Queridos, gratidão a todos os que de alguma forma se uniram na corrente de apoio enquanto meus pais estavam hospitalizados.
Graças a Deus, eles já estão em casa.
Ainda conto com vossa oração de apoio para minha mãe que no mês de fevereiro fará uma cirurgia para retirada do tumor.
Muito obrigado, Deus vos abençoe!!
MENOS É MAIS
O que precisamos é ter a capacidade de dizer NÃO.
26/03/2022
Vale apena assistir
28/12/2021
Viver sabiamente vale ouro !
28/12/2021
É questão de saúde e felicidade!
18/05/2021
Mente Humana
O que vocês vão ler agora é um trecho retirado da revista Super Interessante de Julho 2002
A mente humana grava e executa tudo que lhe é enviado, seja através de palavras, pensamentos ou atos, seus ou de terceiros, sejam positivos ou negativos, basta que você os aceite. Essa ação sempre acontecerá, independente se traga ou não resultados positivos para você.
Um cientista de Phoenix Arizona queria provar essa teoria. Precisava de um voluntário que chegasse às últimas consequências.
Conseguiu um em uma penitenciaria. Era um condenado à morte que seria executado na penitenciária de St Louis no estado de Missouri onde existe pena de morte executada em cadeira elétrica.
Propôs a ele o seguinte: ele participaria de uma experiência científica, na qual seria feito um pequeno corte em seu pulso, o suficiente para gotejar o seu sangue até a ultima gota final. Ele teria uma chance de sobreviver, caso o sangue coagulasse. Se isso acontecesse, ele seria libertado, caso contrário, ele iria falecer pela perda do sangue, porém, teria uma morte sem sofrimento e sem dor.
O condenado aceitou, pois era preferível do que morrer na cadeira elétrica e ainda teria uma chance de sobreviver.
O condenado foi colocado em uma cama alta, dessas de hospitais e amarram o seu corpo para que não se movesse. Fizeram um pequeno corte em seu pulso.
Abaixo do pulso, foi colocado uma pequena vasilha de alumínio. Foi dito a ele que ouviria o gotejar de seu sangue na vasilha. O corte foi superficial e não atingiu nenhuma artéria ou veia, mas foi o suficiente para ele sentisse que seu pulso fora cortado.
Sem que ele soubesse, debaixo da cama tinha um frasco de soro com uma pequena válvula. Ao cortarem o pulso, abriram a válvula do frasco para que ele acreditasse que era o sangue dele que está caindo na vasilha de alumínio. Na verdade, era o soro do frasco que gotejava.
De 10 em 10 minutos, o cientista, sem que o condenado visse, fechava um pouco a válvula do frasco e o gotejamento diminuía. O condenado acreditava que era seu sangue que está
diminuindo.
Com o passar do tempo, foi perdendo a cor e ficando cada vez mais pálido.
Quando o cientista fechou por completo a válvula, o condenado teve uma parada cardíaca e faleceu, sem ter perdido sequer uma gota de sangue.
O cientista conseguiu provar que a mente humana cumpre, ao pé da letra, tudo que lhe enviado e aceito pelo seu hospedeiro, seja positivo ou negativo e que sua ação envolve todo o organismo, quer seja na parte orgânica ou psíquica.
Essa história é um alerta para filtramos o que enviamos para nossa mente, pois ela não distingue o real da fantasia, o certo do errado, simplesmente grava e cumpre o que lhe é enviado.
"Quem pensa em fracassar, já fracassou mesmo antes de tentar".
Somos o que pensamos e acreditamos ser.
08/03/2021
Não case
Se não gosta de ceder? Não case
Tem dificuldade de pedir perdão? Não case
Tem dificuldade de perdoar? Não case
Relevar as coisas pra você é difícil. Não case
Não quer abrir mão de algo que gosta por alguém. Não case.
Odeia dar satisfação? Não case.
Você ama ser Independente. Não case.
Só faz o que gosta. Não case.
Não costuma assumir erros? Não case.
O casamento nos desafia a refinar nosso caráter, se você deseja viver pra si mesmo, então não case.
O matrimônio é lugar de viver um para o outro, mas muitos estão se casando buscando satisfação própria, não caia nesse engano, casar é muito bom, mas ninguém disse que é fácil!!! 👍😉👍
21/02/2021
CRIE UMA MARGEM DE SEGURANÇA
Na realidade, vivemos num mundo imprevisível. Mesmo longe de acontecimentos extremos como a fome, enfrentamos constantemente o inesperado. Não sabemos se o trânsito estará bom ou se haverá engarrafamento. Não sabemos se o voo vai atrasar ou será cancelado. Não sabemos se amanhã escorregaremos na calçada e quebraremos o braço. Do mesmo modo, no trabalho, não sabemos se um fornecedor vai se atrasar, se um colega nos deixará na mão [...] a única coisa que podemos esperar é o inesperado. Portanto, podemos aguardar a dificuldade acontecer para só então reagir ou então nos preparar e nos prevenir, criando uma margem de segurança.
O essencialista prevê, planeja, prepara-se para várias contingências. Espera o inesperado, cria uma margem de segurança para lidar com imprevistos e tem espaço para manobra quando acontecem, como é inevitável. [...] Quando ganha um dinheirinho extra, o não essencialista tende a gastá-lo em vez de guardar para tempos difíceis.
Aqui acho que todos nós que investimos já temos familiaridade com o conceito, margem de segurança e reserva de emergência fazem parte do nosso cotidiano, mas sempre podemos usar isso em outras áreas da vida, como manter distância do carro da frente, acrescentar um tempo a mais no prazo previsto para entrega de algum trabalho, sair com antecedência para não se atrasar devido a um imprevisto (pneu, engarrafamento etc) etc.
Greg McKeown
Livro:Essencialismo
16/02/2021
NÃO ROUBE OS PROBLEMAS DOS OUTROS
Não é novidade que devemos servir as pessoas ama-las e fazer a diferença na vida delas. Porém as pessoas não compreendem perfeitamente o que significa a frase "carregar a carga uns dos outros". Pra muitos, levar a "carga uns dos outros" significa deixar a sua e tomar completamente toda a carga do outro ,transferindo para si toda responsabilidade e compromisso com os seus problemas. Claro que pensar assim é um grande equivoco de interpretação.
Em muitos casos ja reparei que algumas pessoas quando precisam de ajuda elas colocam todos os seus problemas nos ombros dos outros, como se o problema não fosse mais seus. Nesse caso é de suma importância colocar Limites .
Quando as pessoas transferem os seus problemas tornando-os nossos ,não os ajudamos em nada.
Ao assumir os problemas deles segundo Greg McKeown no livro Essencialismo, lhe tiramos a capacidade de resolvê-los.
No livro Limites, o escritor e psicólogo Henry Cloud conta uma história sobre exatamente esse tipo de situação.
Certa vez, os pais de um rapaz de 25 anos foram consultá-lo. Queriam que ele “desse um jeito’’ no filho.
Ele perguntou porque o tinham procurado sem o filho, e a resposta foi: “Porque ele acha que não tem problema nenhum.’’
Depois de escutar a história toda, Henry concluiu, para surpresa do casal: “Acho que o filho de vocês está certo. Ele não tem problema nenhum. Vocês é que têm. Vocês bancam, se irritam, se preocupam, planejam, gastam energia para que ele avance. Ele não tem problema nenhum porque vocês tiraram o problema dele.
As vezes as pessoas cometem dois erros por não compreender a importância dos limites e até onde devemos ajudar.
Primeiro quando carregamos toda a carga pertencente ao outro e acabamos por abandonarmos as nossas próprias cargas acarretando em prejuízos.
Segundo acabamos também por impedir que as pessoas cresçam e aprendam a resolver os seus próprios problemas.
Na verdade quem não consegue articular a capacidade de impor limites para si e outras pessoas, também não pode esperar que as pessoas os respeitem.
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