Renata Mafra Terapias

Renata Mafra Terapias Se você busca uma educação mais humana, criativa e conectada ao seu propósito, convido você a embarcar nessa jornada comigo.

26/08/2026

Muitas vezes, acreditamos que primeiro entendemos algo e depois sentimos.

Mas nem sempre é assim.

Antes que a consciência consiga organizar, explicar ou nomear uma experiência, o corpo já pode ter percebido.

A respiração muda.
Os músculos se tensionam.
O peito aperta.
O estômago se contrai.
O corpo desacelera ou se prepara para fugir.

O corpo não está apenas acompanhando o que acontece com você. Ele participa da experiência e responde a ela o tempo todo.

Na Terapia Somática, aprender a perceber esses sinais é abrir espaço para uma escuta mais profunda de si.

Porque nem tudo o que sentimos consegue ser traduzido imediatamente em palavras.

Às vezes, o corpo fala primeiro.

E a consciência chega depois, tentando compreender aquilo que já foi sentido.

24/08/2026

Há encontros, acontecimentos e coincidências que parecem carregar algo a mais.

Não porque precisamos acreditar que tudo está predestinado ou procurar sinais em cada acontecimento, mas porque, em determinados momentos, algo que acontece fora de nós encontra algo que já estava acontecendo dentro.

Carl Jung chamou isso de sincronicidade: acontecimentos que não possuem, necessariamente, uma relação de causa e efeito, mas que carregam um sentido para quem os vive.

Às vezes, estamos pensando em algo há muito tempo e, de repente, uma conversa, um encontro ou uma experiência parece colocar diante de nós uma nova possibilidade.

Não como uma resposta pronta.

Mas como uma conexão.

Talvez a sincronicidade seja justamente esse momento em que percebemos que a vida não é feita apenas de acontecimentos isolados.

Existem encontros que aproximam ideias.

Conversas que abrem caminhos.

E momentos em que aquilo que parecia disperso começa, de repente, a fazer sentido.

E você?

Já viveu uma sincronicidade que mudou a forma como você enxergava alguma coisa?

Ontem facilitei a vivência coletiva Corpo, Memória e Cultura: O que sustenta uma comunidade viva? No 4 Encontro Regional...
16/08/2026

Ontem facilitei a vivência coletiva Corpo, Memória e Cultura: O que sustenta uma comunidade viva? No 4 Encontro Regional dos Pontos de Cultura da Bacia do Rio Verde.

Para mim além do significado emocional, pois Itanhandu é a terra de meu pai, fiquei imensamente feliz em ver o trabalho incrível da Prefeitura com a Casa de Cultura. Um projeto lindo!

Agradeço a Gisa Garcia
pelo convite, Gisela para mim é referência de mulher posicionada, agente cultural agregadora e incentivadora de uma política pública de qualidade e forte atuação.

Agradeço ao pela inspiração e fortalecimento da Cultura na Bacia do Rio Verde. Agradeço a L Gustavo Franco da Rosa - Tatau pela oportunidade e espaço para falar sobre o meu trabalho.

E agradeço ao ponto de cultura Ponto de Cultura A Casa que Roda
onde, eu e Marcus podemos exercer o que mais amamos: Preservar e desenvolver a cultura popular.

Afinal, um mundo sem arte e cultura é um mundo esvaziado de sentido.

13/08/2026

Quantas vezes você deixou de fazer algo não porque não queria, mas porque teve medo do que os outros iriam pensar?

O medo do julgamento pode ser silencioso. Ele aparece como dúvida, insegurança, adiamento e até como aquela voz que diz: “talvez não seja para mim”.

E, sem perceber, você começa a abrir mão de desejos, projetos, escolhas e possibilidades para evitar o olhar do outro.

Mas existe uma pergunta importante:

Você está desistindo porque realmente não quer ou porque tem medo de ser julgada?

Na Travessia do Feminino, olhar para essa diferença é parte do caminho.

Porque amadurecer também é compreender que nem todo mundo vai entender suas escolhas. E tudo bem.

Você não precisa ser aprovada por todos para escolher a própria vida.

Talvez o próximo passo não seja deixar de sentir medo.

Talvez seja não permitir que ele decida por você.

O que você faria se não tivesse medo de ser julgada?

12/08/2026

Quantas vezes você sabe que é capaz, mas mesmo assim sente que precisa provar?

A insegurança nem sempre aparece como medo.

Às vezes, ela aparece como excesso de preparação.
Como dificuldade de dizer não.
Como necessidade de aprovação.
Como medo de errar.
Como aquela sensação de que alguém pode descobrir que você não é tão boa quanto parece.

E isso pode acompanhar muitas mulheres até a liderança.

Elas chegam a cargos importantes, conquistam reconhecimento, acumulam experiência e resultados, mas continuam se perguntando:

“Será que eu realmente sou boa o suficiente?”

Talvez essa dúvida não tenha começado no trabalho.

Talvez ela tenha começado muito antes, quando aquela menina aprendeu que precisava ser perfeita, agradar, não incomodar e corresponder às expectativas para ser reconhecida.

A insegurança pode ser aprendida.

Mas a confiança também pode ser construída.

A liderança feminina não precisa nascer da necessidade de provar valor.

Pode nascer da consciência de quem você é, do reconhecimento da própria trajetória e da coragem de ocupar seu espaço sem pedir permissão.

Essa é uma das travessias que precisamos fazer.

Da mulher que busca aprovação para a mulher que reconhece seu próprio valor.

**E você? Em que momentos a insegurança ainda aparece na sua vida profissional?**

11/08/2026

No dia 15 de agosto, a Casa de Cultura de Itanhandu recebe representantes de Pontos de Cultura, gestores, artistas, produtores culturais e toda a comunidade para um dia de formação, troca de experiências e fortalecimento da Política Nacional Cultura Viva em nossa região.
Programação
☕ 9h – Café de boas-vindas
🎶 9h30 – Apresentação da Orquestra de Violão da Fundação Itanhanduense
Regência: Kevin Souza
📋 10h15 – Difusão do Programa de Integridade do Vagão 98
Facilitador: Marcello Cortez
📚 11h15 – Boas Práticas de Gestão de Projetos Culturais
Facilitadora: Tau Assumpção
🍽️ 12h – Pausa para almoço
🌿 13h30 – Vivência Coletiva: Corpo, Memória e Cultura: o que sustenta uma comunidade viva?
Facilitadora: Renata Mafra
💬 14h30 – Roda de Conversa: Reflexões Sobre os Pontos de Cultura na Nossa Região
Facilitadora: Gisela Garcia
✨ 16h30 – Encerramento
📍 Casa de Cultura de Itanhandu
Praça Wenceslau Braz, 08 – Centro – Itanhandu/MG
O encontro integra as ações do Pontão de Cultura Rio Verde e tem como objetivo fortalecer a rede de Pontos de Cultura da Bacia do Rio Verde, promovendo formação, diálogo, articulação e compartilhamento de experiências entre os agentes culturais da região.
Esperamos você para construir, juntos, uma cultura cada vez mais participativa, colaborativa e transformadora!
Para se inscrever acesse o link do formulário de inscrição https://forms.gle/bJ6YQgG7Mzp8DaCb9

O pontão tem apoio da
Prefeitura Municipal de Lambari, da Rádio Transmineral FM),Lambari NA TELA e Livraria Estação Mercado), de Lambari.
O projeto Pontão de Cultura Rio Verde é uma iniciativa da Fundação Cultural Vagão 98, com realização do Ministério da Cultura do Governo Federal, financiada com recursos da Lei Aldir Blanc – Ciclo 1, com apoio da Secretaria Estadual de Cultura e Turismo do Estado de Minas Gerais, Edital SECULT nº 03/2024, TCC nº 13622/2024.

09/08/2026

Antes de aprender a se amar, muitas meninas aprendem a se comparar.

Aprendem que precisam ser bonitas, comportadas, delicadas, inteligentes, mas não demais.

Aprendem a agradar.
A não incomodar.
A não falar alto.
A esconder o corpo.
A pedir desculpas por ocupar espaço.

E, pouco a pouco, aquilo que deveria nascer como confiança vai sendo substituído pela necessidade de aprovação.

A menina cresce.

Mas, muitas vezes, aquela voz continua dentro dela perguntando:

“Será que estou bonita?”
“Será que fiz certo?”
“Será que vão gostar de mim?”
“Será que sou boa o suficiente?”

A autoestima não nasce pronta. Ela também é construída nas relações, nos olhares e nas mensagens que recebemos sobre quem podemos ser.

Na Travessia do Feminino, quero falar sobre essas marcas.

Sobre a menina que fomos.
Sobre a mulher que nos tornamos.
E sobre a possibilidade de construir uma relação diferente com nós mesmas.

Porque talvez a travessia não seja aprender a ser outra mulher.

Talvez seja voltar a escutar a menina que, um dia, aprendeu a duvidar de si.

**E você, o que ensinaram você a acreditar sobre si mesma quando era menina?**

02/08/2026

Em algum momento da vida, muitas de nós aprendemos que ser amada significava não decepcionar.

Então nos tornamos a boa menina.

Aquela que não incomoda.
Que resolve tudo.
Que cuida de todos.
Que diz "sim", mesmo quando gostaria de dizer "não".

O problema é que, aos poucos, vamos nos afastando de nós mesmas.

Não porque nos perdemos.

Mas porque fomos ensinadas a acreditar que o nosso valor dependia da aprovação dos outros.

A maturidade me fez compreender que existe uma diferença entre ser gentil e viver para agradar.

Colocar limites não nos torna egoístas.

Expressar um desejo não nos torna menos amorosas.

Escolher a nós mesmas não significa deixar de amar quem está ao nosso lado.

Talvez a maior travessia não seja mudar quem somos.

Talvez seja ter coragem de deixar para trás a mulher que acreditava que precisava merecer o amor de todos.

E você?

Em que momento percebeu que já não queria viver apenas para corresponder às expectativas dos outros?

30/07/2026

Há momentos em que compreendemos tudo racionalmente.

Sabemos que o perigo passou.
Sabemos que aquela situação terminou.
Sabemos que não precisamos mais viver em estado de alerta.

Mas o corpo ainda reage como se precisasse se proteger.

Na clínica, esse desencontro entre o que a mente entende e o que o corpo sente é mais comum do que imaginamos.

A palavra ajuda a dar sentido à experiência.

O corpo revela como essa experiência ainda está presente.

Por isso, integrar Psicanálise e Terapia Somática é olhar para a pessoa em sua totalidade, respeitando o tempo da mente e o tempo do corpo.

Nem sempre eles caminham no mesmo ritmo.

E tudo bem.

Entre a palavra e o corpo, uma nova história pode começar.

Você já percebeu alguma situação em que sua mente dizia uma coisa, mas seu corpo parecia contar outra história?

Endereço

EStrada Dos Vicentes
Soledade De Minas, MG
37478000

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Renata Mafra Terapias posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar

Categoria