Rádio e Tecnologias Educativas A Rádio Educativa surgiu com um projeto da Rádio Educativa e Rural, em 1976-1979, com o apoio da Unesco.
O objetivo foi criar um sistema de Rádio Educativa e Rural, em todo o território nacional, numa perspectiva de educação para o desenvolvimento. A partir de uma colaboração multissectorial entre vários Ministérios e sectores da sociedade civil foram produzidos programas educativos destinados às zonas rurais, destinados a população adulta dos meios rurais, analfabeta ou semialfabetizada. De 1986 a 1
989, a Rádio Educativa lançou numa experiência de Ensino à distância, procedendo assim a superação e formação de professores do Ensino Básico, permitindo ao país, responder, na medida do possível, às exigências sociais em matéria escolar. Neste âmbito foram produzidos cursos a abordar temas como psicologia da criança, técnicas de redação e gramática do português. De 1992-2001 é implementado o Projecto intitulado “Instrução Radiofónica Interativa para os Países de Expressão Portuguesa”, um projecto Sub-regional que consistia num conjunto de emissões de âmbito escolares, visando melhorar e elevar a qualidade do ensino básico nas áreas de Matemática e de Língua Portuguesa, através do uso da rádio nos quatro primeiros anos de escolaridade. Em junho de 2001, o referido projecto Sub-regional, termina, mas o Ministério da Educação continua a desenvolver a experiência, pela adaptação dos materiais pedagógicos produzidos à realidade cabo-verdiana (2000-2003). Por iniciativa da Direção Geral de Alfabetização e Educação de Adultos foi iniciado em 2001 um projecto de Educação à Distância de Jovens e Adultos usando a Rádio, que visava capacitar a população jovem e adulta para o desempenho de acções laborais, no sector dos serviços, com especial atenção à área do turismo. Este projecto permitiu à tutela dispor de uma Emissora FM instalada, que tivesse cobertura Nacional após a instalação de 3 emissoras de pequena escala (Sal, Santiago, Santo Antão) necessárias para cobrir as zonas sombra de receção radiofónica implementadas. Em 2003 foi criada a Direção da Rádio e Novas Tecnologias Educativas, como serviço central encarregado de assegurar a divulgação de programas de informação e formação em matéria do ensino e da educação, promover a comunicação com a sociedade sobre as políticas governamentais relativas aos sectores da Educação e Desporto e desenvolver iniciativas de ensino e formação à distância, com recursos às tecnologias de comunicação e de educação apropriadas. Com a criação da direção, a Rádio passou a funcionar com equipamentos e instalações próprias, começando também a produzir e a emitir programas a partir dos seus estúdios e a coordenar diretamente vários projectos e protocolos na área de comunicação socioeducativa e pedagógica. Com a aprovação da nova Lei Orgânica do Ministério da Educação e Desporto, através do Decreto-Lei nº24/2013, de 24 de junho, a Rádio Educativa passou a denominar-se Rádio e Tecnologias Educativas. Em 2016 com a aprovação da nova orgânica do Ministério da Educação (ME), foi definido o Serviço de Multimédia e Educação (SME) como um serviço transversal ao ME e parte integrante da Direção Nacional de Educação (DNE). Nesta ordem, a Rádio e Tecnologias Educativas, passou a operar sob a coordenação do Serviço de Multimédia e Educação, enquadrado na Unidade de Comunicação e Informação Educativa. A missão desta unidade era essencialmente divulgar as ações desenvolvidas pelo ME a toda a comunidade educativa e à sociedade em geral. Então, no quadro do programa do Governo, de 2021-2026, foi definido, como uma das estratégias, no âmbito de reformas profundas e amplas do setor educativo, a elaboração de uma nova orgânica, que fosse coerente com as novas atribuições, no qual se destaca a criação da Direção Geral da Comunicação Tecnologia e Multimédia- DGCTM. Essa estrutura orgânica está definida no Decreto-lei nº 71/2021 de 18 de outubro de 2021, que estabelece a estrutura, a organização e as normas de funcionamento do Ministério da Educação, e tem por finalidade garantir e assegurar o pleno funcionamento do Sistema Educativo. A DGCTM é um serviço central e transversal a todas as instâncias do Ministério e caracteriza-se como instrumento que visa, por um lado, responder e materializar o programa do Governo no que compete à educação digital nas escolas, enquanto polos de integração digitais, dar corpo ao processo de modernização e consolidação do sistema de comunicação tecnológica e multimédia (Rádio Educativa; Televisão Educativa; Serviço de Multimédia), para suporte da formação contínua de professores e fomento do ensino à distância. A Direção integra os Serviços de Comunicação Educativa e de Desenvolvimento das Tecnologias Educativas e Multimédia. Ao Serviço de Comunicação Educativa compete assegurar a gestão da Rádio e da Televisão Educativas, enquanto órgãos de comunicação social. A gestão editorial e de informações da Rádio e da Televisão Educativas, processa-se nos termos da lei, em cumprimento aos procedimentos emanados pela Autoridade Reguladora para a Comunicação Social.
A informação foi avançada ontem, à Rádio Educativa, pelo Coordenador Concelhio de Educação Física e Desporto Escolar do Ensino Básico (2º ciclo) da Praia.
Dulcelino Duarte disse estar muito satisfeito com a realização desta que é a 26ª edição dos Jogos Escolares 2025-2026 do Ensino Básico, cujas provas das meias-finais acontecem já este sábado, dia 6 de junhoa .
"Considero um balanço muito positivo, uma vez que tivemos 1.468 alunos envolvidos diretamente nessas competições. Neste momento já fizemos todas as competições nas fases do grupo e faltam apenas duas jornadas, meias-finais e a final, que vai acontecer no dia 13 e meias-finais logo neste final de semana."
Ainda segundo Duarte, os professores e alunos que se envolveram nesta edição demonstraram espírito de competição, de equipa, de fair play e de amizade.
Futsal, atletismo, andebol, basquete 3x3, jogos tradicionais, xadrez e atletismo foram as modalidades em que os alunos mostraram o que valem.
"Para a futsal tivemos 22 equipas, ou seja, participaram todos os agrupamentos, bem como as escolas básicas da cidade da Praia. Tivemos 18 equipas de futsal feminino, 13 equipas de handebol masculino e 13 equipas feminino, 6 equipas de basquete 3x3 e para esse fim de semana vamos ter 13 escolas a competirem nos jogos tradicionais e, logo no dia 13, vamos ter a final de andebol masculino e feminino, disputa de terceiro lugar e também competição de xadrez," completou este responsável.
Por falta de infraestruturas, natação para alunos do ensino básico ficou de fora da lista de modalidades, mas Dulcelino Duarte acredita que para o ano a criação de condições para a sua prática é um dos tema que vai continuar em cima da mesa.
A Escola de EBO 13 de Janeiro, no Palmarejo, na cidade da Praia, entregou ontem, 3 de Junho, certificados a cerca de 30 alunos, doravante conhecidos como Embaixadores da Paz, na sequência de uma formação de dois dias, realizada em em parceria com a Fundação Donana.
Dulceneia Cardoso, responsável da escola e mentora do projeto, explicou, em entrevista à Rádio educativa, que este projeto acontece no âmbito das ações educativas e preventivas do Agrupamento I da Praia, com implementação na Escola de EBO 13 de Janeiro.
“Então, em articulação com a Fundação Donana e com a ligação direta às preocupações pedagógicas e comportamentais acompanhadas pelo conselho disciplinar do agrupamento estamos a implementar este projecto.”
Ainda segundo a mesma, o projeto surgiu da necessidade de reforçar de forma estruturada, contínua e visível uma cultura escolar baseada no respeito, no diálogo, na empatia, na solidariedade, na responsabilidade e na convivência harmoniosa.
A implementação deste projeto, direcionado a alunos do segundo ao sexto anos de escolaridade, contou com várias fases. A primeira foi a fase da divulgação para pais, professores e a direção da escola. A segunda consistiu na seriação pelos professores dos alunos com perfil para assumir a missão de ser Embaixador da Paz. E a terceira fase terminou ontem, com a final da formação dos alunos.
“Como nós sabemos, a escola é um espaço privilegiado de formação integral da criança, então, para além da aprendizagem académica, nela constroem-se valores, atitudes, formas de convivências e competências sociais fundamentais para a vida na comunidade”, referiu a responsável.
Dulceneia Cardoso disse ainda que esperam que os próprios Embaixadores da Paz promovam atitudes positivas dentro da escola, tornando-se modelos de comportamento mediadores de boas práticas.
Os alunos agora vão pôr em prática o que aprenderam na formação e a transmissão desses valores.
“Então, esperamos uma maior consciencialização dos alunos para o respeito e a paz, melhoria do clima escolar, repor-se do sentido de pertença à escola, diminuição de pequenos conflitos e situação de desentendimento, fortalecimento das relações interpessoais e maior cuidado com o ambiente escolar”, destacou Dulceneia Cardoso.
O Instituto Cabo-Verdiano da Criança e do Adolescente, Delegação do Sal, reuniu na manhã de hoje no Salão Nobre da Câmara Municipal do Sal, alunos dos dois Agrupamentos da ilha e os seus parceiros, no fórum Municipal da Criança e do Adolescente sob o lema:" A Discriminação de Género e Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes" uma atividade para assinalar o Dia Mundial da Criança Inocente e vítima de agressão e o Dia Nacional Contra a Violência Sexual de Menores que assinala-se hoje, 4 de junho.
Durante a sessão da abertura do evento, Flávia Lima representante dos dois Agrupamento escolares da ilha, alertou que os temas abordados ao longo do fórum, são reais que podem afetar a todos, daí o apelo ao cuidado e atenção às crianças e adolescentes que muitas vezes carregam traumas e sofrem calados.
A Delegada do ICCA no Sal, Queila Soares, esclareceu que o evento foi pensado para as crianças, adolescentes e parceiros, possam abordar temas que exigem coragem, união,respeito e vontade de mudança, uma vez que ainda são assuntos que carecem de esclarecimentos e mais informação no seio das crianças e da sociedade no geral.
Por sua vez a vereadora da área da Educação da Câmara Municipal do Sal, Maria João Brito, frisou que o objetivo da sua edilidade é criar lugares seguros para as crianças, proporcionando Jardins infantis que estejam abertos a todo o momento que pais e encarregados de educação estejam a trabalhar.
Este Fórum é promovido pelo ICCA que anualmente reúne alunos e parceiros institucionais da ilha do Sal, num momento de partilha para alertar sobre temas que afetam crianças e adolescentes da ilha.
No âmbito das celebrações do Dia Nacional de Luta contra o Abuso e Exploração Sexual de Menores, assinalado esta quinta feira, 4 de Junho, a presidente da Acrides, Lourença Tavares, destacou os avanços alcançados por Cabo Verde na sensibilização da sociedade sobre esta problemática, embora reconheça que ainda há muito trabalho a ser feito.
Segundo a responsável, o abuso e a exploração sexual de menores constituem crimes graves e uma séria violação dos direitos das crianças. Para Lourença Tavares, um dos progressos mais importantes registados nos últimos anos foi o facto de o tema ter deixado de ser um tabu na sociedade cabo-verdiana.
“Hoje já se fala mais sobre esta realidade, o que é muito importante. Precisamos continuar a trabalhar a temática, ensinar as crianças a protegerem-se e a denunciarem situações de abuso, além de sensibilizar toda a sociedade cabo-verdiana”, afirmou.
A presidente da Acrides considera que o país tem registado ganhos significativos nesta matéria, graças ao trabalho desenvolvido pelo Instituto Cabo-verdiano da Criança e do Adolescente (ICCA) e por outras instituições parceiras, através de campanhas de sensibilização e ações comunitárias voltadas para a proteção infantil.
E para assinalar a data, a Acrides promoveu atividades educativas junto de crianças da Escola EBO de Tira Chapéu, em parceria com o Gabinete da CDEAO de Cabo Verde e outros parceiros. As ações prosseguem no Centro EFAT, em Achada Grande Trás, envolvendo crianças de Castelão e Achada Grande Trás.
04/06/2026
𝐄𝐒𝐀𝐎: 𝐀𝐥𝐮𝐧𝐨𝐬 𝐝𝐨 𝟏𝟐.º 𝐚𝐧𝐨 𝐚𝐩𝐫𝐞𝐬𝐞𝐧𝐭𝐚𝐦 𝐭𝐫𝐚𝐛𝐚𝐥𝐡𝐨 𝐩𝐫á𝐭𝐢𝐜𝐨 𝐢𝐧𝐬𝐩𝐢𝐫𝐚𝐝𝐨 𝐧𝐚 𝐨𝐛𝐫𝐚 "𝐂𝐡𝐮𝐯𝐚 𝐁𝐫𝐚𝐛𝐚" 𝐝𝐞 𝐌𝐚𝐧𝐮𝐞𝐥 𝐋𝐨𝐩𝐞𝐬
Os alunos do 12.º ano da Escola Salesiana de Artes e Ofícios de Mindelo (ESAO), realizaram um trabalho prático de literatura cabo-verdiana baseado na obra Chuva Braba, do escritor cabo-verdiano Manuel Lopes, numa iniciativa que uniu aprendizagem, expressão artística e reflexão sobre a realidade social retratada no romance.
De acordo com informações divulgadas pela escola, aquilo que começou como uma simples apresentação da disciplina de Literatura Cabo-Verdiana transformou-se numa experiência marcante para os estudantes. Durante algumas horas, o salão cultural da instituição deixou de ser apenas um espaço escolar para se converter no cenário das vivências e desafios enfrentados pelas personagens da obra.
Ao longo da encenação, os alunos procuraram dar vida às figuras criadas por Manuel Lopes, explorando temas como a seca, a fome, a emigração e a solidariedade comunitária. Segundo os participantes, a experiência permitiu compreender que Chuva Braba ultrapassa a dimensão literária, constituindo também um retrato profundo da sociedade cabo-verdiana e das dificuldades enfrentadas por muitas gerações.
Os estudantes destacaram ainda que a obra evidencia a importância da união e do apoio mútuo nos momentos de maior adversidade. Para eles, a mensagem transmitida pelo autor permanece atual, mostrando que os desafios da vida se tornam mais leves quando enfrentados em comunidade.
Além do seu valor académico, o projeto assumiu um significado especial para os finalistas.
Os alunos consideram que esta atividade acabou por se transformar numa celebração simbólica do encerramento de um importante ciclo das suas vidas escolares.
Entre ensaios, emoções, nervosismo e momentos de convívio, a apresentação constituiu uma das últimas ocasiões em que a turma esteve reunida enquanto grupo do 12.º ano, partilhando experiências e expectativas em relação ao futuro.
O trabalho foi orientado pela professora Margarete Chantre e contou com a participação dos alunos finalistas da Escola Salesiana de Artes e Ofícios de Mindelo, que encontraram na literatura cabo-verdiana uma oportunidade para refletir sobre a identidade, a história e os valores da sociedade cabo-verdiana.
04/06/2026
𝐄𝐬𝐜𝐨𝐥𝐚 𝐒𝐞𝐜𝐮𝐧𝐝á𝐫𝐢𝐚 𝐉𝐨𝐬é 𝐀𝐮𝐠𝐮𝐬𝐭𝐨 𝐏𝐢𝐧𝐭𝐨 𝐫𝐞𝐥𝐚𝐧ç𝐚 𝐜𝐚𝐦𝐩𝐚𝐧𝐡𝐚 “𝐔𝐧𝐢𝐟𝐨𝐫𝐦𝐞 𝐒𝐨𝐥𝐢𝐝á𝐫𝐢𝐨” 𝐩𝐞𝐥𝐨 𝐬𝐞𝐠𝐮𝐧𝐝𝐨 𝐚𝐧𝐨 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐞𝐜𝐮𝐭𝐢𝐯𝐨
A Escola Secundária José Augusto Pinto (ESJAP) voltou a promover a campanha “Uniforme Solidário”, uma iniciativa que entra no seu segundo ano e que pretende incentivar a doação de uniformes escolares usados, mas em bom estado de conservação, para apoiar estudantes que necessitam de materiais essenciais para a sua permanência na escola.
Segundo a organização, a campanha tem registado um crescimento significativo graças à adesão e à generosidade da comunidade escolar. A iniciativa dirige-se especialmente aos alunos que estão a concluir o 12.º ano, que vão mudar de escola ou que já não utilizam os seus uniformes, convidando-os a dar um novo destino a essas peças.
Sob o lema “Vista um sonho. Doe o seu uniforme”, a ação procura promover a solidariedade entre os estudantes, permitindo que uniformes que já fizeram parte da história académica de um aluno possam agora contribuir para o percurso escolar de outro.
A escola destaca que são aceites doações de polos, calças, batas, t-shirts e calções de Educação Física, desde que se encontrem em boas condições de utilização. As entregas podem ser feitas a qualquer momento na sala do Serviço de Ação e Inclusão Social e Psicopedagógica (SAISPC) da ESJAP.
Além da vertente social, a campanha pretende sensibilizar a comunidade educativa para a importância da sustentabilidade e da redução do desperdício, incentivando a reutilização de materiais escolares e promovendo hábitos de consumo mais responsáveis.
Com esta iniciativa, a Escola Secundária José Augusto Pinto reforça o seu compromisso com a inclusão, a solidariedade e a construção de oportunidades para que mais alunos possam prosseguir os seus estudos com dignidade e melhores condições.
A quarta edição do Concurso Nacional de Leitura (CNL) entra na sua fase decisiva com a preparação da grande final, marcada para o próximo dia 12 de junho, na Ilha Brava. Os 32 alunos finalistas, provenientes de diferentes pontos do país, já estão identificados e ultimam-se os preparativos logísticos para a sua deslocação à ilha que acolherá o evento.
Em declarações à Rádio Educativa, a presidente da Biblioteca Nacional de Cabo Verde, Matilde Santos, destacou que a organização já concluiu as etapas de seleção dos vencedores da prova de vídeo e dos candidatos que irão disputar a prova nacional escrita, culminando numa final que reunirá os melhores participantes desta edição.
Segundo a responsável, o balanço da quarta edição é “extremamente positivo”, sobretudo devido à elevada qualidade demonstrada pelos concorrentes ao longo das diferentes fases do concurso.
O concurso contempla quatro faixas etárias: dos 8 aos 9 anos, dos 10 aos 12, dos 13 aos 15 e dos 16 aos 18 anos. Para Matilde Santos, a forte competitividade observada é motivo de satisfação, uma vez que reflete o hábito de leitura cultivado por muitos jovens cabo-verdianos, tanto do ensino público como do privado.
Mais de cinco mil alunos participaram nesta edição do Concurso Nacional de Leitura. Destes, apenas 32 chegaram à fase final. Ainda assim, a presidente da Biblioteca Nacional considera que todos os que alcançaram a fase nacional já podem ser considerados vencedores.
Após quatro edições consecutivas, a organização considera que o Concurso Nacional de Leitura está consolidado e deverá continuar a crescer nos próximos anos. A adesão das escolas de todo o país e o envolvimento de diferentes entidades são apontados como sinais claros do sucesso da iniciativa.
A Delegação do Ministério da Educação do Sal, conclui na manhã de sábado, a XV edição dos Jogos Escolares Regionais desta feita com a participação dos alunos do 1º e 2º ciclo uma atividade que visou promover o desporto escolar no seio dos mais pequenos.
Em declarações à Rádio Educativa, Júlio Nagana responsável pela aréa do desporto do Ministério da Educação do Sal, reafirmou que o objetivo da instituição é dar a oportunidade a todos os alunos de participarem nos jogos escolares.
Nagana fez um balanço positivo da época desportiva da região salense, uma vez o o objetivo principal foi alcançado que era o fair play e trabalhar o comportamento dos alunos.
As competições de Gincana Desportiva, Andebol, Futsal, Andebol foram disputados no Estádio Marcelo Leitão e no Pavilhão Municipal, ambos nos Espargos e contaram com a participação de alunos de todas as escolas da ilha.
O Largo da Biblioteca Municipal Barbosa acolheu uma manhã especial dedicada às crianças dos jardins municipais da ilha, uma atividade promovida pelo pelouro da Educação da autarquia.
Em declarações à imprensa,a veradora do Pelouro da Educação da Câmara Municipal do Sal,Maria João Brito, frisou que o objetivo da atividade é promover a convivência entre as crianças dos jardins municipais da ilha num espaço diferente.
Entre as várias atividades que serão realizadas durante o dia de ontem,a responsável destacou a Exposição dos trabalhos desenvolvidos pelas crianças ao longo do ano letivo.
A vereadora destacou ainda que a primeira infância é a prioridade da autarquia, que pretende estender o período de funcionamento dos jardins infantis, permitindo assim as crianças em locais seguros enquanto os pais trabalham.
Brito finalizou deixando uma palavra de agradecimento aos parceiros locais que tem dado o seu apoio à edilidade o que tem permitido ampliação e remodelação dos jardins bem com o funcionamento das cantinas escolares.
A iniciativa foi direcionada às crianças dos Jardins Infantis Municipais e ao público em geral, proporcionando um momento de convívio, alegria e valorização da infância, através de diversas atividades lúdicas e educativas.
30/05/2026
𝐄𝐱𝐩𝐨𝐬𝐢çã𝐨 𝐝𝐞 𝐭𝐫𝐚𝐛𝐚𝐥𝐡𝐨𝐬 𝐦𝐚𝐫𝐜𝐚 𝐜𝐨𝐦𝐞𝐦𝐨𝐫𝐚çõ𝐞𝐬 𝐝𝐨 𝐃𝐢𝐚 𝐝𝐚𝐬 𝐂𝐫𝐢𝐚𝐧ç𝐚𝐬 𝐧𝐚 𝐄𝐬𝐜𝐨𝐥𝐚 𝐁á𝐬𝐢𝐜𝐚 𝐒𝐞𝐦𝐢ã𝐨 𝐀𝐠𝐨𝐬𝐭𝐢𝐧𝐡𝐨 𝐋𝐨𝐩𝐞𝐬
A exposição de trabalhos realizados pelos alunos foi uma das principais atividades promovidas pela Escola Básica Semião Agostinho Lopes, em São Vicente, para assinalar o Dia das Crianças. Para celebrar a data, a Escola preparou um programa diversificado de atividades. Além da exposição, os alunos participaram em apresentações culturais no palco da escola, com momentos de música, dança, poesia e desfile, resultado do trabalho desenvolvido nas salas de aula ao longo do trimestre.
Em declarações à Rádio Educativa, a coordenadora do 1.º Ciclo, Vanise Delgado, explicou que a mostra representa o culminar de um conjunto de atividades desenvolvidas ao longo do trimestre, envolvendo professores, alunos e encarregados de educação.
Segundo a responsável, a exposição reúne trabalhos produzidos em diversas áreas do conhecimento, incluindo matemática, ciências integradas e expressões artísticas.
Entre os materiais apresentados destacam-se construções feitas com folhas secas, figuras de tangram e outros projetos desenvolvidos pelos estudantes com o acompanhamento dos docentes e o apoio das famílias.
Vanise Delgado sublinhou que a iniciativa demonstra o empenho conjunto da comunidade educativa na promoção da aprendizagem e da criatividade das crianças.
A coordenadora aproveitou ainda a ocasião para deixar uma mensagem aos pais e encarregados de educação, apelando à sua participação ativa no percurso escolar dos educandos.
“A escola precisa da presença dos pais para trabalharmos juntos em prol do sucesso das crianças”, afirmou, defendendo uma colaboração permanente entre família e escola e o respeito não apenas pelos direitos, mas também pelos deveres das crianças.
As atividades proporcionaram um ambiente de convívio, aprendizagem e valorização dos talentos dos alunos, numa celebração dedicada à infância e ao seu desenvolvimento integral.