12/08/2026
Eliane já é mãe de uma menina linda e agora espera a Maria Alice, fruto de uma história linda com o Davi.
Nesse dia, começamos com o tempo super nublado e, aos poucos, o sol apareceu tímido. E isso já deixou esse ensaio completamente diferente de outro ensaio de gestante que fiz na mesma Praia Vermelha, apenas duas semanas antes.
Porque é isso que eu amo na fotografia: eu não faço o mesmo ensaio duas vezes.
Tenho fotos que sei que funcionam e algumas ideias que gosto de reproduzir, mas vou fluindo com cada casal e cada família. A luz muda, a energia muda, as pessoas mudam… e o resultado também.
No fim, cada ensaio precisa ter a cara de quem está ali. E esse foi todinho deles.
13/07/2026
Tem coisas que o tempo leva... mas as memórias não precisam ser uma delas.
A fotografia já tem o poder de fazer a gente voltar no tempo. Mas é no álbum que essa história ganha vida outra vez. A cada página, um sorriso. Uma lembrança. A oportunidade de reviver um dia que passou rápido demais, mas que merece ser lembrado para sempre.
Esse álbum de 15 anos foi pensado com muito carinho, em cada detalhe. A capa fotográfica já faz o coração bater diferente. As páginas, com gramatura de 800g, têm aquele toque firme que nos lembra que estamos segurando algo precioso. E a caixa de madeira foi feita para proteger tudo isso como um verdadeiro tesouro.
Mas, para mim, o mais importante nunca foi o papel, a madeira ou o acabamento.
É imaginar essa família abrindo esse álbum daqui a muitos anos. Revivendo os sorrisos, lembrando da música da festa, dos abraços, das lágrimas de emoção e de tudo o que fez aquele dia ser tão especial.
É por isso que faço questão de cuidar de cada detalhe.
Porque um álbum não é apenas um lugar para guardar fotografias. É um lugar para guardar sentimentos.
Daqui a 20, 30 ou 50 anos, quando ele for aberto novamente, essas lembranças continuarão vivas, prontas para emocionar mais uma vez.
Os dias passam. As crianças crescem. As festas terminam. Mas as memórias podem continuar sendo vividas, geração após geração. E é isso que eu quero entregar para cada família que confia em mim para contar a sua história.
06/07/2026
Não, eu não tiro fotos.
Também não vou à sua festa apenas para registrar o que aconteceu.
O que eu faço é contar, com carinho, dedicação e sensibilidade, a história de um dia que nunca mais vai se repetir.
Cada criança tem um jeitinho. Tem as que sorriem para a câmera e tem as Catarinas da vida... tímidas, que fogem da foto, que não gostam de posar.
E é justamente aí que começa o meu trabalho.
Eu observo. Espero. Brinco. Insisto com respeito. Tento de novo.
Porque eu não quero apenas uma foto bonita. Quero que, quando essa família olhar para essas imagens daqui a muitos anos, consiga sentir como aquele dia foi.
01/07/2026
Um dia, as fotos que hoje estão perdidas no celular vão ser as lembranças mais valiosas da sua vida.
Mas será que elas ainda vão estar ali?
Eu acredito que algumas histórias merecem mais do que um espaço na memória do celular. Merecem ser folheadas, revividas, mostradas aos filhos, aos netos... merecem ganhar um lugar dentro da casa e da história da família.
É por isso que eu gosto tanto dos álbuns. Cada um é pensado com calma, com carinho e feito para contar uma história única. Não é só uma coleção de fotos. É um pedaço da vida que passa a existir também nas mãos.
A tecnologia muda. Os celulares são trocados. Os arquivos se perdem.
Mas um álbum continua ali, esperando alguém abrir uma página e voltar no tempo.
E, para mim, é assim que uma lembrança deveria viver.
28/06/2026
Geralmente vou na Espoleta Festa Infantil para fotografar eventos infantis.
Mas no último domingo fotografei os 41 anos da Dani, uma médica que ama aniversários infantis e decidiu fazer o seu em clima de anos 80, em uma casa de festas infantil.
Ela queria celebrar a vida ao lado de amigos e familiares queridos. E pq não chamar a tia Carol para isso?!
Eu amo registrar gente feliz, amo registrar a alegria das pessoas, sejam crianças ou adultos.
Vai celebrar a vida, com muita alegria?
Me chama que eu vou!!!🥰🥳🧡
16/06/2026
"Tia Carol, você não tirou foto minha..."
Conheço a Maya desde a barriga da mamãe, Priscila Rabello | Comunicação e Autoconhecimento . Naquela época, eu fazia mentoria com Thiago Theo e ela estava prestes a chegar ao mundo. De certa forma, Maya nasceu quase junto com a fotógrafa que hoje habita em mim.
Há alguns anos fotografo uma prima muito querida da família dela e, sempre que nos encontramos, procuro fazer alguns registros especiais da Maya e do irmão. É uma forma de expressar minha gratidão à Nossa Escola de Fotografia e aos mentores que fizeram parte da minha caminhada.
Mas, nesse dia, foi diferente.
Ela me cobrou a foto que eu tanto perseguia sem perceber.
Do meu jeitinho, sentei no chão e fiquei observando. Vi uma menina livre, feliz, vivendo intensamente aquele fim de festa gelado.
E foi assim que nasceram esses registros simples, mas cheios de personalidade, verdade e significado.