11/05/2026
Uma mãe não constrói o mundo no lugar da criança. Ela começa perto, apoia a mão no início e acompanha os primeiros rabiscos. Ela entende que a “bagunça” da tentativa é a rota sendo traçada e permite que o erro vire caminho.
E, aos poucos, vai deixando a criança ocupar mais espaço na própria travessia.
Um dia, aquela mão pequena cresce, o mapa muda e o mundo ganha outra proporção.
Mas alguma coisa permanece.
A presença de quem esteve ali desde o primeiro traço. Não para decidir o destino, mas pra ajudar a criança a confiar que podia seguir.
Feliz Dia das Mães pra todas as mamães que cercam nosso dia-a-dia da Ilha ❤️