Anarkaly Serviços de Línguas

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ANARKALY é uma empresa de formação que liga estrangeiros recém chegados a Moçambique com a língua e a cultura local. Julius Nyerere

Zona sossegada, perto do Restaurante ABFC, antigo Guanabara, a 300 metros da Av.

22/12/2025
18/08/2025

Anarkaly Serviços de Línguas

11/08/2023

𝐂𝐋𝐀𝐒𝐒𝐈𝐅𝐈𝐂𝐀ÇÃ𝐎 𝐃𝐀𝐒 𝐋Í𝐍𝐆𝐔𝐀𝐒 𝐀𝐅𝐑𝐈𝐂𝐀𝐍𝐀𝐒

A África é o segundo continente mais populoso do mundo, abrigando mais de 1,3 bilhão de pessoas e composto por cerca de 3.000 grupos étnicos distintos, que falam mais de 2.000 línguas diferentes.

Nesta imensidão do continente,as línguas encontram-se classificadas em diferentes grupos.

As línguas podem ser classificadas de infinitas maneiras. Um método particular, porém, comumente chamado de método de classificação genética, possui características singulares e importantes, de modo que ao empregarmos o termo “classificação” sem outras especificações em relação à língua, estaremos referindo-nos a este tipo de classificação.

𝐍𝐚𝐭𝐮𝐫𝐞𝐳𝐚 𝐞 𝐨𝐛𝐣𝐞𝐭𝐢𝐯𝐨𝐬 𝐝𝐚 𝐜𝐥𝐚𝐬𝐬𝐢𝐟𝐢𝐜𝐚çã𝐨 𝐝𝐚𝐬 𝐥í𝐧𝐠𝐮𝐚𝐬

Uma classificação genética apresenta-se sob a forma de conjuntos de unidades hierárquicas que possuem a mesma organização lógica de uma classificação biológica em espécies, gêneros, famílias, etc., em que os membros do conjunto situado em um determinado nível se incluem em conjuntos de um nível superior. A importância das classificações realizadas segundo tais princípios reside principalmente no facto de reflectirem a história real da diferenciação étnica dentro do domínio da língua.

Além disso, formam a base necessária à aplicação dos métodos da linguística comparativa, que permite reconstruir grande parte da história linguística de vários grupos. Por fim, esse conhecimento da história linguística fornece a base necessária para inferências acerca da história cultural não-linguística dos grupos em questão.

O resultado global é que as línguas africanas (excluindo-se o malgaxe) classificam-se em quatro famílias principais.

1️⃣-𝐋í𝐧𝐠𝐮𝐚𝐬 𝐚𝐟𝐫𝐨‑𝐚𝐬𝐢á𝐭𝐢𝐜𝐚𝐬

Estas línguas, também chamadas de camito-semíticas, cobrem toda a África do Norte e quase todo o chifre da África (𝑬𝒕𝒊ó𝒑𝒊𝒂, 𝑺𝒐𝒎á𝒍𝒊𝒂); algumas línguas do ramo cuxítico estendem-se ao sul até a Tanzânia. Ademais, o ramo semítico inclui línguas que abrangiam quase todo o Oriente Médio. Em geral considera-se que o afro-asiático compreende cinco divisões quase igualmente diferenciadas: o berbere, o egípcio antigo, o semítico, o cuxítico e o chádico.

No entanto, Fleming aventou recentemente que o grupo de línguas até agora classificado como cuxítico-ocidental, em que se incluem o kafa e outras línguas do sudoeste da Etiópia, na verdade constitui um sexto ramo para o qual se propuseram os nomes “omótico” e “ari-banna”.

2️⃣-𝐍í𝐠𝐞𝐫‑𝐊𝐨𝐫𝐝𝐨𝐟𝐚𝐧𝐢𝐚𝐧𝐨 ( Níger-Congo)

Esta família possui dois ramos bastante desiguais em número de falantes e em extensão geográfica. O primeiro, níger-congo, compreende grande parte da África ao sul do Saara, incluindo quase toda a África Ocidental, partes do Sudão central e oriental. Outro ramo do níger-kordofaniano, o kordofaniano propriamente dito, confina-se a uma zona limitada da região do Kordofan no Sudão.

A divisão fundamental do grupo níger-congo está entre as línguas mande e o restante. O mande distingue-se pela ausência de muitos dos itens lexicais mais comuns encontrados nas línguas do níger-congo e pela ausência de qualquer traço preciso de classificação nominal, geralmente encontrados no kordofaniano e no resto do níger-congo.

3️⃣-𝐅𝐚𝐦í𝐥𝐢𝐚 𝐍𝐢𝐥𝐨‑𝐒𝐚𝐚𝐫𝐢𝐚𝐧𝐚

A outra grande família de línguas negro-africanas é a nilo-saariana. De modo geral, é falada a norte e a leste das línguas níger-congo e predomina no vale superior do Nilo e nas porções orientais do Saara e do Sudão. Entretanto, possui um alongamento ocidental no Songhai, no baixo vale do Níger. Compreende um ramo muito extenso, o chari-nilo, que engloba a maior parte das línguas da família.

4️⃣-𝐅𝐚𝐦í𝐥𝐢𝐚 𝐊𝐡𝐨𝐢𝐬𝐚𝐧

Todas as línguas khoisan possuem cliques entre as consoantes e a maioria de seus falantes pertence ao tipo san, fisicamente característico.

A maior parte das línguas khoisan é falada na África do Sul. Entretanto, existem dois pequenos grupos de populações, os Hatsa e os Sandawe, situados muito mais ao norte, na Tanzânia, cujas línguas diferem acentuadamente tanto entre si quanto das línguas do grupo da África do Sul. Desse modo, a família divide-se em três ramos: 1. hatsa; 2. sandawe; 3. khoisan sul-africano.

5️⃣-𝐅𝐚𝐦í𝐥𝐢𝐚 𝐈𝐧𝐝𝐨-𝐞𝐮𝐫𝐨𝐩𝐞𝐢𝐚

Finalmente, faz-se necessário mencionar as línguas europeias e indianas, de importação recente, que, em alguns casos, são faladas atualmente por populações nascidas em África. O inglês, além de falado em países como a África do Sul e Zimbabwe, é a língua dos descendentes de negros americanos que fundaram a Libéria; é falado também, na forma crioula (krio), em Freetown, Serra Leoa. O africâner, parente próximo do neerlandês, é falado na África do Sul. Existe na África do Norte uma importante população de línguas francesa, espanhola e italiana.

Uma forma crioula do português constitui a primeira língua de alguns milhares de falantes da Guiné e de outras regiões. Finalmente, algumas línguas originárias da Índia são utilizadas na África oriental. Compreendem as línguas arianas e dravidianas, sendo a mais importante o gujarati.

Uma África Desconhecida
"𝕸𝖆𝖎𝖘 Á𝖋𝖗𝖎𝖈𝖆, 𝖒𝖆𝖎𝖘 𝖆𝖒𝖔𝖗 𝖊 𝖒𝖊𝖓𝖔𝖘 ó𝖉𝖎𝖔"

07/07/2023

Celtic Nations

The Celtic nations are a cultural area and collection of geographical regions in Northwestern Europe where the Celtic languages and cultural traits have survived. The term nation is used in its original sense to mean a people who share a common identity and culture and are identified with a traditional territory.

The six regions widely considered Celtic nations are Brittany (Breizh), Cornwall (Kernow), Ireland (Éire), the Isle of Man (Mannin, or Ellan Vannin), Scotland (Alba), and Wales (Cymru). In each of the six nations a Celtic language is spoken to some extent: Brittonic or Brythonic languages are spoken in Brittany (Breton), Cornwall (Cornish), and Wales (Welsh), whilst Goidelic or Gaelic languages are spoken in Scotland (Scottish Gaelic), Ireland (Irish), and the Isle of Man (Manx).

Before the expansions of Ancient Rome and the Germanic and Slavic-speaking tribes, a significant part of Europe was dominated by Celtic-speaking cultures, leaving behind a legacy of Celtic cultural traits. Territories in north-western Iberia—particularly northern Portugal, Galicia, Asturias, León, and Cantabria (together historically referred to as Gallaecia and Astures), covering north-central Portugal and northern Spain—are considered Celtic nations due to their culture and history. Unlike the others, however, no Celtic language is attested there, unlike Celtiberia, and has been spoken in modern times.

Each of the six nations has its own Celtic language. In Brittany, Ireland, Scotland, and Wales these have been spoken continuously through time, while Cornwall and the Isle of Man have languages that were spoken into modern times but later died as spoken community languages. In the latter two regions, however, language revitalisation movements have led to the adoption of these languages by adults and produced a number of native speakers.
Ireland, Wales, Brittany and Scotland contain areas where a Celtic language is used on a daily basis; in Ireland these areas are called the Gaeltacht; in Wales Y Fro Gymraeg, Breizh-Izel (Lower Brittany) in western Brittany and Breizh-Uhel (Upper Brittany) in eastern Brittany. Generally, these communities are in the west of their countries and in more isolated upland or island areas. Welsh, however, is much more widespread, with much of the north and west speaking it as a first language, or equally alongside English. Public signage is in dual languages throughout Wales and it is now a requirement to possess at least basic Welsh in order to be employed by the Welsh Government. The term Gàidhealtachd historically distinguished the Gaelic-speaking areas of Scotland (the Highlands and islands) from the Lowland Scots (i.e. Anglo-Saxon-speaking) areas. More recently, this term has also been adopted as the Gaelic name of the Highland council area, which includes non-Gaelic speaking areas. Hence, more specific terms such as sgìre Ghàidhlig ("Gaelic-speaking area") are now used.

In Wales, the Welsh language is a core curriculum (compulsory) subject, which all pupils study. Additionally, 20% of schoolchildren in Wales attend Welsh medium schools, where they are taught entirely in the Welsh language. In the Republic of Ireland, all school children study Irish as one of the three core subjects until the end of secondary school, and 7.4% of primary school education is through Irish medium education, which is part of the Gaelscoil movement. In the Isle of Man, there is one Manx-medium primary school, and all schoolchildren have the opportunity to learn Manx.
Parts of the northern Iberian Peninsula, namely Galicia, Cantabria, Asturias Northern Portugal, also lay claim to this heritage.

Musicians from Galicia and Asturias have participated in Celtic music festivals. Northern Portugal, part of ancient Gallaecia (Galicia, Minho, Douro, and Trás-os-Montes), also has traditions quite similar to Galicia. However, no Celtic language has been spoken in northern Iberia since probably the Early Middle Ages.
Irish was once widely spoken on the island of Newfoundland but had largely disappeared there by the early 20th century. There are virtually no known fluent speakers of Irish Gaelic in Newfoundland or Labrador today. Knowledge seems to be largely restricted to memorized passages, such as traditional tales and songs.

Canadian Gaelic dialects of Scottish Gaelic are still spoken by Gaels in other parts of Atlantic Canada, primarily on Cape Breton Island and adjacent areas of Nova Scotia. In 2011, there were 1,275 Gaelic speakers in Nova Scotia, and 300 residents of the province considered a Gaelic language to be their "mother tongue".

Welsh is spoken principally in Y Wladfa in the Chubut Province of Patagonia, with sporadic speakers elsewhere in Argentina.
Estimates of the number of Welsh speakers range from 1,500 to 5,000. Celtic languages.

The Celtic languages form a branch of the greater Indo-European language family. SIL Ethnologue lists six living Celtic languages, of which four have retained a substantial number of native speakers. These are the Goidelic languages (i.e., Irish and Scottish Gaelic, which are both descended from Middle Irish) and the Brittonic languages (i.e. Welsh and Breton, which are both descended from Common Brittonic).

The other two, Cornish (a Brittonic language) and Manx (a Goidelic language), died in modern times with their presumed last native speakers in 1777 and 1974 respectively. For both these languages, however, revitalisation movements have led to the adoption of these languages by adults and children and produced some native speakers. ¹

In 2020, there were more than 2 million speakers of Celtic languages. ²

Sources: ¹ Wikipedia; ² Babbell
Image: Celtic Nations Flag

27/06/2023

Almanaque, almôndega, alfândega, almofada, aldeia, alface, algema, algodão, alfaiate…

Enorme foi a contribuição dos árabes para o vocabulário português e espanhol durante sua permanência de sete séculos na Península Ibérica. O detalhe curioso é que esse al fixado no início das palavras era, na verdade, o artigo definido da língua árabe. “Alquimia”, por exemplo, quer dizer “a química”.

Na língua de origem, o al acompanha todo e qualquer substantivo, não importa se masculino ou feminino, singular ou plural. Além disso, vem sempre colado à palavra a que se refere – não é possível inserir entre ele e o substantivo qualquer outro vocábulo, como fazemos em nosso idioma: o teu livro, o único livro etc.

Outro fato marcante é que esse artigo aparece também em palavras da língua portuguesa que não começam com al. Isso porque sua segunda letra, o “l”, pode ser alterada para que seu som se harmonize com a consoante a seguir. Foi assim que ar-ruzz virou “arroz” e az-zayt, “azeite”.

Tudo isso reforça, para quem ouve, a ideia de que o artigo faz parte da palavra. E nós acabamos assimilando isso e juntando com os nossos artigos. Por isso ninguém fala “o godão” ou “a zeitona”. Da mesma forma, por isso o livro sagrado do Islã pode ser chamado de “Alcorão” ou “Corão”.

Via: Super Interessante

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26/06/2023

🆕🌠A ANCHAA'S GLUTEN-FREE ENTRA NUMA NOVA FASE

Queridos amigos, clientes e seguidores da Anchaa's Gluten-free, temos o prazer de compartilhar um momento especial convosco! Hoje, apresentamos a nova imagem da Anchaa's gluten-free, um reflexo da nossa paixão e dos valores que nos impulsionam diariamente.

Queremos ser uma marca consciente, não só a nível de qualidade e saúde, mas também do meio ambiente. Por isso as nossas embalagens também serão mais eco-friendly porque acreditamos que são pequenos gestos que fazem a diferença no nosso planeta.

A nossa imagem é agora mais minimalista, porque achamos que a simplicidade é a chave para a autenticidade nos nossos produtos. Valorizamos os sabores puros e a qualidade dos ingredientes em cada criação que colocamos nas suas mãos. O que importa mesmo para nós é a harmonia entre poucos ingredientes de qualidade e o prazer genuíno que eles proporcionam.

Colocámos no centro da nossa marca o que é natural e local. Natural, porque acreditamos que a verdadeira magia da alimentação está na natureza. Queremos que cada mordida seja um encontro com a vitalidade e a energia que a natureza nos presenteia generosamente.
Local, porque acreditamos no poder da conexão. Temos orgulho no que é produzido na nossa terra, valorizando a qualidade e a confiança que essa parceria nos traz. É uma maneira de enraizar a nossa marca na comunidade e criar laços fortes que nos fortalecem mutuamente.

Esperamos que embarquem connosco nesta nova fase e que se sintam inspirados a renovar e reinventar sempre, privilegiando o natural e autêntico nas vossas vidas e respeitando e valorizando o que a natureza nos dá!

Sejam bem-vindos ao nosso novo universo de sabor e bem-estar com muitas novidades e surpresas!

Temos os melhores produtos gluten-free e lactose-free da cidade! Faça já a sua encomenda!
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14/06/2023

Correct use of noun

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