Intercoc Japão

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Claretiano Centro Universitário, instituição Com Polo credenciado pelo MEC para oferta de cursos

Desde 2007, quando a Intercoc iniciou suas atividades como polo da Faculdade Interativa COC (atualmente denominada Estácio / UNISEB após sua fusão com a Universidade Estácio de Sá). Em 2018 iniciou os trabalhos com o Centro Universitário Claretiano - Polo Japão. Unidade credenciada pelo MEC para ofertar cursos de Graduação é Pós-Graduação no exterior. Oferecemos boa infra-estrutura e as melhores c

22/02/2026

Falar de educação inclusiva sem considerar as bases do desenvolvimento cognitivo é permanecer na retórica. À luz da teoria de Lev Vygotsky, especialmente dos conceitos de Zona de Desenvolvimento Real e Zona de Desenvolvimento Proximal, a discussão se torna técnica.

A Zona de Desenvolvimento Real corresponde ao que o estudante realiza com autonomia. É o campo das habilidades consolidadas. Avaliações tradicionais costumam medir apenas esse nível. Quando o sistema educacional se limita a isso, ele classifica, mas não promove avanço.

A Zona de Desenvolvimento Proximal, por sua vez, é o espaço da aprendizagem em construção. O estudante ainda não atua sozinho, mas progride com mediação qualificada, seja do professor, de colegas, de tecnologias assistivas ou de estratégias diferenciadas. A educação inclusiva se valida exatamente aí: quando amplia essa zona para todos, não apenas para quem possui diagnóstico.

Sua efetividade depende da qualidade da mediação. Inclusão não é mera presença física. Se o aluno permanece restrito ao que já domina, há integração administrativa, não inclusão pedagógica. O professor precisa identificar o nível real, propor desafios e criar pontes para o avanço cognitivo.

Isso exige planejamento intencional, diagnóstico contínuo, avaliação formativa e diferenciação estruturada. Inclusão não significa reduzir exigência. Sob a perspectiva vigotskiana, o rigor permanece; o que muda é a estratégia para elevar o estudante além do que já consegue fazer sozinho.

Além disso, a organização da sala a partir da Zona de Desenvolvimento Proximal beneficia todos. A heterogeneidade deixa de ser obstáculo e passa a ser recurso pedagógico.

Há, porém, limites concretos: turmas superlotadas, formação insuficiente e falta de recursos comprometem a mediação. Por isso, a efetividade da inclusão deve ser medida por evidências de progressão cognitiva, não apenas por matrícula.

A educação inclusiva é efetiva quando transforma potencial em desenvolvimento real consolidado. Esse é o critério objetivo.

Para aprofundamento teórico:

VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes.
https://www.scielo.br
https://www.britannica.com/biography/Lev-Vygotsky
https://plato.stanford.edu/entries/vygotsky/

27/01/2026

O Paradoxo de Abilene

O Paradoxo de Abilene, proposto por Jerry B. Harvey, descreve uma situação em que um grupo toma coletivamente uma decisão que nenhum dos indivíduos, isoladamente, realmente deseja.
Não por ignorância, mas por medo de contrariar o consenso aparente.

O exemplo clássico é simples: uma família decide viajar até Abilene, apesar de ninguém querer ir. Cada pessoa aceita a decisão achando que está apenas acompanhando o desejo dos outros. No fim, todos ficam insatisfeitos — e surpresos ao descobrir que ninguém queria estar ali.

O ponto central não é falta de diálogo, mas autocensura coletiva:
• As pessoas discordam internamente,
• Mas concordam externamente,
• Para evitar conflito, rejeição ou parecerem “o problema”.

O resultado?
Grupos competentes tomando decisões ruins, não por falta de inteligência, mas por excesso de conformidade.

Esse paradoxo aparece com frequência:
• em empresas que seguem projetos inviáveis,
• em escolas que mantêm práticas ineficazes,
• em equipes que dizem “sim” por inércia,
• e até em movimentos sociais que ninguém mais questiona.

👉 Ir para Abilene não é um erro de planejamento. É um erro de coragem.

Provocação Final

Antes de concordar com a próxima decisão coletiva, vale perguntar:
estamos indo para Abilene… ou alguém finalmente disse o que pensa?

22/01/2026

Implementação Prática do Plano de Desenvolvimento Individual na Educação Especial

O Plano de Desenvolvimento Individual, denominado no Decreto nº 12.686/2025 como Plano Educacional Individualizado, constitui documento pedagógico obrigatório e individualizado, derivado do estudo de caso do aluno com necessidades educacionais específicas.  Ele orienta o trabalho docente em sala de aula comum, as atividades no atendimento educacional especializado, as colaborações no estabelecimento de ensino e as articulações intersetoriais. 
A implementação inicia com o estudo de caso, que identifica demandas individuais, barreiras contextuais, potencialidades do aluno e estratégias de acessibilidade para eliminar obstáculos.  Esse processo exige envolvimento do aluno e de seus familiares para registrar histórico de estratégias anteriores, necessidades atuais e apoio na execução.  Quando requerido, incorpora diálogo com profissionais de saúde, assistência social e proteção à infância, sem depender de laudos médicos. 
Na prática, o plano integra o projeto político-pedagógico da escola e atualiza-se continuamente para adaptar recursos como tecnologias assistivas e apoios profissionais.  O profissional de apoio escolar atua conforme o plano, auxiliando em locomoção, higiene, interação social e uso de ferramentas auxiliares, reportando-se à equipe pedagógica.  As alterações pelo Decreto nº 12.773/2025 reforçam a obrigatoriedade do plano, ampliando sua aplicação em parcerias com instituições especializadas e garantindo recursos do Fundeb para execução. 

Referências

BRASIL. Decreto nº 12.686, de 20 de outubro de 2025. Institui a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva e a Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 21 out. 2025.
BRASIL. Decreto nº 12.773, de 8 de dezembro de 2025. Altera o Decreto nº 12.686, de 20 de outubro de 2025, que institui a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva e a Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 9 dez. 2025

12/01/2026

Existem frases que não parecem agressivas, mas atravessam e quando dirigidas a uma criança com autismo, atravessam fundo.

“O que não dizer” não é uma lista de boas maneiras, mas um mapa de cuidado!!

Quando dizemos “por que você é assim?”, a mensagem que chega não é curiosidade é inadequação.
Quando dizemos “isso é fácil, você consegue”, o cérebro da criança não entende incentivo; entende cobrança.
Quando exigimos “olhe nos meus olhos”, ignoramos que o contato visual, para muitas crianças no espectro, não é conexão é invasão sensorial.

A Neurociência é clara: o cérebro autista processa estímulos de forma diferente, não pior. Sons, luzes, texturas, expectativas sociais e mudanças ativam o sistema de alerta com muito mais intensidade. O que parece “exagero” para o adulto, muitas vezes é sobrecarga real para a criança. Não é birra. É neurobiologia.

Na Gestão Emocional, sabemos que frases como “isso não é grande coisa” ou “pare de ser sensível” não acalmam, elas desorganizam. A criança aprende cedo que sentir é errado, que reagir é feio, que existir como é precisa ser corrigido. O custo disso aparece mais tarde em forma de ansiedade, retraimento, explosões emocionais ou silêncio excessivo.

A Psicanálise acrescenta algo essencial: a criança se constitui a partir do olhar do outro. Quando o outro devolve crítica, estranhamento ou negação, a criança introjeta a ideia de que há algo errado em si. Não é só comportamento que está sendo moldado. É identidade.
Dizer “você não parece autista” apaga a vivência da criança.
Dizer “aja como todo mundo” ignora que não existe “todo mundo” igual.
Dizer “cresça” para quem ainda está aprendendo a se regular é pedir maturidade emocional sem oferecer segurança emocional.

Educar uma criança com autismo não é torná-la normal.
É torná-la segura...Segura para sentir. Segura para existir.
Segura para aprender no seu tempo, no seu ritmo, com apoio, não com comparação.

Na educação, na família e na vida, a pergunta mais saudável não é “por que você é assim?”
É: “o que você precisa agora?”
Porque quando o ambiente se adapta, o desenvolvimento acontece. E quando há respeito, o potencial aparece.

Com cuidado e propósito,
Darwyn Furlan

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31/12/2025

“Que 2026 chegue cheio de saúde, paz e realizações. Feliz Ano Novo! 🎉”

23/12/2025

Feliz Natal e um Próspero Ano Novo!
Que 2026 traga saúde, paz e muitas conquistas a todos nós.
Com os melhores votos,

22/12/2025

A Educação de jovens e adultos está direcionado para pessoas que por algum motivo, não finalizaram os estudos, seja no ensino fundamental ou médio.
Se você está nessa situação acima descrita, venham estudar pela Escola EJA Interativo de Toyohashi! 📚
A Escola é homologada pelo MEC. ✅
WhatsApp ⁨+81 90-6354-6258⁩

10/12/2025

A Educação de jovens e adultos está direcionado para pessoas que por algum motivo, não finalizaram os estudos, seja no ensino fundamental ou médio.
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09/11/2025

O que é o efeito Dunning-Kruger?
O efeito Dunning-Kruger (Dunning-Kruger effect) é um viés cognitivo em que pessoas com baixo nível de conhecimento ou habilidade em uma área específica tendem a superestimar sua própria competência, enquanto aquelas com alto nível de expertise geralmente subestimam a sua. Isso ocorre porque a falta de conhecimento impede que o indivíduo reconheça suas limitações e os erros que comete, ele não sabe o suficiente para perceber o que não sabe. Por outro lado, experts estão cientes da complexidade do tema e assumem que os outros também dominam o assunto, o que leva a avaliações mais modestas.
Esse fenômeno pode ser ilustrado com exemplos práticos. Um iniciante em xadrez que aprende apenas as regras básicas pode se considerar um jogador excepcional, ignorando estratégias avançadas. Da mesma forma, alguém que domina o básico de violão pode se achar um expert, sem reconhecer os anos de prática exigidos por profissionais. Já um grande mestre de xadrez ou um violinista experiente, ao conhecer todas as nuances e desafios, tende a duvidar de sua superioridade mesmo sendo altamente qualificado.
O efeito foi identificado pelos psicólogos David Dunning e Justin Kruger em 1999, por meio de experimentos com te**es de humor, gramática, lógica e outras habilidades. Participantes com desempenho ruim avaliavam-se como acima da média, enquanto os de alto desempenho faziam estimativas mais realistas. Graficamente, o padrão forma uma curva: os inexperientes estão no “monte da estupidez” (confiança alta com competência baixa), descem para o “vale do desespero” ao ganhar um pouco de conhecimento e reconhecer limitações, e sobem gradualmente para a “montanha da sabedoria”, onde a confiança se alinha melhor à competência real.
Esse viés é comum em domínios como inteligência, direção de veículos e até política ou saúde, podendo levar a decisões ruins quando inexperientes se sentem qualificados para opinar ou agir sem base sólida. À medida que as pessoas adquirem mais experiência, elas reconhecem melhor suas deficiências, reduzindo a superestimação inicial.
Em resumo, o efeito Dunning Kruger mostra como a incompetência gera confiança excessiva, enquanto o verdadeiro saber vem acompanhado de humildade. Para combatê-lo, busque feedback honesto, estude continuamente e aceite que sempre há mais a aprender.
Referência:
Kruger, J., & Dunning, D. (1999). Unskilled and unaware of it: How difficulties in recognizing one's own incompetence lead to inflated self-assessments. *Journal of Personality and Social Psychology*, 77(6), 1121–1134.

O novo Plano Nacional de Educação (PNE) para o período 2024/2034 03/11/2025

O PNE 2024-2034 (PL 2.614/2024) avança com metas quantificáveis, CAQ, conectividade, saúde mental e inclusão de vulneráveis, mas retrocede com prazos longos, metas tímidas (ex.: 60% de creches) e subfinanciamento crônico. Herda falhas do ciclo anterior – como não atingir 10% do PIB e gestão democrática rarefeita – e agrava lacunas: Novo Ensino Médio mantido, EaD básica omitida, cotas insuficientes e meritocracia em diretores. Ainda em tramitação, com substitutivo de outubro/2025 e audiências em curso, o plano corre risco de ser apenas declaratório. Exige ajustes urgentes em colaboração federativa, CAQi imediato e financiamento vinculado para romper o ciclo de promessas não cumpridas e garantir educação inclusiva e de qualidade até 2034.
No link abaixo o material completo

O novo Plano Nacional de Educação (PNE) para o período 2024/2034 O novo Plano Nacional de Educação (PNE) para o período 2024-2034, proposto pelo Projeto de Lei nº 2.614/2024, ainda permanece em tramitação na Câmara dos Deputados, especificamente na Comissão Especial destinada a proferir parecer.

O MIT desenvolveu recentemente a tecnologia SEAL (Self-Adapting Language Models), uma nova abordagem que permite que modelos de linguagem treinados aprendam e se aprimorem continuamente, gerando e… | Marcio Shoiti Fujii 28/10/2025

O MIT desenvolveu recentemente a tecnologia SEAL (Self-Adapting Language Models), uma nova abordagem que permite que modelos de linguagem treinados aprendam e se aprimorem continuamente, gerando e utilizando seus próprios dados de treinamento sem intervenção humana.
Texto completo abaixo

O MIT desenvolveu recentemente a tecnologia SEAL (Self-Adapting Language Models), uma nova abordagem que permite que modelos de linguagem treinados aprendam e se aprimorem continuamente, gerando e… | Marcio Shoiti Fujii O MIT desenvolveu recentemente a tecnologia SEAL (Self-Adapting Language Models), uma nova abordagem que permite que modelos de linguagem treinados aprendam e se aprimorem continuamente, gerando e utilizando seus próprios dados de treinamento sem intervenção humana. Como funciona o SEAL O SEAL é...

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INTERCOC

Desde 2007, quando a Intercoc iniciou suas atividades com polo representante de Instituições Educacionais para cursos de Graduação e Pós-Graduação a distância. Partimos do princípio de que ofertar boa infra-estrutura, atendimento de excelência e as melhores condições para a prática de ensino/aprendizagem, seguindo todas as recomendações solicitadas pelo Ministério da Educação e Cultura - MEC com nosso polo credenciado para ofertar cursos no exterior e atender brasileiros residentes no Japão. Oferecer educação de excelência e com responsabilidade social, fundada nos princípios de qualidade, na pesquisa e na construção do conhecimento, em valores e atitudes e no desenvolvimento econômico e social de sua área de atuação as missões desta instituição.

Em 2012 a Intercoc conseguiu junto ao MEC a homolgação da Escola EJA Interativo Toyohashi para ofertar Ensino Fundamental e Médio para a Educação de Jovens e Adultos (EJA), através da modalidade EAD. Assim possibilitando o aluno realizar seus estudos de qualquer lugar do país com flexibilidade e tranquilidade.

Dessa forma vale ressaltar o esforço de nossa equipe no Japão e com apoio de parceiros de Instituições respeitadas nos meios Educacionais caminhar com nossas metas.

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Ekimae Oodori 3-48
Toyohashi-shi, Aichi
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月曜日 09:00 - 17:00
火曜日 09:00 - 17:00
水曜日 09:00 - 17:00
木曜日 09:00 - 17:00
金曜日 09:00 - 17:00