Maré de Ciência

Maré de Ciência

Compartilhar

🦀 Interação sociedade-ambiente
🦀 Ciência cidadã e letramento científico
🦀 Academia, sociedade & politicas públicas
flow.page/maredeciencia

28/05/2026

🌊✨ A O2 2026 ESTÁ CONFIRMADA! 🎉💙

Vem aí a 6ª Olimpíada Brasileira do Oceano!
Seguimos juntos em mais um ciclo de aprendizado, criatividade e ação em defesa do oceano, conectando estudantes, educadores, escolas e comunidades de todo o Brasil. 🌍📚

Neste momento, estamos preparando com carinho todos os detalhes da O2 2026 – e em breve vamos compartilhar informações sobre como participar, datas e novidades por aqui.

👉 F**a de olho nas nossas redes, compartilha este post e já começa a se organizar, seja individualmente ou com a sua escola, turma ou comunidade. Uma nova maré de cultura oceânica vem chegando! 🌊

27/05/2026

🌊🗞️ SAIU NA MÍDIA

O termo “Super El Niño” tem aparecido com força nas redes, mas o que a ciência diz sobre isso? Em entrevista ao programa Tarde Nacional – Amazônia, da Rádio Nacional da Amazônia/EBC, o professor Ronaldo Christofoletti (Instituto do Mar/UNIFESP), presidente do Grupo de Especialistas em cultura oceânica da UNESCO, explicou por que ainda não é possível cravar que teremos um evento desse tipo em 2026 — e, ao mesmo tempo, por que não dá para esperar para agir.

O El Niño é um fenômeno natural ligado ao aquecimento das águas do Oceano Pacífico, que altera o regime de chuvas e pode intensificar secas e extremos climáticos em várias regiões. Quando esse aquecimento passa de cerca de 2 ºC, alguns chamam de “Super El Niño”, com impactos ainda mais fortes em chuvas, secas, saúde, agricultura, qualidade do ar e no dia a dia das cidades.

Na entrevista, Ronaldo reforça que, mesmo com incertezas sobre a intensidade deste ano, vivemos num planeta em transformação, sob efeito da mudança do clima, o que tende a tornar eventos como El Niño mais frequentes e mais intensos. Isso exige adaptação já: planejamento urbano, proteção de populações vulneráveis, soluções baseadas na natureza e políticas públicas que considerem esses novos cenários.

A cultura oceânica ajuda justamente a conectar oceano, clima e nossa vida cotidiana, mostrando que o que acontece no Pacífico também chega à Amazônia, às cidades, à economia e à saúde de todas as pessoas. 💙

▶️ No vídeo, você confere um trecho da conversa.
Para ouvir a entrevista completa, acesse https://radios.ebc.com.br/tarde-nacional-amazonia/2026/05/super-el-nino-ainda-nao-ha-certeza-de-que-evento-ocorrera-em-2026

📹 Reprodução em áudio: Programa Tarde Nacional – Amazônia, Rádio Nacional da Amazônia/EBC, 21/05/2026.
Todos os direitos reservados à EBC.

26/05/2026

🌊🚢 Direto do Falkor (too) para a sua tela!

Nossa equipe está a bordo acompanhando os mergulhos do ROV SuBastian na Cordilheira Mesoatlântica, explorando ecossistemas de grande profundidade e registrando tudo nas transmissões ao vivo. 💙🤿

E agora queremos levar também as suas curiosidades para dentro dessa sala de controle: o que você quer saber sobre o navio, o ROV, a pesquisa, a vida a bordo, o fundo do mar ou a cultura oceânica nessa expedição?

🗣️ Deixe sua pergunta nos comentários: vamos selecionar algumas para responder durante as lives dos mergulhos do SuBastian.

F**a de olho nas nossas redes para acompanhar a programação das transmissões e viajar com a gente pelas profundezas do oceano. 🌍✨

25/05/2026

🌊🗞️ SAIU NA MÍDIA

Discutir relações internacionais também é falar de Currículo Azul e de cultura oceânica. No discurso de abertura do Fórum de Reitores Brasil–África, o presidente Lula destacou que Brasil e países africanos compartilham o Atlântico, a bioeconomia, a transição energética e o desafio de construir um desenvolvimento verdadeiramente sustentável.

Quando o oceano entra no centro dessa conversa, tudo se conecta:
🌎 clima e desmatamento
💧 água e qualidade de vida
⚡ energia e minerais críticos
👩🏽‍🎓 formação de pesquisadores e educadores
🌱 povos indígenas e comunidades tradicionais

A cultura oceânica é justamente esse conceito que ajuda a sociedade a enxergar as ligações entre oceano, clima, economia, saúde, educação, povos originários e relações internacionais. Assim como a água circula por todo o planeta, a cultura oceânica permeia todos os temas.

Por isso é tão simbólico ouvir, em um espaço de diplomacia e cooperação como o Fórum Brasil–África, o reconhecimento de que o Brasil foi o primeiro país a incluir a cultura oceânica nos programas escolares com apoio da UNESCO – um passo fundamental na construção do Currículo Azul, que segue avançando pelo MEC e fortalecendo o papel do país como referência mundial. 💙

▶️ Assista ao trecho do discurso no vídeo acima.
Reprodução: Gov Agora – Canal Gov.

25/05/2026

🌊🗞️ SAIU NA MÍDIA

Mais de 700 escolas brasileiras já estão trazendo a cultura oceânica para o centro do currículo, mostrando como o oceano influencia o clima, a água e a vida – mesmo em cidades longe do litoral. 💙

Reportagem da Agência Marinha de Notícias destaca exemplos inspiradores, como:
📍 a Escola Pública Integral Bilíngue – Libras e Português, em Brasília (DF), que já nasceu sob a diretriz da cultura oceânica, criando estratégias criativas para conectar o oceano à realidade do Plano Piloto;
📍 a rede municipal de Santos (SP), primeira cidade do mundo a tornar a cultura oceânica obrigatória em lei, com escolas que já trabalhavam o tema antes mesmo da legislação.

Essas instituições fazem parte do Programa Escola Azul Brasil, coordenado pelo Maré de Ciência/UNIFESP, e ajudam a explicar por que o Brasil concentra hoje 25% das escolas azuis do mundo e vem se tornando referência internacional na área. 🌍

A matéria também mostra como esse movimento se conecta a políticas públicas nacionais, ao Plano Setorial para os Recursos do Mar e a iniciativas da Marinha do Brasil, como o PROMAR, reforçando o papel da educação, da ciência e da sociedade na construção de uma verdadeira cultura oceânica no país.

👉 Leia a reportagem completa no site da Agência Marinha de Notícias:
“Cultura oceânica alcança escolas brasileiras”

Photos from Maré de Ciência's post 23/05/2026

🌊🤿 Como será que a ciência enxerga o fundo do mar a milhares de metros de profundidade?

O ROV SuBastian é o veículo subaquático operado remotamente que acompanha o navio Falkor (too) na expedição pela Cordilheira Mesoatlântica. Conectado ao navio por um cabo chamado umbilical, ele recebe energia, envia dados e permite que a equipe a bordo “mergulhe” sem sair da sala de controle.

Os ROVs são veículos não tripulados, comandados por uma equipe de pilotos que controla cada movimento em três dimensões. Ao lado deles, pessoas da equipe científica acompanham as imagens em tempo real, fazem anotações, decidem rotas de navegação e escolhem as amostras que vão ser coletadas no fundo do oceano.

Por ser modular e ter grande capacidade de carga, o SuBastian pode levar diferentes instrumentos: braços manipuladores, coletores de água, sensores de luz, temperatura e transparência, além de sonares, magnetômetros e câmeras de alta qualidade. Tudo isso faz com que ele se adapte a vários tipos de pesquisa em um mesmo ambiente de grandes profundidades.

Os mergulhos são registrados em vídeo e muitos deles são transmitidos ao vivo pela internet, com narração da equipe de pesquisa e espaço para perguntas do público. É uma oportunidade de acompanhar, quase em tempo real, a exploração de regiões do oceano que ainda conhecemos muito pouco. 🌍💙

👉 Deslize o carrossel para ver o SuBastian em ação e entender melhor como ele apoia a ciência nas profundezas.
Fique de olho nas nossas redes para saber a programação das transmissões durante a expedição e acompanhar mais novidades diretamente do Falkor (too).

DécadaDoOceano MaréDeCiência

Photos from Maré de Ciência's post 22/05/2026

🌊✨ Chamada aberta para quem faz ciência, educação e ação pelo oceano!

A Chamada para Ações da Década nº 11/2026 já está recebendo propostas para Programas, Projetos e Contribuições da Década do Oceano. E queremos ver o seu projeto registrado lá! O Brasil é hoje um país de destaque na Década e será anfitrião da próxima Conferência em 2027 — sua equipe também pode fazer parte desse protagonismo.

O foco é atender às prioridades da Declaração de Barcelona e mobilizar novas iniciativas que apoiem e fortaleçam ações já em andamento na Década.

Entre os destaques está o programa Ocean Literacy With All (OLWA), que incentiva a submissão de iniciativas de cultura oceânica que vão além da educação formal e informal tradicional, envolvendo diferentes segmentos da sociedade – inclusive o setor privado – e conectando ciência, territórios e políticas públicas. 💙

📅 Prazo para envio de projetos: até 31 de agosto de 2026

🖥️ Sessão online de perguntas e respostas em português:
➡️ 03 de junho, das 10h às 11h30
🔗 Para participar da sessão, inscreva-se pelo link https://forms.gle/Pen1i8SxxWR8bGQX6 (ou comente " " que eu te envio o link na DM)

👉 Deslize o carrossel para entender melhor a chamada e, se fizer sentido para o trabalho que você desenvolve, considere submeter sua iniciativa.

🔗 Todos os detalhes, regras e formulários para envio de projetos estão em: https://oceandecade.org/pt/call-for-decade-actions-11-2026/ (ou comente " " que eu te envio o link na DM)

Marque pessoas, grupos e instituições que podem se conectar a essa oportunidade e vamos somar forças pela ciência que precisamos para o oceano que queremos. 🌍🌊

19/05/2026

🌊📚 Você pode ajudar a fortalecer a cultura oceânica na educação ambiental do Brasil

Está aberta, até 29 de maio, a consulta pública da nova proposta de Diretrizes Curriculares Nacionais de Educação Ambiental, que traz como eixo central a mudança climática e a resiliência climática na educação brasileira.

Nesse texto, a cultura oceânica já aparece como conquista concreta de um longo processo de construção do Currículo Azul junto ao MEC e ao Conselho Nacional de Educação. Esse é um passo importante nessa política pública de inserir a cultura oceânica no currículo escolar. Agora, o desafio é que ela seja reconhecida não como “mais um tema”, mas como um fio condutor entre o que acontece globalmente e o que se vive localmente, em cada bioma, em cada território. 🌍💧

A cultura oceânica ajuda a amarrar esse nó:
- conecta clima global com Amazônia, Cerrado, Pantanal, Semiarido, Mata Atlântica, pampas e litoral;
- mostra como o oceano regula chuvas, temperatura, disponibilidade de água e impactos que já sentimos no dia a dia;
- integra saberes locais, comunidades e diferentes ecossistemas, sem competir com nenhum deles.

🗣️ Como contribuir?
Acesse a consulta pública em:
👉 https://mla.bs/df30b18e

Deixe suas contribuições para essa política pública a partir da sua experiência, do seu território e da sua leitura sobre educação ambiental e climática. Nós estamos contribuindo com alguns pontos também, como:
- a cultura oceânica é uma linguagem integradora entre mudança climática, território e saberes locais;
- ela pode ajudar para que nenhum território se sinta de fora – do sertão à floresta, do planalto ao litoral;
- fortalecer esse enfoque é essencial para uma educação ambiental que realmente prepare para um mundo em transformação.

O Maré de Ciência se alegra por tantos anos de caminhada com a cultura oceânica e o Currículo Azul e por poder somar, mais uma vez, neste momento da SNCT e da educação climática no país. 💙

12/05/2026

🌊👩‍🔬 A 23ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia já tem tema definido – e ele enche nosso coração de alegria: mulheres cientistas ganham o centro da cena em 2026! 💙

Há anos, o Maré de Ciência vem trabalhando para aproximar ciência, educação e cultura oceânica de estudantes, professoras, professores e comunidades em todo o país. Estar mais uma vez ao lado do MCTI na SNCT, agora em uma edição que reconhece o protagonismo das mulheres na ciência, é motivo de celebração e responsabilidade.

Ao longo dessa jornada, temos visto pesquisadoras, educadoras, comunicadoras, gestoras e lideranças comunitárias conduzindo projetos que conectam oceano, clima, territórios e justiça social. Valorizar essas trajetórias é também fortalecer a ciência que cuida da vida, da costa, dos mares e das pessoas.

Seguimos animados para colaborar com mais uma SNCT, somando esforços para que cada vez mais meninas e mulheres se vejam, se reconheçam e sejam reconhecidas como cientistas. 🌍✨

Conta aqui nos comentários: quem é a mulher na ciência que mais inspira você hoje?

04/05/2026

🌊🔍 Vagas abertas no PactoMar!

O projeto PactoMar – Do local ao global: processos transdisciplinares para transformação de conflitos na zona costeira está com 4 bolsas FAPESP de Treinamento Técnico abertas para atuar no litoral paulista, em parceria com comunidades da pesca artesanal, gestores ambientais e pesquisadores.

📌 O que está sendo oferecido:
- 3 bolsas TT-3 para recém-graduados(as) (R$ 900/mês, 20h semanais, 18 meses) com atuação no Litoral Norte, Centro e Sul de SP;
- 1 bolsa TT-4A para profissional com experiência (R$ 7.440/mês, 40h semanais, 18 meses), responsável por metodologias participativas e articulação entre diferentes atores.

É uma oportunidade para quem quer somar ciência, justiça ambiental e valorização de comunidades tradicionais em territórios de rica sociobiodiversidade. 💙

📅 Inscrições até 11/05/2026
📲 Detalhes completos sobre perfis, atividades e como se inscrever:
👉 https://maredeciencia.eco.br/2026/04/23/pactomar-abre-selecao-para-4-bolsistas-participe-da-transformacao-de-conflitos-socioambientias-na-zona-costeira-de-sp/.

Compartilhe com quem pode se interessar!

Quer que seu escola/colégio seja a primeira Escola/colégio em Santos?

Clique aqui para requerer seu anúncio patrocinado.

Localização

Endereço


Rua Drive Carvalho De Mendonça, 144
Santos, SP
11075-100