12/05/2026
Hoje eu só queria olhar pra você e agradecer.
Pela irmã que você é.
Pela mulher que você se tornou.
Eu aprendo com você todos os dias.
Com a sua força silenciosa.
Com a sua capacidade de cuidar.
Com a sua persistência mesmo quando ninguém vê o quanto você carrega.
Com a sua organização, seu senso de responsabilidade, seu coração disponível.
Você tem esse jeito firme de amar que ensina sem precisar falar muito. E através da pessoa que você é, Deus me ensina sobre cuidado, presença e amor.
É um privilégio imenso ter sido presenteada com você na minha vida.Nossa caminhada lado a lado virou parte daquilo que sustenta quem eu sou.
Obrigada por existir tão inteira, tão forte e tão amorosa.Te admiro profundamente.
Parabéns pelo seu novo ano. 🤍Que Deus abençoe profundamente a sua vida, os seus caminhos e tudo aquilo que o seu coração carrega em silêncio.
Que nunca falte força nos dias difíceis, leveza nos dias bons e amor para continuar sendo essa mulher tão preciosa para todos ao seu redor.
Que o Senhor te guarde, te sustente e te surpreenda com bondade, saúde, paz e alegria.
Te admiro profundamente.
27/02/2026
53 anos hoje.
Eu olho para trás e não vejo sorte.
Vejo processo. Vejo caminho mesmo — daqueles que às vezes a gente faz chorando, às vezes em silêncio, às vezes sem entender direito o que está acontecendo, mas continua andando.
A vida já me deu coisas que eu não pedi. Já me colocou em situações que doeram, que exigiram mais maturidade do que eu imaginava ter. Já me fez encarar limites, fragilidades, medos que eu preferia não conhecer. Houve perdas. Houve frustrações. Houve dias em que eu precisei ser forte não porque eu queria, mas porque era o que tinha para aquele momento.
Com o tempo eu entendi algo muito simples e muito profundo: eu não escolho tudo o que me acontece, mas eu escolho o que faço com isso. E essa escolha muda tudo.
Eu peguei o que era dor e transformei em direção. Peguei o que era silêncio e transformei em estudo. Peguei crises que poderiam ter me endurecido e deixei que elas me amadurecessem. Nada foi desperdício. Nada foi em vão.
E eu sei que não fiz esse caminho sozinha. Deus, meu Pai, me sustentou nos dias em que eu achei que não daria conta. Jesus me cobriu com graça quando eu me senti pequena, falha, insuficiente. O Espírito Santo me guiou nos momentos em que eu não sabia qual decisão tomar, qual porta fechar, qual passo dar.
Cada processo me forjou. Cada desafio me lapidou. Cada queda me ensinou algo que eu não aprenderia em dias fáceis.
Hoje, aos 53, eu não celebro só um aniversário. Eu celebro a mulher que permaneceu. A mulher que revisou padrões. A mulher que não deixou a amargura vencer. Celebro os planos que continuam vivos dentro de mim. Celebro uma fé que cresceu mais do que o medo.
Eu sigo com sonhos. Sigo com projetos. Sigo com propósito. Não porque tudo deu certo, mas porque até o que deu errado cooperou para me posicionar.
Se tem algo que aprendi nessa jornada é que aquilo que parecia atraso muitas vezes era proteção. Aquilo que parecia perda, muitas vezes era direção.
Que venham os próximos anos. Eu continuo caminhando com Deus à frente, com a graça de Jesus me sustentando e com o Espírito Santo guiando meus passos.
22/02/2026
O problema não é o Carnaval.
Nunca foi.
O problema é o que vai sendo instalado no imaginário coletivo enquanto a gente aplaude distraído.
Símbolos não são neutros.
Eles educam emoções.
Eles moldam comportamentos.
Eles dizem, em silêncio, o que merece ser preservado… e o que pode ser descartado.
Quando aquilo que sustenta vínculos vira piada, alegoria ou excesso, algo se desloca dentro de nós — mesmo que a gente não saiba explicar.
E o mais delicado de tudo:
isso raramente entra em nós como ataque.
Entra como diversão.
Como arte.
Como “é só Carnaval”.
Mas o que é repetido vira normal.
E o que vira normal, vira base.
A pergunta não é se você concorda ou discorda.
A pergunta é: o que você está absorvendo sem perceber?
👉 Você está defendendo seus valores…
ou aplaudindo a própria desestruturação?
Vamos conversar nos comentários.
Esse assunto precisa de consciência, não de silêncio.
ReflexãoProfunda OQueEstamosNormalizando Carnaval Identidade
16/02/2026
Eu e minha família esquiamos juntos todos os anos. É uma tradição desde que Noelle e Rayan eram pequenininhos — quando a roupa era maior que eles e a pista parecia imensa. Crescemos dentro desse ritual. Eles cresceram, ganharam vida própria, construíram suas histórias, hoje têm suas próprias famílias… e, ainda assim, continuam escolhendo estar aqui com a gente. Este ano fomos para Val Thorens e, como sempre, a expectativa f**a lá no alto: quem acompanha quem, quem evoluiu mais, quem está mais rápido. É quase uma competição divertida entre nós. E o mais bonito é ver os que chegaram entrarem no jogo com naturalidade. Mateus e Carol abraçaram a tradição, integrados de verdade. Não é só sobre esquiar. É sobre continuidade. É sobre ver o tempo passar… e perceber que o vínculo ficou.
Talvez por isso eu tenha um hábito nessas viagens: eu me vigio para não viver no automático. O que antes era rotina, hoje é escolha — e escolha precisa de presença. O cérebro registra rápido o que dói, mas o que é bonito pode passar despercebido se a gente não parar. Então eu paro várias vezes ao longo do dia, respiro e penso: “Isso é raro. Isso é precioso.” Eu me trago para dentro do momento.
Só que esse ano teve uma camada diferente. Eu fui doente. Tosse, cansaço, duas velocidades abaixo deles. Eles esquiando com energia, eu esquiando com esforço. E, sim, em muitos momentos eu reclamei. O corpo pesava e a energia deles contrastava com a minha. Ali começou outro aprendizado: eu precisava não me entregar à doença, mas também não ultrapassar meu limite. Até onde eu estava esquiando porque eu queria? E até onde era só para acompanhar? Eu precisei aceitar que aquela não seria uma viagem vivida no meu 100%. E tudo bem.
CONTINUAÇÃO NO COMENTÁRIO FIXADO
31/12/2025
Encerrar um ano é mais do que fechar agenda.
É reconhecer os encontros que nos atravessaram e nos fizeram maiores.
Sou grata a cada pessoa que confiou sua história, suas dores e seus silêncios a mim.
Esse trabalho só existe porque há coragem de sentir do outro lado.
E hoje também quero agradecer a quem caminha comigo na linha de frente do cuidado:
psicólogos, terapeutas, profissionais da saúde mental.
Cuidar de quem sofre exige presença, ética, estudo — e coração disponível.
Que 2026 nos encontre mais inteiros,
mais conscientes do impacto do nosso trabalho
e mais comprometidos com uma escuta que transforma.
Seguimos.
Com responsabilidade, verdade e propósito.
09/12/2025
Você já percebeu que a sua dor piora quando alguém te exige demais?
Quando volta depois daquela conversa difícil?
Quando aparece toda vez que você precisa ser forte demais?
Ou quando melhora só um pouco quando você desacelera e respira de verdade?
Muita gente não faz essa associação, mas o corpo faz.
Esses padrões são pistas. Sinais de que existe uma história por trás do sintoma,
algo que você viveu e que ainda não encontrou um lugar pra se resolver dentro de você.
E é exatamente aí que o meu livro entra.
Ele vai te ajudar a enxergar essas conexões invisíveis,
a entender o que a dor está tentando dizer,
e a chegar no ponto onde tudo começou, pra que o corpo pare de carregar sozinho aquilo que já pesou demais.
E você? Qual dor do seu corpo mais muda conforme a sua vida muda?
04/12/2025
Amanhã encerramos um ciclo.
E não poderia ser com outra parábola senão essa,
a que fala não apenas do filho que retorna,
mas também daquele que nunca saiu…
e mesmo assim se perdeu por dentro.
A Parábola do Filho Pródigo é, na verdade,
a parábola das nossas duas metades:
🔸 A parte que erra, cai, rompe… e volta.
Carregada de culpa, mas faminta de pertencimento.
🔸 E a parte que “f**a”, faz tudo certo…
mas se ressente, se compara, se sente esquecida,
buscando um amor que confirme seu valor.
As duas vivem em nós.
As duas pedem acolhimento.
As duas revelam feridas diferentes
que o corpo tenta organizar, à sua maneira,
quando o coração ainda não sabe como fazer.
Amanhã, às 5h, fechamos esse ciclo de 10 parábolas.
E vamos olhar para essas duas forças que pulsam dentro de cada um de nós,
a que foge e a que se enrijece,
a que retorna e a que resiste.
Porque só quando reconhecemos essas partes
é que podemos organizar o que nos atravessa
e voltar, enfim, para a nossa verdade.
📌 Live 10 — A Parábola do Filho Pródigo
⏰ Sexta-feira • 5h da manhã
🔔 Transmissão ao vivo •
✨ Comenta aqui: qual dessas duas partes você sente mais viva em você hoje?
02/12/2025
Desde o primeiro rascunho deste livro, eu sabia exatamente o que ele era.
Não um livro sobre cura.
Mas um livro sobre compreensão.
Compreender por que o peito aperta,
por que a enxaqueca retorna sem aviso,
por que o estômago trava antes de certas conversas,
por que o corpo adoece sempre nos mesmos momentos da vida.
A maioria das pessoas não sabe, mas o corpo nunca age contra você.
Ele não te sabota.
Ele não quer o seu mal.
Ele faz o que sabe fazer: proteger.
A doença, muitas vezes, é essa proteção chegando ao limite.
É um sinal, não de fracasso, mas de história.
É o corpo dizendo: “alguma coisa aqui dentro precisa ser vista.”
Ao longo dos anos, mergulhei profundamente na linguagem simbólica do corpo,
nos mapas emocionais,
nas manifestações físicas do trauma
e nos mecanismos psíquicos que se escondem atrás de cada sintoma.
E descobri algo que transformou minha prática clínica:
A doença nunca é o fim.
Ela é o início da investigação.
A porta de entrada para o conflito psíquico que ainda não encontrou voz.
Esse livro nasceu para te mostrar isso.
Para que você pare de lutar com o seu corpo
e comece a escutá-lo e cura-lo.
Porque cada sintoma é um caminho.
Cada dor tem uma história.
E todo corpo fala muito antes da mente perceber.
Hoje, ao tocar essa capa, eu senti nitidamente:
está chegando a hora de dividir esse conhecimento com você.
👉 Quer ver um trecho onde explico por que a doença pode ser uma aliada , e não uma inimiga?
02/12/2025
Ela chegou na sessão com o maxilar travado.
Os ombros lá em cima.
A respiração curta, como quem vive sempre se preparando para o impacto.
Quando eu perguntei há quanto tempo ela se sentia assim, ela não soube responder.
“Acho que sempre… eu só fui f**ando dura.”
E é isso que quase ninguém vê:
ninguém nasce rígida.
A gente endurece para sobreviver a lugares onde ser sensível doía demais.
Às vezes foi a infância barulhenta.
Às vezes um relacionamento que exigiu demais.
Às vezes uma vida inteira segurando o mundo pra não desmoronar.
Só que chega um momento — inevitavelmente — em que o corpo devolve a conta.
Ele começa a sussurrar:
“Não precisa mais se proteger assim.”
“Agora você pode me ouvir.”
É aqui que a cura começa:
não quando você f**a mais forte…
mas quando você encontra coragem para amolecer,
para baixar a guarda,
para respirar sem pedir desculpas,
para existir sem se defender de tudo.
O corpo não está te punindo.
Ele está te convidando de volta pra você.
💬 O que nessa história te tocou mais?
Comenta aqui — quero sentir você.