, pois significa perda de pessoas da nossa vida. No entanto, há que entender que, se o desapego é feito por escolha própria, o desapego não significa perda, mas sim ganho. É nessa escolha, que se ganha mais uma parte de nós. A que nos defende e que luta por nós. Após tantos episódios na minha vida, em que abracei a solidão, chega a altura em que posso afirmar: não falo de solidão porque a estudei, mas sim porque a vivi, em muitos aspetos. E isso dá-me alguma facilidade de a entender e de ter compaixão por quem se permite atravessar esse caminho de auto descoberta.
Não tenham medo. Sintam e ouçam o que ela vos quer dizer.
Serão mais livres. É no meio da escuridão que encontrarão a vossa luz.
E aí, esta brilhará mais.
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Se precisas ajuda envia mensagem.
AF 16-03-2026
16/03/2026
Como em tantos outros dias, falo de solidão.
Nem sempre solidão significa sofrimento.
Na realidade para mim significa também momentos das minhas maiores aprendizagens na vida.
A maioria das pessoas rejeita abraçar a solidão, sentir a solidão, mas é aí que, caso se permitam, as maiores aprendizagem sobre o "eu" se dão. E estas não significam serem negativas.
Por exemplo: há quem pense que o exercício do desapego de outras pessoas, é doloroso, pois significa perda de pessoas da nossa vida. No entanto, há que entender que, se o desapego é feito por escolha própria, o desapego não significa perda, mas sim ganho.
É nessa escolha, que se ganha mais uma parte de nós. A que nos defende e que luta por nós.
Após tantos episódios na minha vida, em que abracei a solidão, chega a altura em que posso afirmar: não falo de solidão porque a estudei, mas sim porque a vivi, em muitos aspetos.
E isso dá-me alguma facilidade de a entender e de ter compaixão por quem se permite atravessar esse caminho de autodescoberta.
Não tenham medo. Sintam e ouçam o que ela vos quer dizer. Serão mais livres. É no meio da escuridão que encontrarão a vossa luz. E aí, esta brilhará mais.
AF 16-03-2026
05/03/2026
Para hoje:
Para quem me conhece, sabe que também a minha vida tem tido os seus desafios.
Pensando bem, assim tem sido desde muito cedo.
Durante cerca de mais de 3 décadas perdi pessoas, momentos, lugares e estações. E, a cada momento, ainda sem saber, sempre me dei espaço para sentir, "mastigar" a emoção, sacudir as lágrimas e seguir.
Nesse percurso enfrentei batalhas. Umas maiores que outras; umas melhor do que outras...
Nos últimos 12 anos enfrentei algumas das piores e, nestas, resolvi abraçar a dor.
Resolvi abrir as portas e deixar entrar a dor dentro de mim.
Nesse mergulho interno, fui colocando estacas, lanternas e cordas para que conseguisse voltar à tona.
Um dia bati no fundo! Vasculhei, tateando as paredes como quem abre os olhos pela primeira vez e, aí me deixei ficar um tempo.
Nesse fundo, bem fundo, em silêncio e na solidão, permiti-me ouvir a minha voz interior e tudo o que tinha para ouvir e sentir no meu corpo.
Então o interior queimou, cortou, rasgou e arrancou tudo o que tinha a arrancar.
Ainda de rastos, jurei a mim mesma que NUNCA MAIS, nunca mais queria visitar aquele lugar.
Acredito que em algum dia todos já sentimos aquele momento de NUNCA MAIS... E é esse momento aquele em que as mudanças ocorrem!
Fiz listas, fiz escolhas, aprendizagens, disse adeus a muitos comportamentos que tolerava, deixei para trás pessoas que não me interessavam manter e prometi lutar para conseguir munir-me de recursos para não voltar a descer.
Comecei um percurso de auto-descoberta e desenvolvimento pessoal. Desde esse dia nunca mais parei de aprender e de escutar o meu corpo. Porque,cada vez mais, acredito que o nosso corpo manifesta tudo o que a nossa mente não exterioriza.
Principalmente aprendi que, quando dói nas entranhas, nunca devemos ignorar.
Agora a forma como reagimos, essa sim é difícil de comandar.
Com esta ainda luto, mas não é por isso que ignoro o sentir.
Não é por isso que ignoro tudo o que escolhi naquele fundo.
Assim, hoje em dia, quando escolho a solidão, é de sorriso na cara. Sabendo que de cada vez que não escolho os outros, estou a escolher-me a mim; a respeitar-me a mim e a ser livre.
Afinal não sou de mais lugar nenhum a não ser de mim mesma.
Esse é o lugar onde estou plena, consciente, leve e é assim que quero permanecer.
Que cada escolha que fizer me mantenha em mim. Sempre!
Por isso falo de solidão, não porque a estudei, mas porque a vivi em muitas das suas faces. E assim, em breve poderão assistir à rubrica " No intervalo do tempo". Onde todos os tipos de solidão têm lugar para falar...
Até ao próximo intervalo....
Ana 05-03-2026
27/02/2026
Talvez nunca tenhas tido espaço para baixar os ombros.
Talvez tenhas sido o adulto antes do tempo.
Ou o apoio de toda a gente.
Talvez a tua força tenha sido a única forma de sobreviver.
Não vamos tirar-te a força.
Vamos perguntar:
quem és tu quando não estás a aguentar tudo?
Se este tema toca em ti,
este espaço é para ti.
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🕰 no intervalo do tempo
— uma rubrica a chegar😄💓
F**a atenta
.pt
26/02/2026
Nem toda a força é escolha.
Muitas vezes é sobrevivência.
Pensa qual:
– o custo emocional de aguentar sempre
– a dificuldade em pedir ajuda
– o medo invisível de depender
👉Se necessitares envia mensagem
.pt
25/02/2026
Quem resolve.
Quem organiza.
Quem ampara.
Quem segura.
Mas quando essa pessoa cai,
raramente sabe como pedir colo.
Porque nunca aprendeu.
A solidão de quem é forte
não é falta de pessoas.
É falta de permissão.
.pt