16/07/2026
Fazia tempo que eu via circular pelas redes experiências como essa, e hoje, tendo a Porcelanas Aretuza como guia, pude vivenciar esse momento.
E claro que a primeira ação, foi de buscar referências e tentar uma certa “perfeição”. Até que fiz do que falo a cada dia, a cada encontro, a cada formação, uma regra também para mim... me permitir.
Assim os traços surgiram, o deslizar do pincel se fez e algo significativo se concretizou.
Quem já participou de momentos formativos comigo, muito provavelmente já meu ouvir dizer que quando pequena, sonhava e gostava de flores azuis, mas na escola a flor era sempre vermelha. Na melhor das hipóteses, cor de rosa. Afinal, flores azuis pareciam não existir nas infinitas folhas A4 mimeografadas e colocadas nos varais da escola. Mas tudo bem, esse era o contexto!
O que precisamos hoje enquanto EDUCADORES (Leia-educador como toda e qualquer pessoa que compartilha da educação de nossas crianças, de modo formal ou não. Ou seja, todos!), é compreender esse contexto, promover vivências que se tornam aprendizagens significativas.
Portanto permitir que nossas crianças possam escolher quais as “cores de suas flores”