Espaço Ciência da Vida

Espaço Ciência da Vida Espaço Ciência da vida é um página destinada a todo publico que gosta de Ciências do Ensino Fundamental 6º ao 9º ano e os demais públicos em geral.

24/01/2017

Você nunca viu a nossa Lua assim: de pertinho, em todos os detalhes - e girando! À medida que gira em torno de seu próprio eixo, nosso satélite natural também gira em torno da Terra e, por isso, exibe sempre a mesma 'face' para nós, mantendo a outra oculta - seu famoso (e erroneamente nomeado) 'lado escuro'. Mas essa animação da Nasa, criada com imagens da Nasa's Lunar Reconnaissance Orbiter, sonda que orbita o satélite, nos permite vislumbrar esse movimento completo! Duas novas missões devem explorá-la num futuro próximo: uma, recém-lançada pela Nasa, analisará a fina atmosfera lunar a partir de outubro. Outra, chinesa, deve enviar em breve um veículo robótico para explorar sua superfície. Ah, a posição inicial do vídeo retrata a nossa visão aqui da Terra.
Leia mais:
Sobre a origem da Lua http://cienciahoje.uol.com.br/…/2012/10/rocha-da-minha-rocha
Sobre as crateras da Lua
http://cienciahoje.uol.com.br/…/impactos-o-jogo-de-bilhar-n…
Sobre a dinâmica Terra-Lua
http://cienciahoje.uol.com.br/…/por-que-em-algumas-noites-a…
http://cienciahoje.uol.com.br/…/fisica-s…/o-samba-terra-lua/
E sobre a animação divulgada pela Nasa
http://io9.com/behold-the-moon-as-youve-never-seen-it-befor…

https://www.facebook.com/cienciahoje/videos/701372519892531/

24/01/2017

Internet não perdoa rs
Será que é verdade? Rs

MÉDICO DOUTORADO REVELA:Dicas
24/01/2017

MÉDICO DOUTORADO REVELA:
Dicas

Podemos dizer que, de maneira radical, a discussão sobre ciência e ética, necessita passar pela concepção filosófica de ...
24/01/2017

Podemos dizer que, de maneira radical, a discussão sobre ciência e ética, necessita passar pela concepção filosófica de ‘ser humano’, ‘ética’ e ‘ciência’.
Iniciemos então pela concepção de ciência.
A ciência que caracteriza as sociedades modernas pode e deve ser analisada sob seus diversos ângulos. Desde um enfoque mais clássico da epistemologia até um olhar mais recente dos estudos culturais se multiplicam os estudos sobre a atividade científica. Então a partir de que momento a ética passou a fazer parte da reflexão no campo das ciências? Existem vários aspectos ligados à ciência que nos permitem hoje promover esse debate dentre os quais iremos destacar aqui alguns.
Em nossos dias há uma perspectiva que exerce particular interesse e que se associa ao desenvolvimento contemporâneo das ciências da vida.
Não muito tempo atrás os experimentos científicos eram feitos sem nenhum critério moral e sem sequer serem questionados. A consequência disto é que muitas pesquisas científicas trouxe vários problemas tanto do ponto de vista do indivíduo como do ponto de vista social. Alguns casos clássicos envolvem, por exemplo, pesquisas com clonagem, células troncos, a possibilidade de manipulação genética da vida e até de preservação duradoura da vida em condições artificiais, ou ainda a intervenção em fetos (ab**to), evidenciam a expansão do nosso poder científico-tecnológico. Poder que nos inscreve, logo de imediato, nesse horizonte ético, onde nos dá possibilidade de nos questionarmos sobre o que podemos fazer e o que devemos fazer.
Sob tal perspectiva podemos dizer que a ciência moderna ocidental contém em si um amplo projeto de dominação: da natureza, de si mesmo e do outro (para uma análise crítica sobre o conhecimento científico e racional como forma de dominação veja em nosso website a seção sobre a Escola de Frankfurt, especificamente a crítica de Adorno e Horkheimer sobre a razão instrumental). O que nos remete a necessidade de uma ciência que não pode prescindir da análise de valores morais e éticos a partir de uma nova postura diante da própria ciência e dos valores da sociedade.
Neste novo cenário temos também diretrizes dos Comitês de Ética e Pesquisa que regulam a ética nas pesquisas cientificas quando envolve seres humanos ou quanto aos tratos com animais, associados com pesquisa cientifica. Há também uma sensibilidade em relação a intervenção no meio ambiente.
Embora a concepção moderna de ciência, a que estamos, ainda hoje, associados, seja inseparável da progressiva reafirmação do princípio da autonomia da pesquisa e da rejeição, inegociável, da tutela, seja religiosa ou política, é inegável que o campo das ciências traz em si questões de ordem moral e ética.
A necessidade de uma reflexão de base epistemológica sobre a racionalidade científica ocidental, incluindo aí o campo da ética e dos valores, é possível encontrar na obra de Edgar Morin. Em sua obra Ciência com Consciência a palavra “consciência” tem dois significados: um sentido intelectual de consciência auto-reflexiva e um outro sentido que “[...] foi formulado por Rabelais em seu preceito: ‘Ciência sem consciência é apenas ruína da alma’. A consciência de que ele fala é, com certeza, a consciência moral” (2005, p. 10). Nessa obra Morin fala ainda da responsabilidade do pesquisador das ciências diante da sociedade e do homem citando como exemplo a carta do gênio da física, Albert Einstein, ao então presidente Roosevelt a respeito das descobertas da física nuclear que conduziram ao desenvolvimento da bomba nuclear. É necessário uma ética do conhecimento, uma ética da responsabilidade e uma reflexão sobre as relações entre ciência e poder que são permeadas de valores morais e sociais: “[...] precisamos colocar para nós mesmos problemáticas éticas levantadas pelo desenvolvimento incontrolado da ciência, em resumo, devemos interrogar a ciência na sua história, no seu desenvolvimento, no seu devir, sob todos os ângulos possíveis.” (2005, p. 130).
Uma reflexão sobre a responsabilidade dos pesquisadores diante da sociedade e do homem nos remete, por exemplo, ao fato de que várias instituições se preocupam em elaborar um código de ética: como o Código de Ética Médica, o Código de Ética do Psicólogo e muitas outras profissões que estão no bojo do discurso científico. Isso demonstra claramente a necessidade que a sociedade tem de “controlar” as medidas e atitudes das diversas profissões. Será que podemos permitir que a ciência, por exemplo, faça o que ela quiser? A ciência pode pesquisar o que ela quiser?
A ética seria desta maneira então, intermediária, buscaria a justiça, a harmonia e os caminhos para alcançá-las. Quando buscamos, a justiça, a verdade, o entendimento e o conhecimento, o buscamos para satisfazer uma necessidade do sujeito.
O que é que distingue a ciência da não ciência? Como podemos demarcar a fronteira entre elas? É importante mencionar que a ciência deve ser entendida de maneira diversa, conforme o tempo em que a estudamos. O que chamamos de “conhecimento científico”, também, pode variar conforme os diversos períodos da história. Na área médica, por exemplo, quando ouvimos uma voz científica dizendo: evite comer ou fazer tal coisa, que faz mal à saúde, e depois alguns anos mais tarde se contradizem dizendo que não é bem assim.
Podemos mencionar ainda algumas reflexões que são extremamente necessárias hoje em dia no campo das ciências que devem ser discutidas no campo dos valores e da moral, como por exemplo na área da robótica, onde deve haver um princípio segundo o qual um robô jamais deve ser projetado para machucar pessoas ou lhes fazer mal. A área da informática também está repleta de dilemas éticos, ao criar, por exemplo, um programa (softwares) computacional com o objetivo claro de prejudicar as pessoas, como para roubar ou espionar.
Ou no campo do que se convencionou chamar hoje de Bioética que envolve temas polêmicos como a clonagem, onde uma parte dos ativistas consideram que, pela ética e bom senso, a clonagem só deve ser usada, com seu devido controle, em animais e plantas somente para estudos biológicos - nunca para clonar seres humanos. Temas como o ab**to e os casos mais recentes de crianças com microcefalia onde, após uma forte epidemia do zika vírus, através do Aedes Aegypti, o mesmo mosquito transmissor da dengue, uma parte da sociedade entende que seja necessário autorizar o procedimento do ab**to reabrindo o debate sobre ab**to no país. Atualmente, no Brasil, só é permitido interromper uma gravidez em caso de risco à vida da mãe, quando a concepção foi resultado de um estupro ou quando o feto é anencéfalo (não possui cérebro). Argumenta-se inclusive que inúmeros ab**tos clandestinos são realizados, muitas vezes feitos sem cuidados médicos adequados. A discussão gera polêmica e está no centro da discussão hoje em meio à epidemia de microcefalia, que por sua vez, também foi alvo de inúmeras críticas de que, por trás de uma preocupação com o direito à escolha da mulher, existe uma tentativa de se buscar o bebê perfeito, algo comparável ao que buscava o nazismo com suas iniciativas de eugenia, de se criar uma “raça perfeita”. O tema desperta atenção inclusive do mundo e da Organização Mundial de Saúde uma vez que o ab**to é restrito na América Latina, região também afetada pela epidemia de zika.
Outro caso polêmico que impõe uma análise ética e moral sobre o comportamento de médicos, por exemplo, no exercício de sua função, são os casos de suspeitas de abuso sexual na hora da consulta e avaliação médica, como ressalta essa notícia do: espaco-vital.jusbrasil.com.br.

Leia mais: http://www.portalconscienciapolitica.com.br/products/etica-e-ciencia/

24/01/2017

Ciência e adolescência Este blog é destinado aos educandos do 8º e 9º anos do Ensino Fundamental...

VISITEM O BLOG E ENCONTRE VÁRIOS ASSUNTOS INTERESSANTES
http://cienciaeadolescencia.blogspot.com.br/

Este blog é destinado aos educandos do 8º e 9º anos do Ensino Fundamental para rever conteúdos trabalhados em sala de aula.

Ciência e ética nos dias atuaisA ciência, traço que singulariza as sociedades modernas, vem sendo analisada sob os mais ...
24/01/2017

Ciência e ética nos dias atuais

A ciência, traço que singulariza as sociedades modernas, vem sendo analisada sob os mais diversos ângulos. Desde o enfoque mais clássico da epistemologia ao olhar mais recente dos estudos culturais, multiplicam-se os estudos sobre a atividade científica. Entretanto, em nossos dias, uma perspectiva, a da ética, exerce particular interesse, associada ao desenvolvimento contemporâneo das ciências da vida.
Alternativas inéditas, antigamente nem sequer questionadas, fazem hoje, parte do cotidiano. Possibilidades como a preservação duradoura da vida em condições artificiais, a intervenção em fetos ou as que decorrem do amplo repertório de ações ligadas à clonagem evidenciam a expansão do nosso poderio científico-tecnológico. Poderio que nos inscreve, de imediato, no horizonte ético: podendo fazer, devemos fazer?
Os órgãos que regulam a ética nas pesquisas científicas que envolvam seres humanos, o crescente cuidado no trato dos animais associados à pesquisa científica, a atenção e a sensibilidade com que são vistas as questões relativas à intervenção no meio ambiente são indicadores de que estamos diante de um novo cenário. Mas, se, de um lado, devemos celebrar o reaparecimento da temática ética, na medida em que se localiza no campo da ação humana, por outro lado, cabe perguntar sob que condições é razoável esperar uma aproximação permanente entre a ciência e a ética.
Ética, entre outras coisas, significa restrição. O recurso a valores, constitutivos de qualquer agenda ética, implica aceitar proibições e limites. Caso existisse, uma sociedade inteiramente permissiva levaria à supressão da dimensão ética, que se tornaria supérflua num ambiente onde tudo fosse tolerado.
Se aceitarmos a associação entre a atitude ética e o estabelecimento de alguma espécie de limite, como poderíamos aproximar a ética e a ciência, entre os procedimentos éticos e a busca do conhecimento?
No contexto da sociedade atual, à que pertencemos, a criação dos campos científicos na modernidade ocidental é decorrência, entre outros fatores, da ideologia que preconiza a defesa da liberdade mais plena no que diz respeito ao conhecimento. A concepção moderna de ciência, a que estamos, ainda hoje, associados, é inseparável da progressiva reafirmação do princípio da autonomia da pesquisa e da rejeição, inegociável, da tutela, seja religiosa, seja política.

Reflexão do dia
24/01/2017

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