31/08/2026
Você sente que sempre precisa “fazer alguma coisa” para que as pessoas continuem gostando de você?
Talvez você seja aquela que:
— anima todo mundo, mesmo estando cansada;
— resolve os problemas de todos;
— está sempre disponível;
— evita dizer “não” para não chatear ninguém;
— e, quando alguém muda com você, logo pensa: “O que eu fiz de errado?”
No fundo, existe um medo:
“Se eu parar de fazer tudo isso, será que ainda vão me amar?”
Isso cansa.
Porque você não está apenas amando as pessoas. Está trabalhando o tempo todo para não perder o amor delas.
Talvez, em algum momento da sua vida, você tenha aprendido que precisava ser boazinha, útil, forte, engraçada ou agradável para ser querida.
E mesmo que hoje você saiba que não deveria precisar agradar todo mundo, alguma coisa dentro de você ainda não consegue parar.
Isso acontece porque essa história não está apenas nos seus pensamentos.
Ela pode estar nas lembranças que f**aram marcadas, nas imagens que você guardou, no jeito como o seu corpo aprendeu a se proteger e até em padrões que vêm sendo repetidos na sua família há gerações.
Por isso, no meu trabalho, não olho apenas para aquilo que você pensa. Uso recursos de processamento de memória e abordagens que também incluem o corpo e o sistema nervoso.
Eu olho para você por inteiro: sua mente, seu corpo, sua história e seu espírito.
Você não precisa deixar de cuidar, ajudar ou fazer o outro sorrir.
A diferença é poder fazer tudo isso porque escolheu, e não porque sente que precisa entregar alguma coisa para merecer amor.
Não ser você o tempo todo rouba sua energia, sua leveza e sua vida.
Por isso, não desista de ser você.
Não desista de ser você inteira.
Você merece descobrir como é ser amada sem precisar trabalhar o tempo todo para isso.
Clique no link da bio e conheça o meu trabalho no Instituto Sabrina Matias.