Página da EMEF "Castelo Branco", modalidade EJA - Educação de Jovens e Adultos, com objetivo de divulgar e promover ações educacionais e culturais do turno Olá!
Você está na página da EMEF "Castelo Branco", modalidade EJA - Educação de Jovens e Adultos, e nosso objetivo aqui é o de divulgar e promover as ações educacionais e culturais que acontecem em nosso turno. A ESCOLA
Estamos situados na Ilha do Príncipe, próximo ao porto de Vitória e ao mercado da Vila Rubim que, junto ao Centro histórico, possuem algumas das páginas mais ricas da história do Espí
rito Santo. Atendemos alunos a partir 15 anos de idade no turno noturno no ensino fundamental do 1º ao 9º ano, aliando arte, cultura, diversidade, tecnologia e educação, criando bases para uma educação de qualidade antenada com as demandas do século 21, necessárias aos jovens e adultos que constroem conosco a nossa história. EQUIPE
Andréa - Artes
Antônio - Geografia
Delmira - Português
Eunice - Pedagoga
Fernando / Carlos - Ed. Física
Flávio - Matemática
Geiza - Diretora
Neuzinete - Bibliotecária
Nivaldo - Assistente Administrativo
Paula - Inglês
Rosinalva - 1º Segmento
Saulo - História
Vânia Tozzatto - Coordenadora
Yonita - Informática
NOSSO BAIRRO
Ilha do Príncipe
As primeiras moradias de sapé e estuque, cobertas de palha de pindoba, surgiram aproximadamente em 1926, num processo de ocupação por "invasão". Devido à crise econômica e institucional ocorrida após a revolução de 1930, os próprios operários que trabalhavam na construção da Ponte Florentino Avidos (a obra tinha ao todo 2.000 operários) invadiram a ilha. Depois vieram os imigrantes nordestinos e nortistas e, em menor escala, os do interior do Estado. Os anos 30 ficaram marcados na memória dos antigos moradores, por ocasião do governo ditador de Getúlio Vargas, cujo interventor Gal. João Punaro Bley (1930-1942) não mais permitia o crescimento das moradias de estuque cobertas de palha, tentando transformar a ilha em bairro nobre. Em 1938, os fiscais do governo promoveram um incêndio onde poucas moradias restaram. Os confrontos entre fiscais e nordestinos eram diários. Por alguns anos, devido à existência de becos e o aglomerado de barracos, os marginais fizeram fama na ilha e o meretrício se espalhou pela Avenida Alexandre Buaiz. Esta situação perdurou até a transferência dos meretrícios para São Sebastião, no município da Serra. Hoje numa área próxima a Ilha do Príncipe está o terminal rodoviário de Vitória com aproximadamente 2.000 m², num espaço antes ocupado pelo mangue. 0 nome da Ilha se originou de uma história segundo a qual o local pertencia ao príncipe D. Pedro II. Os invasores do local chegaram a procurar os herdeiros deste em Petrópolis - RJ para regularizar a propriedade dos lotes. Estas áreas foram ocupadas na década de 50 e adensadas na década de 60 e 70, devido à pressão por moradia, exercida pelo grande contingente populacional que chegou ao município, oriundo do interior do Estado. Mas a história de sua constituição está ligada a grande intervenções públicas. O bairro da Ilha do Príncipe, hoje anexado a Ilha de Vitória, no passado, era de fato uma ilha e localizava-se entre Vitória e o continente (Vila Velha). O interesse do governo por essa área começou na gestão de Florentino Avidos (1924-1928) com a construção das seis pontes. Na realidade, eram cinco pontes de Vila Velha a Ilha do Príncipe e uma de Vila Velha a Vitória. Juntamente com as pontes, e para viabilizá-las, foram feitos os primeiros aterros na Ilha do Príncipe, em 1928. O propósito oficial era melhorar a acessibilidade, visto que o crescimento do porto impulsionou a necessidade de criar ligações com as outras regiões. Em 1957 foi aprovada uma Lei Municipal nº 664 que autorizava o executivo a aterrar a área do mar localizada entre a Ponte “Florentino Avidos” e o Cais Schimidt. A área aproveitada ao mar seria loteada, sendo os lotes vendidos em concorrência pública. Essas obras visavam, conforme mensagem, embelezar a capital, além de conquistar áreas necessárias a seu crescimento. Segundo mensagem de governo, aterros realizados até 1967 não foram suficientes para o saneamento da área, sendo que era utilizada, ainda, como depósito de lixo. Nesta época, já vinha se formando uma favela no local. Dessa forma, diante desta situação de falta de higiene e pobreza que viviam os moradores da região foi criado, por decreto deste ano, um grupo para fazer estudos e projetos, assim como planejar a urbanização da Ilha do Príncipe, das áreas adjacentes e dos aterros, criando novos espaços no centro urbano de Vitória. Em 1960, de acordo com o relatório da Secretaria de Viação e Obras Públicas, foi realizado grande área de aterro na Ilha do Príncipe para incorporar esta a Vitória aproveitando o produto de dragagem da obra de aprofundamento do canal de acesso e da baía de evolução. O projeto recebeu colaboração do Porto de Vitória e de outros órgãos técnicos. Este projeto de 1967 previa para a região uma estação rodoviária, núcleo comercial, centro de abastecimento, áreas reservadas à construção de prédios estaduais, zonas de parque e recreação, um sistema viário capaz de possibilitar o descongestionamento do tráfego e a construção de uma segunda via de acesso ao continente, inclusive com a construção de uma segunda ponte. A partir de 1969 as obras de urbanização da Ilha do Príncipe passaram a ser coordenadas pela COMDUSA (Companhia de Melhoramento e Desenvolvimento Urbano S.A.). De acordo com o relatório da COMDUSA e mensagem de governo de 1976, o projeto daria à capital uma área de 150 000m² e sua conclusão estaria subordinada à locação dos acessos da hoje denominada Segunda Ponte. No ano seguinte, iniciou-se o aterro necessário à execução do acesso à Segunda Ponte e foi apresentado o projeto final ao INER (Instituto Nacional de Estradas de Rodagem). Em 1980 foi realizado aterramento, enrocamento e captação de esgotos no trecho entre a Ilha do Príncipe e o bairro Santo Antônio, no antigo cais do hidro-avião. O objetivo deste projeto, além de recuperar e urbanizar esta área, era o de sua comercialização. Este aterro recebeu a rodoviária de Vitória e com a sua finalização, a paisagem da cidade foi radicalmente transformada, a ilha do Príncipe deixou de ser ilha e passou a ter uma nova relação visual com o entorno. A Esplanada Capixaba pode ser considerada uma conseqüência do porto, que necessitava de uma área comercial de complementação às atividades do centro da cidade. A concentração da exportação da produção cafeeira gerou o interesse do governo em incrementar o potencial da área, tendo esta região de aterro uma intenção de ocupação comercial pela presença do porto. (Fonte: Diagonal Urbana, Projeto Terra,SEDEC / DIT / GEO)
Endereço da escola: Avenida Jurema Barroso, 58 - Ilha do Príncipe, Vitória - ES
Todos atentos! EJA no níver da Biblioteca Publica!
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Difícil focar com o Bus em movimento! EJA na SEMCID
13/08/2017
Professor Antônio e Arthur no níver da Biblioteca!
23/06/2016
Prof. de inglês Evandro Braggio canta na posse dos conselheiros escolares da PMV.
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Hoje tivemos a presença do poeta e escritor Fábio Daflon.
Entre um poema e outro, viajamos nas ideias e refletimos nos ideais.
Os alunos participaram fazendo perguntas sobre os poemas e também sobre a vida do poeta.
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Alunos da EJA CB viveram noite de poesia em mais uma programação do projeto Viagem Pela Literatura. O Sarau Poesia e História, conduzido pelo grupo Show de Letra, foi um sucesso!
Quer que seu escola/colégio seja a primeira Escola/colégio em Vitória?