O nome dele é Ariel Echeverry. 🥁🎶
E o que você está vendo aqui não é só um solo de bateria bem executado.
É alguém que sabe exatamente o que tocar… e, principalmente, quando tocar.
Cada virada entra no lugar certo.
Cada ataque tem intenção.
E o groove se mantém estável do começo ao fim.
Nada aqui é exagero.
É resultado de treino, repetição e consistência ao longo do tempo.
E você? 👇
Qual o seu solo de bateria favorito?
Kords
Feita para quem vive a música!
Tem performances que fazem a gente pensar:
“como essa música existia antes disso?” 🎸🎶
Nessa versão de “Feeling Good”, eternizada na voz de Michael Bublé, o guitarrista Andryel Jung () entrega um solo que parece ter encontrado exatamente o lugar certo dentro da música.
O mais bonito é perceber que nada disso acontece por acaso.
Toda pessoa que hoje emociona em um instrumento
já precisou voltar do começo,
repetir a mesma parte várias vezes
e continuar tentando até encontrar o próprio jeito de fazer a música ganhar vida. 🎶
Talvez seja por isso que certas performances marcam tanto:
cada músico acaba deixando a própria marca no jeito de tocar.
E aí: 🤔
qual solo de guitarra é o seu favorito?
Comenta aqui!
Hoje celebramos o aniversário de um dos maiores gênios da música: Stevie Wonder 🎹✨
Mas a parte mais impressionante da história dele talvez não esteja só nas músicas que atravessaram gerações.
E sim em como ele aprendeu a sentir a música além do que os olhos poderiam mostrar.
Desde cedo, ele foi desenvolvendo um ouvido extremamente sensível, transformando percepção, prática e repetição em uma linguagem puramente musical.
Porque, no fim, talento sozinho não sustenta uma trajetória assim.
Existe técnica.
Existe dedicação.
Existe o momento em que a música deixa de ser algo que você tenta fazer…
e passa a fazer parte de quem você é. 🎶
Talvez seja por isso que suas músicas continuam emocionando tantas pessoas até hoje.
Elas não nasceram apenas da audição.
Nasceram da sensibilidade.
Diz pra gente:
Qual música dele é a sua favorita? 👀🎧
Libertango nasceu como um marco 🪗💃🏻
Piazzolla queria romper com o tango tradicional.
Trazer mais liberdade, mais intensidade…
quase como se a música estivesse tentando respirar diferente.
E talvez seja por isso que ela funciona assim.
Porque não importa se é no bandoneón…
ou no acordeon, como aqui.
A essência continua ali.
Mas tem outra coisa que chama atenção nessa performance.
Muita gente olha e pensa: “dom”.
Só que o que você tá vendo aqui…
não apareceu do nada 👀
É repetição.
É insistência.
É errar, ajustar e tentar de novo.
Até a música deixar de ser difícil…
e começar a fazer parte de você.
No fim, não é sobre nascer pronto.
É sobre construir e ter persistência até soar assim.
O instrumento é clássico 🎻
O jeito de tocar… nem tanto.
O contrabaixo nas mãos do Adam Ben Ezra vira outra coisa.
Groove, batida e pulsação misturados num som só.
E talvez seja por isso que você não consegue parar de assistir.
Diz pra gente:
Você já tinha visto um baixo ser tocado assim?
Se você achava que conhecia Get Ur Freak On, espera até ver o que o Eric Moore II fez com ela. 🥁🔥
Enquanto as mãos voam e as baquetas giram no ar, ele mantém uma precisão absurda, mas com aquele jeito de quem está se divertindo e fazendo parecer fácil.
Não é à toa que dá vontade de assistir mais de uma vez só pra tentar entender o que aconteceu ali.
Comenta aqui:
você também ficou perdido tentando acompanhar o giro das baquetas? 👇
Tirando de Ouvido – A trilha sonora “A Grande Família”, de Dudu Nobre, no violão.
Um dos seriados mais queridos da televisão brasileira ganha vida em uma leitura musical especial 🎶
O professor Felipe se aventurou, decifrando cada detalhe no violão, com escuta apurada, interpretação e muita personalidade heheh
Entre acertos, risadas e uma boa dose de nostalgia, a abertura que atravessou décadas, misturando humor, cotidiano e brasilidade, é apresentada nota por nota.
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Vitória, ES