Estudantes Universitários de Moçambique

Estudantes Universitários de Moçambique

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Guilles Cistac O doente morre nas mãos desse tipo de Doutores. Construções desabam nas mãos desse tipo de Engenheiros.

DESTRUIR UMA NAÇÃO, NÃO PRECISA DE USAR A BOMBA ATÓMICA OU MISSEIS DE LONGA DISTÂNCIA, MAS SOMENTE BAIXAR A QUALIDADE DE EDUCAÇÃO E ACEITAR FRAUDE NOS EXAMES. O dinheiro perde nas mãos desse tipo de Economistas. A humanidade morre nas mãos desse tipo de Académicos Religiosos. A justiça é perdido nas mãos desse tipo de juizes. Por isso, O COLAPSO DA EDUCAÇÃO É O COLAPSO DA NAÇÃO.

Photos from Estudantes Universitários de Moçambique's post 19/05/2026

Hóspede especial no Caldeirão do Chiveve.
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18/05/2026

CARMELITA NAMASHULUA "IS BACK": DANIEL CHAPO NOMEIA-A INSPECTORA-GERAL DO ESTADO

O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, no uso das competências que lhe são conferidas pelo n.º 1 do artigo 21 da Lei n.º 1/2026, de 20 de Janeiro, que cria a Inspecção-Geral do Estado, nomeou, através de Despacho Presidencial, Carmelita Rita Namashulua para o cargo de Inspectora-Geral do Estado.

No mesmo quadro legal, o Chefe do Estado nomeou igualmente, através de despachos presidenciais separados, Emanuel Augusto Mabumo e Laura Helena Nhancale para os cargos de Inspectores-Gerais Adjuntos do Estado.

As nomeações inserem-se no processo de instalação e operacionalização da Inspecção-Geral do Estado, órgão criado para reforçar os mecanismos de controlo, fiscalização, auditoria e promoção da integridade e da boa governação na Administração Pública.

Os nomeados tomam posse na próxima terça-feira, às 08h00, numa cerimónia a ser dirigida pelo Presidente da República, no Gabinete da Presidência da República, na cidade de Maputo.

A cerimónia de tomada de posse incluirá igualmente o Vice-Reitor da Universidade Púnguè, José João Passe, recentemente nomeado para o cargo. (GI)




18/05/2026

PROFESSOR CORTA CABELO DE ALUNOS RENITENTES DURANTE AVALIAÇÕES TRIMESTRAIS

Um professor surpreendeu estudantes ao cortar o cabelo de alguns alunos dentro da sala de aulas, durante a realização das Avaliações Trimestrais. O caso ocorreu no distrito de Mueda, na província de Cabo Delgado.

Segundo relatos, o docente estaria cansado de alertar repetidamente os estudantes sobre o cumprimento das normas de apresentação e disciplina estabelecidas pelo regulamento interno da escola. Diante da persistência de alguns alunos em desrespeitar as orientações relacionadas ao corte de cabelo, o professor decidiu levar uma máquina de cortar cabelo para a escola e retirar parte do cabelo dos estudantes considerados rebeldes, como forma de punição e advertência.

O episódio gerou diferentes reações entre alunos, encarregados de educação e membros da comunidade, levantando debates sobre disciplina escolar, limites da autoridade dos professores e os métodos adequados para garantir o cumprimento das regras nas instituições de ensino.

17/05/2026

A NOSSA CRISE

Em qualquer sociedade que se pretende ver desenvolvida, o Estado tem uma função clara: ser regulador, garantidor da justiça, promotor de oportunidades e protector do interesse público. O Governo não existe para competir com o cidadão, nem para monopolizar sectores estratégicos da economia, mas sim para criar um ambiente onde todos possam participar de forma justa e transparente no desenvolvimento do país.

No entanto, quando analisamos a realidade actual de Moçambique, percebemos um fenómeno preocupante: o Estado, em vez de se limitar ao seu papel de regulador, tem vindo a expandir-se como actor directo em vários sectores económicos, sociais e financeiros. Esta expansão levanta questões profundas sobre eficiência, transparência, sustentabilidade e, sobretudo, sobre o verdadeiro impacto dessas acções na vida do cidadão comum.

Hoje, o Estado intervém em áreas como fundos de habitação para jovens, transporte público, produção agrícola, aquisição e distribuição de tractores, compra de alimentos, gestão de combustíveis, criação de programas de crédito e até na estrutura bancária e financeira. À primeira vista, estas iniciativas podem parecer positivas, pois transmitem a ideia de um Governo activo e preocupado com o bem-estar da população. Contudo, uma análise mais profunda revela contradições estruturais que acabam por limitar o próprio desenvolvimento económico do país.

INTERVENÇÃO EXCESSIVA DO ESTADO

Quando o Estado entra directamente no mercado como agente económico, deixa de ser apenas árbitro e passa também a ser jogador. E quando o árbitro joga, perde-se a imparcialidade do sistema. Isto cria distorções graves na economia, porque o sector privado deixa de competir em condições equilibradas.

Em vez de incentivar o empreendedorismo, o Estado passa a ocupar espaços que poderiam ser preenchidos por empresas privadas, cooperativas e iniciativas comunitárias. Isto gera dependência, reduz inovação e limita a criação de empregos sustentáveis.

Mais grave ainda é quando estas intervenções são justificadas como “apoio ao povo”, mas acabam por ser administradas de forma pouco transparente, com critérios de selecção pouco claros e resultados muitas vezes questionáveis.

FUNDOS DE APOIO E A LÓGICA DA DEPENDÊNCIA

Um dos exemplos mais recorrentes desta intervenção são os fundos e programas de financiamento destinados aos jovens e pequenos empreendedores. Estes fundos são frequentemente apresentados como instrumentos de inclusão económica, com taxas de juros reduzidas e condições facilitadas, supostamente para estimular o crescimento de pequenos negócios.

No entanto, esta realidade esconde uma contradição estrutural importante. Enquanto o Estado cria fundos com juros baixos, o sistema bancário — muitas vezes regulado e influenciado pelo próprio Estado — continua a praticar taxas de juros elevadas, tornando o acesso ao crédito formal extremamente difícil para o cidadão comum.

Isto cria um sistema dual e desigual: de um lado, um crédito “político”, acessível apenas a determinados grupos; do outro, um crédito bancário caro e restritivo, inacessível para a maioria da população. Em vez de corrigir esta desigualdade, o sistema acaba por a reforçar.

GESTÃO E FALTA DE RETORNO

Outro problema sério está relacionado com a gestão destes fundos. Em muitos casos, os recursos são atribuídos a indivíduos sem preparação técnica ou capacidade de gestão empresarial. Em outros casos, são atribuídos com base em relações de proximidade política, familiar ou de influência.

Como resultado, muitos desses projectos não têm sustentabilidade. O dinheiro é frequentemente mal aplicado, desviado ou simplesmente não devolvido. Isto gera um ciclo de perda de recursos públicos, enquanto os problemas estruturais do país permanecem.

O mais preocupante é que estes fundos raramente passam por uma avaliação rigorosa de impacto. Não há transparência suficiente sobre quantos projectos realmente funcionam, quantos falham e quantos conseguem gerar empregos sustentáveis. Assim, cria-se uma narrativa de sucesso que nem sempre corresponde à realidade.

O CUSTO DE VIDA E A ECONOMIA REAL

Os altos dirigentes do Estado, em vez de se envolverem directamente em actividades económicas e empresariais, deveriam concentrar-se na criação de condições macroeconómicas favoráveis ao desenvolvimento. No entanto, quando o Estado se torna actor económico directo, isso pode contribuir para o aumento do custo de vida, distorção de preços e concentração de oportunidades.

Em muitos casos, as oportunidades económicas acabam por ser distribuídas entre grupos restritos, enquanto a maioria da população enfrenta dificuldades crescentes. O cidadão comum vê o custo de vida aumentar, enquanto os rendimentos não acompanham esse crescimento.

O resultado é uma sociedade onde a desigualdade se aprofunda e onde o sentimento de exclusão económica se torna cada vez mais evidente.

A DÍVIDA PÚBLICA E O PESO SOBRE O POVO

Um dos aspectos mais críticos deste modelo de governação é a forma como o Estado recorre ao endividamento público. As dívidas são frequentemente justificadas como necessárias para financiar grandes projectos de desenvolvimento, infra-estruturas e programas sociais.

No entanto, a questão central não é apenas o endividamento em si, mas a forma como esses recursos são utilizados. Em muitos casos, uma parte significativa dessas dívidas é direccionada para projectos que não produzem retorno económico real ou impacto social duradouro. São projectos sem sustentabilidade, sem continuidade e sem resultados visíveis a longo prazo.

Outra parte desses recursos acaba por ser absorvida por redes de interesse, má gestão ou desperdício. Enquanto isso, o peso da dívida recai sobre toda a população, através de impostos, inflação e redução da capacidade do Estado em investir em áreas essenciais.

Na prática, cria-se uma situação em que o povo não beneficia proporcionalmente da dívida contraída em seu nome, mas é ele quem suporta o custo total dessa dívida.

ESTADO, MERCADO E O EQUILÍBRIO PERDIDO

O desenvolvimento económico sustentável depende de um equilíbrio saudável entre o Estado e o mercado. O Estado deve regular, fiscalizar e garantir condições justas de concorrência. O mercado, por sua vez, deve ser o espaço onde empresas e cidadãos podem inovar, investir e crescer.

Quando esse equilíbrio é quebrado, surgem distorções. O sector privado enfraquece, o investimento diminui e a economia torna-se dependente do próprio Estado. Isto reduz a competitividade e limita o crescimento sustentável.

Um país não se desenvolve quando o Governo tenta controlar tudo. Desenvolve-se quando cria regras claras, instituições fortes e oportunidades iguais para todos.

O POTENCIAL NÃO REALIZADO DE MOÇAMBIQUE

Moçambique é um país com enormes potencialidades. Possui recursos minerais valiosos, terras férteis, abundância de água, uma costa extensa com grande potencial turístico e uma posição estratégica no continente africano.

No entanto, este potencial nem sempre se traduz em desenvolvimento real para a maioria da população. A gestão dos recursos naturais e económicos muitas vezes não se reflecte em melhoria significativa das condições de vida do cidadão comum.

A percepção crescente é de que existe uma distância entre o crescimento macroeconómico apresentado em relatórios e a realidade vivida pela população no dia-a-dia.

A CRISE DA CONFIANÇA E DA GOVERNAÇÃO

A maior crise que Moçambique enfrenta pode não ser apenas económica ou estrutural, mas sobretudo uma crise de confiança. A confiança entre governantes e governados, entre políticas públicas e resultados concretos, entre promessas e realidade.

Nenhum país consegue desenvolver-se plenamente quando uma parte significativa da população sente que não participa dos benefícios do seu próprio desenvolvimento.

O verdadeiro papel do Estado deveria ser claro: criar condições para que todos possam prosperar, garantir transparência na gestão dos recursos públicos, promover a justiça económica e assegurar que o crescimento do país se traduza em melhoria real da vida das pessoas.

Um Governo forte não é aquele que controla todos os sectores da economia. É aquele que constrói instituições sólidas, promove a liberdade económica responsável e garante que as oportunidades sejam acessíveis a todos, sem privilégios, sem exclusões e sem dependência política.

Somente assim será possível transformar o potencial de Moçambique em desenvolvimento real e inclusivo para o seu povo.

15/05/2026

👉 BILIONÁRIO DO ZIMBÁBUE PAGA UNIVERSIDADE PARA 250 MIL ÓRFÃOS E AFIRMA: “O DINHEIRO É TEMPORÁRIO“

Em Zimbábue, o empresário Strive Masiyiwa, fundador da Econet Wireless, tem se destacado não apenas pela fortuna, mas pelo impacto social que vem promovendo no país.

Através da Higherlife Foundation, o bilionário já garantiu educação completa para mais de 250 mil órfãos e jovens vulneráveis. O programa cobre ensino primário, secundário e universitário, incluindo propinas, material escolar, alimentação e mentoria profissional.

Durante um evento em Harare, Masiyiwa afirmou: “O dinheiro é temporário, mas uma criança educada muda gerações inteiras.”

O modelo implementado acompanha os estudantes desde a infância até à inserção no mercado de trabalho. Muitos dos beneficiados tornaram-se médicos, engenheiros e professores, contribuindo hoje para o desenvolvimento das suas próprias comunidades.

08/05/2026

🚨 Aumento dos preços dos produtos da primeira necessidade!
Novos preços entram em vigor a partir de amanhã

O custo de vida poderá voltar a pesar no bolso dos moçambicanos. A partir de amanhã, entram em vigor novos preços de vários produtos da primeira necessidade, com destaque para o óleo alimentar, arroz, farinha, açúcar e outros bens essenciais que fazem parte da alimentação diária das famílias.

07/05/2026

Famba

Photos from Estudantes Universitários de Moçambique's post 07/05/2026

EQUIPA DO HOSPITAL CENTRAL DE NAMPULA REMOVE MIOMA UTERINO GIGANTE DE 10,5 KG

Durante mais de dez anos, uma mulher de 45 anos viveu com um crescimento abdominal progressivo, cuja causa lhe roubava não só a saúde, como também o sonho de ser mãe. Proveniente do Centro de Saúde de Nacaroa, deu entrada no Hospital Central de Nampula (HCN) em estado delicado, com a vida em risco.

Após observação no serviço de urgência de ginecologia, foi imediatamente internada na enfermaria da especialidade, onde foi submetida a uma avaliação clínica detalhada, que culminou na decisão de realização de uma cirurgia ginecológica eletiva.

Foi então que uma equipa médica especializada enfrentou o desafio de remover um mioma uterino de grandes dimensões. A intervenção foi liderada pela Dra. Susana Chiguinhene, com o apoio do Dr. Pedro e do médico residente Amir.

A cirurgia foi bem-sucedida. Do bloco operatório saiu não apenas uma paciente estabilizada, como também um tumor com 10,5 quilogramas, representando o fim de um longo período de sofrimento.

No dia 6 de maio de 2026, o Hospital Central de Nampula registou mais do que um procedimento clínico: marcou o fim de uma situação prolongada de doença e o início de uma nova fase na vida da paciente, agora estabilizada.





Photos from Estudantes Universitários de Moçambique's post 07/05/2026

QUATRO DETIDOS APÓS ROUBO DE MAIS DE 7 MILHÕES DE METICAIS EM PEBANE

Mais de sete milhões de meticais foram roubados dos escritórios de uma empresa mineira pertencente a cidadãos chineses, no distrito de Pebane, província da Zambézia, num caso que já resultou na detenção de quatro indivíduos.

Os suspeitos encontram-se sob custódia no comando distrital da Polícia da República de Moçambique, indiciados de envolvimento no assalto ocorrido nas instalações de uma mineradora de exploração de areias pesadas.

De acordo com a porta-voz da PRM na Zambézia, Belarmina Henriques, o crime foi protagonizado por um grupo de sete indivíduos, com alegada colaboração de dois funcionários da empresa.

A fonte destacou a pronta intervenção das autoridades, após a denúncia feita pelos responsáveis da mineradora, o que permitiu a detenção de parte dos envolvidos.

Durante a operação, a polícia recuperou pouco mais de três milhões de meticais, valor encontrado nas residências dos indiciados, após a divisão do montante roubado.

Por sua vez, o Serviço Nacional de Investigação Criminal, através do seu porta-voz Maximino Amílcar, avançou que entre os detidos constam figuras com ligação a instituições locais, incluindo um motorista afecto à administração distrital e um professor.

Entretanto, três dos suspeitos continuam foragidos, estando as autoridades no seu encalce.

As autoridades indicam que decorrem diligências para a localização dos restantes membros da quadrilha e para a legalização dos processos, com vista à responsabilização criminal dos envolvidos.

Nova Radio Paz - Quelimane
Texto e Imagens: Antenore Federico Carlos

07/05/2026

❗️🇲🇿 O avançado moçambicano Geny Catamo desfrutou de um momento de descontração com a família, ouvindo música no carro. A cena foi capturada enquanto a família Catamo circulava pela cidade.

Geny Catamo tem estado focado nos objetivos do Sporting e este momento em família reforça o equilíbrio do jogador entre a vida pessoal e profissional. O Sporting enfrenta o Bodo/Glimt nos próximos dias."

07/05/2026

Agente da Polícia da República de Moçambique viraliza nas redes sociais pela sua postura e brio Militar.

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