03/10/2021
Como já falamos em outros posts nas relações entre pais e filhos as emoções são um dos pontos mais críticos nesta relação. Não é sempre que damos importância ao lado emocional nos grandes e pequenos conflitos que enfrentamos. Por esta razão é necessário compreender este processo pois pode ser a saída mais inteligente.
As emoções em nos adultos, costuma produzir determinados choques, imagine nas crianças que estas perturbações tem uma característica muito mais séria.
As crianças estão em crescimento e isto causa um período de instabilidade, pois sua psique ainda não possui parâmetros para dar consistência à sua personalidade, por esta razão, vivem em um continuo desequilíbrio.
Você já reparou que muitas vezes nossas crianças estão chorando e do nada caem no riso, com grande rapidez e sem nenhum motivo?
Tudo isto e por conta da instabilidade das energias físicas, não possui resistência para suportar o aparecimento da emoção.
Sendo grande a sua vida afetiva, está a criança mais sujeita aos choques emocionais do que os adultos.
A gravidade da crise emocional, com todos seus efeitos maléficos sobre a vida das crianças, é preciso ressaltar um fato muito importante que nossos pequenos são desprovidos de clareza da inteligência ou repertório de experiências pessoais.
Nós adultos quando sofremos algum choque emocional, procuramos restabelecer nosso equilíbrio perturbado e restabelece lo. Mas de contrapartida as crianças, não possuem compreensão suficiente para se orientar, com isto o choque acaba se prolongando por conta da sua hesitação, desordem mental e física que a emoção produziu.
Vale lembrar que elas são incompletas, imaturas e sua fisiologia emocional precisa de muitos anos de experiência para criar um repertorio psico-cognitivo.
São ansiosas, por este motivo e preciso compreender, que o melhor a se fazer para a ansiedade é ter paciência e muita atenção para aparar os excessos, antes mesmo que as personalidades emergentes se fixem de forma negativa.
Adquirir mau habito e muito fácil, mas removê-lo depois não é fácil não.
Por último, não podemos nos esquecer que nossas crianças são emocionais, uma vez que o seu lastro mental ainda não possui a razão.