Casa da Paz Casa da Paz, um espaço de procura interior num tempo abstrato e sem amarras. Dada a ausência de paredes, se constrói de dentro para fora. E mudou!

TRATAMENTOS:
* Reiki Tradicional;
* Reiki Tradicional Crianças;
* Reiki à Distância;
* Harmonização;
* Cura da Alma;
* Florais Bach - Aconselhamento;
* Limpeza Espiritual + Reiki Tradicional com alinhamento dos chacras;
* Leitura da Aura. EVENTOS:
* Ginástica holística (Mês);
* Trabalho temático individual:
* Grupos de apoio - Trabalho temático;
* Seminários de Desenvolvimento Pessoal. FORMAÇÕES:
* Reiki Tradicional (Nível: I, II, III e Mestre);
* Ginástica Holística e Educação Somática. Maria Margarida Ribeiro Henriques,

Durante anos esteve ligada à indústria, sentindo na pele a faceta mais impessoal e mais fria da vida dos dias que correm. Sentiu que tinha de mudar. Lançou-se numa caminhada que lhe permitiu conhecer-se melhor a si própria. O passo seguinte foi o de querer aprofundar cada vez mais conhecimento. Sentia agora que havia chegado a altura de partilhar com o próximo tudo o que tinha descoberto dentro de si, ensinando cada um a descobrir-se, a aprender a amar-se. Formadora e Mestre de Reiki Tradicional, Cura da Alma, Ginástica Holística e Educação Somática, terapeuta de florais Bach e leitura da Aura, promove Workshops de desenvolvimento pessoal, meditações.

Dá-nos, Senhor,depois de todas as fadigasum tempo verdadeiro de paz.Dá-nos,depois de tantas palavraso dom do silêncioque...
11/08/2026

Dá-nos, Senhor,
depois de todas as fadigas
um tempo verdadeiro de paz.

Dá-nos,
depois de tantas palavras
o dom do silêncio
que purifica e recria.

Dá-nos,
depois das insatisfações que travam
a alegria como um barco nítido.

Dá-nos,
a possibilidade de viver sem pressa,
deslumbrados com a surpresa
que os dias trazem pela mão.

Dá-nos
a capacidade de viver de olhos abertos,
de viver intensamente.

Dá-nos
de novo a graça do canto,
do assobio que imita
a felicidade aérea
dos pássaros,
das imagens reencontradas,
do riso partilhado.

Dá-nos
a força de impedir que a dura necessidade
esmague em nós o desejo
e a espuma branca dos sonhos
se dissipe.

Faz-nos
peregrinos que no visível
escutam a melodia secreta
do invisível.

© JOSÉ TOLENTINO MENDONÇA
© MÁRIO SANTOS
The Dancing Words

A quem se destina 𝐎 𝐏𝐫𝐢𝐧𝐜𝐢𝐩𝐞𝐳𝐢𝐧𝐡𝐨? Porventura menos àqueles que são hoje crianças do que às crianças que os adultos fora...
03/08/2026

A quem se destina 𝐎 𝐏𝐫𝐢𝐧𝐜𝐢𝐩𝐞𝐳𝐢𝐧𝐡𝐨? Porventura menos àqueles que são hoje crianças do que às crianças que os adultos foram um dia, mesmo se, no seu confuso mundo de pessoas crescidas, essa seja uma memória ameaçada, extinta ou tida por inútil. 𝐎 𝐏𝐫𝐢𝐧𝐜𝐢𝐩𝐞𝐳𝐢𝐧𝐡𝐨 é, assim, um relato para agitar escombros, repropondo aos adultos distraídos, que afinal somos todos, o mistério da vida como ele é (e que, de tão óbvio, tanta dificuldade temos em ver). A demanda interplanetária a que o protagonista se propõe, ao deixar o seu asteroide B 612, destina-se, a provocar um efeito de aproximação. O encontro com os planetas dos outros permite-nos reconhecer com maior realismo o que está enraizado no nosso: não só a rosa (o que nos faz viver), não só o embondeiro (o que nos faz morrer), mas a arte de gerir as «sementes invisíveis» de um campo e de outro. Somos essa mistura, é verdade, mas podemos fazer alguma coisa para lá de nos tornarmos, como parece que fatalmente acabamos por nos tornar, especialistas em crepúsculos. É que a metamorfose acontece em 𝐎 𝐏𝐫𝐢𝐧𝐜𝐢𝐩𝐞𝐳𝐢𝐧𝐡𝐨 quando ele decide procurar um conhecimento que o leva para lá das fronteiras do próprio planeta, tendo claro que o verdadeiro conhecimento nunca é exterior apenas, mas tem de alargar o mundo interno. Por isso, não sendo propriamente um livro religioso, este texto de Saint-Exupéry representa uma oportuna mistagogia — uma espécie de introdução ao mistério da existência —, num tempo em que essas iniciações escasseiam. Ao dar voz a uma criança, ele explica-nos que a sabedoria de que necessitamos é uma possibilidade que está connosco desde o princípio.

© JOSÉ TOLENTINO MENDONÇA
© NUNO FERREIRA SANTOS
The Dancing Words

E o Tempo ✨👣✨👣✨aproxima se✨✨✨" NÃO MORRAS COM A TUA MÚSICA POR TOCAR "..e TU MERECES 💖🙏
20/07/2026

E o Tempo ✨👣✨👣✨
aproxima se✨✨✨

" NÃO MORRAS COM A TUA MÚSICA POR TOCAR "
..e TU MERECES 💖🙏

Há um provérbio que diz: 'Viver sem amigos é morrer sem testemunhas'. Os amigos trazem à nossa vida uma espécie de atest...
20/07/2026

Há um provérbio que diz: 'Viver sem amigos é morrer sem testemunhas'. Os amigos trazem à nossa vida uma espécie de atestação. Os amigos sabem o que é para nós o tempo. Eles testemunham que somos, que fizemos, que amamos, que perseguirmos determinados sonhos e que fomos perseguidos por este ou aquele sofrimento. E fazem-no não com a superficialidade que, na maior parte das vezes, é a das convenções, mas com a forma comprometida de quem acompanha. O olhar do amigo é uma âncora. A ela nos seguramos em estações diferentes da vida para receber esse bem inestimável de que temos absoluta necessidade e que, verdadeiramente, só a amizade nos pode dar: a certeza de que somos acompanhados e reconhecidos.

© JOSÉ TOLENTINO MENDONÇA
© ROBERT DUNCAN
The Dancing Words

Ensina-nos, Senhor, a dar graças não só pelas grandes alegrias, mas também pelas que parecem insignificantes, aquelas qu...
19/07/2026

Ensina-nos, Senhor, a dar graças não só pelas grandes alegrias, mas também pelas que parecem insignificantes, aquelas que não nos deixaram marcas reais, mas que nos iluminaram com a sua passagem transparente e despretensiosa; aquelas visitas da tua alegria que tocamos num olhar anónimo que nos fita com bondade, ou numa palavra cheia de doçura.

Ensina-nos a viver com entusiasmo as possibilidades abertas pelos grandes encontros, sem diminuir a bênção que nos vem de ti em todos os outros encontros que vivemos sem preparação nem expectativas particulares.

Ensina-nos a desejar a plenitude e a abraçar a incompletude sem ressentimento; a aproximar-nos da água que sacia a sede, gratos pela sede que nos permite constantemente recomeçar a arte de procurar de novo.

Ensina-nos, Senhor, o sentido das grandes viagens e a louvar também a beleza dos pequenos passos; a manter a importância que damos às grandes obras e, ao mesmo tempo, a considerar decisiva a esperança que está em jogo nas pequenas ações que passam despercebidas a todos, exceto a ti.

Ensina-nos a valorizar o todo sem esquecer o fragmento; a celebrar o que nos chega inteiro, e a saber saborear da mesma forma, com a mesma gratidão, o que nos chega dividido em porções mal preparadas ou disperso em humildes migalhas. — Card. José Tolentino de Mendonça©, Avvenire.

💖🙏🌹🌹🌹🌹
13/07/2026

💖🙏🌹🌹🌹🌹

Achei lindíssimo este quadro da Rainha Santa Isabel no mosteiro de Odivelas, que foi felizmente recuperado, porque estava num estado lastimável.

Hoje, ao entrar no Mosteiro de Santa Cruz, deparei-me com estas lanternas.São elas que acompanham a Rainha Santa no seu ...
12/07/2026

Hoje, ao entrar no Mosteiro de Santa Cruz, deparei-me com estas lanternas.
São elas que acompanham a Rainha Santa no seu caminho.

Não procuram o centro.
Não procuram reconhecimento.
Existem apenas para iluminar.

Enquanto as observava, percebi que talvez seja essa uma das maiores lições que ELA nos continua a deixar.

A luz não existe para ser admirada, existe para que ninguém caminhe na escuridão.

Ela não ficou na memória pelos títulos que teve, mas pela forma como escolheu viver,
Pela paz que construiu,
Pela esperança que devolveu,
Pelo amor que transformou em serviço.

A Rainha Santa não ficou na história porque caminhou à frente do povo, ficou porque nunca deixou de caminhar no meio dele.

Talvez a maturidade não se meça pela luz que conseguimos gerar.
Talvez se meça pela capacidade de reconhecer quem iluminou o nosso cenário quando ainda não sabíamos caminhar sozinhos.

Que nunca me falte a humildade para reconhecer as “lanternas” que me trouxeram até aqui.
E que nunca me falte a coragem para, em silêncio, ser luz no caminho de alguém.

Continuo a aprender.

Continuo a caminhar.

Carlos de Carvalho

A flor-de-lis é um daqueles sinais que toda a gente reconhece antes de saber explicar. Aparece em brasões, coroas, ceptr...
11/07/2026

A flor-de-lis é um daqueles sinais que toda a gente reconhece antes de saber explicar. Aparece em brasões, coroas, ceptros, vitrais, túmulos, azulejos, ferros trabalhados, ordens militares, comendas, estandartes, escudos, marcas de cidades e distintivos escutistas.

No escutismo aponta caminho, como a agulha que procura o norte e lembra a promessa. Na heráldica serve reis, famílias, cidades e ordens. Na arte religiosa aproxima o vegetal do sagrado. Na decoração urbana transforma pedra, ferro e cerâmica numa pequena linguagem de poder e pertença.

A sua figura parece simples. Um eixo erguido, duas partes laterais abertas, uma base que prende o conjunto. A eficácia do desenho vem dessa clareza. Cabe num selo, moeda, coroa, iluminura, cruz, vitral ou tecido.

Ao longo dos séculos ganhou versões mais curvas, mais rígidas, mais geométricas, mais próximas do ornamento, da insígnia ou da flor estilizada, sem perder a estrutura que a tornou tão útil à heráldica e à decoração.

Muito antes de se fixar como emblema da monarquia francesa, o motivo do lírio estilizado já atravessava a arte cristã. Nasce de uma constelação de textos, imagens e símbolos onde o lírio surge associado à beleza, à pureza, à fé e à eleição espiritual.

O Cântico dos Cânticos, o Eclesiástico, o Evangelho de Mateus e o Evangelho de Lucas deram ao lírio uma espessura religiosa que a cultura visual cristã soube transformar em imagem. A flor aparece depois em mosaicos, relevos, manuscritos, igrejas e objetos litúrgicos, junto de Cristo, da Virgem, dos evangelistas, dos santos e dos mártires.

Este caminho passa pela arte cristã tardo-romana, pela linguagem bizantina, pela Itália lombarda e pelo mundo carolíngio. Nos séculos de Carlos Magno, de Luís, o Piedoso, e de Carlos, o Calvo, o lírio estilizado aproxima-se das insígnias régias. Surge em tronos, ceptros, coroas e manuscritos iluminados.

A flor que transportava virtude cristã começa a servir também a representação do rei. A passagem é decisiva, embora tenha sido gradual. Antes da grande flor-de-lis capetíngia, existe já uma longa preparação visual e religiosa em que o lírio aprende a ocupar lugares de autoridade.

Em França, a flor-de-lis ganha a sua forma régia mais célebre entre os séculos XII e XIII. O selo de 1211 do futuro Luís VIII é um marco seguro para a presença do motivo nas armas capetíngias. O campo azul semeado de flores douradas tornou-se uma das imagens mais fortes da monarquia francesa. Mais tarde, com Carlos V, as flores reduzem-se a três, num desenho que a leitura cristã aproximou da Santíssima Trindade.

À volta deste emblema cresceram narrativas de legitimação, como a lenda de Clóvis e da flor recebida do céu. Cresceu também uma leitura etimológica sedutora, sobretudo para quem se chama Luís, que aproxima lis de Louis e imagina a flor-de-lis como flor de Luís. Entre o mundo carolíngio de Luís, o Piedoso, e a França capetíngia dos reis Luís, a flor encontrou terreno fértil para se ligar à realeza francesa.

Na Península Ibérica, a flor-de-lis participou na mesma cultura cristã das formas. Em Portugal, a presença heráldica mais clara surge na cruz verde da Ordem de Avis, cujos braços terminam em flor-de-lis e entram na bandeira portuguesa com D. João I. A flor tornou-se remate de cruz, marca de ordem militar, sinal de uma nova casa reinante.

O desenho viajou porque era claro, solene e disponível para receber sentidos diferentes. Quando passamos do brasão para a planta, entramos num terreno mais delicado. A flor-de-lis tem a aparência de uma flor única, embora a sua história convoque mais do que uma espécie.

Há duas candidatas europeias que ajudam a compreender a origem simbólica e formal do emblema. Há ainda uma terceira flor, mexicana, magnífica, que esclarece a confusão moderna pelo caminho do nome comum, da semelhança visual e da devoção jacobeia.

A primeira é a açucena ou lírio-branco (Lilium candidum). A sua origem situa-se no Mediterrâneo oriental, com ligação aos Balcãs, ao Egeu, à Anatólia e ao Levante. A cultura cristã viu nela uma flor de pureza, castidade e eleição. A brancura das flores, a verticalidade da haste, o perfume e a presença nos textos bíblicos ajudaram a fazer desta espécie uma planta carregada de sentido.

Na Anunciação, acompanha a Virgem. Nos jardins monásticos e na poesia carolíngia aparece ligada à fé, à virgindade, à paz e à vida espiritual. Em Portugal, encontra-se sobretudo como planta cultivada em jardins e como flor de corte, com registos pontuais de naturalização em orlas de campos agrícolas e bermas de caminhos.

O lírio-branco dá à flor-de-lis a sua profundidade religiosa. Ajuda a compreender a leitura mariana, a ideia de pureza, a proximidade entre flor e eleição divina, a facilidade com que uma planta bíblica pôde entrar na linguagem régia cristã. Quando a flor-de-lis é lida como flor do lírio, estamos perante uma herança de textos sagrados, imagens de devoção e símbolos régios que fizeram da flor um sinal de eleição.

A segunda planta é o lírio-amarelo-dos-pântanos (Iris pseudacorus). Esta espécie é autóctone em Portugal e pertence à vegetação palustre e ribeirinha. Vive ao longo de cursos de água, valas, lagoas, juncais, pauis e arrozais. Tem rizomas vigorosos, folhas em espada e flores amarelas, abertas em tépalas amplas, com uma organização que ajuda a compreender a forma tripartida da flor-de-lis.

Um dos seus nomes comuns em inglês é yellow fleur-de-lis, o que confirma a associação entre esta planta e o emblema no vocabulário hortícola. O amarelo aproxima-se do ouro heráldico, e o habitat palustre alimenta a tradição que liga esta leitura vegetal às margens húmidas do rio Lys, que nasce no norte de França e segue para a Flandres belga, onde desagua no Escalda, em Gante.

A terceira planta chama-se flor-de-Santiago, ou lírio-asteca (Sprekelia formosissima, sin. Zephyranthes formosissima). É originária do México, pertence à família das amarilidáceas e é uma planta bolbosa. A flor vermelha abre-se numa forma que lembra uma cruz, o que ajuda a compreender o nome ligado a Santiago, o apóstolo de Compostela, santo dos caminhos que atravessam a Península e fazem convergir peregrinos, vieiras, cabaças, bordões e promessas.

No Porto, Santiago Maior aparece representado no vitral da igreja anglicana de St. James, no Cemitério Inglês, a única igreja da cidade consagrada a este santo. Poucos portuenses conhecem este detalhe, que dá à flor-de-Santiago uma ressonância local inesperada. A flor mexicana entra neste universo pelo nome e pela força simbólica de Santiago.

Das três plantas, é provavelmente a que mais depressa engana o olhar contemporâneo. Tem dramatismo, vermelho intenso, recorte gráfico e uma presença que a aproxima facilmente de imagens heráldicas e devocionais. Quando entra nas redes botânicas europeias, através de Sevilha, uma das principais portas de entrada de plantas americanas no Velho Mundo, a flor-de-lis já tinha séculos de circulação religiosa, régia e heráldica.

A flor-de-Santiago pertence à história da chegada das plantas americanas ao olhar europeu. A origem medieval da flor-de-lis pertence a outro tempo.

Nessa sobreposição, o lírio-branco traz a leitura mariana, o lírio-amarelo-dos-pântanos aproxima o emblema da forma vegetal e da paisagem ribeirinha, e a flor-de-Santiago mostra como os nomes populares podem misturar devoção, semelhança e erro botânico.

Uma figura vegetal tornou-se emblema de reinos, sinal de fé, marca de caminho e armadilha para quem confunde planta, nome e brasão. A flor-de-lis ensina que os símbolos também têm botânica, e que as plantas, quando entram na cultura, raramente viajam sozinhas.

“Ou os homens de língua portuguesa inventam qualquer coisa, criam qualquer coisa que tire o mundo da confusão em que est...
09/07/2026

“Ou os homens de língua portuguesa inventam qualquer coisa, criam qualquer coisa que tire o mundo da confusão em que está hoje, da escravidão em que vive quase toda a gente - escravidão de várias espécies -, e a liberta para uma vida que seja verdadeiramente humana, e até mais que humana, ou, então, o papel dos homens de língua portuguesa vai ser muito restrito no mundo. E é capaz de aparecer alguém a tomar esse encargo. Gostaria muito que fossem os homens de língua portuguesa a terem uma mensagem que fosse válida para a Europa, porque, coitada da Europa!, não tem mais nenhuma mensagem para dar. É preciso que uma das tarefas de Portugal seja essa de fazer com que a Europa tenha alguma mensagem a dar para o futuro e se ocupe de coisas mais largas do que aquelas que primacialmente a têm ocupado.”

Agostinho da Silva, A MINHA META É O PONTO SEM DIMENSÃO, (Entrevista a Antónia de Sousa) [1986], IN DISPERSOS, Instituto de Cultura e Língua Portuguesa, 1988, p. 135.

No próximo sábado acontece a segunda edição de "Marcas das Mulheres na História" ❤️Desta vez dedicada a Mulheres da Luso...
09/07/2026

No próximo sábado acontece a segunda edição de "Marcas das Mulheres na História" ❤️

Desta vez dedicada a Mulheres da Lusofonia, será um final de tarde inspirado por mulheres extraordinárias que vais querer conhecer 😍

Dia: 11 de Julho
Hora: 17h30
Local: Instituto Pernambuco - Porto

Para mais informações e reservas:
[email protected]


Cecilia Siebrits
Instituto Pernambuco Porto

Adresse

Coimbra, Lousã
Democratic Republic Of The
3200

Notifications

Soyez le premier à savoir et laissez-nous vous envoyer un courriel lorsque Casa da Paz publie des nouvelles et des promotions. Votre adresse e-mail ne sera pas utilisée à d'autres fins, et vous pouvez vous désabonner à tout moment.

Contacter L'école

Envoyer un message à Casa da Paz:

Raccourcis

Partager