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InclusivaMente O Projeto InclusivaMente nasce de uma grande vontade de ver todas as pessoas incluídas em uma socie Oi! Minha filha ou o diagnóstico?

Eu sou Vivi,
Mãe, educadora e escritora
Sou Vivi Reis e fundei o em 2016 e sou mãe de dois.
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João Pedro está na adolescência e Clarinha na pré-adolescência, e eu aqui, conectando-me com você e recordando momentos intensos na descoberta de ser mãe em construção.

É um prazer enorme poder compartilhar este novo olhar sobre o nascimento de um filho com Síndrome de Down. Acredito que não apenas famílias de crianças com Síndrome de Down, mas também famílias que receberam algum tipo de diagnóstico dos filhos poderão se sentir parte desta construção.
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Este ano de 2020 lancei meu primeiro livro, o Ebook Quem nasceu? Nele conto muito de mim, da minha maternidade, mas também é a história de muitas outras mães e pais que se sentem perdidos em meio à um turbilhão de emoções quando recebem a notícia de um possível diagnóstico do seu filho.
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Não são apenas frases, palavras ou relatos, o Ebook é semente, para que, juntos, possamos mergulhar nas nossas histórias e emergir com mais força, na certeza de que não estamos sozinhos, ressignificando e redesenhando este momento tão importante do nascer.
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15/10/2026

A informação chega em segundos. Compreender pede perguntas, tempo e alguém que ajude a construir caminhos.

Tem professor que marcou a nossa vida justamente assim: despertando a vontade de descobrir. 🧡

Que o reconhecimento venha acompanhado de respeito e condições para ensinar o ano inteiro.

Envie este vídeo àquele professor de quem você lembrou.

Mande uma mensagem para teu professor, professora ou do teu filho/filha 💜💛 marque nos comentários

15/10/2026

Inclusivamente® por Vivi Paiva Reis 📚 A informação chega em segundos. Compreender pede perguntas, tempo e alguém que ajude a construir caminhos.

Tem professor que marcou a nossa vida justamente assim: despertando a vontade de descobrir. 🧡

Que o reconhecimento venha acompanhado de respeito e condições para ensinar o ano inteiro.

Envie este vídeo àquele professor de quem você lembrou.

“Vamos descobrir um jeito.” - Essa é a pergunta que um professor, professora mais faz quando busca compreender o que e o...
15/10/2026

“Vamos descobrir um jeito.” - Essa é a pergunta que um professor, professora mais faz quando busca compreender o que e o quanto o estudante sabe sobre determinado assunto.

Para um aluno que tantas vezes ficou de fora, essa frase pode abrir uma história inteira de possibilidades.

A quem constrói esses caminhos: reconhecimento, respeito e condições para continuar. 🧡

Feliz Dia dos Professores! Vocês merecem todo nosso respeito, amor e parceria.

👉🏼 Envie a quem merece receber esse carinho hoje.

Inclusivamente® por Vivi Paiva Reis  🧡 Ela tem 17 anos. Não 7.A baixa estatura não diminui sua idade.A síndrome de Down ...
14/10/2026

Inclusivamente® por Vivi Paiva Reis 🧡 Ela tem 17 anos. Não 7.

A baixa estatura não diminui sua idade.
A síndrome de Down não suspende a adolescência.

Carlo Lepri usa Peter Pan como metáfora para falar das pessoas com deficiência intelectual que permanecem em uma espécie de “Terra do Nunca”.

Mas existe uma diferença importante:

Peter Pan escolheu não crescer.

Pessoas com deficiência intelectual, muitas vezes, são impedidas de crescer pelo olhar dos outros.

Isso acontece quando chamamos uma adolescente de criança, um namorado de “amiguinho”, escolhemos tudo por ela ou oferecemos apenas experiências infantis.

E eu sei: quase sempre isso nasce do desejo de proteger.

Mas reconhecer que alguém cresceu não significa retirar todos os apoios.

Significa atualizar os apoios.

Na adolescência, apoiar também é conversar sobre namoro, sentimentos, consentimento, privacidade, limites, frustrações e segurança.

O Lado A diz:
“Para protegê-la, preciso mantê-la criança.”

O Lado B pergunta:
“Quais apoios ela precisa para viver a adolescência com segurança?”

Porque proteger não é impedir alguém de crescer.

É oferecer apoio para que possa crescer.

E talvez a pergunta mais incômoda seja:

Em quais situações ainda estamos chamando de proteção aquilo que, na prática, não permite que eles cresçam? Você conversa com teu filho/filha, adolescente sobre isso?

12/10/2026

No Dia das Crianças, eu queria lembrar de uma coisa importante:

jovem com T21 não é uma criança grande.

E isso não significa que ele não possa brincar, jogar, assistir a um filme que ama, rir de coisas simples, revisitar memórias da infância ou se divertir com a família.

Claro que pode. E deve.

O problema começa quando o gosto pelo brincar vira justificativa para tratá-lo como criança em todas as áreas da vida.

Quando ninguém pergunta o que ele prefere.
Quando não deixamos escolher.
Quando não permitimos participar porque “ele não vai conseguir”.
Quando evitamos experiências de adolescente porque ainda precisa de apoio em algumas tarefas.

Precisar de apoio não apaga a idade. E o apoio da forma correta contribui para o desenvolvimento da autonomia.

Um jovem pode precisar de ajuda para organizar a mochila e, ao mesmo tempo, querer escolher a própria roupa.

Pode ainda gostar de desenhos e querer conversar sobre namoro.

Pode precisar de supervisão para sair sozinho e, ainda assim, aprender a pedir um lanche, usar dinheiro, fazer escolhas, assumir pequenas responsabilidades.

A adolescência não espera todas as habilidades chegarem para começar.

Por isso, talvez a pergunta não seja:
“Ele já consegue?”

Talvez seja:
“Que oportunidade eu posso oferecer hoje, com o apoio que ele precisa, para que participe um pouco mais da própria vida?”

Neste Dia das Crianças, celebremos a infância.

Mas, quando ela passa, que a gente também tenha coragem de abrir espaço para o adolescente que chegou e precisa se enxergar como adulto em potencial.

Porque autonomia não começa quando o apoio desaparece.
Começa quando, mesmo com apoio, a pessoa passa a ter mais voz, escolha e participação.

Inclusivamente® por Vivi Paiva Reis

Inclusivamente® por Vivi Paiva Reis Fazer com não é fazer menos.É criar o espaço de aprendizagem que muitas vezes não ex...
10/10/2026

Inclusivamente® por Vivi Paiva Reis
Fazer com não é fazer menos.

É criar o espaço de aprendizagem que muitas vezes não existiu.

Muitas pessoas com T21 chegam à adolescência sem terem conquistado algumas habilidades importantes para a transição da vida adulta.

E isso não significa falta de capacidade.

Muitas vezes, significa que aquela habilidade ainda não teve tempo, apoio, repetição, contexto e oportunidade suficiente para aparecer.

Porque uma habilidade não nasce só porque a idade chegou.

Ela precisa ser vivida.

No cotidiano.
Na rotina.
Nas pequenas escolhas.
Nas tentativas possíveis.
Nas experiências reais.

Quando a gente faz com, a gente oferece mediação.

Apoia sem tomar o lugar.
Ajuda sem apagar a tentativa.
Dá pista sem resolver tudo.
Organiza o caminho para que a pessoa possa participar mais.

E é nesse espaço entre “eu faço por você” e “você precisa fazer sozinho” que muita coisa começa a acontecer.

É ali que aparece iniciativa.
É ali que aparece tentativa.
É ali que aparece aprendizagem.
É ali que a autonomia começa a ser construída.

Autonomia não é mágica da idade.

É oportunidade com apoio.

E muitas vezes, quando mudamos o jeito de oferecer esse apoio, começamos a enxergar habilidades que estavam ali, só esperando um caminho possível para aparecer.

Existem estratégia que contribuem de forma significativa para o desenvolvimento da autonomia. Comenta aqui QUERO e você vai ficar sabendo assim que abrirem novas vagas.

AdolescenciaT21 VidaAdulta Inclusivamente

“Eu nunca tinha pensado por esse lado.”Essa mensagem traduz muito do que eu queria construir no workshop Autonomia na T2...
05/10/2026

“Eu nunca tinha pensado por esse lado.”

Essa mensagem traduz muito do que eu queria construir no workshop Autonomia na T21 💿 O lado B da T21.

Há anos busco caminhos que façam sentido para nossos filhos e filhas com T21 (síndrome de Down), especialmente quando chegam à adolescência e tantos materiais continuam tratando eles como crianças.

No sábado, compartilhei parte dessa busca. Teve pesquisa, criatividade, experiências e histórias que se encontraram.

Conversamos sobre o que pode ficar escondido atrás do “ele não consegue”, do “não quer” e do “só faz quando eu mando”.

E saímos com novas perguntas. Daquelas que fazem a gente olhar para uma situação conhecida e perceber algo que nunca tinha visto. 💛🧡🌟

Obrigada a cada pessoa que esteve comigo e trouxe sua história para essa manhã.

Você gostaria de participar de um próximo encontro?
Comente QUERO. Vou adorar saber.

Seu filho até sabe fazer muitas coisas.Mas você ainda precisa lembrar, chamar, insistir, organizar, começar por ele?Essa...
01/10/2026

Seu filho até sabe fazer muitas coisas.

Mas você ainda precisa lembrar, chamar, insistir, organizar, começar por ele?

Essa diferença entre saber fazer e conseguir fazer acontecer é uma das coisas que mais quero explorar no workshop.

Porque, muitas vezes, a questão não está na capacidade.

Pode estar no tempo, na forma como o apoio acontece, na memória, na rigidez, no ambiente ou simplesmente no quanto aquela rotina ainda depende de um gatilho externo.

E quando a gente começa a enxergar isso, muda também a pergunta.

Em vez de:

“Por que ele não faz?”

A gente começa a perguntar:

“Onde exatamente ele ainda precisa de apoio?”

No workshop, eu quero te ajudar a olhar para essas situações do dia a dia com mais clareza, menos culpa e com estratégias possíveis para a vida real.

📍 Ao vivo no Zoom
🗓️ Sábado
⏰ 9h às 12h

Se você é mãe de um adolescente ou jovem com T21 e sente que ainda precisa lembrar tudo o tempo todo, esse encontro é para você.

As inscrições estão abertas pelo link da bio.

“Ele sabe fazer. Mas, se eu não lembrar, ele não começa.”“Já falei mil vezes”!“Vamos! Estamos atrasados!”Você já disse i...
30/09/2026

“Ele sabe fazer. Mas, se eu não lembrar, ele não começa.”

“Já falei mil vezes”!

“Vamos! Estamos atrasados!”

Você já disse isso sobre ou para seu filho/filha?

Às vezes, a dificuldade não está em saber fazer. Pode estar em iniciar, organizar os passos ou entender qual é o próximo movimento. E, quando a rotina aperta, é natural que a gente acabe lembrando, repetindo ou fazendo junto para tudo acontecer.

No Workshop Autonomia na T21, vamos olhar para essas situações sem culpa e pensar em apoios que abram mais espaço para seu filho tentar e participar.

Serão 3 horas ao vivo, com espaço para perguntas, o Mapa da Observação, o Mapa do Próximo Passo e bônus que preparei para continuar esse olhar depois do encontro.

📅 3 de outubro, às 9h
As inscrições estão no link da bio.
Vamos construir esse caminho juntas?

30/09/2026

Quando uma criança ou jovem chega em um ambiente novo, muita gente olha primeiro para o diagnóstico.

Mas antes de qualquer laudo, existe uma pessoa.

Com gostos, interesses, habilidades, formas de aprender, jeitos de se comunicar, coisas que ajudam e coisas que travam.

O “Meu Mapa: como funciono melhor” nasceu para isso: para ajudar escola, terapias, família e novos ambientes a enxergarem esse jovem para além da deficiência.

Porque quando a gente sabe o que funciona melhor, muda a forma de apoiar.

Em vez de fazer por ele, a gente começa a criar caminhos para ele participar mais.

Esse material vai como bônus para quem se inscrever no workshop até amanhã, quinta-feira, dia 1º de outubro, ao meio-dia, junto com outros bônus que preparei com muito cuidado.

No workshop, vamos falar sobre autonomia na T21 sem culpa, sem fórmulas prontas e com estratégias possíveis para o dia a dia.

WORKSHOP - autonomia na T21 .:. 03/10 das 9h às 12h ao vivo comigo ♥️🌻

O link está na bio.
Vem comigo.

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Siena

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