Katiucia do Carmo

Katiucia do Carmo Brasileira na Inglaterra |Especialista em 1ª Infância
🧠 Ed. Neuroconsciente®

30/09/2026

Seu filho está enfrentando dificuldades no “secondary school”? 🎒💛

Nem sempre aquilo que vemos como “mau comportamento”, desinteresse ou resistência conta toda a história.

Às vezes, o comportamento é uma forma de comunicar que algo não está bem.

Antes de perguntar “O que há de errado com ele?”, experimente perguntar:
“O que está acontecendo com ele?”

💬 Você já passou por uma situação assim com seu filho? Me conta nos comentários.

17/09/2026

Quando uma criança apresenta um comportamento que nos preocupa, é comum querermos encontrar rapidamente uma solução.

“Como faço para ela parar?”

Mas talvez exista uma pergunta que precisamos fazer antes:

O que está acontecendo aqui?

O comportamento de uma criança não acontece isoladamente.

Ele acontece dentro de relações, contextos e experiências.

Família.
Escola.
Comunicação.
Rotinas.
Vínculos.
Mudanças.
E tantas outras coisas que fazem parte da vida daquela criança.

Compreender não significa permitir tudo.

Significa buscar entender antes de decidir como intervir.

É esse olhar que quero trazer para este espaço:

🌿 Infância, família, relações, comunicação e comportamento — através de uma perspectiva sistêmica.

Porque às vezes, quando mudamos a pergunta, começamos a enxergar novas possibilidades.

Então me conta: quando uma criança apresenta um comportamento difícil, qual é a primeira pergunta que você costuma fazer?

👇🏽 Quero saber.

16/09/2026

Você já ouviu falar em Early Help no Reino Unido? 🇬🇧

E você sabia que Early Help não é Social Services?

🌱 Early Help significa, literalmente, “ajuda precoce”: um apoio oferecido à criança, ao adolescente e à família antes que as dificuldades se tornem uma crise.

Nem sempre uma família precisa chegar ao limite para pedir ajuda.

Às vezes, o que ela precisa é de alguém que escute, ajude a compreender o que está acontecendo e, junto com a família, encontre caminhos possíveis. 🤝

💬 No próximo vídeo, quero falar mais sobre como o Early Help funciona, quem pode ter acesso e o que realmente acontece quando uma família procura esse apoio.

Agora quero saber de você:

O que você gostaria de entender sobre o Early Help aqui no Reino Unido?

Deixe sua pergunta nos comentários 👇

E compartilhe este vídeo com uma família brasileira que pode precisar conhecer esse serviço. 🇧🇷🇬🇧

Informação também é uma forma de cuidado. ❤️

Família ParentingUK

10/09/2026

🚨Mais de uma em cada três pessoas afirma que as redes sociais prejudicam a sua saúde mental.

Essa reportagem nos traz uma reflexão importante: quando falamos sobre saúde mental das crianças, precisamos também olhar para a saúde mental dos adultos que cuidam delas. 🧠❤️

O que nós, adultos, estamos absorvendo diariamente?
O que estamos consumindo, sentindo, reproduzindo e levando para dentro de casa?

As crianças não vivem isoladas. Elas fazem parte de um sistema, e aquilo que acontece conosco pode, de diferentes formas, chegar até elas.

Por isso, antes de perguntarmos “o que está acontecendo com o meu filho?”, talvez seja importante perguntarmos:

“Como eu estou?”
“O que tem ocupado a minha mente?”
“Quanto espaço as redes sociais estão ocupando na minha vida e na nossa família?”

📱 A tecnologia pode fazer parte da nossa vida. Mas não podemos permitir que as redes sociais dominem a nossa atenção, as nossas emoções e, principalmente, os nossos relacionamentos.

Cuidar da saúde mental das crianças também começa pelo autocuidado de quem cuida. 🌱

A criança não é o problema. Vamos olhar para o que está por trás do comportamento — começando por nós.

09/09/2026

📰 Uma notícia da BBC que merece a nossa atenção.

Na Inglaterra, o número de crianças e adolescentes de 6 a 17 anos chegando à A&E (emergência hospitalar) por questões relacionadas à saúde mental aumentou 36% entre 2019 e 2025.

E algumas dessas crianças têm apenas 6 anos.

Isso me faz pensar em uma pergunta importante:

Estamos conseguindo oferecer ajuda suficientemente cedo?

Quando uma criança chega a uma situação de crise, aquele momento geralmente não conta toda a história.

Precisamos olhar para os relacionamentos, a família, a escola, as experiências da criança e os apoios que estavam — ou não estavam — disponíveis antes da crise.

É aqui que o Early Help e uma abordagem sistêmica podem fazer parte da conversa: não esperar que a situação chegue ao limite para começar a ouvir, compreender e apoiar.

Não se trata de procurar culpados. Trata-se de perguntar: o que podemos fazer antes?

💬 Você já teve dificuldade para encontrar apoio para uma criança antes que a situação chegasse a uma crise?

Fonte: BBC News, 2 de setembro de 2026.

03/09/2026

📚📸 Volta às aulas: um registro cheio de carinho, mas que merece atenção.

Não quero assustar as famílias, quero ajudar a protegê-las. ❤️

Uma foto de volta às aulas pode parecer apenas uma linda lembrança, mas, dependendo do que aparece nela, pode revelar informações sobre a criança: escola, uniforme, localização, nome, rotina ou até outros detalhes que não percebemos.

Isso não significa que não devemos registrar esses momentos. Significa apenas que podemos compartilhar com mais consciência e cuidado.

Porque proteger uma criança também é pensar sobre o que mostramos, onde compartilhamos e quem pode ter acesso.

🔐 Não é sobre viver com medo. É sobre cuidar melhor.

Assista à reportagem nos meus stories e compartilhe com outros pais e responsáveis. Talvez uma pequena mudança na forma como compartilhamos possa fazer uma grande diferença na proteção das nossas crianças. ❤️

02/09/2026

🚨 Crianças de apenas 6 anos chegando à emergência hospitalar por crises de saúde mental.

Essa manchete deveria nos fazer parar e perguntar:

O que está acontecendo antes de a criança chegar ao A&E?

Uma criança não acorda um dia simplesmente “com problemas de comportamento”.
Por trás de uma crise, muitas vezes existe uma história que precisa ser compreendida.

🧠 Ansiedade.
💔 Estresse.
🏠 Conflitos familiares.
🏫 Dificuldades na escola.
📱 Excesso de estímulos e pressão.
🤍 Falta de segurança emocional.

E é justamente por isso que precisamos olhar para além da criança.

Na perspectiva sistêmica, o comportamento não é visto isoladamente. Ele pode ser uma forma de comunicação, um sinal de que algo dentro da criança ou ao redor dela precisa ser escutado.

A criança não é o problema. Precisamos entender o que o comportamento está tentando nos contar.

Essa reportagem é um alerta para famílias, escolas e profissionais:
👉 não devemos esperar uma crise chegar ao hospital para começar a cuidar.

Prevenção começa muito antes.
Começa na relação, na escuta, no vínculo e na compreensão do sistema em que essa criança está inserida.

Você também acredita que precisamos olhar mais para o que está por trás do comportamento infantil?

19/08/2026

🇬🇧🎒 Uma mudança importante na política de uniformes escolares na Inglaterra

A partir de setembro, novas orientações sobre uniformes escolares entram em vigor na Inglaterra, com o objetivo de reduzir os custos para as famílias e tornar o uniforme mais acessível.

Entre as mudanças, as escolas deverão limitar a quantidade de itens obrigatórios com logotipo ou específicos da própria escola, permitindo que as famílias tenham mais opções para comprar peças básicas em diferentes lojas.

💷 Para muitas famílias, isso pode representar uma economia significativa, especialmente em um período em que o custo de vida continua sendo uma preocupação.

Mas essa mudança também nos faz pensar em algo maior: o uniforme escolar deve promover pertencimento e igualdade, e não se tornar uma fonte de pressão financeira para as famílias.

Como profissionais que trabalham com crianças e famílias, é importante observar como políticas educacionais impactam não apenas o orçamento familiar, mas também o bem-estar, a autoestima e o sentimento de inclusão das crianças.

👧🏽👦🏻 O que você pensa sobre essa mudança? Você acredita que ela realmente fará diferença para as famílias?

27/07/2026

Uma notícia que merece nossa atenção.

Pela primeira vez desde a pandemia, as suspensões escolares na Inglaterra diminuíram. Isso nos leva a uma pergunta importante:

E se, antes de punirmos o comportamento, nós tentássemos compreendê-lo?

Toda criança se comunica através do seu comportamento. Quando ela agride, desafia, se isola ou “não obedece”, muitas vezes está tentando expressar algo que ainda não consegue colocar em palavras.

Conflitos familiares, separações, luto, violência, ansiedade, mudanças na rotina, dificuldades financeiras ou emocionais dos pais... Tudo isso pode aparecer no comportamento da criança dentro da escola.

O comportamento não é o problema.
O comportamento é a mensagem.

Isso não significa que não devemos estabelecer limites. Significa que precisamos unir limites com curiosidade, conexão e apoio.

Quando família, escola e profissionais trabalham juntos para entender a origem do comportamento, deixamos de apenas controlar sintomas e começamos a transformar histórias.

Toda criança precisa ser vista além do seu comportamento.

💬 O que você pensa sobre isso? A escola deveria investir mais em compreender as causas dos comportamentos desafiadores?

20/07/2026

A transição para a escola secundária não é apenas uma mudança de uniforme, prédio ou professores… é uma grande mudança emocional. 🌱

Para muitas crianças, essa fase vem acompanhada de ansiedade, insegurança, medo de não se encaixar, novas responsabilidades e a sensação de “ser grande demais para algumas coisas e pequeno demais para outras”.

Como famílias, podemos ajudar tornando essa passagem mais segura e acolhedora. 💛

Algumas atitudes que fazem diferença:

✨ Converse antes da mudança — pergunte o que seu filho espera, o que preocupa e quais são seus medos. Nem sempre eles vão dizer espontaneamente.

✨ Valide os sentimentos — frases como “vai dar tudo certo, não se preocupe” podem parecer positivas, mas às vezes a criança precisa primeiro ouvir: “Eu entendo que isso pode parecer assustador”.

✨ Prepare, mas não assuste — visite a escola, conheça a rotina, fale sobre mudanças, mas também destaque as novas oportunidades e amizades.

✨ Mantenha uma base segura em casa — adolescentes precisam de independência, mas ainda precisam saber que têm um lugar onde são ouvidos e pertencem.

✨ Observe mudanças de comportamento — isolamento, irritabilidade intensa, queda repentina no rendimento ou resistência constante podem ser sinais de que a criança precisa de mais apoio.

A transição escolar é uma jornada da criança, mas também da família. Quando os adultos conseguem oferecer conexão, segurança e escuta, a mudança deixa de ser apenas um desafio e pode se tornar uma oportunidade de crescimento. 🌿

💬 Seu filho está passando ou vai passar por essa transição? O que mais tem preocupado vocês?

Address

Poole

Alerts

Be the first to know and let us send you an email when Katiucia do Carmo posts news and promotions. Your email address will not be used for any other purpose, and you can unsubscribe at any time.

Shortcuts

Share