Grupo de Pesquisa em Modelagem Hidroambiental e Ecotecnologias

Grupo de Pesquisa em Modelagem Hidroambiental e Ecotecnologias O projeto é desenvolvido por um grupo de professores, pesquisadores, técnicos e alunos da UFSM, UFRGS e UNIFRA.

Ecotecnologias é um projeto de desenvolvimento de conhecimentos técnicos, processos, produtos, serviços e equipamentos, bem como os procedimentos organizacionais e de gestão com uma ótica sustentável, integrando princípios da Engenharia e Ecologia, e que pode ser utilizado para reduzir os danos causados ao ecossistema.

🇫🇷 Uma experiência de doutorado-sanduíche: novos conhecimentos, pessoas e horizontes.Fabiana Pimentel, estudante de dout...
02/10/2026

🇫🇷 Uma experiência de doutorado-sanduíche: novos conhecimentos, pessoas e horizontes.

Fabiana Pimentel, estudante de doutorado do Grupo Ecotecnologias, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental (PPGECAM) da UFSM, compartilha um pouco da experiência vivida durante seu doutorado-sanduíche na Université Savoie Mont Blanc, em Le Bourget-du-Lac, França.

Durante seis meses, essa experiência possibilitou ampliar e compartilhar conhecimentos, conhecer novas metodologias, estabelecer novas conexões, vivenciar outras culturas e explorar novos lugares.

Mais do que uma experiência acadêmica, o doutorado-sanduíche também representa uma oportunidade de ampliar horizontes, fortalecer redes de colaboração e contribuir para o crescimento pessoal e profissional de nossos estudantes.

✨ Confira um pouco dessa trajetória e das experiências que marcaram esses seis meses!

**ENCHENTES DE SÃO MIGUEL: quando setembro transborda no coração do Rio Grande do Sul**Entre 27 e 29 de setembro de 2026...
29/09/2026

**ENCHENTES DE SÃO MIGUEL: quando setembro transborda no coração do Rio Grande do Sul**

Entre 27 e 29 de setembro de 2026, postos do Cemaden em Santa Maria registraram **199,0 a 238,8 mm de chuva em 72 horas**. No Patronato, esse acumulado correspondeu a cerca de **um setembro e meio**, considerando a normal climatológica mensal de 155,3 mm do INMET (1991–2020). Dados consultados em 29/09, às 12h10.

No interior gaúcho, as chamadas **“enchentes de São Miguel”** fazem parte de uma memória popular associada às chuvas do fim de setembro, período tradicionalmente marcado por instabilidade.

A ciência ajuda a compreender essa memória. A transição do inverno para a primavera altera a circulação atmosférica, a atuação dos sistemas frontais e o transporte de umidade. Setembro integra uma época naturalmente chuvosa no Rio Grande do Sul, mas **não existe uma data fixa nem uma repetição automática das cheias**.

Em anos de **El Niño**, a primavera pode apresentar maior umidade e episódios de chuva volumosa no Sul do Brasil. Porém, cada evento depende também de fatores como frentes, duração da chuva, transporte de umidade, condições do solo e características locais.

**Como se preparar?**
• Revisar telhas, calhas, ralos e drenagens;
• Manter entradas de água desobstruídas;
• Proteger documentos e contatos de emergência;
• Acompanhar Defesa Civil, INMET e Cemaden;
• Evitar previsões isoladas e informações sem fonte.

A representação de São Miguel na capa é uma **ilustração editorial simbólica**, não uma imagem histórica ou documental.

**Para aprofundar:**
🔗 Chuvas intensas na Região Central: ecotecnologias.org/chuvas-intensas/
🔗 Nota Técnica sobre El Niño: DOI 10.5281/zenodo.22821232
🔗 Desastre hidrológico de 2024: DOI 10.1590/2318-0331.302520240119

**Fontes:** Cemaden; INMET; Rossato, Sartori e Silveira (2003); Wollmann e Sartori (2009/2010).

Hidrologia Climatologia Prevenção Ecotecnologias UFSM

🌱 Quer fazer parte do Grupo Ecotecnologias?Estamos com uma nova oportunidade de Iniciação Científica com bolsa para estu...
26/09/2026

🌱 Quer fazer parte do Grupo Ecotecnologias?

Estamos com uma nova oportunidade de Iniciação Científica com bolsa para estudantes de graduação interessados em pesquisa e inovação.

Se você se identifica com nossas áreas de atuação e atende aos requisitos, complete o formulário 🙌🏼

📚 Venha fazer parte da nossa equipe e desenvolver sua experiência em pesquisa!

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Por que alguns trechos de uma rodovia concentram mais colisões com a fauna? 🛣️Na BR-471, em um trecho que atravessa a Es...
25/09/2026

Por que alguns trechos de uma rodovia concentram mais colisões com a fauna? 🛣️

Na BR-471, em um trecho que atravessa a Estação Ecológica do Taim, essa pergunta orienta uma pesquisa de doutorado que busca compreender como as ocorrências variam no espaço e ao longo do tempo.

A partir de registros entre 1995 e 2026, o estudo integra informações sobre clima, hidrologia, paisagem e características da rodovia para investigar onde estão os trechos e períodos mais críticos e quais fatores podem estar relacionados às colisões com a fauna 🐕🐗🐂

O Taim abriga diferentes grupos de animais, e a presença de espécies de maior porte, como a capivara, reforça que essa questão envolve tanto a conservação da biodiversidade quanto a segurança viária.

A BR-471 também conta, desde 1998, com estruturas destinadas à proteção da fauna, como cercas e passagens de fauna. Compreender quando e onde as ocorrências acontecem é fundamental para apoiar o monitoramento e a avaliação dessas medidas de mitigação.

A pesquisa também conta com parceria de pesquisadores da área de Inteligência Artificial, buscando desenvolver métodos que futuramente possam ser testados em outras rodovias e contextos de fauna 🙌🏼

🔬 Pesquisa de doutorado: Maite Dineque Cassenote
Orientação: Rutineia Tassi
Coorientação: Enio Júnior Seidel
Parcerias: Ecotecnologias • ICMBio/ESEC Taim • Prof. Luís Álvaro de Lima Silva

📖 Parte das pesquisas desenvolvidas no Taim já está disponível no artigo Wildlife Roadkill Driven by Hydrological Regime in a Subtropical Wetland:
https://doi.org/10.3390/w15244307

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Não foi apenas quanto choveu, foi como choveu 🌧️No dia 21 de setembro de 2026, uma chuva intensa atingiu Santa Maria, pr...
22/09/2026

Não foi apenas quanto choveu, foi como choveu 🌧️

No dia 21 de setembro de 2026, uma chuva intensa atingiu Santa Maria, provocando alagamentos, extravasamento de cursos d’água e transtornos em diferentes regiões da cidade.

Mas o impacto de uma chuva não depende apenas do volume acumulado. Intensidade, duração, distribuição espacial, condições da bacia e capacidade da infraestrutura também influenciam a resposta da cidade.

Nessa publicação, comparamos os eventos de 21/09/2026 e 30/04/2024 e mostramos por que diferentes características da chuva podem produzir respostas distintas na drenagem urbana.

Também apresentamos algumas estratégias para cidades mais resilientes, incluindo soluções baseadas na natureza, planejamento por bacia e integração entre infraestrutura verde, azul e convencional.

💧🌱 Conhecimento é parte da construção de cidades mais resilientes.

Deslize para entender melhor ➡️

Fonte: Prefeitura Municipal e Defesa Civil de Santa Maria.

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🌿📚 Nova publicação!O artigo “Desempenho de pontes sob cheias extremas e lacunas regulatórias: evidências das cheias de 2...
22/09/2026

🌿📚 Nova publicação!

O artigo “Desempenho de pontes sob cheias extremas e lacunas regulatórias: evidências das cheias de 2024 no Rio Grande do Sul” analisa o desempenho de estruturas rodoviárias diante de eventos extremos e discute os desafios dos critérios atuais de projeto.

🔎 Um estudo que contribui para ampliar a discussão sobre infraestrutura resiliente, gestão de riscos e adaptação às mudanças climáticas.

📖 Leia o artigo na íntegra:
doi.org/10.58922/transportes.v34.e3234

Científica

Bacias de 0,64 a 260.000 km². Diferentes escalas, experiências e lugares, unidos pela importância de monitorar e compree...
16/09/2026

Bacias de 0,64 a 260.000 km². Diferentes escalas, experiências e lugares, unidos pela importância de monitorar e compreender nossos rios e bacias 🏞️

Encerramos ontem, 13 de setembro, na UFSM, o VI Seminário de Monitoramento e Avaliação de Bacias Hidrográficas do Cone Sul e o V Fórum de Geo-Bio-Hidrologia 🌳💧🪨

Foram dias de excelentes discussões, apresentações, visitas técnicas e muita troca de conhecimento, dentro e fora do auditório! 🤝🏼

Nosso muito obrigado a todos os participantes e aos grupos que compartilharam suas experiências. E um agradecimento especial aos estudantes, professores, técnicos e demais colegas que ajudaram na organização e nas tantas tarefas que fizeram tudo acontecer. Cada contribuição, inclusive aquelas que quase ninguém vê, foi fundamental. Sem vocês, este encontro não seria possível 👏🏼👏🏼

Agradecemos também aos patrocinadores FAPERGS e CNPq e aos apoiadores PPGCS/UFSM, PPGEQAM/UFSM, PPGCS/UFRGS e CELESTE Lab por contribuírem para a realização do evento !

📚 Para quem quiser relembrar as discussões e consultar os trabalhos, as apresentações em PDF estarão disponíveis em breve no site do evento:
https://www.ufsm.br/laboratorios/lapehs/eventos/seminar-catchment-2026 📚

Terminamos com novas ideias, parcerias fortalecidas e vontade de continuar trabalhando juntos. O encontro acaba, mas a cooperação continua! 🌱🙌🏼

Nos vemos no próximo! Acompanhe nossas redes sociais para ficar por dentro dos próximos passos.


Por que a água demora tanto a escoar em terrenos quase planos? 💧🏞️Em sistemas de baixa declividade, pequenas diferenças ...
11/09/2026

Por que a água demora tanto a escoar em terrenos quase planos? 💧🏞️

Em sistemas de baixa declividade, pequenas diferenças de nível podem alterar profundamente o comportamento da água. Armazenamento, remanso e condições de contorno passam a ter grande influência sobre níveis, velocidades e propagação do escoamento.

Na sua qualificação de mestrado, Camila Caballero apresenta uma pesquisa que combina dados observados e modelagem numérica em canal para compreender esses processos.

Esse conhecimento ajuda a representar melhor sistemas de drenagem e a apoiar soluções mais adequadas para áreas onde a água escoa lentamente.

📅 18 de setembro de 2026
🕙 10h–12h · horário de Brasília
💻 On-line — transmissão em ecotecnologias.org/eventos

Na sua cidade, onde a água costuma permanecer acumulada por mais tempo depois da chuva? 👇

Drenagem ModelagemNumérica Pesquisa

Endereço

Santa Maria, RS
97105-000

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