22/02/2022
Com a pandemia, a ascensão do uso do computador por horas virou algo “aceitável” pelas famílias tendo em vista a necessidade que os estudantes tinham em acompanhar as aulas e toda demanda que uma vida estudantil traz em um momento em que tudo passou a acontecer de modo online. Porém, nem sempre e nem todos os praticantes dessa vida discente estavam de fato exercendo apenas seu papel de bons alunos, muitos deles passaram a participar de forma mais frequente e ativa de jogos online famosos no mundo inteiro, entre eles o FREE FIRE, que eu me permitir uma tradução pessoal de “Violência livre” sim, pois não é apenas fogo, existe muito escondido nesse jogo. Em alguns países, esse jogo é permitido apenas para maiores de 18 anos, aqui no Brasil, quem tem 13 anos já tem autorização de jogar com uma conta própria, a começar pela idade considerada inadequada em uma parcela alta de países, adultos jogam com crianças onde o índice de pedofilia dentro do jogo passou a ser considerado alto. Não bastasse isso, a violência é livre, o objetivo é matar, nesse caso me vem a grande preocupação de como f**a a cabeça de uma criança onde sua personalidade e tantos outros aspectos se encontram em formação em meio a uma matança desenfreada. Poderia destacar também a compra de itens para esses jogos onde os jogadores são estimulados a comprar para crescer e melhorar no jogo. Enfim, é muita coisa envolvida e não é apenas um joguinho online para passar o
Jogo. Se você é um jovem, consciente e entende o certo e o errado e até onde pode ir com o jogo de forma responsável ótimo, o jogo trabalha habilidades e estratégias que ajudam no melhor funcionamento do raciocínio, mas crianças NÃO. Não existe absolutamente nada revelante para crianças nesse jogo, os risco e o perigo também estão FREE.