29/08/2026
Você já sentiu que estava pronta para dar o próximo passo, mas algo ainda te segurava?
Foi assim que eu cheguei na TRILHA.
Eu achava que precisava ajustar meu posicionamento.
Mas, ao longo do processo, percebi que não era só sobre escolher melhor as palavras, organizar uma mensagem ou definir um novo caminho profissional.
Era mais profundo.
Eu não estou vivendo uma transição de carreira.
Estou vivendo uma transição de posicionamento.
E isso me fez olhar para partes minhas que, por muito tempo, f**aram guardadas.
Eu sempre trabalhei com mulheres, inteligência emocional e desenvolvimento.
Mas existe uma essência em mim que também fala de longevidade, vitalidade, estilo de vida e boa forma.
Uma mulher que não quer apenas se reconstruir emocionalmente.
Quer viver bem.
Com energia.
Com presença.
Com verdade.
A TRILHA tem me mostrado que, muitas vezes, o que nos impede de avançar não é falta de clareza.
São histórias antigas.
Dores não elaboradas.
Injustiças que deixaram marcas silenciosas.
E, sem perceber, a gente começa a se posicionar a partir daquilo que feriu, não daquilo que nasceu com a gente.
Essa foi uma das minhas maiores percepções.
O próximo posicionamento não nasce de uma nova versão inventada.
Nasce quando a gente tem coragem de voltar para a própria essência.
Com mais consciência.
Com mais direção.
Com mais verdade.
Porque quando a gente entende o que estava nos segurando, caminhar deixa de ser esforço.
E passa a ser reencontro.