24/01/2021
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De acordo com os conceitos da Disciplina Posiriva, se buscamos uma educação em que a criança seja um ser ativo, pensante, reflexivo, cooperativo, com autoestima e autoconfiança, a punição e a recompensa vão na contramão de todo esse projeto.
Não faz sentido punirmos a criança ou fazermos ela sofrer, sentir culpa, vergonha e dor porque fez algo errado ou equivocado, mas sim, mostrarmos a ela que o erro pode ser construtivo e ajudá-la a pensar sobre como poderia resolver o problema.
Muitas pessoas que acreditam ainda em formas autoritárias de se educar os filhos costumam dizer: -Ah, mas eu apanhei e não morri! – Ah mas eu ficava de castigo e aprendi ser gente!
E na verdade esse pensamento não é válido, porque nós não queremos formar sobreviventes e em muitas situações essas pessoas não reconhecem em sua vida, o mal que pode ter feito o tipo de tratamento que receberam em suas infâncias, entre eles: a falta de conexão com os pais, que por vezes se estende para outros relacionamentos, inclusive com os próprios filhos; a baixa autoestima; a necessidade de autoafirmação, vícios para preencher o vazio existencial; a falta de perceber o valor genuíno das coisas e o desenvolvimento de ações por medo de algum tipo de punição ou para tirar vantagem.
Parte do texto de Vanessa Queiros Alves
professora do curso de Pedagogia
disponível em https://acidadeubatuba.com.br/noticia_static/5720/punir-e-recompensar-nao-e-verdadeiramente-educar/
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