Todo mundo aprendeu a usar IA pra escrever peça mais rápido.
Mas velocidade sem estratégia é só caos em alta resolução.
Um sistema de verdade começa antes da peça:
→ análise de documentos
→ geração de tese
→ validação de argumento
→ confrontação do adversário
Só depois você escreve.
A diferença não é a ferramenta. É a mentalidade de quem opera.
Se você quer parar de apagar incêndio e começar a operar com sistema, comenta SISTEMA.
Método CDA
Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Método CDA, Explicador/professor, Vitória.
27/04/2026
Existe um momento em que o diagnóstico já foi feito, os dados já foram apresentados, os especialistas já falaram.
E mesmo assim, nada muda.
Estou no Encontro Nacional de Segurança e Combate ao Crime Organizado, em Vitória, ao lado de autoridades do sistema de Justiça Criminal, forças de segurança e gestores públicos de todo o Brasil.
O convite chegou pelo Vereador e foi uma honra ser incluído nesse espaço pelo Dr. , Juiz Criminal, Professor e coordenador desse encontro que coloca o Espírito Santo no centro de um debate que é urgente e nacional.
A pergunta que f**a no ar não é o que fazer.
A pergunta é: por que, sabendo o que sabemos, ainda não fizemos?
Crime organizado não espera resposta institucional. Ele é a resposta, para onde o Estado deixou vácuo.
27/04/2026
Inclusão não é acesso apartado. É convivência.
Ontem publiquei um vídeo na inauguração de um parque aqui em Vitória. Mostrei um equipamento com a placa "Equipamento de Inclusão Social" — Exclusivo para Pessoas com Deficiência e questionei: se ele é exclusivo para pessoas com deficiência, como pode chamar-se de inclusão social?
O debate foi rico (em maioria). Mas surgiram incompreensões que preciso esclarecer diretamente.
Não estou contra brinquedos adaptados. Estou totalmente a favor. E esse foi justamente o motivo da crítica: pela inclusão.
Não estou reclamando porque minha filha não pôde usar. Esse foi o gatilho, não o argumento.
O que estou questionando é o modelo. E esse carrossel é exatamente sobre isso.
Dois modelos. Uma escolha.
O modelo médico trata a deficiência como problema do indivíduo. A solução: isolar, separar, criar espaços exclusivos.
O modelo social, adotado pela Convenção da ONU e pela Lei Brasileira de Inclusão, trata a deficiência como resultado das barreiras que o ambiente cria. A solução: remover os obstáculos.
A diferença não é semântica. É de paradigma.
A Lei 10.098/2000 exige acessibilidade universal em espaços públicos. A Lei 13.443/2017 obriga pelo menos 5% de brinquedos adaptados, mas isso é o piso mínimo, não o modelo ideal. A LBI (Lei 13.146/2015) consolida o direito à participação social plena.
✅ Equipamento adaptado com uso prioritário para quem precisa → ação afirmativa legítima. Protege sem isolar.
❌ Equipamento com uso exclusivo, que impede a convivência → pseudoinclusão. Isola com boa intenção.
Uma coisa é prioridade. Outra é exclusividade como lógica permanente de separação.
Inclusão de verdade não é só acesso físico.
É participação. É interação. É pertencimento.
O brinquedo certo é aquele onde todas as crianças brincam juntas, cada uma no seu ritmo.
Deslize os slides para entender o raciocínio completo.
Concordou? Discordou? Tem uma experiência pra contar? Comenta aqui embaixo.
Delegado de Polícia | Professor de Direito Penal | Pai
25/04/2026
A inteligência policial brasileira ainda trata compartimentação como sinônimo de segurança.
Mas o crime organizado não opera em silos. Ele opera em rede. E enquanto cada agência protege "seu" dado, a organização criminosa enxerga o que nenhuma unidade isolada consegue ver.
A DNIPC veio mudar isso e ela começa pela ressignif**ação de um princípio clássico: a Compartimentação. Tradicionalmente, cada agente (agência), e ap***s eles, acessam ap***s o que é estritamente necessário para sua função. Lógica válida. Mas insuficiente.
O item 4.3 da Doutrina Nacional de Inteligência das Polícias Civis impõe uma interpretação ampliada: Quando o dado produzido ultrapassa o interesse local, quando ele diz respeito a uma organização criminosa com ramif**ações interestaduais, por exemplo, o analista não tem ap***s a faculdade de difundi-lo. Ele tem o DEVER ÉTICO de fazê-lo. É o que a doutrina chama de Necessidade de Compartilhar (decorrente da necessidade de conhecer).
O canal previsto para isso é a RNIPC (Rede Nacional de Inteligência das Polícias Civis), estrutura criada para garantir que o conhecimento produzido localmente alcance quem precisa dele operacionalmente, em qualquer ponto do país.
Mas atenção: Compartilhar não é vazar. O fluxo de informação opera sob protocolos de segurança que preservam a integridade da fonte, a continuidade da operação e a responsabilidade de quem difunde. O equilíbrio doutrinário é preciso: a informação deve fluir para onde há necessidade operacional (e somente para lá, somente pelo canal adequado, somente sob controle institucional).
Compartimentar protege a fonte. Compartilhar com protocolo protege o Estado e a Sociedade. A DNIPC reconhece que os dois precisam coexistir. E pela primeira vez no Brasil, estabelece como.
Role os slides. 👆 — 💬 Última pergunta do carrossel é pra você.
Comenta: COMPARTIMENTA ou COMPARTILHA? Qual sua opinião?
Direito Penal do Inimigo e terceira velocidade do Direito Penal não são a mesma coisa?
Essa foi uma dúvida que recebi de um aluno.
Eles não são sinônimos, não são expressões idênticas, mas se comunicam muito de perto.
Primeiro ponto: o Direito Penal do Inimigo é uma construção teórica associada a Günther Jakobs.
A ideia central de Jakobs é que o Estado, diante de determinados indivíduos considerados altamente perigosos, persistentes na criminalidade ou estruturalmente voltados contra a ordem jurídica, deixa de tratá-los plenamente como cidadãos e passa a tratá-los como inimigos.
E o que isso signif**a, na prática?
Signif**a um modelo de Direito Penal marcado por características como: antecipação da tutela penal,
punição de atos preparatórios, endurecimento de p***s e, principalmente, relativização ou enfraquecimento de garantias penais e processuais.
Ou seja: trata-se de um Direito Penal mais agressivo, mais preventivo e menos comprometido com o modelo garantista clássico.
Agora vem o segundo ponto: a chamada terceira velocidade do Direito Penal é uma formulação trabalhada por Jesús-María Silva Sánchez.
Silva Sánchez fala em velocidades do Direito Penal para mostrar que o sistema penal contemporâneo não opera sempre com a mesma lógica.
Na primeira velocidade, nós temos o Direito Penal clássico: pena privativa de liberdade aplicada com plena observância das garantias materiais e processuais.
Na segunda velocidade, aparecem respostas penais mais flexíveis, normalmente para infrações de menor gravidade, com sanções não prisionais ou com simplif**ação procedimental.
Já a terceira velocidade surge quando o sistema passa a combinar duas coisas que, em princípio, não deveriam andar juntas: de um lado, pena severa, inclusive prisão; de outro, flexibilização de garantias.
E é exatamente aqui que está a conexão com o Direito Penal do Inimigo.
Então perceba bem: a terceira velocidade não é, conceitualmente, o mesmo que o Direito Penal do Inimigo.
Mas o Direito Penal do Inimigo representa, para muitos autores, a expressão mais marcante ou mais radical daquilo que Silva Sánchez identif**a como terceira v
22/04/2026
O problema não é a IA.
O problema é usar IA sem método.
Muita gente ainda acha que inteligência artificial, no Direito, serve para:
citar jurisprudência pronta, sem qualquer critério; gerar petição genérica e entregar rascunho com cara de produtividade.
Na prática, isso só cria 3 coisas:
mais retrabalho, mais risco e mais tempo perdido.
IA não foi feita para substituir raciocínio jurídico.
Foi feita para operar dentro de um sistema.
Com base certa, prompt estruturado, padrão de revisão e fluxo bem definido, ela deixa de ser brinquedo e vira instrumento real de produção.
É aí que o jogo muda.
Você para de improvisar.
Para de reescrever tudo do zero.
E começa a construir uma operação com mais consistência, mais velocidade e mais controle.
Foi exatamente essa lógica que eu quis mostrar neste carrossel.
Se você é advogado e já percebeu que usar IA “de qualquer jeito” pode custar caro, esse post é para você.
Comenta MÉTODO que eu te envio um roteiro de implementação.
17/04/2026
Quase todas as mãos foram para cima.
Perguntei quem já tinha visto alguém ser humilhado na internet. E o auditório respondeu antes de eu terminar a frase.
Hoje na CEEFMTI Dr. Getunildo Pimentel, em Serra, conversei com quase 200 estudantes, do 5º ao 9º ano do fundamental, sobre cyberbullying, violência virtual e responsabilidade no ambiente digital.
Saí da delegacia e fui à escola. Porque investigar crime é importante. Mas evitar que ele aconteça é mais importante ainda.
O jovem que entende que o silêncio também é cumplicidade já é um agente de mudança.
Obrigado à escola pela confiança, à coordenadora pedagógica pelo convite e aos alunos pela honestidade... vocês me ensinaram também.
16/04/2026
O homem invisível tinha crachá.
E tem gente que ainda acha que deletar o perfil resolve.
O Osintomático Conference é o evento de OSINT que reúne quem faz investigação de verdade: delegados, analistas, peritos, hackers do bem e pesquisadores que vivem no lado certo da tela.
Duas edições. Uma visão.
🇧🇷 São Paulo — 13, 14 e 15 de agosto de 2026
🇪🇸 Alcalá de Henares — 4, 5 e 6 de novembro de 2026
Se você trabalha com investigação, inteligência ou simplesmente quer entender como o mundo das fontes abertas realmente funciona, esse evento é pra você.
Acesse 👇
www.osintomatico.com
.es
13/04/2026
PCPI — Peça prática do concurso de Delegado.
Lê com calma. Depois me diz: qual foi a peça? Qual a tipif**ação?
Amanhã tem vídeo com tudo.
Hoje o palco é de vocês. ⬇️
Deixem opiniões e dúvidas.
11/04/2026
Honrado.
Recebi o convite para integrar como palestrante/debatedor o Congresso de Segurança Pública da ExpoDireito Brasil 2026, um dos maiores encontros jurídicos e de segurança da América Latina, nos dias 29 e 30 de maio, em Brasília-DF.
Agradeço imensamente aos coordenadores do Congresso Nacional de Segurança Pública, e , e ao , Coordenador Geral da , pela confiança e pelo convite.
Falar sobre segurança pública num espaço assim, entre operadores, gestores, acadêmicos e formuladores de política, é exatamente o tipo de diálogo que faz a diferença. Não pra performar. Pra construir.
Vem aí.
Você critica quem usa IA.
Mas já pediu pra estagiário fazer pesquisa que deveria ser sua?
A diferença é que o estagiário não escala.
A IA, sim.
A gente vive uma era de extremos.
Qualquer debate vira guerra. Qualquer ferramenta vira bandeira.
Mas antes de criticar quem usa IA, uma pergunta honesta:
Você nunca assinou uma minuta que um assessor redigiu?
Nunca pediu uma pesquisa que deveria ter feito você mesmo?
O problema nunca foi a ferramenta.
Foi sempre o uso irresponsável dela.
Usar IA com consciência não é preguiça.
É estratégia. É o que vai separar o profissional do futuro de quem vai f**ar pra trás.
Você usa IA ou ainda tá no time que critica sem experimentar? 👇
Clique aqui para requerer seu anúncio patrocinado.
Localização
Categoria
Entre em contato com a escola/colégio
Telefone
Endereço
Vitória, ES