06/05/2026
Eu idealizei minha vida até os 30… e nunca pensei muito no depois.
Quase nada aconteceu como eu imaginei.
E tudo bem.
Aprendi a fazer as pazes com os caminhos que se fecharam, com os que se abriram e, principalmente, comigo e com as minhas escolhas.
Talvez a menina que eu fui não entendesse…
mas eu sei: ela me acharia uma adulta maneirassa. Uma diva. ✨
A gente também precisa se enaltecer. Já somos bons demais em nos criticar.
Até aqui, Deus me sustentou.
Eu vejo Ele em tudo:
nos dias difíceis, quando levantar já é um desafio,
no abraço da Betina, no “tinhamu, mamain”,
na força que aparece quando eu acho que não tenho mais nenhuma.
Ele sempre esteve aqui.
06 de maio nunca foi uma data qualquer.
Em 1961, meu pai nasceu… e eu gosto de pensar que cheguei no dia dele como presente.
Hoje eu honro tudo:
cada cuidado, cada esforço, cada lugar onde eu posso voltar e me abrigar.
Se eu pudesse pedir algo, seria tempo:
pra ver minha história continuar, minha família crescer,
seguir servindo com o que Deus colocou em mim.
E, no fim, partir em paz.
Com Deus, com os meus e com quem eu me tornei.
Feliz 35 voltas ao sol pra mim ✨
(e 65 pro meu pai ♥️)