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Talvez o valor das sessões tenha feito você adiar o início de um processo terapêutico. Agora, essa pode ser a oportunida...
29/09/2026

Talvez o valor das sessões tenha feito você adiar o início de um processo terapêutico.

Agora, essa pode ser a oportunidade de começar.

A Impulso EAD oferece atendimento em Psicanálise com valor social de R$ 40 por sessão, realizado por alunos em etapa avançada da formação, com supervisão de psicanalistas experientes.

📲 Informações pelo WhatsApp: (22) 99930-7107

O corpo envelhece. Mas e a mente?O atendimento à pessoa idosa merece um olhar atento às particularidades desse momento d...
27/09/2026

O corpo envelhece. Mas e a mente?

O atendimento à pessoa idosa merece um olhar atento às particularidades desse momento da vida.

Jung já chamava atenção para o fato de que as tarefas da vida se transformam com o passar dos anos.

Por isso, o analista precisa considerar o momento de vida do paciente.

Na velhice, algumas perdas podem se acumular: pessoas amadas, saúde, autonomia, trabalho, lugar social e até o reconhecimento que antes vinha de uma profissão exercida durante décadas.

Mas como esse sujeito vive essas perdas?
O que ainda o angustia?

Como lida com um passado que pode continuar doendo, mesmo depois de tantos anos?

O que ainda deseja?

E como encara o futuro quando a finitude deixa de ser uma ideia distante e passa a se apresentar de maneira mais concreta?

Na psicanálise, Ângela Mucida nos traz uma provocação importante: o sujeito do inconsciente não envelhece.

Por isso, trabalhar o passado de uma pessoa idosa não significa fazê-la sofrer novamente pelo que já não pode mudar.

Pode significar ajudá-la a encontrar novas formas de compreender aquilo que viveu e de se posicionar diante do tempo que ainda é seu.

Cada fase da vida traz suas próprias questões e exige sensibilidade clínica.

A infância não pede a mesma escuta da vida adulta.

A juventude não apresenta as mesmas questões da velhice.

O manejo clínico também precisa acompanhar o tempo do paciente.

E o analista precisa estar preparado para isso.

Se você gosta de assuntos como esse, venha conhecer nosso curso de psicanálise.

A formação de um analista também acontece na prática. Toda quarta-feira, às 19h30, nossos alunos e ex-alunos têm um espa...
23/09/2026

A formação de um analista também acontece na prática.

Toda quarta-feira, às 19h30, nossos alunos e ex-alunos têm um espaço dedicado à supervisão de casos e à construção da prática clínica.

Impulso EAD | Escola de Psicanálise
Formação que faz sentido na vida real.

Quando mudam os nomes, o que mais estamos tentando normalizar?Nos últimos anos, a expressão MAP (Minor-Attracted Person)...
30/08/2026

Quando mudam os nomes, o que mais estamos tentando normalizar?

Nos últimos anos, a expressão MAP (Minor-Attracted Person), ou “pessoa atraída por menores”, passou a aparecer em trabalhos acadêmicos internacionais.

Não estou dizendo que a ciência decidiu mudar o nome da pedofilia. Não existe esse consenso. Minha preocupação é outra: quando determinadas ideias passam a circular em artigos científicos e instituições respeitadas, elas ganham credibilidade e poder de influência.

Há trabalhos discutindo estigma, identidade e até sentimentos descritos como “atração romântica” por menores. Facilitar a procura por tratamento pode ser importante para a prevenção. Mas existe um limite que precisa permanecer muito claro:

Acolher não é normalizar. Tratar não é legitimar. Pesquisar não é romantizar.

Lacan chamou de “sujeito suposto saber” aquele a quem, por sua posição ou conhecimento, atribuímos uma autoridade maior sobre o que diz. Professores, médicos, pesquisadores e analistas frequentemente ocupam esse lugar na sociedade.

E quanto maior a autoridade atribuída à nossa palavra, maior é nossa responsabilidade sobre aquilo que ensinamos, publicamos e ajudamos a legitimar.

Ciência não é obediência intelectual. Um artigo científico pode e deve ser questionado. Da mesma forma, formar psicanalistas não é formar pessoas para repetir Freud, Lacan ou seus professores. É formar pessoas capazes de pensar, questionar e sustentar uma postura ética.

Esta reflexão surgiu a partir de uma publicação do Caprinne, que chamou atenção para trabalhos acadêmicos envolvendo o uso da expressão MAP.

Quando mudamos os nomes, estamos apenas mudando as palavras ou também aquilo que aprendemos a considerar aceitável?

06/08/2026

Em 1922, arqueólogos encontraram no Egito Romano um pequeno fragmento de papiro escrito há quase dois mil anos.

Era a carta de uma mulher chamada Sarapias para o genro.
Nela, ela pedia que ele trouxesse sua filha grávida para casa, para que pudesse dar à luz perto da mãe.

E no final da carta, acrescentou algo simples e profundamente humano:

“Não se preocupe com a viagem. Eu pagarei um burro para você.”

Existe algo muito comovente nisso.

Porque essa pequena carta atravessou séculos para nos lembrar de algo que as mulheres sempre souberam: uma mãe também precisa ser cuidada.

Muito antes da psicologia, da psicanálise ou dos debates modernos sobre maternidade, já existia a compreensão de que o parto e o puerpério eram momentos de profunda vulnerabilidade emocional.

As mulheres não atravessavam isso sozinhas.
Mães, avós, irmãs e parteiras participavam desse processo. Existia rede. Existia acolhimento. Existia colo para quem acabava de colocar alguém no mundo.

Hoje, muitas mulheres vivem a maternidade em exaustão e silêncio.
Privação de sono. Dor. Sobrecarga. Solidão emocional. Culpa. Hormônios. Medo de não dar conta.

E então começam a acreditar que existe algo errado dentro delas.

Algumas sentem culpa por não viver a maternidade da forma idealizada que imaginaram. Outras acreditam que não nasceram para ser mães. Outras acham que foram enganadas sobre o que é maternar.

Mas talvez muitas dessas mulheres não estejam sem amor.
Talvez estejam sem amparo.

Do ponto de vista psicanalítico,
o vínculo floresce melhor quando a mãe também é acolhida emocionalmente.

Porque uma mulher emocionalmente sustentada encontra mais espaço psíquico para sustentar um bebê.

Talvez parte do sofrimento materno contemporâneo não venha da maternidade em si.

Talvez venha do fato de esperarmos que mulheres atravessem sozinhas uma experiência que, durante milhares de anos, foi vivida em comunidade.

E talvez seja justamente por isso que essa carta escrita há quase dois mil anos ainda emocione tanto.

Porque, no fundo, ela fala sobre algo profundamente humano: o amor de uma mãe tentando proteger outra mãe.

06/08/2026
Atenção, Turma 4!Chegou o momento de inaugurar uma nova fase na formação de vocês: o início do estágio.Agora é hora de c...
08/11/2025

Atenção, Turma 4!

Chegou o momento de inaugurar uma nova fase na formação de vocês: o início do estágio.

Agora é hora de colocar em prática todo o conhecimento que vocês vêm construindo, com o suporte e a supervisão de profissionais experientes.

As supervisões acontecerão todas as terças-feiras, às 19h30, e a aula inaugural será na próxima terça-feira, dia 11 de novembro, com o professor Samuel Brito a professora Rosy Rezende, que trarão todas as orientações e detalhes sobre essa nova etapa.

Uma fase essencial, desafiadora e transformadora na caminhada de cada futuro psicanalista.

Endereço

Avenida Olímpica, 520, Santa Rosa
Uberlândia, MG
38401711

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