25/07/2020
Como estão as nossas crianças com as mudanças provocadas pela pandemia de covid-19?
Essa é uma pergunta recorrente na nossa mente como familiares, não é mesmo? Em todo o mundo, diversos especialista na área da educação demostraram esse mesa preocupação e realizaram uma série de pesquisas sobre o tema.
A primeia dúvida que surgiu em nossos pensamento, é claro, era sobre como a doença poderia afetar as crianças. Diversos estudos desenvolvidos em países como a China, deixara-nos um pouco mais tranquilizados, já que as crianças infectadas eram, na sua quase totalidade, assintomáticas ou apresentavam sintomas semelhantes à viroses, tão comuns na infância.
Os estudo também demonstravam que, em alguns casos, o quadro da doença em crianças poderia se tornar mais complicado. Mas isso, em uma minoria.
Como a maior parte das crianças não apresentava sintomas, ou de forma muito leve, a preocupação é de que pudessem transmitir a doença para os demais membros da família, caso as aulas fossem mantidas. Toda a precaução era necessária.
Com as aulas suspensas e os dias passados inteiramente em casa, as crianças ficaram exclusivamente dependentes da família nuclear, frequentemente com problemas psicológicos associados ao medo e insegurança e, por vezes, ainda com inesperados e graves problemas econômicos.
Do ponto de vista pedagógico, há prejuízo no aprendizado das crianças de primeira infância, já que nessa fase os alunos precisam de experiências concretas e interativas para consolidar o conhecimento, e aulas digitais não seriam suficientes para isso.
Crianças e adultos lidam com o estresse por meio de três mecanismos: autonomia para agir diante da fonte de tensão, sensação de controle e senso de pertencimento ao grupo do qual faz parte.