25/10/2016
Olá,
Hoje nós, da equipe Geração Digital do SESI-166, gostaríamos de compartilhar nosso projeto de pesquisa com vocês, esperamos que gostem ,e estamos abertos para receber criticas construtivas e podem dar sugestões para a melhora do projeto.
O Problema identificado:
A partir de diversas pesquisas em diferentes fontes, identificamos um problema relacionado com os bebedouros de beija-flores, muito comuns em residências, comércios e empresas. A maioria das pessoas pensa que é simples a maneira na qual esses bebedouros devem ser manuseados para não prejudicar esses animais muito delicados.
O problema em si não se encontra nos bebedouros, e sim na água colocada nesses recipientes. Neles são colocada água com açúcar para “imitar” o néctar encontrado nas flores, atraindo os beija-flores. Mas muitas pessoas não fazem a limpeza diária desses bebedouros ou não trocam a agua com açúcar todos os dias, quando isso não é feito pelo proprietário do recipiente, ele se torna algo muito perigoso para os beija-flores, que vão em busca de água ali. Quando os devidos cuidados não são tomados, a água desses bebedouros começam desenvolver a doença candidíase, uma micose causada pelo fungo Candida albicans, muito comum entre os seres humanos e entre os beija-flores, essa micose se desenvolve em toda a região bucal, e em alguns casos mais graves, mas muito comum, eles acabam morrendo sufocados por esse fungo ou não conseguem se alimentarem.
Nossa solução para o problema identificado:
A solução desenvolvida por nossa equipe chama-se BLOQ-ÁGUA, um bebedouro de beija-flor, com um sistema de travamento das saídas de água, após 18 horas do líquido exposto. Através de pesquisas descobrimos que a temperatura climática interfere na proliferação de fungos em ambiente líquido, uma vez que interfere no aumento da temperatura da água do bebedouro. 18 horas é o limite de segurança, para um dia de muito calor.