Portuguese at TSU

Portuguese at TSU

Share

The Portuguese Language Center in Tbilisi is an initiative of TSU and the Camões Institute for the promotion of Portuguese language and culture.

In October 2012, Ivane Javakhishvili Tbilisi State University (TSU) and the Camões Institute of Cooperation and Language (IC) signed a Protocol, agreeing to the opening of a Portuguese Language Centre at TSU, in order to provide TSU’s employees and students with the opportunity of deepening their knowledge on Portuguese speaking countries, their culture, literature and language. In September 2013,

15/10/2022

Álvaro de Campos – heterónimo de Fernando Pessoa – nasceu em Tavira, a 15 de outubro de 1890.

Segundo Fernando Pessoa: «Álvaro de Campos é alto (1,75 m de altura, mais 2 cm do que eu), magro e um pouco tendente a curvar-se. Cara rapada [...] entre branco e moreno, tipo vagamente de judeu português, cabelo, porém, liso e normalmente apartado ao lado, monóculo. [...] Álvaro de Campos teve uma educação vulgar de liceu; depois foi mandado para a Escócia estudar engenharia, primeiro mecânica e depois naval. Numas férias fez a viagem ao Oriente de onde resultou o Opiário. Ensinou-lhe latim um tio beirão que era padre. » - Fernando Pessoa, in ‘Correspondência’ (1923-1935)

📸 "Ta*****ia", poema de Álvaro de Campos publicado originalmente na revista coimbrã ‘Presença’, em julho de 1933. Leia o poema completo em: http://arquivopessoa.net/textos/163

Photos from Embassy of Brazil in Tbilisi's post 03/10/2022
Photos from Georgia in Portugal's post 29/09/2022
20/09/2022

🍷🇬🇪"ქვეყანამ, რომელიც ღვინის აკვანია, თემურ-ლენგის მხრიდან ვაზის სასტიკ განადგურებასაც კი გაუძლო" - პორტუგალიური გამოცემა "Diario de Noticias" აქვეყნებს საქართველოში სტუმრად მყოფი პორტუგალიელი ჟურნალისტის სტატიას
https://www.dn.pt/viver/georgia-o-pais-berco-do-vinho-que-resistiu-ate-a-furia-de-tamerlao-contra-as-vinhas-15179408.html

ბრაზილიის დამოუკიდებლობიდან 200 წლის ასაღნიშნავ ღონისძიებას თბილისის ისტორიის მუზეუმმა უმას 08/09/2022

ბრაზილიის დამოუკიდებლობიდან 200 წლის ასაღნიშნავ ღონისძიებას თბილისის ისტორიის მუზეუმმა უმას ბრაზილიის დამოუკიდებლობიდან 200 წელი გავიდა. ამ თარიღთან დაკავშირებით ღონისძიებას თბილისის ისტორიის მუზეუმმა უ.....

05/07/2022

António Emílio Leite Couto, mais conhecido como Mia Couto, nasceu no dia 5 de julho de 1955 na cidade da Beira, em Moçambique.

«Para si, meu filho, para si que estudou em escola, o chão é um papel, tudo se escreve nele. Para nós a terra é uma boca, a alma de um búzio. O tempo é o caracol que enrola essa co**ha. Encostamos o ouvido nesse búzio e ouvimos o princípio, quando tudo era antigamente.»

- Mia Couto, in ‘O Último Voo do Flamingo’

Publicou os seus primeiros poemas no jornal Notícias da Beira, com 14 anos. Foi jornalista e formou-se em Biologia na Universidade Eduardo Mondlane, com especialização em Ecologia.

Entre as suas obras contam-se "Jerusalém", "A Confissão da Leoa", "Mulheres de Cinza", "O Fio das Missangas", "Terra Sonâmbula ou "Um Rio Chamado Tempo, Uma Casa Chamada Terra".
Em 2013, Mia Couto foi galardoado com o Prémio Camões. Foi o convidado do ciclo de conversas "Camões dá que falar" a 8 de fevereiro de 2018.

Mia Couto participou na obra “Todas as Palavras que hão de vir”, publicada por ocasião das celebrações do Dia Mundial da Língua Portuguesa de 2021, e disponibilizada gratuitamente nos sites da Imprensa Nacional e do Camões - Instituto da Cooperação e da Língua, I.P., que reuniu textos de vários escritores dos países de língua portuguesa.

📸 Mia Couto no “Camões dá que falar”, a 8 de fevereiro de 2018.

21/06/2022

Joaquim Maria Machado de Assis nasceu a 21 de junho de 1839, no Rio de Janeiro, Brasil.

“Talvez espante ao leitor a franqueza com que lhe exponho e realço a minha mediocridade; advirta que a franqueza é a primeira virtude de um defunto. Na vida, o olhar da opinião, o contraste dos interesses, a luta das cobiças obrigam a gente a calar os trapos velhos, a disfarçar os rasgões e os remendos, a não estender ao mundo as revelações que faz à consciência; e o melhor da obrigação é quando, à força de embaçar os outros, embaça-se um homem a si mesmo, porque em tal caso poupa-se o vexame, que é uma sensação penosa, e a hipocrisia, que é um vício hediondo. Mas, na morte, que diferença! Que desabafo! Que liberdade! Como a gente pode sacudir fora a capa, deitar ao fosso as lentejoulas*, despregar-se, despintar-se, desafeitar-se, confessar lisamente o que foi e o que deixou de ser! Porque, em suma, já não há vizinhos, nem amigos, nem inimigos, nem conhecidos, nem estranhos; não há plateia. O olhar da opinião, esse olhar agudo e judicial, perde a virtude, logo que pisamos o território da morte; não digo que ele se não estenda para cá, e nos não examine e julgue; mas a nós é que não se nos dá do exame nem do julgamento. Senhores vivos, não há nada tão incomensurável como o desdém dos finados. “

- Machado de Assis, in ‘Memórias Póstumas de Brás Cubas’

É considerado um dos maiores nomes da literatura em língua portuguesa. O Prémio Machado de Assis, atribuído pela Academia Brasileira de Letras, é o maior prémio literário brasileiro.

Filho do pintor e dourador Francisco José de Assis e de Maria Leopoldina Machado de Assis, de origem açoriana, Machado de Assis foi jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo. É o fundador da cadeira nº. 23 da Academia Brasileira de Letras, tendo ocupado a presidência da Academia por mais de dez anos, que passou a ser chamada também de Casa de Machado de Assis.

A obra de Machado de Assis é imensa – inclui mais de dez romances, duzentos contos, dez peças teatrais, cinco coletâneas de poemas e sonetos e mais de seiscentas crónicas - e abrange quase todos os géneros literários. Mas foi em 1881 que publicou o livro que daria uma nova direção à sua carreira literária, “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, considerado o introdutor do Realismo no Brasil. Trata-se de uma obra de grande originalidade, em que um defunto narra a sua história do fim para o princípio. A dedicatória - "ao verme que primeiro roeu estas frias carnes do meu cadáver" -, prima pela ironia e anuncia um romance num estilo desconcertante.

Morreu na mesma cidade onde nasceu, o Rio de Janeiro, a 29 de setembro de 1908.

📸 Machado de Assis (domínio público)

Carta aos amigos do futuro - Meridional. Revista de Estudos do Mediterrâneo 13/06/2022

Dear All,
is there anybody (historian or writer) from our group who would be interested in writing an article for the Portuguese journal "Revista Meridional" on the following topic?: "[...] some historian or writer who could collaborate in the Dossiê about Black Sea. With the war in Ukraine I want some contributions from people from there to impart knowledge about culture, history and whatever matters."
https://revistameridional.pt
Thank you in advance!

Carta aos amigos do futuro - Meridional. Revista de Estudos do Mediterrâneo Meridional é uma revista de crónicas e ensaios sobre o Mediterrâneo e o Algarve, que combina o rigor da investigação académica com a expressividade literária. Criada em 2021 pelo Instituto de Cultura Ibero-Atlântica, de Portimão, em coedição com a editora Sul, Sol e Sal,  de Loulé, dial...

10/06/2022

🇵🇹 Feliz Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas!

08/06/2022

Morreu a pintora Paula Rego

A pintora Paula Rego, uma das mais aclamadas e premiadas artistas portuguesas a nível internacional, morreu no dia 8 de junho de 2022, em Londres, aos 87 anos.

Nascida a 26 de janeiro de 1935, em Lisboa, foi galardoada, entre outros, com o Prémio Turner, em 1989, e o Grande Prémio Amadeo de Souza-Cardoso, em 2013, além de ter sido distinguida com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada, em 2004. Em 2010, recebeu da Rainha Isabel II a Ordem do Império Britânico com o grau de Oficial, pela sua contribuição para as artes. Em 2019, recebeu a Medalha de Mérito Cultural do Governo de Portugal.

Mais informação 👉 https://www.instituto-camoes.pt/sobre/comunicacao/noticias/morreu-a-pintora-paula-rego

📸 Estela Silva / LUSA

Want your school to be the top-listed School/college in Tbilisi?

Click here to claim your Sponsored Listing.

Location

Address


Tbilisi State University, Building 2, Room 203
Tbilisi