Sara Veloso - Coach

Ligar Como chegar Site Entre em contato com a escola/colégio

Sara Veloso - Coach Despertar a sua jornada de transformação profissional, passos para libertar seu potencial e expressar sua singularidade.

Sentir o Élan, esse impulso vital que gera em cada uma e cada um a energia e motivação para sua autorrealização. Formação

Economista, formada na Universidade de Paris Dauphine. Pós em Pedagogia para Adultos e Educação Corporativa na Universidade de Lille. Formada em Gestão e liderança estratégica na Fundação Dom Cabral. Formações na Escola 'Ecoute ton corps' da Lise Bourbeau, entendendo as feridas, os medos e freios que dificultam achar caminhos. Formação de Coach Executiva na Escola de Coachs do EcoSocial, credenciada pela ICF (International Coach Federation). Vida profissional

25 anos como executiva de RH, profissional de desenvolvimento humano e organizacional e mais de 17 anos liderando equipes. Atração e seleção, mapeamento e mobilidade de talentos, programas de desenvolvimento e de capacitação de líderes, projetos de transformação organizacional e cultural. Contribuição em grandes empresas multinacionais, tanto na França, no Brasil como na América Latina. Coach focada no acompanhamento individual em momentos de transformação no âmbito profissional. Vida pessoal

Tenho 48 anos, sou francesa e portuguesa, vivi na França, em Portugal e na Espanha e estou no Brasil desde 2015. Minha história é diversa de influências, de momentos desafiadores, de mudanças e transformações, numa jornada de afirmação da minha essência. Vivo com o Emerson e tenho 2 enteados, nossa família é diversa e aberta. Amo entender o que singulariza e diferencia, isso faz crescer cada dia mais a minha humanidade. Coaching para

• Desenvolver sua liderança e gestão de equipe.
• Entender como evoluir na sua carreira.
• Se posicionar no seu novo cargo.
• Clarear e mudar uma situação de desmotivação e desengajamento.
• Aprimorar seu autoconhecimento para fazer suas escolhas.
• Aprimorar sua atuação num trabalho a distância.

Eu não estava em Paris no dia 12 de setembro. Vi a cena numa tela pequena, como milhões de pessoas.Céline Dion entra no ...
23/09/2026

Eu não estava em Paris no dia 12 de setembro. Vi a cena numa tela pequena, como milhões de pessoas.

Céline Dion entra no palco depois de seis anos de ausência. A plateia se levanta. Ela abre os braços, fecha os olhos, começa a cantar e não consegue. Para.

O que me tocou não foi ela ter conseguido voltar a cantar, e sim ela não ter escondido o instante em que não conseguiu. Logo depois, disse à plateia que havia prometido não chorar e que não cumpria suas promessas. Naquele momento, algo aconteceu entre ela e o público que não estava no roteiro.

A cena me levou a um workshop sobre confiança com um grupo de líderes, pessoas acostumadas a se posicionar, decidir e sustentar opiniões. Quando chegamos à autenticidade, uma diretora colocou em palavras o que estava na sala: "é tão difícil falar sobre si mesmo".

Na liderança, aprendemos muito mais a nos posicionar sobre as coisas do que a nos colocar na relação. Analisamos, decidimos, orientamos, respondemos. Falar sobre o que ainda não sei, o que me preocupa ou o que está acontecendo comigo diante do outro vai em outra direção.

O que Céline não conseguiu fazer naquele instante foi desempenhar. E foi exatamente isso que construiu algo entre ela e quem estava ali. A plateia deixou de ser apenas plateia.

Na liderança não há palco. Há a reunião de equipe, a conversa difícil, o feedback, o pedido de ajuda. A escala muda. O ato de confiar, talvez não.

O artigo completo está no link da bio.

Identificar onde a confiança falta é a parte fácil.Mais transformador é o passo seguinte: sair da constatação e fazer o ...
19/09/2026

Identificar onde a confiança falta é a parte fácil.

Mais transformador é o passo seguinte: sair da constatação e fazer o primeiro gesto.

Protagonismo não é assumir a culpa pela confiança que falta. É assumir a autoria do próximo movimento, e ele quase sempre é pequeno: uma escuta sem pressa, um sentimento dito em voz alta, uma pergunta feita antes de ter certeza da resposta.

Protagonismo, aqui, é confiança dada: aproximar antes de ter garantia.
👉 Em que medida você escolhe ser protagonista da confiança que existe, ou que falta, na sua equipe?

"Preciso aprender a delegar."Escuto essa frase com frequência. Mas o que está por baixo nem sempre é uma dificuldade téc...
17/09/2026

"Preciso aprender a delegar."

Escuto essa frase com frequência. Mas o que está por baixo nem sempre é uma dificuldade técnica com delegação.

Às vezes é uma confusão: quem lidera está distante, dá pouca autonomia, e o pouco que a pessoa consegue mostrar é lido como "incompetência". A leitura justifica a distância, a distância mantém a autonomia baixa, e o ciclo se fecha sem que nada mude.

A equipe aprende a entregar o que é cobrado. Não a contribuir com o que é possível. E quem lidera permanece convencido(a) de que o problema é de competência, quando o que falta é relação.

A relação precede o diagnóstico.

👉 Como você avalia o que o seu time realmente traz: com contato real ou à distância?

"É tão difícil falar sobre si mesmo."Essa frase surgiu numa diretora, num workshop Liderar pela Confiança. E nomeia algo...
27/08/2026

"É tão difícil falar sobre si mesmo."

Essa frase surgiu numa diretora, num workshop Liderar pela Confiança. E nomeia algo que se repete: passamos boa parte do tempo de liderança dando opinião. O que penso, o que vejo, o que deveria ser feito.

É o role, a parte que se desempenha, voltada para fora.

Como eu funciono, o que eu preciso, o que eu sinto é outra coisa. É o soul. Quase nunca ocupa espaço. Não porque seja menos importante, mas porque ainda não se abriu espaço para isso.

O escritor americano Parker Palmer chama de vida dividida o afastamento entre soul e role: quando o que se desempenha se separa de quem realmente se é, e o preço aparece como desgaste, não como alívio. Inteireza não é balancear os dois. É parar de tratar o soul como dispensável.

O que você diria hoje sobre o seu soul, além da opinião que o seu role já dá todo dia?

24/08/2026

Pedir desculpas não é admitir que você está errado. É assumir a responsabilidade pela sua parte.

Simon Sinek traduz isso com uma imagem simples: a mala de rodinhas que, sem querer, passa por cima do pé de alguém no aeroporto. Você não teve a intenção. Mas a mala é sua.

Na liderança, funciona igual. Suas palavras, suas decisões e seus silêncios produzem efeitos que você nem sempre pretendeu. E a pergunta que constrói confiança não é "quem estava certo?", e sim "quem assume a sua parte?".

Porque times não esperam líderes infalíveis. Esperam líderes que se responsabilizam. E é aí que a confiança começa.

E você: quantas conversas já travou defendendo a intenção, quando o que a relação pedia era responsabilização?

🎥 Trecho do podcast A Bit of Optimism, de

📖 Diários da ConfiançaSer confiante não é ser confiável.Confiança é olhar de dentro. Confiabilidade é olhar de fora.Ser ...
22/08/2026

📖 Diários da Confiança

Ser confiante não é ser confiável.

Confiança é olhar de dentro. Confiabilidade é olhar de fora.

Ser confiante é abrir espaço, por dentro, para colocar sua capacidade, seu potencial, sua competência em cena. É a decisão de agir, escolher e se posicionar mesmo sem garantia de que vai dar certo.

E é exatamente esse espaço que a maioria dos líderes deixa de lado. A energia vai quase toda para ser confiável. Sobra pouco para ser confiante.

"Acredito que a confiança irá agregar na minha liderança principalmente na aproximação com minha equipe, hierarquia e clientes: o que permitirá criar conexões e adotar uma postura confiável, e, dessa maneira, potencializar meu desenvolvimento profissional e também pessoal."

Repare o movimento na própria fala: começa falando de confiança e termina em postura confiável. É esse o desvio que acontece o tempo todo na liderança, sem perceber.

O que significa ser confiante para você hoje? Na relação consigo mesmo(a). Com sua equipe. Com sua hierarquia. Com seus clientes.

Em entrevista na Expert XP 2026, Lucas Braathen contou que passou a infância entre duas culturas, sem sentir que pertenc...
19/08/2026

Em entrevista na Expert XP 2026, Lucas Braathen contou que passou a infância entre duas culturas, sem sentir que pertencia a nenhuma. Diz que até hoje não sente que tem uma casa.

O que poderia ter sido uma ferida virou o centro da sua performance: "minha diferença é meu superpoder".

Na liderança, vejo o movimento contrário com frequência. Líderes competentes gastando uma quantidade absurda de energia para parecer com alguém que acham que deveriam ser. O tom de voz de outro, o estilo do antecessor, a versão editada que entra na sala.

Funciona por um tempo. Depois cobra: manter uma personagem consome exatamente a energia que deveria estar disponível para decidir, escutar e sustentar.

Autenticidade não é falar tudo o que se pensa. É consciência: se conectar com você, escolher agir a partir disso e sustentar a escolha quando ela custa caro.

E isso começa na relação com você mesmo(a). Um líder que precisa se editar para entrar na sala está dizendo, sem dizer, que não confia em quem é sem a edição.

A energia que sustenta uma versão editada sai do resultado. A energia que sustenta quem você é vai direto para ele.

Resultados, processos, eficiência: essas lentes mostram o efeito.Mas existe uma que mostra a causa, e que costuma passar...
08/08/2026

Resultados, processos, eficiência: essas lentes mostram o efeito.

Mas existe uma que mostra a causa, e que costuma passar despercebida: a lente da confiança.

Quando você olha sua equipe por ela, a pergunta muda. Não "por que o resultado não veio?", mas "nossos comportamentos aproximam o suficiente para dizermos o que pensamos, sentimos e queremos?"

As respostas chegam mais perto da raiz.

Diários da ConfiançaÀs vezes, liderar por muito tempo cria uma distância sutil da realidade. Não por má vontade, mas por...
06/08/2026

Diários da Confiança

Às vezes, liderar por muito tempo cria uma distância sutil da realidade. Não por má vontade, mas porque o ritmo acelera, as demandas aumentam, e a clareza sobre a nossa relação de confiança, com quem lideramos, com os pares, com a hierarquia, vai ficando turva.

Reconectar-se com essa realidade é um ato de coragem. E de cuidado: consigo mesmo(a), com a equipe, com os pares, com quem nos lidera.

"A devolutiva tende a reconectar-me com a realidade: através do fortalecimento das relações com meus líderes e liderados, para promover e melhorar as condições de confiança recebida."

Liderar com consciência começa por ver com clareza como são nossas relações.

Esperança não é ingenuidade. É uma postura de liderança.A Gallup perguntou a 30 mil pessoas, em 52 países, o que mais va...
23/07/2026

Esperança não é ingenuidade. É uma postura de liderança.

A Gallup perguntou a 30 mil pessoas, em 52 países, o que mais valorizam em um líder. Esperança: 56%. Confiança: 33%. Como uma impacta a outra?

Esperança é acreditar que existe caminho, mesmo sem ver onde ele termina. Ninguém vê.

Como escreve o filósofo Byung-Chul Han, em O Espírito da Esperança: "a esperança é aberta, vai para o aberto."

Confiança vem do latim con + fidere, fazer com fé. Esperança é a fé com direção.
Esperança vira confiança quando você a demonstra. Nas perguntas que faz. No espaço que cria. Nos passos que dá.

E você, como tem mostrado a esperança que carrega, para quem trabalha com você?

Endereço

EStrada Entre Serras E Aguas, 2. 222
Vargem, SP
12935000

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviaremos um e-mail para você quando Sara Veloso - Coach publicar novidades e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado para nenhum outro fim, e você pode cancelar a inscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Escola/colégio

Envie uma mensagem para Sara Veloso - Coach:

Atalhos

Compartilhar

Categoria