12/07/2022
Ao ler esta passagem de Simon Sinek, lembrei-me de uma empresa onde, em dada altura, os colaboradores "respiravam a felicidade". Um ambiente onde os colaboradores eram altamente motivados , reinando a criatividade e a inovação. O líder assumia claramente os seus erros e acreditava no potencial dos seus colaboradores, vendo nos seus erros como oportunidades de melhoria. Investia continuamente no seu desenvolvimento e na melhoria dos processos internos, com impactos positivos na melhoria da qualidade dos produtos e serviços, e consequentemente, nos resultados financeiros (lucro).
A partir de uma dada altura, essa mesma empresa foi se tornando, gradualmente, num lugar horrível para se estar, com despedimentos e/ou abandonos frequentes dos trabalhadores. Os clientes internos (trabalhadores) e externos deixaram de ser "embaixadores" da empresa, dos seus produtos e serviços e passaram a integrar o grupo daqueles que criticam a empresa que agora está na eminência de fechar as portas, ou melhor, de desaparecer do mercado, tudo por causa de substituição do gestor de topo. Da incapacidade do novo "líder" em "criar um ambiente onde as pessoas possam estar no seu melhor", com consequências desastrosas para a organização.