10/03/2026
Registro do primeiro encontro regional de consultores Sebrae Centro de 2026.
A está no quarto ano de Sebrae.
Avante, Educação Empreendedora.
Entender, empreender, inovar, colaborar, cooperar, construir, transformar. Tudo isso vai além de gerenciar e reparar relacionamentos organizacionais.
Mais que um cargo ou função, o que sou e faço é missão. Possuo graduação em Comunicação Social, Habilitação em Relações Públicas, pela UFSM. Sou Mestra em Tecnologias Educacionais em Rede e Doutora em Comunicação, pela mesma Instituição. Sou, ainda, MBA em Gestão de Negócios, pela UFN, onde também obtive formação em Capacitação Empresarial e Empreendedorismo. Coach e Mentora credenciada pelo Insti
10/03/2026
Registro do primeiro encontro regional de consultores Sebrae Centro de 2026.
A está no quarto ano de Sebrae.
Avante, Educação Empreendedora.
O avanço de diferentes formas de violência contra as mulheres é fato. Matéria da Agência Brasil diz que o Brasil registrou 6.904 vítimas de casos consumados e tentados de feminicídio em 2025, o que representa um aumento de 34% em relação ao ano de 2024, quando houve 5.150 vítimas. Foram 4.755 tentativas e 2.149 assassinatos, totalizando quase seis (5,89) mulheres mortas por dia no país.
Como se não bastasse, dados do G1 indicam que
59.743 mulheres sofreram violência psicológica, uma média de 163 vítimas por dia, evidenciando que a violência contra a mulher permanece estrutural e persistente.
Mas não para por aí. No mundo corporativo ainda existem muitas limitações que restringem a autonomia, a segurança e as oportunidades das mulheres. Eu falo sobre isso. Mas, também, sobre pressão e carga mental. Veja o vídeo.
Feliz Dia da Mulher.
22/02/2026
Eu tinha visto divulgação sobre e também críticas que apontavam falhas. Mas eu queria assistir. O tema me chamou a atenção e mesmo tendo visto, talvez, pré-contaminada por uma lente de desconfiança, eu achei o filme muito bom. Necessário, na verdade, ainda que eu tenha sentido falta de clareza no final. O ponto é que não me apeguei nisso. Acho que o impacto da história foi maior. É uma narrativa cheia de desconforto. Tudo que já vi da Karine Teles, aliás, é de cair o queixo. No ela é uma mãe que transforma a própria filha em projeto. A menina, forçada a permanecer criança, ganha o rótulo de influenciadora mirim. O mais forte é algo que, precisamos admitir, vemos direto: sorrisos para o mundo inteiro e choros silenciosos. O filme trata de abuso, de violência nem sempre explícita, mas cruel. A manipulação e o poder fantasiado de cuidado, de gestão, de amor interessado dão um nó na garganta. Findei pensando a quantas está, na real, a integridade física e psicológica das pessoas que temos enquanto nossos influenciadores. Quanto de identidade hoje há no produto?
Mesmo que o filme trate de exposição na internet, não é só isso. Faz a gente pensar sobre obsessão, sobre relações tóxicas e exploração. Pior é saber que tudo isso existia antes de qualquer algoritmo, mas que esse palco digital, mercantilizado, com infância monetizada e performada amplia tudo isso. Assustador pensarmos sobre o quanto será que temos tomado de estética de felicidade e o quanto resta de realidade? Já sabíamos que nem tudo que reluz é ouro. Mas é, no mínimo, chocante saber que é podre.
21/02/2026
O superficial é rápido. Diversas vezes, bonito. Mas é esquecível.
A profundidade, não. Ela desloca. Ela faz a gente f**ar matutando. Ela f**a. Ela transforma.
Por isso que, ao meu ver, a pergunta não é sobre ser visto. É sobre enxergar necessidade.
É sobre até onde você está disposto a ir sem se reduzir para caber na pressa de quem nunca quis f**ar. Sobre atrair pra vir, para f**ar. Que não seja passageiro. Porque quem só passa pela superfície até pode ser visto. Mas é quem aprofunda que permanece.
21/02/2026
“A gente precisa criar meninos maiores. Que deem conta de levar um fora de uma namorada e seguir a vida. Que sejam capazes de cuidar das suas mães, irmãs, filhas ou esposas quando elas estiverem doentes, com chás, remédios ou levando ao hospital, se for grave. Que saibam perder um jogo, uma disputa, um campeonato. Que respeitem suas professoras, colegas e chefes. Que mudem de carreira, caso suas parceiras precisem viajar, estudar, f**ar mais tempo fora de casa. Que não achem que ganhar um salário menor que uma mulher os diminui.
A gente precisa criar meninos maiores. Que sejam sensíveis aos problemas das outras pessoas. Que conversem com profundidade. Que saibam ouvir. Que abracem outros homens. Que usem as palavras para construir relações saudáveis - e que sejam honestos com o que sentem e respeitosos com os acordos firmados nesses relacionamentos.
A gente precisa criar meninos maiores, que não sigam sendo chamados de meninos, moleques, garotos, quando já forem adultos.
Meninos maiores, dos que não levantam a voz, nem a mão para suas amigas, vizinhas, colegas, namoradas, companheiras, mães ou avós.
A gente precisa criar meninos maiores, que não se sintam menores quando fracassam, erram, escorregam. O caminho é longo, meninos, dá para levantar e ir adiante.
A gente precisa criar meninos maiores.
E, para isso, precisamos crescer, meus amigos."
Pedro Barros Fonseca
18/02/2026
Mais uma dica! Hoje, de minissérie. Quero ter o cuidado de não dar spoiler, mas será difícil, já aviso. Ao meu veu ver (vi pelo Prime, caso alguém queira conferir), "A Namorada Ideal" tem uma espécie de suspense que não é retratado (pelo menos não só) pelo o que é dito, mas pelo que é temido. Chega a dar medo! Fiquei bem chocada ao conferir os episódios. A sequência constrói uma conexão e desconexão desconfortável. É tipo uma zona obscura onde o amor se disfarça de vigilância e o cuidado se torna invasão. Uma mãe que ultrapassa o limite da preocupação e exala um dito direito de controlar. Uma namorada que não dá para saber se tem ações impensadas pela pressão da suspeita constante ou se representa evidência de interesses. Ainda tem um filho/namorado que, perdão pelo minha avaliação talvez ríspida, não é um homem, é um guri mimado. É, basicamente, um território de disputa, coitado. Ou vítima ou fantoche, também resta a dúvida. "A Namorada Ideal" é, no mínimo, uma obra que lembra que tem gente fazendo mal nesse mundo. Acho que é uma sugestão interessante para pensar na vulnerabilidade das relações, principalmente de hoje, regadas à desconfiança e necessidade de antecipar ou reparar danos. A minissérie, em algum grau, pelo menos para mim, traz aquela coisa de todos parecerem esconder algo, mas, ao meu ver, ainda, escancara o que a paranoia é capaz de fazer com as pessoas: deixa de ser doença e passa a ser mecanismo de sobrevivência doa a quem doer. Talvez seja assim na vida e em todo tipo de relação baseada em interesses: sempre vai existir a possibilidade silenciosa de alguém estar pronto para ferir, mesmo quando diz que está ali para proteger.
14/02/2026
Assisti Invencível no Prime e me tomei por um silêncio daqueles! Não daquele em que a gente não tem o que dizer, mas daquele de quem precisa reorganizar por dentro tudo aquilo que foi atravessado. Daquele que vem da vontade de dizer pra quem a gente ama que é sobre isso. Tudo, cada esforço! Baseado na história real de Austin, um menino que nasceu com uma doença rara que fragiliza os ossos e que também está no espectro autista, poderia ser um drama sobre superação. Mas não é só. O que torna a lição genuína é que é de verdade. Um espelho honesto sobre o que signif**a amar um filho, sobre o quanto esse amor nos confronta todo dia, escancarando as nossas insuficiências.
Como mãe e como mulher, eu preciso dizer: não existe pai ou mãe (verdadeiramente comprometido com essa missão) que não tenha se sentido (ou que não se sinta constantemente) fracassando. Em maior ou menor grau, estamos, de fato. Criar filho não é lugar de certezas. Se fosse, teríamos sido criados em mundo cor de rosa e não teríamos nossos traumas. Todos somos calejados pelo mundo. Criar é território de medo, de culpa, de tentativa, de reparo. E quem arrota manuais e modelos disso e daquilo, desculpe, mas quer ser e criar robôs. O retrato real foi o que justamente me atravessou com mais força. Não é sobre ossos que quebram. É sobre o que fazemos depois que quebramos. Existe uma fala no filme que me pegou lá dentro: “Eu queria ser mais como meu filho.” Todos devíamos querer isso. A gente vive dizendo que aquilo que quebra não tem conserto. Mas, no fundo, não é porque não tenha. É porque queremos colar escondendo a rachadura, apagando o vestígio, fingindo que nunca aconteceu. Temos vergonha das nossas quebras. Não é invencível quem não quebra, é quem persiste em continuar inteiro mesmo quebrado. É sobre como nos curamos. As cicatrizes não são prova de fraqueza. São a evidência de que sobrevivemos. De que recebemos a dádiva de continuar. A oportunidade de aprender a reagir. Reconstrução, afinal, não é sinônimo de voltar ao que se era antes. Não é sobre romantizar a dor. Não é sobre o erro que fez quebrar. Na decisão de amar e permanecer.
09/02/2026
A modinha também serve para informação.
Uma coisa que nem todo mundo sabe é que a participação em massa nas trends das redes sociais auxilia uma engrenagem de extração de dados.
Sim, a minha vocação de profe não resiste: o objetivo é, basicamente, transformar o entretenimento em um laboratório de treinamento para Inteligência Artificial. A imagem gerada pelos milhares de usuários nos últimos dias é apenas um exemplo. Mas existem incontáveis outros e com focos bem específicos. Te reporta ao Facebook, pensa nos te**es que a tia do Zap vive fazendo e a gente enxerga os 237 compartilhamentos. Eles têm muito disso. Memes e desafios, principalmente, garantem que usuários forneçam, voluntariamente (insta constar) por exemplo: biometria facial, padrões de movimento e nuances linguísticas.
É uma forma sem custo e exponencial de melhorar um produto. Assim se refinam tecnologias. O bagulho é doido. E não só isso a depender da trend. Não é uma questão meramente técnica. É tipo uma transação onde o engajamento é convertido em ativos comerciais, alimentando modelos de IA com o comportamento humano.
Além de considerarmos pontos como privacidade, a integridade cognitiva dos sistemas é algo a refletir. E mais: ao utilizar postagens públicas para treinamento automático, as plataformas ignoram o consentimento explícito e se perpetuam pelos conteúdos virais. Não para por aí: a IA, alimentada por conteúdos superficiais e desinformantes, passa a replicar uma lógica de raciocínio empobrecida e fragmentada. As pesquisas apontam que mimetizar a rapidez das redes contribui para perdermos a capacidade de processar complexidades. Por isso tá tudo igual por aqui.
Desde pequenos ouvimos da mãe da gente a frase "você não é todo mundo", mas cá estamos assim sendo. As trends, a gente nem pensa, são só combustível gratuito para tornar algoritmos mais preditivos. Resumidamente, somos um exército a serviço gratuito. Contribuímos com o mapeamento de perfis demográficos e comportamentais e muito mais. Ficamos um amor nas imagens (e também batemos o ponto de inputs estatísticos, sociais, emocionais etc).
Ps - Mas ChatGPT, "sabe nada, inocente". Na maior parte dos dias aqui é coque e guerra!
08/02/2026
Existe um tipo de dor tão profunda que extermina qualquer pessoa (ou leoa). Ela começa com doses homeopáticas até tormar-se cavalar ao ponto de quem sente perder a identidade, a força e a fé.
São arrebatadas elas: as mulheres que correm como leões.
Sua dor vai fazendo morada na alma, alterando totalmente seu corpo enquanto se torna normal se esforçar além do limite, quando se sacrif**ar vira rotina.
Mas, aí, num instante qualquer, o diagnóstico: loucas. Não as querem leoas, as fazem loucas. Mais fácil, afinal, para quem chama.
Aí é um pingo no oceano, mas a gota d'água, que nem parece ser suficiente para acabar com elas, mas assim o faz. Fortaleza, afinal, também sucumbe.
Os sintonas estavam ali. Não há aplauso para resistência cotidiana, e é justamente a necessidade de continuar que faz mulheres que correm como leões sumirem aos poucos.
A verdade é que a sobrecarga mata silenciosamente, sem alarde. E, em todo lugar tem uma leoa que seguiu mesmo cansada, mesmo ferida.
Elas não querem elogio, diferente do que dizem. Só acham (ou clamam no escuro do silêncio) que ninguém precise ser forte o tempo todo.
Mas a vida não é mamão com açúcar e, às vezes, é preciso fraquejar ou deixar de passar fita d***x no fundo da caixa que carrega a urgência da sobrevivência.
Na selva, afinal, leões correm quando é preciso, descansam quando podem.
Na sociedade, elas não podem. Líderes sem trono, impedidas de dominar sonhos, tornando-se robôs. Só existir é sobreviver. Não é sobre viver. E não viver cansa mais do que segurar a onda.
05/02/2026
Sincera e honestamente, não pode ser só eu pensando sobre isso! É impossivel que não exista algo, no mínimo, absurdamente invasivo (e sem noção) nas ditas “novas” técnicas de vendas.
Depois de uma enxurrada de mensagens, o sujeito ainda acha uma grande sacada replicar a ideia do coach de vendas de apagar mensagem de propósito pra “despertar curiosidade” do possível comprador (que eu prefiro chamar de vítima, o pobre do vivente, no caso). Isso não desperta curiosidade! Desperta ranço, coração!
Não é estratégia, é encheção de s**o com nome bonito. Aliás, podemos também classif**ar em perturbação e perseguição. Não fosse verdade, não seriam signif**ativos os dados de consumidores incomodados com sequência de mensagens enviadas após sinalização dos próprios de NÂO querer receber.
Follow up, cadência, gatilho mental, touchpoint… cuidado! A depender do caso são só termos elegantes para justif**ar importunação repetitiva. E a coisa piorou quando gurus do mkt passaram a lecionar a "técnica" para o comercial. Primeiro que marketing prepara o terreno, venda entra quando desperta interesse real. Não quando azucrina.
O mercado parece mais empenhado em treinar incômodo do que em qualif**ar interesse. Em vez de entender o perfil do potencial comprador, insistem em fórmulas prontas, perguntinhas ensaiadas e abordagens que ignoram completamente um fato básico da era atual: ninguém suporta ser interrompido.
Ok, até dá pra vender na insistência.
Mas não existe recorrência com produto ruim.
Não existe relacionamento com abordagem chata.
Não existe fidelização quando o primeiro contato já é irritante. A obsessão está em “fechar”, não em resolver. Em forçar conversa, não em gerar valor. Em repetir scripts, não em escutar sinais? E, convenhamos: se a pessoa não respondeu, na maior parte das vezes não é mistério psicológico, é desinteresse.
A geração "sabor marketing" faltou na aula de requisito mínimo: Estudar o público de interesse.
E se ele: Odiar ligação? Se não, não pode tomar 5 min do seu tempo? Comunicação não é sobre falar mais alto ou mais vezes. Não tem quem, mais cedo ou mais tarde, não deteste barulho. E barulho afasta.
24/01/2026
Quem me conhece sabe o quanto eu gosto de histórias e, mais ainda, de refletir (e escrever) sobre. Uma vez ganhamos um livro sobre os 100 filmes que é preciso ver antes de morrer. Acho que faço minha própria lista e, espero, que ela seja de milhares de obras. Assistir a filmes e séries é, sem dúvida, um dos meus programas favoritos.Tenho uma lista interminável daqueles sobre os quais quero escrever, mas quase nunca sobra tempo. Ainda assim, quando surge uma brecha, vou dando check mental nos compartilhamentos guardados.
Comecei "O pior vizinho do mundo", crente de que daria boas risadas no fim de noite de um dia complicado. Mal sabia eu que passaria boa parte do filme tentando conter, obviamente sem sucesso, o choro. Me emocionei muito.
O que parecia ser apenas a história de um velho rabugento se revelou como lição de vida. Primeiro que Tom Hanks foi de uma profundidade humana notável. Segundo porque Otto não é duro por escolha, é por saudade e vazio. Eu realmente acho que ele meio que atravessa a tela e cutuca bem fundo nas nossas perdas, mas também nos faz lembrar de quem está presente.
Eu mal vi a sinopse e, verdadeiramente, achei que tudo era sobre ser ranzinza. Mas era sobre luto, solidão, perda de amor pela vida, mas, ao mesmo tempo, um alerta sobre como a vida insiste, no caso, através do outro, a ser bonita. Terminei pensando que ninguém se salva sozinho, mas que é preciso abrir a porta.
18/01/2026
Assisti à série All Her Fault, no Prime Video. É uma experiência perturbadora, mas, penso eu: necessária que gostei muito. Por mais louca que seja a sensação desesperadora, especialmente para qualquer mãe que, inevitavelmente, se coloca no lugar de uma mulher em busca do filho, a narrativa me parece vital. A série não vai oferecer alívio para muitos homens e, muito menos, legitimar a ideia ainda vista por muitas famílias materialistas de que ter é mais importante do que ser. A série vai te empurrar para dentro da angústia, da culpa e do julgamento constante que, acreditem, todas nós mulheres passamos. Podemos estar falando de ficção, mas não é fantasia que tudo, direta ou indiretamente, recai sobre o corpo e a mente femininos. A personagem da Dakota Fanning é o maior exemplo para ilustrar. Trabalho, reuniões, responsabilidades, casa, filho. Na tentativa de estar presente em todos os lugares, ela faz malabarismos. E isso pode não te parecer (e nem ser) extraordinário, mas é exaustivo. O pano de fundo é um sequestro. Mas, de alguma forma protagoniza a rotina comum, silenciosa e, por vezes, devastadora de muitas mulheres. Carga mental feminina não aparece em planilhas, contratos ou discursos meritocráticos. E, atravessa todas as classes sociais. Não importa o tamanho da casa, o status profissional ou a aparência de estabilidade: a responsabilidade última, o “e se algo der errado”, a série desvela: culpa da mãe. E mais: a série expõe ambientes que parecem ter tudo, mas não têm nada porque são emocionalmente doentios, adoecedores, sustentados por relações frágeis, o que, ao meu ver, não é nada diferente da perfeição falsa que vemos nas redes sociais. Se você tem dificuldades de receber a real, não veja. A série não vai gritar contigo, mas vai sussurrar verdades. Por outro lado, se está encarando o ano novo com lucidez, vai relembrar o sentido da máxima que diz que nem tudo que reluz é ouro e vai agradecer a Deus por cada imperfeição e desafio que supera com quem ama todos os dias.