Filosofia UEM FAF

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Esta Pagina destina-se aos amantes da Filosofia e em especial Os Estudantes da Faculdade de filosofia da UEM curso de licenciatura.

Photos from Filosofia UEM FAF's post 14/08/2024

Gratidão a Faculdade de Educação da UEM. Nivel de organização excelente. O evento superou as expectativas

13/08/2024

CONEXÕES HUMANAS
Por: Víctor Muianga

Juventude e Emprego: Quebrando Paradigmas em Busca de um Futuro Sustentável
No Dia Internacional da Juventude, celebrado em 12 de Agosto, é crucial reflectirmos sobre os desafios enfrentados pelos jovens em todo o mundo, especialmente no que diz respeito à empregabilidade. Em Moçambique, a situação não é diferente: o desemprego juvenil atinge níveis alarmantes, exigindo acções urgentes e uma mudança de paradigmas. ´´O Instituto Nacional de Estatísticas (INE) diz que 36 por cento dos jovens da cidade de Maputo estão desempregados, a taxa mais elevada, quando comparada com as restantes províncias de Moçambique, onde a taxa é de 18 por cento em média´´ (VOA, 2023).
O modelo tradicional de emprego, baseado em longas carreiras em grandes empresas, está se tornando cada vez mais obsoleto. A globalização, a automação e a rápida evolução tecnológica estão transformando o mercado de trabalho, criando novas oportunidades, mas também exigindo novas habilidades e mentalidades. Como bem coloca Idalberto Chiavenato (2014), "o mercado de trabalho está em constante mudança, e as empresas precisam de profissionais que sejam capazes de se adaptar a essa nova realidade".
Nesse contexto, a juventude moçambicana precisa se adaptar e se preparar para os desafios do futuro. É preciso investir em educação de qualidade, que vá além da formação teórica e prepare os jovens para as demandas do mercado, com foco em habilidades como pensamento crítico, criatividade, resolução de problemas e adaptabilidade.
Além disso, é fundamental estimular o empreendedorismo e a inovação. Os jovens têm o potencial de criar seus próprios negócios, gerando empregos e impulsionando o desenvolvimento económico do país. Para isso, é preciso facilitar o acesso ao crédito, oferecer programas de incubação e mentoria, e criar um ambiente regulatório favorável à criação de novas empresas. Eric Ries, em seu livro "A Startup Enxuta", destaca a importância de validar ideias de negócio antes de investir tempo e recursos, buscando o feedback do mercado e adaptando-se rapidamente às necessidades dos clientes.
Outro ponto importante é a valorização do trabalho informal e da economia criativa. Em Moçambique, grande parte da população jovem está inserida nessas actividades, que muitas vezes são desvalorizadas e marginalizadas. É preciso reconhecer a importância desses sectores para a geração de renda e inclusão social, oferecendo apoio e capacitação para que os jovens possam desenvolver seus negócios e melhorar suas condições de trabalho. Estudos da Organização Internacional do Trabalho (OIT) apontam que a economia informal representa uma parcela significativa do mercado de trabalho em países em desenvolvimento, e sua formalização pode trazer benefícios tanto para os trabalhadores quanto para a economia como um todo.
Por fim, é essencial que a juventude participe activamente da construção de um futuro mais justo e sustentável. Os jovens têm o poder de transformar a realidade, questionando os modelos tradicionais, propondo soluções inovadoras e lutando por seus direitos. É preciso criar espaços de diálogo e participação, onde a voz da juventude seja ouvida e valorizada.
O Dia Internacional da Juventude é uma oportunidade para celebrarmos o potencial da juventude moçambicana e reafirmarmos nosso compromisso em construir um futuro onde todos tenham a oportunidade de realizar seus sonhos e contribuir para o desenvolvimento do país. Quebrar paradigmas e investir na empregabilidade juvenil é um passo fundamental nessa direcção. [email protected]

09/08/2024

Eis o convite!

08/05/2024

A REGULAÇÃO DAS TELECOMUNICAÇÕES E O RETROCESSO NOS DIREITOS DE ACESSO À EDUCAÇÃO E INFORMAÇÃO EM MOÇAMBIQUE
No panorama actual das telecomunicações em Moçambique, uma decisão controversa do Instituto Nacional das Comunicações de Moçambique (INCM) tem gerado grande descontentamento entre a população. Recentemente, o INCM orientou as operadoras a eliminar os pacotes ilimitados de dados e voz, uma medida que, segundo o regulador, visa prevenir um "colapso do mercado" e assegurar "concorrência leal". No entanto, esta medida tem sido amplamente criticada como um retrocesso nos direitos fundamentais, sobretudo no que tange à liberdade de expressão e ao acesso à educação.
A liberdade de expressão, um pilar da democracia, é indissociavelmente ligada ao acesso à informação. Num país como Moçambique, onde a internet e a comunicação móvel têm desempenhado um papel crucial na democratização do acesso à informação, a decisão do INCM representa uma barreira significativa, especialmente para as camadas mais vulneráveis da sociedade. O fim dos pacotes ilimitados não apenas limita a capacidade dos cidadãos de se expressarem e se informarem, mas também exclui economicamente aqueles que dependem desses pacotes para manter uma comunicação acessível.
O impacto no sector educacional é particularmente grave. Estudantes e professores, que tinham começado a aproveitar as possibilidades do ensino à distância e o acesso a conteúdos educacionais online, encontram-se agora numa situação desvantajosa. A capacidade de acessar bibliotecas virtuais, participar de aulas online e realizar pesquisas diminui drasticamente quando os custos de comunicação aumentam e as limitações nos pacotes de dados se tornam mais restritivas.
Frente a essa realidade, urge que o governo e as operadoras de telecomunicações reavaliem suas estratégias e políticas. É essencial que considerem o acesso à comunicação e à internet não como luxos, mas como direitos fundamentais que facilitam a educação e a participação activa na sociedade. Para reverter essa situação, propõe-se a implementação de medidas que garantam tarifas acessíveis e justas, promovam a inclusão digital e assegurem que todos os cidadãos, independentemente de sua condição económica, possam acessar e utilizar serviços de telecomunicações de forma equitativa.
É fundamental que haja um diálogo aberto entre o regulador, as operadoras e a sociedade civil para encontrar um equilíbrio que não apenas procteja a integridade do mercado, mas que também priorize e procteja os direitos dos consumidores e o acesso democrático à informação. Apela-se ao bom senso e à responsabilidade social das operadoras e do governo para que restabeleçam o que já era considerado um direito adquirido: o acesso à comunicação e à informação sem restrições desproporcionais.
O apelo final é para que estas entidades reconheçam a comunicação como uma ferramenta essencial para o desenvolvimento e para a expressão livre, e não como uma mercadoria a ser limitada por considerações meramente econômicas. É tempo de devolver ao povo moçambicano a capacidade de aprender, ensinar e comunicar livremente, garantindo um futuro mais justo e informado para todos.
Víctor Muianga .
[email protected]

21/12/2014

Dedico este Video a você, que sirva de instrumento e reflexão! Seja a mudança que desejas ver no mundo by: Victor Muianga

Photos from Filosofia UEM FAF's post 20/12/2014

Amigos Feliz natal

30/09/2014

Vai desde ja o nosso muito obrigado aos que vao a cada dia que passa visualizando a nossa pagina da e deixando os seus Likes.

14/07/2014

Dia 21.08.2014 Inicio do segundo semestre

04/06/2014

Bom trabalho e boa sorte para todos filosofos em potencia, que serao examinados apartor da proxima semana.

19/04/2014

Tendes alguma duvida em materias filosoficas? Nao hesite envie para o inbox e nos ajudar-te-emos.

19/04/2014

Bom fim de semana a todos "curtidores" desta pagina.

24/03/2014

Paradoxo Filosofico
Se um homem tenta fracassar e consegue, isso foi um fracasso ou um sucesso?
by: Victor Muianga

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