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Fonoaudióloga e Psicopedagoga

Photos from fono.anabeatriz's post 15/05/2026

Muitas pessoas ainda acreditam que ser capaz de passar horas jogando videogame é prova que alguém não é TDAH.

Isso não é verdade!

TDAH é muito mais sobre impulsividade do que falta de atenção. É mais sobre conseguir manter o foco e a atenção naquilo que não é atrativo, não traz prazer imediato.

O cérebro do TDAH busca dopamina.
(Um neurotransmissor conhecido como "hormônio da felicidade", diretamente relacionado com a sensação de prazer.)

Os videogames, especialmente aqueles que gostamos, são fábricas de dopamina!

É por isso que tantas crianças e adultos com TDAH gostam tanto desses jogos.

Ser capaz de se concentrar em um jogo estimulante e fascinante em um mundo virtual não significa que você seja igualmente capaz de se concentrar em todo o resto.

Entender como o cérebro do TDAH funciona e quais as melhores estratégias para contornar os desafios
é a melhor maneira de ajudar o seu filho.

E foi pra te ajudar nessa caminhada que eu criei o Conexão TDAH e o Manual da Autonomia. Dois guias simples, com estratégias práticas para você começar a aplicar hoje mesmo!
O link está na Bio.
Qualquer dúvida, chama no direct!

Photos from fono.anabeatriz's post 14/05/2026

Apesar da dislexia ser um transtorno
do neurodesenvolvimento com base neurológica, existem diferenças na
forma como os sintomas aparecem
e são identificados.

As diferenças são muito influenciadas
por fatores sociais e educacionais. Meninas ainda são ensinadas a se comportar e silenciar e a esconder
as suas dificuldades.
Meninos frequentemente exteriorizam
as dificuldades através do "mau comportamento" em sala de aula.

São diferenças muito mais culturais
do que biológicas, estereótipos, precisam ser quebrados.

🙎🏻‍♂️Meninos:
- frequentemente apresentam mais dificuldades na consciência fonológica e alterações na fala.
- Tendem a ser diagnosticados mais cedo e em maior número do que as meninas porque demonstram mais
suas dificuldades na leitura e escrita. - Demonstram a sua frustração com comportamentos como inquietação, impulsividade e resistência à tarefa.

🙎🏻‍♀️Meninas:
- frequentemente passam despercebidas porque desenvolvem estratégias de compensação que mascaram as dificuldades. - Normalmente são mais silenciosas
e se esforçam mais para esconder as dificuldades, o que pode fazer com que a dislexia só seja identificada mais tarde.
- O prejuízo emocional é maior, podem desenvolver ansiedade e baixa autoestima devido à pressão para manter um bom desempenho.

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Photos from fono.anabeatriz's post 12/05/2026

Se você conheceu um disléxico,
você conheceu UM disléxico.

A dislexia se apresenta em um espectro de dificuldades e potencialidades que se combinam de infinitas formas.

Não limite o seu olhar e nem determine o futuro de uma criança por causa de um diagnóstico.

O diagnóstico não é um rótulo, é um roteiro, um guia que vai te ajudar a conduzir melhor os processos de aprendizagem.

Photos from fono.anabeatriz's post 11/05/2026

Crianças com TDAH prosperam
com estrutura! É como ter um roteiro
te dizendo o que fazer, um caminho conhecido e confiável.
Sem rotina, eles ficam mais sobrecarregados e os comportamentos indesejados são muito mais frequentes.

Esses sinais vão te ajudar a observar se o seu filho está precisando de mais rotina, e como ajudá-lo.

Uma rotina sólida pode ajudar com TODOS esses desafios. Estratégias simples como recursos visuais, quadros, calendários, cronômetros e rotinas previsíveis podem tornar a vida mais tranquila, mais leve para todos, não apenas para seu filho!

Estratégias como essas e muito
mais você encontra nos meus guias
Conexão TDAH e Manual da autonomia.
Quando você entende como o cérebro do seu filho funciona, tudo muda.
Para mais informações o link está na Bio ou comente CONEXÃO que eu te envio.


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Photos from fono.anabeatriz's post 09/05/2026

O TDAH afeta habilidades de funções executivas como iniciar tarefas, controlar os impulsos e regulação emocional.

O que parece desobediência muitas vezes é sobrecarga. Um cérebro sobrecarregado não aprende.

Crianças com TDAH não precisam
de mais cobrança, precisam de um
novo olhar.

Precisam de conexão antes da correção.

Quando a mãe entende como o cérebro do TDAH funciona, muda a forma de agir, tudo muda. O seu filho finalmente recebe o suporte que o cérebro dele precisa para funcionar melhor.

Se você sente que vive nesse ciclo de cobrar, repetir e se frustrar, existe um caminho possível.

Eu ensino exatamente como aplicar isso na prática dentro do Conexão TDAH.

Para mais informações, o link está na Bio ou comente CONEXÃO que eu te envio o link.

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Photos from fono.anabeatriz's post 08/05/2026

É TDAH?
É Dislexia?
São os dois?

Quando uma criança tem dificuldades de leitura ou concentração, pode ser confuso identificar o que está por trás dessa dificuldade.

TDAH e Dislexia podem ser muito semelhantes, muitas vezes ocorrem juntos, mas, ainda assim, são desafios muito diferentes que vão exigir estratégias diferentes na intervenção. Compreender o que está por trás da dificuldade do seu filho é fundamental para oferecer o suporte correto.

Se existe dificuldade de leitura e aprendizagem, se existe suspeita de TDAH e dislexia, é importante fazer uma avaliação psicopedagógica e uma avaliação fonoaudiológica com profissionais que entendam e tenham experiência.

Uma avaliação bem feita e um diagnóstico preciso é o que vai orientar o melhor tratamento, a melhor forma de ajudar o seu filho.

Agende uma avaliação.
Link para contato na Bio.

07/05/2026

Eu sei que não é isso que a maioria dos pais quer ouvir quando recebe o diagnóstico de TDAH do filho.

No fundo, a gente queria mesmo era uma solução mágica, um remédio que fizesse sumir todos os problemas...

Infelizmente, isso não existe.
O TDAH é um transtorno complexo, além das questões neurobiológicas que podem ser tratadas com medicamento, existem questões funcionais, de funções executivas, que precisam ser treinadas e desenvolvidas.

Se a família não entende como o cérebro do TDAH funciona e quais estratégias e ferramentas podem e devem ser usadas em casa, o tratamento medicamentoso, a terapia, têm pouco ou nenhum sucesso.

Eu sei bem como é, eu tenho 2 filhos com TDAH e acompanho crianças e adolescentes com TDAH há mais de 10 anos.

E foi para ajudar mães a entenderem como o cérebro do TDAH funciona que eu criei dos guias simples e práticos:
Conexão TDAH e Manual da Autonomia.

Não é um curso.
Não substitui terapia.
Não é solução mágica.
É informação prática, com linguagem acessível, pra você que quer, de verdade, entender como ajudar o seu filho com TDAH começar a aplicar hoje mesmo.

Para mais informações o link está na Bio ou comente CONEXÃO que eu te envio.

Photos from fono.anabeatriz's post 05/05/2026

Disléxicos costumam ser muito inteligentes e criativos. No entanto,
por conta das dificuldades de escrita acabam "odiando" escrever e acreditando que não são bons nisso.

É sempre bom lembrar que produção
de texto é muito mais do que "redação do Enem"...

Embora seja importante aprender e treinar o padrão de escrita exigida no Enem (para a grande maioria dos alunos ainda é a única opção de entrar na universidade), é importante oferecer oportunidades para que desenvolvam a sua criatividade e explorem outras formas de apresentar um conteúdo.

A tecnologia é um excelente aliado
dos disléxicos! Ao invés de "demonizar", devemos explorar e aprender. São muitas ferramentas e recursos à disposição que tornam a vida dos disléxicos mais leve. Aproveitem!

Photos from fono.anabeatriz's post 04/05/2026

Para muitas famílias, conversar com a escola dos filhos com TDAH não é fácil.
Na verdade, a maioria dos professores quer ajudar seu filho. Mas nem sempre eles tem as informações e ferramentas.

O TDAH nem sempre se manifesta da forma que eles esperam.

Pode se manifestar como não começar a tarefa, esquecer instruções, ser apressado, parecer capaz, mas "preguiçoso"...

Se essas conversas já começam de forma "errada", podem rapidamente se transformar em frustração para ambos os lados.

Não é sobre instruir a escola sobre TDAH. É sobre ajudar a professora
a entender como melhor ajudar o seu
filho nas dificuldades e necessidades dele.

O objetivo não é convencer o professor de que seu filho tem TDAH.
O objetivo é ajudá-lo a entender como seu filho aprende melhor.
Quando essa parceria acontece todo mundo sai ganhando!


02/05/2026

Eu sou Ana Beatriz, fonoaudióloga e psicopedagoga, trabalho há mais de 10 anos com crianças com TDAH e também sou mãe de 2 filhos com TDAH.

O Conexão TDAH é um guia prático que eu criei justamente porque muitas mães sabem o que precisam fazer, mas não sabem como agir na rotina real na hora da tarefa, do banho, de sair de casa, das crises...

Ele não é só explicação sobre o transtorno. No guia eu traduzo como
o cérebro da criança funciona e mostro o que dizer, como organizar a rotina e como ajudar seu filho a cooperar sem gritos, punições ou culpa.

Você vai encontrar:

* explicação simples do cérebro doTDAH;
* como montar uma rotina possivel;
* frases prontas para os momentos
difíceis;
* estratégias práticas do dia a dia;
* cartões de regulação emocional.

A ideia não é fazer a criança obedecer,
é ajudar ela a aprender e desenvolver autonomia com suporte.

Além do guia Conexão TDAH, você recebe de bônus:
-> planilhas e check-lists imprimíveis e editáveis no Canva.
-> e-book com dicas práticas para ajudar na rotina.

Se quiser mais informações, o link está na Bio ou me chama na DM.

Photos from fono.anabeatriz's post 29/04/2026

É muito comum que a dificuldade na leitura só seja percebida (ou traga mais prejuízos) quando impacta a compreensão de texto.

No entanto, é muito comum também, que a dificuldade esteja em habilidades bem anteriores à compreensão.

Se um aluno ainda tem dificuldades com consciência fonológica terá dificuldade com decodificação.
Se ele não decodifica bem, a leitura será lenta.
Se a leitura é muito lenta, pode prejudicar a prosódia e a entonação.
Se o vocabulário é pobre, faltará repertório para compreender o texto.

É fundamental que tanto a avaliação quanto a intervenção psicopedagógica refaçam o caminho da aprendizagem da leitura para corrigir a dificuldade na sua origem.

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