07/03/2024
📢 ANVISA APROVA PRIMEIRO MEDICAMENTO NÃO ESTIMULANTE PARA TDAH!!
➡️ O TDAH ( Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade) é um distúrbio neurobiológico de causas genéticas, que normalmente aparece na infância e pode acompanhar o indivíduo por toda a sua vida.
▶️ A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, no Brasil, o primeiro medicamento não estimulante para o tratamento do TDAH (transtorno de déficit de atenção com hiperatividade.
➡️ A molécula, chamada Atomoxetina, é utilizada nos Estados Unidos desde 2002, mas só agora está chegando aos pacientes brasileiros, pela APSEN Farmacêutica.
➡️ A Atomoxetina é um medicamento não estimulante utilizado no tratamento do TDAH em crianças com mais de 6 anos, adolescentes e adultos como parte de um programa de tratamento integrado, o qual também inclui intervenções psicológicas, educacionais e sociais, além dos medicamentos.
➡️ É um inibidor seletivo da recaptação de norepinefrina, que ajuda a melhorar a concentração, a atenção e o controle dos impulsos nos pacientes com TDAH. Ao contrário de medicamentos estimulantes, a atomoxetina possui menos riscos de abuso.
♦️Os principais diferenciais referenciados nos estudos clínicos do novo medicamento comprovam a eficácia no tratamento do TDAH com comorbidades (incluindo transtorno opositor desafiador, transtorno do espectro autista, ansiedade, transtorno de tiques e depressão), além de não causar dependência, por meio de uma opção de tomada única diária.
▶️ O diagnóstico e o tratamento do TDAH deve ser realizado pelo médico. Estamos falando de uma questão que torna a vida de muitos pacientes extremamente complicada, mas que pode ser controlada com o tratamento correto para cada caso.
▶️ Temos muitas informações atualmente que, às vezes, aparecem desencontradas e confundem o paciente. Por isso, ao perceber os sintomas, é necessário procurar o médico.
➡️ TDAH pode acompanhar o indivíduo por toda a vida!!!
➡️ Desatenção, inquietude e impulsividade são sintomas frequentes relatados pelos pacientes que podem ser controlados com diagnóstico e o tratamento correto.
Fonte: -Psiquiatra Dra. Aline Rangel;
- Estado de Minas