10/06/2025
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Mentoria, revisão e normatizações de Trabalhos Acadêmicos.
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05/07/2024
Por que não nos apaixonamos mais?
O curso é iniciado com a professora Tatiana Amendola, tomando a frase emprestada cuja autoria é de Liv Stromquist.
"A primeira resposta diz respeito à morte do outro - talvez estejamos cancelando, anulando, aniquilando o outro. Isso acontece porque temos vivido em uma sociedade muito narcísica, em que toda a nossa libido e pulsão é direcionada a nós mesmos, trabalhando nossa autoimagem, intelecto, corpo, desenvolvendo as próprias habilidades. O tempo todo gastamos energia com nós mesmos. Uma sociedade narcísica que revela esse gasto de energia com o Eu em todas as atividades do dia a dia. Isso tem a ver com a expressão do nosso Eu, que vemos constantemente em
redes sociais, sobreposta a expressão da relação entre o Eu e o outro. Até quando a gente curte o outro, muitas vezes (digo “curtir” tanto no sentido de redes sociais, quanto no dos relacionamentos), temos uma expectativa narcísica. O amor tem a ver com o outro: a partir do momento que anula o outro, o amor é anulado também. Amor tem a ver com alteridade, relação com o outro. Se construímos uma relação apenas com nós mesmos, não conseguimos nos apaixonar. Outro ponto que contribui para isso é o excesso de positividade e de amor próprio."
Um olhar atento às demandas da atual sociedade. Entre Psicologia, Ciências Políticas, Artes, vamos nos adentrando pelo deslumbramento crítico e reflexivo oriundo dos saberes sociológicos!
Obrigada
29/06/2024
Todos os dias frios, ensolarados, enlaurados, em solstício ou solitude...
Ler será não apenas a companhia, será parte de quem você se torna....
Diuturnamente.
Obrigada .oficial
Tenho colhido os fios de vocês para emaranhar( de tantos saberes) para ser-me, no tempo da costura 🥰📚📖
19/06/2024
Foucault e a crítica aos saberes psi
Professora Flávia Andrade.
Como sempre, não deixam aquém aquilo que esperamos: conhecimento que gera empoderamento e construção humanística que permeiam mudanças e reflexões.
Foucault soube dedilhar bem as questões acerca do biopoder, corpos dóceis, manipulação do sistema capitalista, medicalização, o que seria o louco para a sociedade do proativismo.
Foucault é necessário em todas as áreas do conhecimento, visto que é um estudioso que nos convida à reflexão com autonomia E autonomia nos permite entender que não há sujeito sem construção social e que a construção social jamais é neutra. E, por vezes, é imperativa, excludente, manipuladora, dentre tantas análises possíveis à temática.
A professora Flávia dialoga com:
●Os conceitos de biopolítica, medicalização da vida e gestão do
patológico como formas de vigilância e regulamentação da
população.
● Em que medida os saberes psi atuam como dispositivos de
normalização
18/06/2024
O ser humano é inerentemente social, requerendo interações para
desenvolver-se. A convivência é essencial para a construção da identidade e
do entendimento de nós mesmos.
Tatiana Paranaguá.
Uma Junguiana que muito acrescenta à seara Psi. Maestria por excelência.
Casa do Saber
18/06/2024
Foucault e a crítica aos saberes psi
Professora Flávia Andrade.
Casa do Saber
Como sempre, não deixam aquém aquilo que esperamos: conhecimento que gera empoderamento e construção humanística que permeiam mudanças e reflexões.
Foucault soube dedilhar bem as questões acerca do biopoder, corpos dóceis, manipulação do sistema capitalista, medicalização, o que seria o louco para a sociedade do proativismo.
Foucault é necessário em todas as áreas do conhecimento, visto que é um estudioso que nos convida à reflexão com autonomia. E autonomia nos permite entender que não há sujeito sem construção social e que a construção social jamais é neutra. E, por vezes, é imperativa, excludente, manipuladora, dentre tantas análises possíveis à temática.
A professora Flávia dialoga com:
●Os conceitos de biopolítica, medicalização da vida e gestão do
patológico como formas de vigilância e regulamentação da
população.
● Em que medida os saberes psi atuam como dispositivos de
normalização
14/06/2024
Página oficial de poesias e crônicas da Mentora Acadêmica responsável:
https://www.facebook.com/LucianaPorteladeAlmeida/
29/05/2024
Como viver num mundo distópico, cuja forma de ser e estar é ensinada, em mais de cinquentas tons de cinza, no espaço virtual, influenciadores e "lacrações"?
Professor Marcelo Veras caminha por entre fios e tecituras que conduzem a uma ação reflexiva para (sobre)viver ao século XXI!
28/05/2024
Passamos uma vida sem entender os porquês de tanta opressão e, para além, de como pode um povo, pela sua etnia, ser denegado ao lugar de subserviência, do não-outro inexistente( ou apenas existindo para ocupar lugares menores que calam suas vozes e vez; como podemos dizer-nos não racistas e mesmo assim sermos omissos ao ver como o privilégio da branquitude opera violentamente. E, tergiversarmos para as dores do outro, um de nós, cuja melanina é aquilo que determina sua condição de existência no mundo. Ou para fora dele.
Apenas com letramento racial podemos levantar a bandeira de antirracista ( e, não ocupar o estúpido e hipócrita lugar das feministas que lutam por igualdade, mas cativam em seus lares mulheres negras, como babás, cuidadoras ou domésticas). O brado retumbante vai para além das palavras. Porque palavras beijam a hipocrisia numa sociedade cuja forma de ser e estar é pela régua da tal " lacração".
Os povos escravizados foram destituídos de humanidade, de dignidade, da sua cultura ancestral, ceifados da subjetivjdade que todos devem possuir para constituir-se.
Sim. Foi e é uma narcísica minoria branca que diuturnamente continua a massacrar vidas negras. Que diuturnamente surrupia filhos de pais e pais de filhos, companheiros dos seus companheiras( e, pior, se forem trans, homossexual ou aquilo que não está na Bíblia do Deus branco).
Entender a interseccionalidade. Ler Sueli Carneiro, Djamila Ribeiro, Bell Hooks, Angela Davis, dentre tantas, para alcançar o feminismo concreto e de todes.
Ler Fanon e entender como o negro precisa de armaduras, nem sempre do ser o opressor, mas, na quietude, não ser ainda mais oprimido. As construções psíquicas fomentadas pela sanha colonizadora. Do ontem e do hoje.
Porque é urgente que possamos produzir uma leitura crítica, histórica, material e dialética sobre como a identidade de um povo( aqui falamos do povo negro, porém é estendida aos povos originários também!) é construída e (re) produzida.
Há muito que fazer, companheiros, Luxemburgo já nos convidou ao debate e à luta concreta. Há muito que se eliminar radicalmente desta sociedade distópica. E a luta se faz no campo social, econômico, político. Uni-vos!
28/01/2024
Meu universo leitura.
Porque preciso ser e estar no melhor em mim!
̂nciaEmocional
̧ãoeditorial
̧ãodemestrado
̧ão
̂nciaoperacional
03/01/2024
Um dos cursos - Yara Adario Frateschi- em que meu ser se torna locupletado de saber para a defesa que tanto me estimo a doar na imanência: o oprimido, o gay, o trans, o preto, o pobre.
Eu, na minha pequena condição de estudante( não estudiosa), vou consolidando minha opinião. Somos um país desigual, marcado por três elementos deflagrantes de toda miséria do neoliberalismo( capitalismo): raça, gênero e classe.
(...)
Mas creio que a geração que se deixa enturvar pelos simulacros de vida nas redes sociais, jogos e tiktok, possa levantar e defender essse outro vilipendiado pelos ricos, pela distribuição injusta dos bens, pela expropriação do trabalho dos pretos, pela rotina acachapante e tríplice opressão sofrida pelas mulheres, pelas falácias de uma direita conservadora que prega o ódio à comunidade LGBTQIA+ ( hipócrita, arbitrária e estúpida), ao moralismo cristão, seja da religião fanática que for.
Poderíamos lutar, porque cabe aos filósofos analisar os marcadores sociais e fazerem a crítica; cabe a nós, o levante contra um Estado Democrático de Direito que deixa aquém uma gigantesca parcela da população( a letra constitucional f**a apenas na CF/88), que fomenta o Capital e esse fosso social; que lança à deriva todo direito fundamental.
O dever do Estado é nos proteger e amparar.
Chega de olharmos o mundo sem uma visão crítica, sem agirmos contra as desgraças que assolam os países, os povos, a natureza.
Chega de dar vazão ao biopoder que reporta Foucault; à exploração do trabalhador analisada por Marx; ao contrato racial descrito por Charles Mills; ao sexismo, apontado por Carole Pateman, Sueli Carneiro, Angela Davis, Rosa Luxemburgo, Nancy Fraser.
A fina camada que a professora se propôs dialogar com os cursantes desvela a nós um teor de empoderamento e, por isso, é imprescindível saber sobre o poder do contrato social, do contrato sexual e do contrato racial.
Desde já, importa-nos saber que homens brancos cis ainda dominam o mundo e são fomentados por nossa inércia e proselistismo tosco.
Hoje, depois do curso Jornada da Filosofia: Poder, eu me creio mais potente.