E se aquilo que está te impedindo de viver a vida que você deseja não começou em você?
Talvez você já tenha tentado mudar.
Já tentou pensar diferente, ser mais forte, se cobrar menos, deixar o passado para trás…
Mas alguns padrões continuam se repetindo.
A sensação de não ser suficiente.
A dificuldade de se colocar em primeiro lugar.
Culpa. Medos. Relacionamentos que parecem seguir sempre o mesmo caminho.
A sensação de carregar algo que você nem consegue explicar.
E talvez exista uma história por trás de tudo isso que merece ser olhada.
🌿 Por isso, criei um encontro gratuito para mulheres.
Um espaço para você conhecer o olhar sistêmico e compreender como as suas raízes familiares podem estar relacionadas aos padrões que você vive hoje.
Você não precisa decidir nada antes.
Venha conhecer. Venha experimentar. Venha sentir.
Durante esse encontro, você terá a oportunidade de olhar para a sua história de uma nova perspectiva e conhecer o meu trabalho.
E depois, você decide se quer continuar esse caminho comigo ou não.
Sem compromisso.
Sem pressão.
Apenas um primeiro passo para olhar para você com mais profundidade.
✨ Se algo dentro de você diz “talvez isso seja para mim”, entre no grupo.
Lá você receberá as informações sobre os próximos encontros gratuitos.
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Talvez compreender suas raízes seja o começo de uma nova relação com a sua própria história.
Gisele Feuser-Schöps
Mentora xamânica sistêmica
Mulheres que brilham
Um espaço para lembrar você quem você é
Quando a relação com a mãe ainda carrega algo não olhado, isso pode aparecer na vida adulta de formas que nem sempre percebemos.
Na visão sistêmica de Bert Hellinger, nossa relação com nossos pais tem um lugar fundamental na nossa vida. E, quando algo f**a emaranhado nessa relação, podemos carregar sentimentos, culpas e padrões que não nos pertencem.
Talvez você esteja tentando mudar a sua vida… quando, na verdade, existe uma raiz que ainda precisa ser olhada.
✨ Qual desses sinais você reconheceu em você?
❤️🔥Compreendendo Suas Raízes para Transformar Sua Vida
Muitas vezes, carregamos lealdades, sentimentos e até padrões que pertencem ao nosso sistema familiar — e, sem perceber, deixamos de viver a nossa própria história.
Quando olhamos, reconhecemos e honramos nossas raízes, podemos começar a escolher diferente e abrir espaço para viver todo o nosso potencial.
✨ É sobre isso que vamos falar no meu webinário gratuito.
📅 22.08 | 10:00(horário de Brasília)
💻 Online e gratuito
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Às vezes, aquilo que mais nos marcou também pode se transformar em força. 🌿
Durante uma cerimônia de cacau, vivemos um momento muito profundo. Em uma meditação sistêmica, uma participante entrou em contato com as marcas deixadas por um terremoto que viveu.
Não olhamos para essa experiência apenas pelo lado “bonito” ou tentando encontrar rapidamente um signif**ado para a dor.
Primeiro, foi preciso olhar para o que aconteceu. Reconhecer a dor. Honrar aquilo que foi vivido.
E, a partir desse lugar mais neutro, perceber o que essa experiência ainda poderia mostrar, transformar e despertar dentro dela.
Porque transformar um trauma em força não signif**a dizer que aquilo foi bom ou que deveria ter acontecido.
Signif**a não permanecer presa à história para sempre.
Todos nós carregamos experiências que nos marcaram. Cada pessoa tem suas próprias dores, seus próprios desafios e seu próprio caminho de transformação.
Não é fácil.
É um processo.
Mas talvez uma das grandes forças da vida esteja justamente em poder olhar para aquilo que nos feriu e, pouco a pouco, transformar a nossa relação com essa história.
🌿 Da dor, não precisamos apagar a história.
Podemos construir força a partir dela.
E você? Existe alguma experiência da sua vida que hoje você sente que está pronta para olhar de um novo lugar?
Talvez você já tenha prometido a si mesma: “Eu nunca vou ser como a minha mãe.”
E então, de repente, você percebe que se reconhece nela.
Pelo olhar sistêmico, não se trata de mudar sua mãe ou de se afastar dela.
Trata-se de olhar com honestidade:
O que eu carrego dela?
O que posso reconhecer e acolher?
E o que posso transformar conscientemente em mim?
Quando damos à nossa mãe um novo lugar dentro de nós, algo também pode começar a se transformar em nossa própria vida. 🌿
✨ Você já percebeu em si algum comportamento que tanto criticava na sua mãe?
Me conta nos comentários — e me siga para mais conteúdos sobre relações familiares, padrões e olhar sistêmico.
Às vezes, sem perceber, continuamos presos a algo que já passou.
A antigas histórias, feridas ou situações que não podemos mais mudar.
Mas a nossa energia vital pertence ao agora.
É no presente que o nosso caminho começa a seguir novamente.
O passado pode ter o seu lugar — mas ele não precisa determinar a nossa vida.
✨ O que ainda hoje tira a sua energia, mesmo já tendo passado?
Escreva nos comentários ou reserve um momento para refletir sobre isso.
A sua mãe ainda vive em você.
Não apenas nas suas lembranças.
Ela continua viva na forma como você ama.
Nos seus medos.
Na sua força.
Nas suas dúvidas.
Nas suas escolhas.
E também nas partes de você que talvez você prefira esconder.
A nossa relação com a nossa mãe nos marca muitas vezes de uma forma mais profunda do que conseguimos perceber conscientemente.
Quando começamos a compreender essa conexão, podemos encontrar novos caminhos – com mais consciência, mais paz e mais amor por nós mesmas.
✨ Quer entender mais sobre isso? Fique por aqui!
Quando é suficiente para uma criança?
**Você procura amor. Mas ainda espera receber o da sua mãe.**
Essa frase pode doer.
Mas, para muitas mulheres, ela também explica muita coisa.
Quando, ainda crianças, sentimos que precisávamos conquistar amor, atenção ou reconhecimento, podemos crescer acreditando que o amor precisa ser merecido.
Então passamos a buscar aquilo que um dia sentimos que faltou.
No parceiro.
Nos filhos.
No trabalho.
Nos amigos.
Até mesmo em pessoas que nunca poderão preencher esse vazio.
Na visão das Constelações Familiares, a relação com a mãe é a nossa primeira relação com a vida.
Quando permanecemos esperando que ela finalmente nos dê aquilo que sentimos que faltou, muitas vezes deixamos de receber aquilo que a vida já está tentando nos oferecer hoje.
Olhar para essa história não signif**a culpar a mãe.
Signif**a reconhecer a realidade, honrar a nossa origem e abrir espaço para viver o presente com mais liberdade.
✨ E me conta...
Você já percebeu esse padrão em algum relacionamento da sua vida?
Escreva **”MÃE”** nos comentários ou me envie uma mensagem. Vou adorar conversar com você sobre esse tema.
Seu relacionamento com a sua mãe vai muito além da infância.
Ela foi a primeira pessoa através de quem a vida chegou até você.
Isso não signif**a que ela tenha sido perfeita, nem que você precise concordar com tudo o que viveu.
Mas, na visão das Constelações Familiares de Bert Hellinger, a forma como nos relacionamos internamente com a nossa mãe pode influenciar a maneira como vivemos, amamos, nos relacionamos, trabalhamos e recebemos a vida.
Enquanto continuamos lutando, rejeitando ou tentando mudar o passado, muitas vezes essa mesma resistência se reflete em outras áreas da nossa vida.
A transformação não começa quando a nossa mãe muda.
Ela começa quando olhamos para essa relação com mais consciência.
✨ Se este vídeo tocou você, escreva **“EU VEJO“** nos comentários.
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