Centro de Política Comparada - CPC

Centro de Política Comparada - CPC

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O Centro de Política Comparada (CPC) é um núcleo de pesquisas vinculado ao Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).

02/12/2024

Esperamos todos lá!

21/09/2024

O Centro de Política Comparada (CPC), ligado ao Departamento de Ciências Sociais (DCSO) e ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PGCS) da UFES, convida para o Ciclo de Palestras: Política em Perspectiva Comparada. No dia 23/09, às 18:00 no auditório do IC-II receberemos o cientista político Luiz Fernando Miranda (UFPA) para palestrar sobre "O Congresso Nacional e os ataques à legislação anticorrupção". Todos(as) estão convidados(as) ao debate!

05/09/2024

O Departamento de Ciências Sociais (DCSO) da UFES, com o apoio do Centro de Política Comparada (CPC) e do Observatório Pesquisa Científica em Diálogo com a Sociedade (PPPD), te convida para o Seminário Eleições em Perspectiva: Sistema Político, Regras Eleitorais e Projeções. O evento ocorrerá no dia 12/09, às 18:00, no auditório do IC-2, CCHN/UFES. Aguardamos você!

Photos from Centro de Política Comparada - CPC's post 01/07/2021

O mês de junho acabou ontem, e para você relembrar as notícias mais impactantes do mês, o CPC trouxe uma seleção especial!

Fique por dentro das notícias mais emblemáticas da política e da economia no Brasil e no mundo, arrastando para o lado! 🌎📰➡️




28/06/2021

Chegamos a quarta e última postagem da série de textos sobre as jornadas de junho de 2013. O último artigo nomeado "O impacto de junho de 2013: o ponto de vista de uma jovem nas jornadas", foi escrito por nossa pesquisadora e Cientista Social Maria Vitória Rodrigues ().

"A poucos dias de completar 15 anos me juntei aos 100 mil manifestantes na 3ª ponte, numa noite que marcou a minha vida pessoal e meu futuro profissional. Assistir ao crescimento dos protestos daquele mês me deixaram eufórica e com vontade de participar. No dia da manifestação em Vitória combinei com meu irmão mais velho que iriamos juntos. Um colega dele também foi conosco.

Certamente nunca esquecerei a emoção de subir a 3ª ponte reivindicando melhorias nos serviços ofertados pelo Estado, mas ao mesmo tempo sinto um certo remorso pelas consequências que as jornadas daquele mês geraram no país.

[...]

Na minha vida pessoal, os protestos me fizeram ter a certeza de que eu queria estudar e vivenciar política, que desde sempre foi a minha praia. Em 2014, aos 16 anos, estava pronta para votar pela 1ª vez. Em 2015, prestei vestibular para Ciências Sociais, muito motivada por estas experiências. Em 2016, assisti incrédula de dentro da universidade o impeachment da então presidenta Dilma Rousseff, a mesma que havia recebido meu primeiro voto. Em 2018, já não estava tão incrédula quando o atual presidente Jair Bolsonaro conquistava seu espaço no Palácio do Planalto."

O artigo em sua versão completa pode ser encontrado em nosso site oficial, página do LinkedIn e Medium. Todos os links estão disponíveis em nossa bio! 😉

Créditos da imagem: http://g1.globo.com/espirito-santo/fotos/2013/06/veja-imagens-do-protesto-em-vitoria.html




Photos from Centro de Política Comparada - CPC's post 24/06/2021

Hoje é dia de , e queremos recordar os debates que o CPC organizou no ano passado! Foram três edições com as temáticas: raça e política, democracia e militarismo! Temas super atuais e importantes!

Os debates foram transmitidos ao vivo pelo Youtube, e estão disponíveis para serem assistidos novamente! Todos os vídeos estão no nosso canal no Youtube, cujo link está na bio!

Aproveite o fim de semana para recordar estes eventos! 😉




22/06/2021

Para a terceira postagem da série sobre as jornadas de junho de 2013, convidamos o doutor em Ciência Política e pesquisador do CPC, Jayme Lopes ().

"'Não são só 20 centavos'. Inicialmente podemos dizer que a primeira reivindicação da maior mobilização no Brasil desde 1992, a revogação do aumento das tarifas do transporte, obteve êxito naquele momento. Mas uma vitória revertida paulatinamente, a partir da deterioração política e economia país, o que se expressou por exemplo, no aumento acumulando de 46% entre 2013 e 2021 no valor da tarifa do transporte coletivo só na cidade de São Paulo.

Mesmo assim, é inegável que junto a conquista momentânea relativa as tarifas de transporte, o movimento se expandiu apresentando uma diversidade de novas bandeiras. Com pautas difusas, por vezes contraditórias e sem organização centralizada, as demandas nas ruas impuseram uma nova perspectiva de agenda ao poder público, principalmente nas áreas de educação, saúde, mobilidade urbana e até a possibilidade de uma reforma política. Com uma multidão organizando-se em torno dos eventos do momento, em que uma linguagem ou um interesse comum se expressa. Uma linguagem que nasce da indignação e do protesto, do cansaço de sempre se encontrar em situações que não têm saída.

Neste sentido, sobretudo pelo ineditismo e amplitude das demandas, chegamos ao fato de que as crises desencadeadas ali, com maior intensidade a política, não acabaram. Ainda temos repercussões de médio e longo prazo do que aconteceu. Inclusive, vivemos hoje a ascensão de movimentos populistas e de extrema direita que avançam justamente a partir da frustração destas pautas populares."

O artigo em sua versão completa pode ser encontrado em nosso site oficial, página do LinkedIn e Medium. Todos os links estão disponíveis em nossa bio! 😉

Créditos da imagem: https://midiainformal.files.wordpress.com/




17/06/2021

No segundo texto da nossa série, o CPC convidou seu membro, o mestre em Ciência Política e professor do Departamento de Ciências Sociais da UFES, Mauro Petersem Domingues para falar sobre os reflexos das jornadas de junho de 2013 na política brasileira atual:

"Sem negar o elemento emocional ou de humor das “massas”, a partir especialmente das manifestações do dia 17 de junho de 2013, um conjunto de forças empresariais e políticas passou a identificar nas manifestações uma oportunidade para desgastar o governo da Presidente Dilma Roussef, o que levou a uma ativa participação da mídia e do empresariado na convocação de novas manifestações. Isto levou ao aumento considerável do número de seus participantes e à modificação de sua composição social e política, com a pauta de defesa dos direitos sociais e políticos passando a ser substituída por outra, de caráter liberal-conservador, ou seja, em favor do mercado contra o Estado, identificado como tomado pela corrupção, tendo os governos petistas de Dilma Roussef, no plano federal, e de Fernando Haddad, na cidade de São Paulo, como seus principais alvos de ataques. As manifestações de junho como uma reação emocional do povo serviram e servem para mascarar a atuação de grupos de interesses que, mobilizando recursos econômicos, simbólicos e de poder, buscaram desgastar o Partido dos Trabalhadores como forma de enfraquecê-lo política e eleitoralmente. Viabilizaram a substituição de uma agenda de governo voltada para a promoção de direitos sociais e civis por outra, mais de acordo com os interesses empresariais que defendiam a adoção de políticas de ajuste neoliberal de modo a enfrentar os efeitos da crise econômica mundial que, embora tardiamente, já vinha provocando a perda de dinamismo da economia brasileira."

O artigo em sua versão completa pode ser encontrado em nosso site oficial, página do LinkedIn e Medium. Todos os links estão disponíveis em nossa bio! 😉

Créditos da imagem: Revista Fórum/Divulgação




Photos from Centro de Política Comparada - CPC's post 15/06/2021

Na #2 pílula política do CPC trouxemos o conceito de idade eleitoral! 💊

Você sabe do que se trata este conceito? Para descobrir basta arrastar para o lado ➡

Depois conta pra gente o que achou!




11/06/2021

Hoje daremos início a uma série de posts com textos refletindo sobre os desdobramentos das jornadas de junho de 2013 para a política brasileira atual. Nosso primeiro convidado é o Vitor Vasquez (), doutor em ciência política e membro do CPC.

"O atual cenário político traz diferenças em relação ao observado em junho de 2013, quando uma série de manifestações tomou conta das ruas no Brasil. Naquele momento já era possível identificar que muitas insatisfações recaiam sobre as forças políticas mais tradicionais, principalmente o PT, que ocupava a presidência com Dilma Rousseff. No entanto, analisando hoje, com mais distanciamento, não podemos desconsiderar que, além do PT, sofreram também MDB e PSDB. O presente arranjo ainda não parece estabilizado e partidos como o PSL podem sofrer no futuro com a falta de uma organização mais robusta. Todavia, os sinais deixados pelas jornadas de junho se confirmaram e uma reacomodação das forças partidárias parece estar em jogo. O que não surpreende, pois é o que tende a acontecer sempre que ocorre um ciclo de protesto no país."

O artigo em sua versão completa pode ser encontrado em nosso site oficial, página do LinkedIn e Medium. Todos os links estão disponíveis em nossa bio! 😉

Créditos da imagem: Canal Curta/Divulgação




Photos from Centro de Política Comparada - CPC's post 07/06/2021

Estudar política não é algo simples, e muitas vezes os cidadãos interessados no assunto se deparam com termos que não são usados no cotidiano, mas são muito importantes para entendermos conceitos mais complexos.

Hoje iniciamos o projeto das Pílulas Políticas, que são explicações rápidas e simples de conceitos políticos básicos! A pílula de hoje é o Sufrágio Universal! 💊

Num regime democrático como o do Brasil, adotamos o sufrágio universal. O artigo 14 da Constituição brasileira diz que a soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante: I) plebiscito; II) referendo; III) iniciativa popular.

O fato de o sufrágio ser universal não significa que qualquer pessoa de qualquer idade pode votar e ser votada. Veremos isso na próxima Pílula do CPC! Fique por dentro! 😉




02/06/2021

Chegamos a última apresentação dos novos membros: o Maurício!

O Maurício Izumi é recém chegado ao CPC. Doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (USP). Também realizou seu mestrado na USP, em ciência política. Sua graduação foi em ciências sociais na mesma universidade que suas pós graduações. Além do CPC, Maurício também é pesquisador do centro de política e economia do setor público da FGV (Cepesp/FGV). Suas áreas de interesse são instituições políticas, estudos legislativos e métodos quantitativos. Atualmente, é professor adjunto do Departamento de Ciências Sociais da UFES. No CPC ele faz parte da diretoria de ensino.

A política permeia a vida do Maurício, mas a grande paixão dele é o Palmeiras. Ele é torcedor de carteirinha do seu time, e não perde um jogo se quer! ⚽️




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