Venha explorar o Universo conosco! (01/01/2013 ★ 01/03/2016) Murray Gell-Mann
O Grupo de Observação Astronômica de Santo André (GOASA) foi uma organização que exerceu funções de divulgação científica e praticas de astronomia no período de aproximadamente três anos (01/01/2013 a 01/03/2016), sobre a cidade de Santo André, no estado de São Paulo. Uma organização focada no desenvolvimento da Astronomia, buscando as melhores estratégias de propagação, projeto que baseio-se prin
cipalmente na prática da astronomia e na divulgação científica, tendo como real objetivo informar, praticar e disseminar a astronomia, acima de tudo torná-la mais presente na atual sociedade. Constituídos por uma jovem equipe, dedicada a utilizar o conhecimento da ciência, o intuito era estimular a curiosidade para o questionamento, basicamente um projeto de divulgação cultural e científica — uma organização livre para todos que querem aprender, o principal objetivo é compartilhar a experiência, e única exigência é que se sinta bem. Estávamos em constante aprimoramento, elaborando grandiosos objetivos para o futuro da organização, atingindo instituições educativas, mídias em geral e organizações governamentais por meio de cooperação. Com o compromisso de promover a real informação do conteúdo transmitido para o nosso público, aprofundando nos conhecimentos atuais e históricos da astronomia e seus respectivos assuntos. Porém, lamentavelmente, devido a falta de apoios e frustadas cooperações o projeto se desfragmentou, até chegar ao ponto de não poder mais se auto sustentar. Talvez algum dia a organização ressurja a fim de combater a desinformação científica e a pseudociência que reluta fortemente a existir em nossa sociedade. Um pouco sobre a Astronomia
Astronomia, uma ciência natural que sempre fascinou a humanidade, é a ciência que estuda tudo o que constitui o Universo, utilizando métodos e confrontando as observações com teorias físicas, ela está ligada a uma série de questões como a Biologia, Física e Matemática. Todos nós somos constituídos a princípio da mesma matéria — forjada da poeira estelar — e de certo modo, estamos todos conectados com o restante do cosmo; desejamos apresentar-vos as maravilhas que o Universo nos fornece, abrangendo o conhecimento para novos horizontes, a curiosidade tem nos guiado, levando-nos a percorrer o caminho da compreensão, e devemos questionar sobre nossa própria existência, como surgimos, para onde iremos, e se há vida além do planeta Terra.
É a aventura mais perseverante e grandiosa da história humana — essa busca de compreender o Universo, como opera e de onde veio.
01/03/2016
• A bolha azul de Carina
No centro desta bela registrada pelo Telescópio Espacial está uma do tipo Wolf-Rayet, conhecida como WR 31a, localizada a cerca de 30 mil anos-luz de distância na da .
A característica “bolha azul” cercando a estrela WR 31a e sua companheira estelar não catalogado, é uma de Wolf-Rayet — uma nuvem de poeira, , e outros gases.
Geradas quando rápidos estelares interagem com as camadas externas de hidrogênio ejetada por de Wolf-Rayet, estas são frequentemente esféricas ou em formato de .
Estima-se que a ‘ ’ tenha se formado em torno de 20 mil anos atrás e está se expandindo a uma taxa cerca de 220 mil quilômetros por hora!
Infelizmente, o ciclo de de uma estrela Wolf-Rayet é de somente algumas centenas de milhares de anos — um piscar de olhos em termos cósmicos.
Apesar de iniciar a vida com uma massa de pelo menos 20 vezes a do nosso , as estrelas Wolf-Rayet normalmente perdem metade de suas massas em menos de 100 mil anos.
E neste caso a estrela WR 31a não é uma exceção.
Que eventualmente terminará sua vida como uma , e o material estelar expelido em sua mais tarde irá nutrir uma nova geração de estrelas e .
‣ Fonte (em inglês): goo.gl/We0TQF
01/03/2016
Uma nova e sublime da sonda espacial New Horizons apresenta em detalhe a polar norte de , em realçadas a imagem nos conta uma da diversidade das feições geológicas e composicionais do planeta-anão.
Esta imagem foi criada a partir de duas em vez de uma única e apresenta o céu de janeiro observado de ambos os hemisférios.
A imagem foi montada pelo Petr Horálek, um dos Embaixadores Fotográficos do .
A parte superior da imagem foi obtida no Observatório do Paranal do ESO, no e a parte inferior foi registrada na aldeia eslovaca Oravska Lesna, tendo depois as duas imagens sido combinadas neste interessante .
Um braço da distinta em X que se estende desde o alto da imagem à direita até abaixo à esquerda é o trilho da Via Láctea.
A outra diagonal contém colunas resplandecentes de zodiacal.
No centro da imagem, observamos um dos quatro pequenos Telescópios Auxiliares de 1,8 metros que compõem o Very Large Telescope ( ) do ESO.
Podemos ainda observar na parte inferior da imagem um brilho significativo causado pela poluição luminosa em , o que não é visível na parte superior, devido à remota localização do .
‣ Fonte: goo.gl/G5nEhx
24/02/2016
No dia 6 de fevereiro, aproximadamente ás 11h55min (no horário de Brasília), um pequeno pedaço de material interplanetário mergulhou na terrestre e desintegrou-se — provavelmente explodiu a cerca de 30 quilômetros acima do , próximo à costa brasileira. A liberada foi equivalente à detonação de 13 mil toneladas de , tornando este o maior evento desde a sobre a cidade de em fevereiro de 2013.
O , instalado no , mapeou pela primeira vez a área total do plano galáctico visível a partir do hemisfério sul através do submilímetro a região do espectro eletromagnético entre a radiação infravermelha e as ondas de rádio com mais detalhes do que obtido em rastreios recentes realizados a partir do .
O lançou com sucesso um pioneiro com visão em raios X nesta quarta-feira (17), para as misteriosas em torno de buracos negros e pesquisar as gêneses das e outras cósmicas a bilhões de anos-luz da Terra...
Pela primeira vez os foram capazes de analisar a de um classificado como super-Terra, utilizando novas técnicas de análise dos dados coletados com o Telescópio Espacial , descobriram que o exoplaneta 55 Cancri e possui uma atmosfera seca, sem quaisquer indicações de v***r d’água...
Esta bela obtida pelo Embaixador Fotográfico do Yuri Beletsky captura muitas maravilhas — tanto terrestres como astronômicas — ao longo de uma enorme escala de distâncias.
Em primeiro plano podemos observar o de rastreio do ESO.
Este telescópio de 4,1 metros mapeia o no infravermelho, descobrindo objetos astronômicos de interesse que são depois estudados pelos quatro Telescópios Principais de 8,2 metros do Very Large Telescope (VLT) do ESO.
Esta infraestrutura pode ser vista no cume da ao longe, à direita do VISTA, a cerca de um quilômetro de distância.
No céu por cima do VISTA vemos uma faixa escura que se estende para cima da esquerda para a direita.
Trata-se do disco da Via Láctea, visto de perfil e olhando para o interior na direção do centro galáctico.
Embora a olho nu não possamos observar toda a extensão até ao núcleo propriamente dito, calculamos que a sua distância seja cerca de 30 mil anos-luz, o que corresponde a cerca de 280 quatrilhões de quilômetros.
A mancha brilhante que podemos ver ligeiramente à esquerda da vertical do VLT é a Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia anã vizinha da Via Láctea, que situa-se a cerca de 160 mil anos-luz de distância.
Embaixo e ligeiramente à esquerda da Grande Nuvem de Magalhães observamos outra mancha difusa no céu, a Pequena Nuvem de Magalhães, localizada a cerca de 200 mil anos-luz de distância.
‣ Fonte (em inglês): goo.gl/Zrrj7V
12/02/2016
Um novo mapa geológico da superfície de Plutão apresenta uma variedade de feições suaves, repletas de crateras e rugosas, auxiliando os cientistas na compreensão da complexidade de terrenos do planeta-anão...
Para os cientistas, o registro do fenômeno é uma das descobertas científicas mais importantes do século e seu estudo pode contribuir para novas concepções sobre o funcionamento do cosmos...
Uma estrela recém-formada ilumina as nuvens cósmicas à sua volta nesta nova composição obtida no Observatório de La Silla do ESO, no Chile. As partículas de poeira nas enormes nuvens que rodeiam a estrela HD 97300 difundem a sua luz, tal como ocorre com os faróis de um carro num nevoeiro, criando assim uma bela nebulosa de reflexão azul...