21/06/2020
Próxima palestra das Ligas de Cardio do RS será organizada pela UFSM. Conto com a presença de vocês! Haverá certificado.
Link de inscrição: https://doity.com.br/cardiopatias-congenitas-de-shunt-esquerda-direita-apresentacao-clinica-e-abordagem-diagnostica
Mais sobre o palestrante:
Médico formado pela Universidade Federal de Santa Maria (2007/1)
Residência em Pediatria pelo Hospital Universitário de Santa Maria (2008 - 09)
Especialização em Cardiologia Pediátrica e Fetal e Ecocardiografia pelo ICFUC-POA (2010-13)
Cardiologista Pediátrico pela SBC
Médico cardiologista e ecocarfiografista pediátrico e fetal do HUSM/EBSERH 2014/19
15/06/2020
Mais informações no insta .rs
16/05/2020
Pessoal, sigam o insta do Grupo de Estudos das Ligas de Cardio do RS!!!
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13/03/2020
Boa noite! Estamos divulgando uma nova seleção de membros para a Liga Acadêmica de Cardiologia da UFSM.
Edital e material de estudo serão enviados aos e-mails de turma do 4° ao 11° semestre.
03/04/2019
ECG - Caso clínico da semana
Paciente feminina, 27 anos, previamente hígida, chega ao pronto socorro referindo queixas de palpitações intensas sentidas no pescoço e região precordial, de início súbito há 20 minutos, acompanhada de tontura e dispneia. Relata queixas de palpitação desde os 25 anos, porém agora em maior intensidade. Nega fazer uso de medicação para alívio das palpitações.
Ao exame físico:
Bom Estado Geral (BEG); Lucida, Orientada e Coerente (LOC); Mucosas Úmidas, Coradas, Acianóticas e Anictéricas (MUCAA)
FC: 155bpm
PA: 160x90mmHg
ApCV: Bulhas Normo-Fonéticas (BNF), Ritmo Regular, 2 tempos, sem sopro.
ApResp: Murmúrio Vesicular Uniformemente Distribuído, sem Ruídos Adventícios.
O eletrocardiograma (ECG) foi realizado durante o episódio de taquicardia.
Responda:
1. Quais as alterações estão presentes no ECG da paciente?
2. Qual o provável diagnóstico?
3. Qual o tratamento deve ser indicado?
RESPOSTA: https://docs.google.com/document/d/1AM_USjWPf3yHgquz4PcEj4gSuVwCuFShte0LwMAnV9o/edit?usp=sharing
Liga Acadêmica de Cardiologia - UFSM
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18/11/2018
Paciente masculino, 67 anos, com histórico de ataque cardíaco há 6 anos, apresenta dor torácica constritiva severa por mais de 2 horas com sudorese profusa e hipotenso. Nenhum ECG prévio está disponível, sem outras queixas clínicas.
Ao exame físico:
-Bom Estado Geral (BEG); Lúcido, Orientado e Coerente
(LOC); Mucosas Úmidas, Coradas, Acianóticas e Anictéricas (MUCAA).
-PA: 150x90mmHg; FC: 84bpm; FR: 21irpm.
-ACV: Bulhas Normofonéticas (BNF), Ritmo regular, 2 tempos (2T).
A seguir, pergunta-se:
-Qual é o diagnóstico?
-Qual é a lesão anatômica precisa?
RESPOSTA: https://docs.google.com/document/d/1e0EZ9Gw8tLO2lLtK5ssYLSRBLzkJcSBYiDFM3P2biew/edit?usp=sharing
Liga Acadêmica de Cardiologia - UFSM
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30/10/2018
Caso Clínico – ECG
Paciente masculino, 62 anos, com histórico de hipertensão, dislipidemia e urolitíase, procura a emergência com queixa de dor precordial em aperto, com irradiação para membro superior direito, aumentando de intensidade até a procura do atendimento, com piora aos esforços moderados e aliviando com o repouso. A dor começou há cerca de um mês, embora em menor intensidade (3/10). Nega náusea, vômito, sudorese excessiva, cefaleia. Tabagista, com carga tabágica de 160 anos-maço. Em uso de: AAS 100, Clopidogrel 75, Metoprolol 50 qd, Enalapril 20 BID, Sinvastatina 40, Amiodarona 200 qd.
Exame Físico:
- PA: 180/90 mm Hg a D., 169/100 a E., FC: 80 bpm.
- BNF, RR, 2T, sopro mesodiastólico em foco mitral.
- Aus. Pulmonar com MVRD, sem ruídos adventícios.
- Pulsos presentes, magnus, simétricos em todos os membros.
- Troponinas negativas
Analise o ECG e responda:
a) Quais os achados do ECG?
b) Os achados são característicos de qual síndrome?
c) Qual a conduta a ser realizada?
RESPOSTA: https://docs.google.com/document/d/1CAa3pNCMW4XgewCukAmmunxNi8W_RmCfJpcs3aU48f0/edit?usp=sharing
13/10/2018
Caso clínico - ECG
Identificação: J.C.M., 53 anos, s**o feminino, costureira, procedente de Santa Maria
Queixa principal: “Tosse com sangue há 1 dia”
HDA:
Paciente em tratamento quimioterápico há 1 ano para câncer epidermoide metastático de pulmão se apresenta na emergência referindo início de tosse há 3 dias, acompanhada de dispneia – não ligada aos esforços – e dor pleurítica ventilatório-dependente em hemitórax esquerdo. Relata uso de dipirona há 2 dias sem efeito benéfico e início de hemoptise (“um fio de sangue”) há 1 dia. Nega náuseas e vômitos. Refere hábitos urinários e intestinais regulares.
HMP:
Ex-tabagista 30 anos/maço (em abstinência há 13 meses)
Nega cirurgias prévias
Nega alergias
Ex físico:
REG, LOC, MUCAA
Ap. CV: BNF, RR, 2T, sem sopro
Ap. Respiratório: MVRD, estertores em base de hemitórax esquerdo
Ap. Abdominal: RHA+, sem dor a palpação
Sinais vitais: FC = 130bpm, FR = 21 irpm, T° = 38,3°C, PA = 105/70 mmHg
Sem demais achados
ECG solicitado. Segue imagem.
Após analisar a apresentação clínica e o ECG, responda:
1) Qual a principal hipótese diagnóstica?
2) Quais os achados do ECG?
3) Qual o próximo exame complementar?
Resultado: https://docs.google.com/document/d/1kHXF1joziBIZBS2z2Pw_ypwNYax-9P7II3QbBfKGim4/edit?usp=sharing
07/10/2018
Caso clínico da semana
ID: Homem, branco, 53 anos
MI: Dor no peito, palpitações e “cabeça leve”
HDA:
Logo pela manhã a esposa acordou e notou que o paciente estava diaforético, “gorgolejante” e não-responsivo. Acordou após alguns momentos com dor no peito, palpitações e cabeça-leve. Foi levado de ambulância para o hospital local, onde começou oxigenioterapia com saturação de 99%, pouco tempo após chegar desenvolveu taquicardia ventricular monomórfica a um ritmo de 201 bpm e foi realizada cardioversão elétrica restaurando assim ritmo sinusal. Aspirina, clopidogrel, enoxaparina, resuvastatina, amiodarona e tirofibana foram administrados e paciente foi encaminhado de helicóptero para hospital especializado.
No segundo hospital fez uma série de exames de imagem, sangue, ECG, e coleta de swab nasal. Novamente desenvolveu taquicardia ventricular, agora num ritmo de 176 bpm retornando a ritmo sinusal após cardioversão elétrica. Foi dada alta para o paciente com consulta marcada para o dia seguinte para avaliar necessidade de marca-passo. O paciente foi liberado com uso de colete de desfibrilação, aspirina, metropolol e amiodarona.
Na consulta com o cardiologista fez-se um segundo ECG, notou-se frequência cardíaca de 49 bpm e PA de 108/70 mmHg, e foi marcado implante de desfibrilador-cardioversor implantável (CDI). 9 dias após consulta internou para implante, realizou o procedimento no primeiro dia de internação e após termino desenvolveu pela terceira vez taquicardia ventricular, num ritmo de 108 bpm, e iniciou-se infusão de lidocaína. Durante as 10 horas subsequentes teve vários episódios de taquicardia ventricular variando de 90 a 140 bpm. Na manhã do segundo dia teve um novo episódio de taquicardia ventricular e PA de 66/40 mmHg, radiografia de tórax mostrou implante correto de CDI e ecocardiografia não mostrou efusão pericárdica. Iniciou-se controle de frequência pelo dispositivo que foi regulado para fibrilar quando os batimentos ultrapassassem 110 bpm e paciente foi internado na UTI onde iniciou-se uso de amiodarona, espirolactona, metropolol concomitantemente com a lidocaína já administrada. Paciente foi estabilizado no terceiro dia.
Exames físicos:.
Primeira internação: vitais de 57bpm, temperatura de 36,8 celsius, PA de 122/88 mmHg e 14 irpm sem demais alterações notáveis.
Na UTI: vitais de 91 bpm, temperatura de 36,8 C, PA de 102/56 mmHg. Paciente confortável e conversando normalmente.
ApCardio: Pulso jugular venoso de 8 cm. Presença de terceira bulha e sopro sistólico apical.
ApResp: MVRD, com presença de crepitantes difusos.
HMP: Pedra no rim. Diarreia 2 meses atrás em viagem para o México
HF: Nenhum histórico de doença cardíaca na família
Realizou-se ECG
a) Quais os achados do ECG?
b) Qual o diagnóstico mais provável?
c) Qual a conduta a ser realizada?
Resposta: https://docs.google.com/document/d/1u-DAqOWrnwYbvIf32Z93iVWnI5OEx6HKqBDr3zsaOuM/edit?usp=sharing
28/09/2018
F.L.C, 82 anos, procedente de Ibarama
QP: Confusão mental há 2 dias.
HDA: Paciente chega ao serviço encaminhada pela UPA com suspeita de AVE. Relata episódio prévio de AVE há 20 dias. Apresenta desvio da rima labial para E, hemiplegia à D, com confusão mental e desorientação. Filha relata anúria há 1 dia. Traz ecocardiograma realizada em sua cidade, o qual exclui presença de trombos em ventrículo esquerdo.
História médica pregressa:
- Hipertensão prévia em tratamento com Enalapril 10mg de 12 em 12h
- Dislipidemia em tratamento com atorvastatina 20mg 1 comprimido pela noite
- Nega conhecimento de qualquer patologia
Exames realizados:
- Hemograma - Sem qualquer alteração
- INR - 1,27
- Tempo de Tromboplastina Parcial: 39,2 segundos
- Ureia: 40 mg/dL
- Creatinina: 0,82 mg/dL
- Magnésio: 2,0
- Tomografia sem contraste descartou qualquer evento isquêmico e hemorrágico.
Realizou-se ECG:
a) Quais os achados do ECG?
b) Qual o diagnóstico mais provável?
c) Qual a conduta a ser realizada?
Resposta: https://docs.google.com/document/d/1FyNtgppMnK1KPtQ92UTeuStJ1_QTkfG9fkCfsSin79I/edit?usp=sharing
14/09/2018
ECG - CASO CLÍNICO
G.M.D., 65 anos, s**o feminino, branca, previamente hipertensa, em uso de Hidroclorotiazida.
Paciente chega ao Pronto Socorro extremamente ansiosa, com queixa de dor precordial em aperto iniciada há 3 horas. Paciente diz que a dor irradia para ombro esquerdo e pescoço, apresenta intensidade 8 em 10 e piora durante a inspiração. Refere dispneia e sudorese associadas. Nega náusea, vômito, tontura, síncope, tosse ou febre. Paciente nega ter apresentado quadro semelhante anteriormente. Refere episódio de odinofagia e mialgia há cerca de 10 dias, com resolução espontânea.
Exame físico:
Paciente em bom estado geral, lúcida, orientada, coerente. Mucosas úmidas, coradas, anictéricas e acianóticas.
FC: 104 bpm; PA: 125/80 mmHg; FR 28 irpm; Temperatura 37,8°; SO2 98%
Ap. Cardio: bulhas normofonéticas, ritmo regular, 2 tempos, sem sopro.
Ap. Resp: murmúrio vesicular regularmente distribuído, sem ruídos adventícios.
Ap. Abdominal: ruídos hidroaéreos presentes, abdome plano, depressível, indolor à palpação superficial e profunda, sem sinais de peritonismo, sem organomegalias.
Extremidades: aquecidas. Sem edema de membros inferiores. Pulsos pediosos palpáveis e cheios.
Na admissão, foi solicitado eletrocardiograma (ECG) e realizada dosagem sérica de Troponina I, com duas medidas negativas. Segue o ECG:
A) Quais os achados do ECG?
B) Qual o diagnóstico mais provável?
C) Quais exames complementares são recomendados na suspeita deste diagnóstico?
Resposta: https://docs.google.com/document/d/1SDqq-TcMMmneH0zNY7yNyQ31Nvh6ya4H8q_yizv3l-A/edit?usp=sharing
25/06/2018
ECG - Caso Clínico da Semana
Paciente de 48 anos, s**o masculino, branco, procura o ambulatório de cardiologia devido a dor palpitações e tontura de início há 3 horas. Hipertenso em tratamento com Clortalidona, nega dor precordial, dispneia, síncope, DM, dislipidemia e tabagismo.
Ao exame físico:
Bom Estado Geral (BEG); Lúcido, Orientado e Coerente (LOC); Mucosas Úmidas, Coradas, Acianóticas e Anictéricas (MUCAA).
PA: 170x100mmHg; FC: 134bpm; FR: 23irpm.
ACV: Bulhas Normofonéticas (BNF), Ritmo Irregular, 2 tempos (2T).
Assim, responda:
Qual a principal hipótese diagnóstica?
Quais os achados do ECG?
Qual a conduta?
RESPOSTA: https://docs.google.com/document/d/1koX28U9TucOvm_34IXacFBUsXCPQKWWNSn0AeF5ai3M/edit?usp=sharing
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