22/12/2025
Artigo publicado pelo discente Gustavo Pereira, em coautoria com os docentes Maria Cristina Sanches, Orlando Cavalari de Paula e Ailton Rodrigues-Junior e Tatiana Vaz.
No estudo com Copaifera langsdorffii, os autores mostram que, apesar de uma embebição mais lenta, as sementes podem germinar em alta proporção, indicando ausência de dormência por impermeabilidade à água. A entrada de água ocorre principalmente pela região hilar, que funciona como área preferencial de permeabilidade.
09/09/2025
Abertura - Mesa Redonda
Cerrado: passado, presente e perpectivas futuras para a vegetação do Bioma
26/08/2025
Cerrado: passado, presente e perpectivas futuras para a vegetação do Bioma
-A anatomia do colapso das veredas: causas e consequências
-Impercepção Botânica e extinção silenciosa: O vazio de conhecimento sobre espécies de Poaceae ameaçadas no Cerrado
-Asteraceae endêmicas do Cerrado e perspectivas frente às mudanças climáticas
-O Cerrado e a megafauna extinta da América do Sul
26/08/2025
Baseados nos princípios e dinâmicas dos ecossistemas naturais, os sistemas agroflorestais sucessionais combinam espécies florestais, com culturas alimentícias, medicinais, produzindo uma vasta gama de recursos naturais.
Dentro do bioma Cerrado, se apresenta como eficiente técnica para recuperação de áreas degradadas e geração de renda para os agricultores.
O minicurso será dividido em 2 módulos: um teórico, apresentando os princípios, técnicas e dinâmica dos sistemas agroflorestais e outro prático, com uma visita de campo em um sistema agroflorestal na zona rural de Uberlândia.
26/08/2025
Mergulhe no universo das medições ambientais e descubra a importância da instrumentalização no estudo do Cerrado. Este minicurso, ideal para estudantes e pesquisadores, oferece uma abordagem prática e teórica sobre o levantamento de variáveis ambientais e suas relações ecológicas.
O curso abordará os diferentes tipos de variáveis e os instrumentos de mensuração utilizados para coletá-las, explorando os gradientes ecológicos e como as variáveis ambientais se relacionam entre si, moldando os ecossistemas do Cerrado. Aplicaremos o conhecimento em uma aula prática no Parque Linear Rio Uberabinha, com oportunidade de manusear e utilizar os instrumentos de medição em campo, compreendendo na prática a sua importância para a análise das relações ambientais.
26/08/2025
Este minicurso aborda a aplicação prática do Critério B da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) na avaliação do risco de extinção de espécies. O foco principal será na análise de dados de distribuição geográfica, incluindo a extensão de ocorrência (EOO) e a área de ocupação (AOO).
26/08/2025
Minicurso voltado a explorar, de forma acessível, a diversidade morfológica das gramíneas, com ênfase nas espécies que ocorrem no Cerrado e fazem parte do nosso dia a dia. Ao longo do curso, serão discutidas suas principais características estruturais, relações filogenéticas e a importância da família para a dinâmica e conservação do bioma.
26/08/2025
O Cerrado é o segundo maior bioma da América do Sul e abriga uma biodiversidade única e riquíssima, com destaque para suas diferentes fitofisionomias e elevado grau de endemismo vegetal. Este minicurso tem como objetivo apresentar os principais tipos de vegetação do Cerrado como campo limpo, campo sujo, cerrado típico, cerradão, veredas e matas de galeria , destacando suas características ecológicas, botânicas e implicações para a conservação ambiental.
Além disso, serão discutidas espécies nativas e ameaçadas além de fatores ecológicos que influenciam a distribuição da vegetação e os desafios da classificação em campo. A abordagem será acessível, sendo direcionada para estudantes de graduação e pós-graduação e a todos interessados em ecologia, botânica ou conservação ambiental.
09/01/2025
A seleção da turma de doutorado 2025 está aberta!!
https://ppgbv.inbio.ufu.br/sites/ppgbv.ib.ufu.br/files//media/document//sei_5846575_edital_completo.pdf
10/06/2024
Muitas espécies arbóreas e arbustivas da savana brasileira, o cerrado, evoluíram a partir de espécies florestais por meio de mudanças adaptativas para resistir aos incêndios naturais desses ecossistemas. Uma dessas mudanças, é a produção de uma casca espessa para isolar os tecidos internos do caule. Nesse artigo, Dantas et al. mostram que tal mudança adaptativa foi acompanhada por ajustes em outras estruturas do tronco, formando estratégias adaptativas.