Instituto Sabrina Matias

Instituto Sabrina Matias Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Instituto Sabrina Matias, Formação, Rua Henrique Moscoso, 90, Vila Velha.

31/08/2026

Você sente que sempre precisa “fazer alguma coisa” para que as pessoas continuem gostando de você?

Talvez você seja aquela que:

— anima todo mundo, mesmo estando cansada;
— resolve os problemas de todos;
— está sempre disponível;
— evita dizer “não” para não chatear ninguém;
— e, quando alguém muda com você, logo pensa: “O que eu fiz de errado?”

No fundo, existe um medo:
“Se eu parar de fazer tudo isso, será que ainda vão me amar?”

Isso cansa.

Porque você não está apenas amando as pessoas. Está trabalhando o tempo todo para não perder o amor delas.

Talvez, em algum momento da sua vida, você tenha aprendido que precisava ser boazinha, útil, forte, engraçada ou agradável para ser querida.

E mesmo que hoje você saiba que não deveria precisar agradar todo mundo, alguma coisa dentro de você ainda não consegue parar.

Isso acontece porque essa história não está apenas nos seus pensamentos.

Ela pode estar nas lembranças que f**aram marcadas, nas imagens que você guardou, no jeito como o seu corpo aprendeu a se proteger e até em padrões que vêm sendo repetidos na sua família há gerações.

Por isso, no meu trabalho, não olho apenas para aquilo que você pensa. Uso recursos de processamento de memória e abordagens que também incluem o corpo e o sistema nervoso.

Eu olho para você por inteiro: sua mente, seu corpo, sua história e seu espírito.

Você não precisa deixar de cuidar, ajudar ou fazer o outro sorrir.

A diferença é poder fazer tudo isso porque escolheu, e não porque sente que precisa entregar alguma coisa para merecer amor.

Não ser você o tempo todo rouba sua energia, sua leveza e sua vida.

Por isso, não desista de ser você.
Não desista de ser você inteira.

Você merece descobrir como é ser amada sem precisar trabalhar o tempo todo para isso.

Clique no link da bio e conheça o meu trabalho no Instituto Sabrina Matias.

Às vezes, pedir desculpas deixa de ser apenas uma forma de educação e passa a ser uma estratégia de proteção.Você aprend...
29/08/2026

Às vezes, pedir desculpas deixa de ser apenas uma forma de educação e passa a ser uma estratégia de proteção.

Você aprendeu a se antecipar ao desconforto.
A explicar demais.
A evitar conflitos.
A tentar não incomodar.
A perceber o humor dos outros antes mesmo de perceber o seu.

Porque, em algum momento, talvez seu corpo tenha aprendido que era mais seguro ocupar menos espaço do que correr o risco de desagradar alguém.

E então você pode dizer “desculpa” quando, na verdade, está sentindo:

“Tenho medo de você f**ar bravo.”
“Tenho medo de você se afastar.”
“Tenho medo de ser um problema.”
“Tenho medo de perder o seu amor.”

Isso não signif**a que exista algo errado com você.

Signif**a que alguns comportamentos podem ter sido aprendidos como formas de se proteger.

Por isso, da próxima vez que o “desculpa” vier automaticamente, experimente fazer uma pausa e perguntar:

Eu realmente fiz algo errado ou estou tentando evitar uma rejeição, um conflito ou um afastamento?

Essa pergunta pode revelar muito sobre o que seu corpo aprendeu a fazer para se sentir seguro.

💬 Você costuma pedir desculpas mesmo quando não fez nada errado? Em que situações isso acontece mais?

Salve este post para se lembrar de observar o que existe por trás desse “desculpa” automático.

relacionamentos feridasemocionais comportamentospadronizados saudeemocional corpoememoria

28/08/2026

Você já viu o nome de alguém aparecer no telefone e, antes mesmo de atender, sentiu o coração acelerar?

Ou recebeu uma mensagem dizendo “precisamos conversar” e imediatamente percebeu um aperto no peito?

Às vezes, basta alguém mudar o tom de voz, demorar para responder ou você precisar dizer “não” para a ansiedade disparar.

E você pensa:

“Mas por quê? Não está acontecendo nada.”

Talvez não exista um perigo agora. Mas aquela situação pode ter tocado em algo que o seu sistema aprendeu, em outro momento, a reconhecer como ameaça: crítica, conflito, rejeição, abandono ou a sensação de não conseguir se proteger.

No vídeo, usei a metáfora de uma casa que recebeu uma carga elétrica. A descarga passou, mas a fiação continuou sensível. Qualquer pequena oscilação pode acionar o alarme.

E brinquei que talvez estivesse faltando um “fio terra” para ajudar essa carga a encontrar um caminho.

Trauma não é qualquer dificuldade. Ele pode acontecer quando uma experiência, única ou repetida, ultrapassa aquilo que conseguíamos enfrentar ou processar naquele momento.

Quando dizemos que “o trauma f**a no corpo”, não falamos de uma energia literalmente presa. Falamos de experiências que podem continuar aparecendo na respiração, nos músculos, no coração acelerado e nos impulsos de fugir, paralisar, agradar ou controlar.

Por isso, no meu trabalho, eu não olho apenas para os pensamentos. Considero também as memórias, as emoções, o corpo, os relacionamentos, a história familiar e a forma como tudo isso pode atingir o sentido da vida e a espiritualidade.

Cada pessoa precisa de uma leitura própria — e da ferramenta certa, no momento certo.

O objetivo não é apenas fazer a ansiedade desaparecer. É compreender por que o alarme continua disparando e ajudar mente e corpo a reconhecerem juntos:

“Aquilo aconteceu. Mas não está acontecendo agora.”

A ansiedade crônica pode ter diferentes causas e merece uma avaliação individual.

Clique no link da bio e conheça meu trabalho no Instituto Sabrina Matias.

Nunca imaginei que um dia entraria sozinha no restaurante de um hotel e me sentiria verdadeiramente à vontade.Eu sempre ...
22/08/2026

Nunca imaginei que um dia entraria sozinha no restaurante de um hotel e me sentiria verdadeiramente à vontade.
Eu sempre consegui fazer isso. Entrava, escolhia uma mesa, fazia meu pedido e jantava. Não era algo que me paralisava ou me impedia de viver.
Mas também não era simples.
Eu conseguia, só que à custa de muito esforço.

E sabe o que é curioso? Eu não estava exatamente preocupada com o julgamento das pessoas. Durante muito tempo, achei que fosse isso. Depois, compreendi que o que eu sentia era uma profunda sensação de estar exposta. Essa sensação de exposição pode estar relacionada ao trauma. Dela podem nascer a vergonha paralisante, o estado de alerta e aquele desconforto no corpo que nem sempre conseguimos explicar.

O que poderia ser uma experiência agradável acabava se transformando em uma contagem regressiva para ir embora.
Hoje foi diferente.
Entrei sozinha no restaurante do hotel. Pedi uma taça de vinho, escolhi um prato e me sentei.
Em determinado momento, percebi meu corpo apoiado na cadeira. Eu saboreava a comida, observava o ambiente e me sentia bem.

Eu não estava tentando parecer tranquila.
Eu estava tranquila. Estava alegre.
Feliz.
Inteira em minha própria companhia.
E talvez a palavra que melhor traduza o que senti seja esta:

Liberdade.

Para quem estivesse olhando de fora, não havia nada de extraordinário naquela cena. Era apenas uma mulher jantando sozinha. Mas eu sabia que algo havia mudado profundamente dentro de mim. Naquele mesmo dia, durante uma vivência da minha especialização em trauma, passei por um processo muito importante relacionado ao abuso sexual que sofri aos cinco anos.
Era uma história que eu já havia compreendido e cuidado de muitas maneiras. Racionalmente, eu sabia que não tinha culpa. Sabia que aquilo havia terminado. Sabia que eu já não era aquela criança.

Reconhecer tudo isso foi essencial.
Mas nem tudo o que a mente compreende é imediatamente acompanhado pelo corpo.
Uma parte de mim ainda carregava o congelamento, o medo e a impossibilidade de reagir daquela criança. E isso se manifestava em situações que eu jamais teria relacionado ao abuso.

Durante aquele processo, algo pôde se mover.

Hoje eu só queria olhar pra você e agradecer.Pela irmã que você é. Pela mulher que você se tornou.Eu aprendo com você to...
12/05/2026

Hoje eu só queria olhar pra você e agradecer.
Pela irmã que você é.
Pela mulher que você se tornou.
Eu aprendo com você todos os dias.
Com a sua força silenciosa.
Com a sua capacidade de cuidar.
Com a sua persistência mesmo quando ninguém vê o quanto você carrega.
Com a sua organização, seu senso de responsabilidade, seu coração disponível.

Você tem esse jeito firme de amar que ensina sem precisar falar muito. E através da pessoa que você é, Deus me ensina sobre cuidado, presença e amor.

É um privilégio imenso ter sido presenteada com você na minha vida.Nossa caminhada lado a lado virou parte daquilo que sustenta quem eu sou.

Obrigada por existir tão inteira, tão forte e tão amorosa.Te admiro profundamente.

Parabéns pelo seu novo ano. 🤍Que Deus abençoe profundamente a sua vida, os seus caminhos e tudo aquilo que o seu coração carrega em silêncio.
Que nunca falte força nos dias difíceis, leveza nos dias bons e amor para continuar sendo essa mulher tão preciosa para todos ao seu redor.

Que o Senhor te guarde, te sustente e te surpreenda com bondade, saúde, paz e alegria.

Te admiro profundamente.

53 anos hoje.Eu olho para trás e não vejo sorte. Vejo processo. Vejo caminho mesmo — daqueles que às vezes a gente faz c...
27/02/2026

53 anos hoje.

Eu olho para trás e não vejo sorte.
Vejo processo. Vejo caminho mesmo — daqueles que às vezes a gente faz chorando, às vezes em silêncio, às vezes sem entender direito o que está acontecendo, mas continua andando.

A vida já me deu coisas que eu não pedi. Já me colocou em situações que doeram, que exigiram mais maturidade do que eu imaginava ter. Já me fez encarar limites, fragilidades, medos que eu preferia não conhecer. Houve perdas. Houve frustrações. Houve dias em que eu precisei ser forte não porque eu queria, mas porque era o que tinha para aquele momento.

Com o tempo eu entendi algo muito simples e muito profundo: eu não escolho tudo o que me acontece, mas eu escolho o que faço com isso. E essa escolha muda tudo.

Eu peguei o que era dor e transformei em direção. Peguei o que era silêncio e transformei em estudo. Peguei crises que poderiam ter me endurecido e deixei que elas me amadurecessem. Nada foi desperdício. Nada foi em vão.

E eu sei que não fiz esse caminho sozinha. Deus, meu Pai, me sustentou nos dias em que eu achei que não daria conta. Jesus me cobriu com graça quando eu me senti pequena, falha, insuficiente. O Espírito Santo me guiou nos momentos em que eu não sabia qual decisão tomar, qual porta fechar, qual passo dar.

Cada processo me forjou. Cada desafio me lapidou. Cada queda me ensinou algo que eu não aprenderia em dias fáceis.

Hoje, aos 53, eu não celebro só um aniversário. Eu celebro a mulher que permaneceu. A mulher que revisou padrões. A mulher que não deixou a amargura vencer. Celebro os planos que continuam vivos dentro de mim. Celebro uma fé que cresceu mais do que o medo.

Eu sigo com sonhos. Sigo com projetos. Sigo com propósito. Não porque tudo deu certo, mas porque até o que deu errado cooperou para me posicionar.

Se tem algo que aprendi nessa jornada é que aquilo que parecia atraso muitas vezes era proteção. Aquilo que parecia perda, muitas vezes era direção.

Que venham os próximos anos. Eu continuo caminhando com Deus à frente, com a graça de Jesus me sustentando e com o Espírito Santo guiando meus passos.

O problema não é o Carnaval. Nunca foi.O problema é o que vai sendo instalado no imaginário coletivo enquanto a gente ap...
22/02/2026

O problema não é o Carnaval.
Nunca foi.
O problema é o que vai sendo instalado no imaginário coletivo enquanto a gente aplaude distraído.
Símbolos não são neutros.
Eles educam emoções.
Eles moldam comportamentos.
Eles dizem, em silêncio, o que merece ser preservado… e o que pode ser descartado.
Quando aquilo que sustenta vínculos vira piada, alegoria ou excesso, algo se desloca dentro de nós — mesmo que a gente não saiba explicar.
E o mais delicado de tudo:
isso raramente entra em nós como ataque.
Entra como diversão.
Como arte.
Como “é só Carnaval”.
Mas o que é repetido vira normal.
E o que vira normal, vira base.
A pergunta não é se você concorda ou discorda.
A pergunta é: o que você está absorvendo sem perceber?

👉 Você está defendendo seus valores…
ou aplaudindo a própria desestruturação?
Vamos conversar nos comentários.
Esse assunto precisa de consciência, não de silêncio.
ReflexãoProfunda OQueEstamosNormalizando Carnaval Identidade

19/02/2026

Hoje, faz um teste simples.

Escolhe um momento comum do seu dia — o café, uma conversa rápida, o caminho até o carro — e desacelera 30 segundos a mais do que você costuma.

Repara nos detalhes.
No tom da voz.
Na textura.
No silêncio entre uma frase e outra.

A vida raramente muda só nos grandes acontecimentos.
Ela vai se reorganizando nos pequenos pontos que quase ninguém vê.

Treina o olhar.
O que você começa a perceber… começa a crescer.

Depois me conta: o que você viu hoje que antes passava despercebido?

……

Eu e minha família esquiamos juntos todos os anos. É uma tradição desde que Noelle e Rayan eram pequenininhos — quando a...
16/02/2026

Eu e minha família esquiamos juntos todos os anos. É uma tradição desde que Noelle e Rayan eram pequenininhos — quando a roupa era maior que eles e a pista parecia imensa. Crescemos dentro desse ritual. Eles cresceram, ganharam vida própria, construíram suas histórias, hoje têm suas próprias famílias… e, ainda assim, continuam escolhendo estar aqui com a gente. Este ano fomos para Val Thorens e, como sempre, a expectativa f**a lá no alto: quem acompanha quem, quem evoluiu mais, quem está mais rápido. É quase uma competição divertida entre nós. E o mais bonito é ver os que chegaram entrarem no jogo com naturalidade. Mateus e Carol abraçaram a tradição, integrados de verdade. Não é só sobre esquiar. É sobre continuidade. É sobre ver o tempo passar… e perceber que o vínculo ficou.

Talvez por isso eu tenha um hábito nessas viagens: eu me vigio para não viver no automático. O que antes era rotina, hoje é escolha — e escolha precisa de presença. O cérebro registra rápido o que dói, mas o que é bonito pode passar despercebido se a gente não parar. Então eu paro várias vezes ao longo do dia, respiro e penso: “Isso é raro. Isso é precioso.” Eu me trago para dentro do momento.

Só que esse ano teve uma camada diferente. Eu fui doente. Tosse, cansaço, duas velocidades abaixo deles. Eles esquiando com energia, eu esquiando com esforço. E, sim, em muitos momentos eu reclamei. O corpo pesava e a energia deles contrastava com a minha. Ali começou outro aprendizado: eu precisava não me entregar à doença, mas também não ultrapassar meu limite. Até onde eu estava esquiando porque eu queria? E até onde era só para acompanhar? Eu precisei aceitar que aquela não seria uma viagem vivida no meu 100%. E tudo bem.

CONTINUAÇÃO NO COMENTÁRIO FIXADO

Encerrar um ano é mais do que fechar agenda.É reconhecer os encontros que nos atravessaram e nos fizeram maiores.Sou gra...
31/12/2025

Encerrar um ano é mais do que fechar agenda.
É reconhecer os encontros que nos atravessaram e nos fizeram maiores.

Sou grata a cada pessoa que confiou sua história, suas dores e seus silêncios a mim.
Esse trabalho só existe porque há coragem de sentir do outro lado.

E hoje também quero agradecer a quem caminha comigo na linha de frente do cuidado:
psicólogos, terapeutas, profissionais da saúde mental.
Cuidar de quem sofre exige presença, ética, estudo — e coração disponível.

Que 2026 nos encontre mais inteiros,
mais conscientes do impacto do nosso trabalho
e mais comprometidos com uma escuta que transforma.

Seguimos.
Com responsabilidade, verdade e propósito.

Endereço

Rua Henrique Moscoso, 90
Vila Velha, ES
29101-330

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviaremos um e-mail para você quando Instituto Sabrina Matias publicar novidades e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado para nenhum outro fim, e você pode cancelar a inscrição a qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar

Categoria