Instituto Nacional de Educação Perinatal e Saúde

Instituto Nacional de Educação Perinatal e Saúde Curso de Formação e Capacitação de Doulas e Educadoras Perinatais, com carga horária de 160h e equipe docente multidisciplinar.

🎨 AULA DE PINTURA GESTACIONAL COM YANA MELODia 09/09, das 19h às 22h, vamos viver uma experiência prática de arte, conex...
05/09/2026

🎨 AULA DE PINTURA GESTACIONAL COM YANA MELO

Dia 09/09, das 19h às 22h, vamos viver uma experiência prática de arte, conexão e cuidado com a gestação.

Você vai aprender técnicas de pintura gestacional e como fazer a transferência da pintura para o tecido.

A aula será prática e você poderá levar uma gestante para realizar a pintura ou praticar nas costas de outra pessoa. A lista de materiais será enviada previamente.

Investimento de R$ 90,00
📍 09/09 | 19h às 22h

Uma oportunidade para aprender uma nova técnica e transformar a gestação em arte. 🤍

4 motivos por que escolher o INEPES pra ser consultora de amamentação👇1 BASE CIENTÍFICA ATUALIZADA2 CASOS CLÍNICOS REAIS...
11/08/2026

4 motivos por que escolher o INEPES pra ser consultora de amamentação👇

1 BASE CIENTÍFICA ATUALIZADA
2 CASOS CLÍNICOS REAIS
3 SUS E MERCADO PRIVADO
4 TEMAS INCLUSIVOS

MOTIVOS EXTRAS:
Aqui você recebe
✅ Curso completo em Consultoria de Amamentação com 120h
✅ Aulas de aprofundamento e tira-dúvidas ao vivo mensais
✅ Acesso durante 1 ano
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Forme-se técnica, científica, ética e emocionalmente para transformar vidas através do aleitamento materno com excelência e ATÉ HOJE COM DESCONTO DE 500 REAIS!

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A amamentação vai muito além da pega correta. E quem domina esse conhecimento pode transformar a vida de centenas de fam...
28/07/2026

A amamentação vai muito além da pega correta. E quem domina esse conhecimento pode transformar a vida de centenas de famílias.

Participe de uma Masterclass exclusiva e descubra como atuar com segurança, embasamento científico e excelência no acompanhamento da amamentação.
Se você é profissional da saúde, doula ou deseja se especializar nessa área, essa aula é para você.

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Durante o trabalho de parto, o corpo trabalha intensamente: há contrações, suor, respiração ativa, gasto energético, lon...
03/07/2026

Durante o trabalho de parto, o corpo trabalha intensamente: há contrações, suor, respiração ativa, gasto energético, longos períodos acordada e, muitas vezes, dificuldade de se alimentar.

A ingestão oral de líquidos e alimentos durante o trabalho de parto é recomendada pelas evidências mais atuais.

O cuidado deve considerar sede, desejo, tolerância, condições clínicas, vômitos e necessidade de monitorar balanço hídrico.

Negar água ou líquidos, sem explicação e sem consentimento, pode ser uma prática desrespeitosa e violenta.

Humanização não é ausência de segurança.
Humanização é segurança com informação, escuta, consentimento e respeito à autonomia.

Boa prática é cuidar da pessoa que está parindo como sujeito — não como protocolo.

Tem um momento depois do nascimento em que o mundo deveria fazer silêncio.Porque ali, naquele primeiro colo, muita coisa...
30/06/2026

Tem um momento depois do nascimento em que o mundo deveria fazer silêncio.

Porque ali, naquele primeiro colo, muita coisa está acontecendo.

O bebê reconhece o cheiro.
A pele ajuda a regular o corpo.
O calor acalma.
A voz orienta.
O peito chama.

Não é “só colo”.
Não é “só uma foto bonita”.

É transição.
É vínculo.
É fisiologia.
É cuidado.

O bebê não nasce pronto para se separar.
Nasce pronto para encontrar.

Se você quer se tornar doula e presenciar esse momento da maneira que é devida, se junte a nós na 13º turma da Formação de Doula e Educadora Perinatal do INEPES.

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Essa é uma afirmação que muitas gestantes ainda escutam no fim da gestação.Mas a suspeita de macrossomia fetal, por si s...
29/06/2026

Essa é uma afirmação que muitas gestantes ainda escutam no fim da gestação.

Mas a suspeita de macrossomia fetal, por si só, não é indicação automática de cesárea.

As evidências mais recentes recomendam que a cesárea eletiva pode ser discutida em estimativas muito elevadas de peso fetal, especialmente a partir de 4.500 g em gestantes com diabetes ou 5.000 g em gestantes sem diabetes.

Ainda assim, isso não significa decisão automática.

Significa aconselhamento individualizado, informação qualificada e decisão compartilhada.

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O cordão umbilical não precisa ser cortado com pressa quando mãe e bebê estão bem.Depois do nascimento, ainda existe uma...
26/06/2026

O cordão umbilical não precisa ser cortado com pressa quando mãe e bebê estão bem.

Depois do nascimento, ainda existe uma transição acontecendo.

O clampeamento em tempo oportuno permite que parte do sangue da placenta continue passando para o bebê, contribuindo para melhores reservas de ferro e adaptação neonatal.

Em alguns casos, a ordenha do cordão umbilical intacto pode ser considerada antes do clampeamento, como forma de favorecer a transfusão placentária sem atrasar a assistência necessária.

Mas atenção: isso não é uma regra para todos os bebês e não é a mesma coisa que reanimação com cordão intacto. A conduta depende da idade gestacional, da vitalidade do bebê, da condição materna, da urgência clínica, da equipe treinada e dos protocolos do serviço.

Não é sobre transformar o cordão em ritual obrigatório. É sobre não interromper, sem necessidade, um processo fisiológico que ainda está acontecendo.

O cordão também conta uma história. E quando há segurança, esperar também é cuidado.

📄 Doula, oriente sua gestante a colocar no plano de parto: desejo clampeamento do cordão em tempo oportuno, se mãe e bebê estiverem bem e não houver contraindicação clínica.

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Depois do nascimento, ainda existe um tempo importante, sensível e profundamente fisiológico: a dequitação da placenta.É...
26/06/2026

Depois do nascimento, ainda existe um tempo importante, sensível e profundamente fisiológico: a dequitação da placenta.

É o momento em que a placenta se desprende do útero e nasce também.

Enquanto o bebê chega ao colo, ainda mais com a amamentação, a ocitocina continua seu trabalho: o útero contrai, o sangramento é observado, a placenta se separa e a equipe acompanha sinais de segurança.

Esse período pode ser conduzido de formas diferentes, a depender do contexto clínico, dos protocolos do serviço, da avaliação profissional e da escolha informada da pessoa gestante - que pode sentir pouca dor ou mais dor nessa fase (como no Reel que antecede esse post). Essas formas são:

Manejo ativo com uso de uterotônico e cuidados para reduzir o risco de hemorragia pós-parto.

Manejo fisiológico quando há condições de segurança para aguardar a saída espontânea da placenta, respeitando o tempo do corpo.

O mais importante é entender que a dequitação não é um detalhe.

É parte do parto.

E, como todo o parto, precisa de informação, vigilância, consentimento e cuidado baseado em evidências.

Porque a placenta também nasce.

E esse nascimento merece respeito.

Ps.: essa era a resposta da enquete do último Reels - DEQUITAÇÃO. E aí, acertaram?

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Inscrições abertas para a Formação de Doula e Educadora Perinatal do Inepes com R$500 de desconto! Clique no link da Bio...
23/06/2026

Inscrições abertas para a Formação de Doula e Educadora Perinatal do Inepes com R$500 de desconto!

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17/06/2026

Eu sonhei com um segundo parto domiciliar.

Quem viu o vídeo do parto do meu primeiro filho sabe o quanto foi maravilhoso — e o quanto eu desejava viver aquela experiência pela segunda vez.

Mas a gestação me ensinou, mais uma vez, que parto não é só sobre planejar, se preparar, controlar. É sobre atravessar o real.

Uma diabetes gestacional descompensada, mesmo com dieta e atividade física, transformou minha gestação em alto risco. O parto domiciliar planejado deu lugar a uma possibilidade difícil pra mim: indução… talvez cesariana?

Mas eu entrei em trabalho de parto justamente no dia em que iniciaríamos a indução mecânica, com 39 semanas.

Laís nasceu de parto natural, no hospital. E aquilo que eu imaginei como um retorno rápido para casa virou desconforto respiratório transitório, 24 horas de UTI, icterícia e 6 dias de internação.

Foi diferente do que eu sonhei.
Mas não foi menor.

Entre o parto ideal e o parto real, nasceu Laís e a minha vida se coloriu de novo, depois de uma perda e tempestade, veio a minha arco-íris.

E com ela, nasceu também uma nova versão de mim: mais inteira, mais humilde diante da vida e ainda mais convicta de que parir também é aprender a soltar, a se entregar para o possível.

Meu parto não foi como eu planejei.
Mas foi profundamente meu.

Foi mais dolorido.
Mas foi igualmente transformador.

Porque o segredo não é que parto é dor.

O segredo é que somos muito mais fortes do que imaginamos.

Somos mulheres.
E, quando chega a hora, a força nos encontra.

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