Você já estudou inglês por anos.
Mas ainda trava quando a conversa importa.
Não na aula.
Não no exercício.
Não naquela frase ensaiada.
Mas na reunião real.
Na negociação.
Na apresentação.
Na venda internacional.
Na conversa com um cliente de fora.
Na hora de defender uma ideia.
Na hora de discordar com precisão.
Na hora de improvisar sem parecer inseguro.
E isso acontece com muito mais gente do que parece.
O problema não é falta de inteligência.
Não é falta de esforço.
Não é porque você “não leva jeito”.
O problema é outro.
A maioria dos brasileiros passa anos estudando inglês.
Mas quase nunca treina o tipo de inglês que realmente aparece no trabalho.
Inglês para fins específicos.
Inglês técnico.
Inglês profissional.
Inglês para reuniões.
Inglês para negociação.
Inglês para apresentações.
Inglês para networking.
Inglês para argumentar, explicar, posicionar e decidir.
Porque existe uma diferença enorme entre saber inglês e funcionar em inglês.
Você pode entender textos.
Pode assistir a vídeos.
Pode até conversar sobre temas simples.
Mas, quando precisa negociar um contrato, apresentar uma proposta ou participar de uma decisão estratégica, o nível de exigência muda.
A fluência real aparece sob pressão.
A precisão aparece no detalhe.
A segurança aparece na prática.
E prática real não se constrói só com vocabulário solto.
Ela se constrói em conversas relevantes.
Com temas relevantes.
Com pessoas que também têm repertório profissional.
É por isso que existe o Forword Professional Circle.
Um grupo online de conversação profissional e networking em inglês para profissionais B2–C1.
Toda quinta-feira, das 19h às 20h.
Sem fidelidade.
Com acesso mensal.
E com discussões sobre carreira, mercado, tecnologia, gestão, negócios, ciência e temas atuais.
Não é para começar do zero.
É para quem já estudou inglês e agora precisa usar esse inglês com mais presença, agilidade e precisão no mundo profissional.
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Forword Comunicação e Idiomas
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Seu inglês não precisa servir para tudo.
Precisa servir para o que você faz.
E essa diferença muda completamente a forma de aprender.
Imagine um profissional de TI.
Ele pode conhecer inglês.
Pode ler.
Pode até conversar.
Mas, no trabalho, precisa discutir sistemas, requisitos, bugs, prazos e soluções.
Agora pense em um engenheiro.
Ou em um médico.
Um advogado.
Um gestor que conduz reuniões internacionais.
Cada um deles precisa de um inglês diferente.
É aí que entra o ESP — English for Specific Purposes.
Em português, Inglês para Fins Específicos.
Em vez de estudar inglês de forma genérica,
o treinamento parte das situações que você realmente enfrenta.
Reuniões.
Apresentações.
Negociações.
Documentação técnica.
Vocabulário da sua área.
E-mails profissionais.
Conversas com clientes, fornecedores e equipes internacionais.
Esse é o princípio do inglês técnico e do inglês profissional especializado:
você não aprende uma língua desconectada da sua realidade.
Você aprende a usar o inglês dentro dela.
E há uma diferença importante aqui.
ESP não é simplesmente decorar uma lista de termos técnicos.
Um bom treinamento trabalha vocabulário, sim.
Mas também trabalha as estruturas, a comunicação e as situações reais da profissão.
Quer aplicar isso aos seus estudos?
Comece identificando três situações em que você realmente precisa usar inglês.
Depois, liste o vocabulário e as funções comunicativas mais frequentes em cada uma.
Por fim, treine essas situações em contexto, e não palavras isoladas.
Quanto mais específico for o objetivo,
mais estratégico pode ser o treinamento.
Você não precisa estudar “todo o inglês” antes de usar o inglês que importa para a sua carreira.
Precisa de um programa construído em torno do que você realmente precisa fazer.
Quer entender como funciona o Inglês para Fins Específicos (ESP) e como ele pode ser aplicado à sua profissão?
Comente ESP aqui embaixo e eu te mando mais informações.
Você não precisa “saber inglês” para passar no exame.
Você precisa saber **o inglês que o exame cobra**.
E essa diferença elimina meses de estudo perdido.
Muita gente chega ao mestrado, doutorado ou concurso com a mesma preocupação:
“Meu inglês não é bom o suficiente.”
Só que, em muitos exames de proficiência, o objetivo não é conversar fluentemente.
É outra competência.
É localizar informação.
Entender argumentos.
Identificar palavras-chave.
Reconhecer conectores.
Interpretar textos acadêmicos.
Trabalhar com contexto.
E responder dentro do tempo disponível.
Já vi candidatos com anos de curso de inglês sofrerem em provas de proficiência.
E também já vi alunos com inglês bem mais limitado conseguirem aprovação.
Por quê?
Porque aprenderam a fazer a prova.
Para quem precisa de **inglês para concursos, mestrado e doutorado**, a preparação precisa ser estratégica.
Comece por três pontos:
1. Descubra exatamente qual é o formato do exame da sua instituição.
2. Treine leitura com textos semelhantes aos que realmente aparecem na prova.
3. Pare de tentar traduzir palavra por palavra.
Esse último erro é especialmente perigoso.
Na leitura acadêmica, você precisa aprender a identificar sentido antes de buscar equivalências isoladas.
Título.
Subtítulos.
Palavras cognatas.
Marcadores discursivos.
Estrutura dos parágrafos.
Informações explícitas.
Inferências.
Tudo isso reduz o tempo de leitura e aumenta a precisão.
E há outro detalhe importante:
Uma prova de **proficiência em inglês para mestrado ou doutorado** não deve ser preparada da mesma forma que TOEFL, IELTS ou uma aula convencional de inglês.
O exame tem uma finalidade específica.
Sua preparação também deveria ter.
Há quase 30 anos trabalho com alunos que precisam comprovar proficiência para processos acadêmicos, seleções e concursos.
O foco não é estudar mais.
É estudar aquilo que efetivamente aumenta sua chance de aprovação.
Se você tem uma prova de inglês ou espanhol pela frente e não sabe por onde começar, eu posso explicar como funciona a preparação.
Comente **“EXAME”** e eu envio mais informações.
Uma tradução juramentada mal feita pode custar duas vezes.
E não estou falando só de dinheiro.
Estou falando de prazo perdido.
Documento recusado.
Processo atrasado.
Histórico escolar questionado.
Contrato mal interpretado.
E, em alguns casos, a necessidade de refazer tudo do zero.
Isso acontece mais do que parece.
A instituição de destino pode simplesmente recusar a tradução.
Ou pode aceitá-la, mas ter dificuldade para entender exatamente o que aquele documento significa.
Em um histórico escolar, por exemplo, um nome de disciplina mal traduzido pode comprometer a análise de equivalência.
A carga horária pode ficar pouco clara.
A correspondência entre matérias pode gerar dúvida.
E o aluno pode ter dificuldade para conseguir o aproveitamento de disciplinas já cursadas.
Em contratos, o risco pode ser ainda maior.
Uma cláusula ambígua pode mudar a interpretação de direitos, obrigações, prazos ou responsabilidades.
Por isso, tradução juramentada — ou tradução certificada — não deveria ser escolhida apenas pelo menor preço.
O documento precisa funcionar no país e na instituição para os quais está sendo enviado.
Isso exige precisão terminológica.
Leitura cuidadosa do contexto.
Consistência.
Revisão.
E experiência com documentos oficiais.
Na Forword, quase 30 anos de atuação ajudam a reduzir o risco de retrabalho e aumentar a confiabilidade do processo.
Certidões.
Diplomas.
Históricos escolares.
Documentos pessoais.
Contratos.
Cada tipo de documento exige decisões linguísticas diferentes.
Antes de contratar uma tradução juramentada para o inglês, verifique se o profissional compreende não apenas o idioma, mas também a finalidade do documento.
O barato pode sair caro quando o documento precisa ser traduzido novamente.
E o segundo pagamento costuma vir acompanhado de algo ainda mais difícil de recuperar:
tempo.
Quer saber como funciona a nossa tradução juramentada (certificada) para o inglês?
Comente **TRADUÇÃO** e eu envio mais informações.
Conseguir se virar em uma viagem não significa estar preparado para conduzir uma reunião internacional. Pedir informações, fazer check-in ou resolver situações cotidianas exige um tipo de inglês muito diferente daquele necessário para negociar, argumentar, apresentar ideias e liderar decisões.
O inglês de liderança precisa ser treinado dentro do contexto profissional, com vocabulário, tom, clareza e presença adequados às situações em que a carreira realmente está em jogo.
Comenta LIDERANÇA que te mando o roteiro com as 5 frases que mudam o tom de uma reunião internacional.
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