21/03/2015
O profissional certo
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Relação Anual de Informações Sociais do Ministério do Trabalho e Emprego (Rais/MTE), apontou que 60% dos trabalhadores são empregados por micro e pequenas empresas de carteira assinada. Tal índice mostra que o mercado, de fato, necessita dos profissionais de contabilidade, uma vez que administrar um negócio implica em uma série de desafios, sobretudo no Brasil, onde a elevada carga tributária representa um obstáculo para organizações de diferentes portes.
Apesar de concentrar mais da metade da população economicamente ativa brasileira, apenas cerca de 30% a 40% das micro e pequenas empresas permanecem ativas até o quinto ano de sua existência. Para o presidente do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de Goiás (Sescon) Francisco Lopes, um dos motivos que contribuem, para esse baixo índice, é a falta de uma gestão contábil adequada. “As organizações contábeis devem participar ativamente do dia a dia de um empreendimento, desde sua abertura até a consolidação, já que atuam como consultoras e podem indicar as melhores alternativas para cada situação”, explica o presidente do Sescon.
Ele alerta que é preciso também definir um escritório de confiança antes mesmo de abrir uma empresa, como lembra o presidente da Fenacon, Mario Berti. “Um novo negócio exige o acompanhamento de profissionais que podem orientar sobre os rumos a serem seguidos, como o regime de tributação mais apropriado ou as mudanças legislativas que interferem economicamente, por exemplo,”, avalia. Para Francisco, os contadores exercem um papel fundamental para viabilizar e auxiliar no crescimento das atividades empresariais.
http://www.crcdf.org.br/crcdf/index.php?option=com_content&view=article&id=1968:o-profissional-certo&catid=17:ultimas-noticias&Itemid=33
Conselho Regional de Contabilidade do Distrito Federal - CRC-DF