Remígio Nloco

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Reflexão Introspectiva

14/03/2026

DICA DO DIA

Se você quer crescer como empreendedor, uma das primeiras atitudes é enfrentar e organizar suas dívidas. Não ignore o problema — administre-o com estratégia.

1. Faça uma lista completa das suas dívidas
Anote todas as dívidas que possui. Muitas pessoas vivem pressionadas porque não têm clareza do quanto realmente devem. Coloque tudo no papel para ter uma visão clara da situação.

2. Classifique as dívidas em três categorias:

* Dívidas emocionais – aquelas que você tem com familiares, amigos ou pessoas próximas.
* Dívidas reais – dívidas com agiotas, vizinhos ou conhecidos que podem gerar pressão directa.
* Dívidas bancárias – empréstimos ou créditos em bancos e instituições financeiras.

3. Reduza seus gastos
Reveja seu estilo de vida e elimine despesas desnecessárias. O objectivo é liberar recursos para começar a pagar as dívidas.

4. Siga uma ordem estratégica de pagamento

* Primeiro: Dívidas emocionais
Pague primeiro as dívidas com familiares, amigos ou pessoas próximas. Essas dívidas muitas vezes tiram a paz, afetam os relacionamentos e criam um peso emocional constante. Quando você encontra essas pessoas, pode sentir-se cobrado ou constrangido, e isso afeta sua saúde emocional.

* Segundo: Dívidas reais
Depois, pague as dívidas com pessoas que podem exercer pressão directa, como agiotas ou conhecidos que esperam pagamento imediato.

* Terceiro: Dívidas bancárias
Por último, organize o pagamento das dívidas bancárias. Embora os juros possam crescer, os bancos geralmente possuem sistemas de negociação e prazos mais estruturados.

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Um empreendedor saudável precisa de paz emocional, boa reputação e disciplina financeira. Organizar e pagar suas dívidas não é apenas uma questão financeira — é também uma questão de saúde mental, credibilidade e crescimento pessoal.

29/09/2025

29 de setembro - Dia Internacional da Consciencialização sobre Perdas e Desperdício Alimentar

14/09/2025
04/09/2025

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03/09/2025

Pobreza não é sinônimo de humildade

15/08/2025

O orgulho é a raiz que sustenta a árvore da nossa identidade; a ambição, o vento que empurra as velas rumo aos horizontes sonhados. Ambos são necessários para manter o coração erguido e o olhar no destino. Mas, se o orgulho cresce demais, sufoca; se a ambição sopra em demasia, desvia o rumo. A vida é arte de equilibrar forças, para que os passos sigam firmes e o caminho permaneça claro.

17/07/2025

Não é o ritmo acelerado do mundo que define teu valor, mas a firmeza com que caminhas no teu propósito.

Mesmo que pareça que tudo anda devagar ou difícil, o importante é não parar. Planta hoje com fé, disciplina e coragem — tua colheita virá no tempo certo.

Vai firme, o dia é teu!

13/06/2025

Não Podemos Esquecer Quem Somos nem de Onde Viemos

A história de Moçambique como nação soberana começa com a FRELIMO — não apenas como partido, mas como movimento de libertação nacional. Negar essa verdade histórica é como tentar apagar as pegadas de quem abriu caminho na areia da nossa própria terra. A independência nacional não caiu do céu; foi conquistada com sangue, suor e sacrifício de milhares de moçambicanos e moçambicanas, organizados sob a bandeira de um ideal comum: a liberdade.

“A luta de libertação nacional não é uma luta de um partido, é a luta de todo um povo.”
— Samora Machel

A FRELIMO, desde os seus primórdios, foi a expressão coletiva de um povo cansado da opressão colonial. Era, sim, uma junção de várias vontades e tendências políticas, unificadas pelo objetivo maior de ver Moçambique livre. Ao proclamar a independência em 25 de Junho de 1975, a FRELIMO fundava não apenas um Estado, mas o conceito de um “moçambicano livre” — alguém com identidade, pátria e dignidade.

Hoje, em tempos de democracia, é legítimo criticar, fiscalizar e exigir mais. No entanto, ao tentar-se diabolizar o partido FRELIMO, é preciso ter a honestidade histórica de reconhecer o seu papel fundador. Não se trata de culto partidário, mas de respeito à verdade. A crítica deve ser feita com memória, e a memória deve andar de mãos dadas com a gratidão.

“Para sabermos para onde vamos, é preciso sabermos de onde viemos.”
— Mia Couto

A tentação de comparar o presente com o passado colonial, romantizando esse tempo de trevas, é um insulto à memória dos que tombaram para que hoje tenhamos o direito de falar, criticar e votar. É preciso, sim, mudar o que deve ser mudado e melhorar o que é necessário. Mas não se avança renegando as raízes.

“Aprender a ser grato é o primeiro passo para crescer com equilíbrio. Quem não honra o passado, não constrói o futuro.”
— Remígio Nloco

Reconheçamos, portanto, que a liberdade foi um ponto de partida, não de chegada. O desafio de hoje é transformar a independência política em desenvolvimento econômico, justiça social e bem-estar coletivo. Mas que isso seja feito com consciência histórica, com respeito e com propósito.

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