BELA na Filo

BELA na Filo

Compartilhar

Estudante de Filosofia na UFSM.

29/03/2025

“Joan Nestle lembrou-se disso:


Quando Monique Wittig disse na Conferência da Associação de Línguas Modernas, há vários anos, “Eu não sou uma mulher, sou uma lé***ca”, houve um suspiro da plateia, mas a declaração fez sentido para mim. É claro que sou uma mulher, mas também pertenço a outra geografia, e os dois mundos são complicados e únicos.

Essas promessas de inclusão e receptividade ao pensamento de que as lé***cas não são mulheres, no entanto, merecem ser examinadas.”

Tradução minha para a passagem do livro “Feminism, The Family, and The Politics of the Closet: Le***an and Gay Displacement” da Cheshire Calhoun.

***anidade ***anism

25/03/2025

“Mesmo que ela não corra mais o risco de ser queimada em uma fogueira ou submetida a clitoridectomia ou eletrochoque, ela ainda pode ser submetida a “terapias” que insistem que ela não pode ser lé***ca e ao mesmo tempo uma adulta saudável e madura. Ela será rotulada de sapatão e examinada em busca de sintomas de masculinidade em sua anatomia, vestimenta, comportamento e interesses. Ela não verá sua sexualidade lé***ca ou seu amor romântico por outra mulher refletidos na mídia pública. E tanto pelo fato de não haver modelos de relacionamentos lésbicos acessíveis ao público quanto pela pressão coercitiva exercida contra os relacionamentos lésbicos, manter uma vida pessoal estável será mais difícil para as lé***cas do que para as mulheres heterossexuais. A lé***ca pode estar livre de um homem individual em sua vida pessoal, mas ela não é livre.”

Tradução minha para essa passagem do livro “Feminism, The Family and The Politics of the Closet: Le***an and Gay Displacement” da Cheshire Calhoun.

***anidade ***anism

22/03/2025

Quem é Cheshire Calhoun?

Calhoun é uma professora de filosofia na Universidade Estadual do Arizona. Ela trabalha nas subdisciplinas filosóficas de ética normativa, psicologia moral, filosofia da emoção, filosofia feminista e filosofia gay e lé***ca.

Autora dos livros:
• Doing Valuable Time: The Present, the Future, and Meaningful Living;
• Moral Aims: Essays on the Importance of Getting it Right and Practicing Morality with Others;
• Feminism, the Family, and the Politics of the Closet (livro usado na minha pesquisa).

Ela também é editora de Setting the Moral Compass: Essays by Women Philosophers e co-editora com Robert C. Solomon de What is an Emotion: Classic Readings in Philosophical Psychology.
Além disso, ela é editora da série Studies in Feminist Philosophy da Oxford University Press, foi eleita para a American Academy of Arts & Science em 2020 e serviu por dois mandatos como presidente do conselho de diretores da American Philosophical Association.

Calhoun é uma das principais autoras utilizadas na minha pesquisa.

***anidade ***an

11/06/2024

“As mulheres dessa Sociedade são um público maravilhoso: atentas e excitáveis; críticas; esteticamente sensíveis, filosoficamente sofisticadas e politicamente conscientes; solidárias, zangadas, teimosas, amorosas e lógicas.
Que mais pode um escritor pedir?...
Publicação, amor e dinheiro, claro.“

Prefácio do livro The Politics of Reality: essays in feminist theory de Marilyn Frye.

05/11/2023

bell hooks e uma tarde de domingo! 🫶🏼

25/10/2023

minha primeira apresentação na JAI! 🙌🏼

25/09/2023

Le***an Studies de Tamsin Wilton!

"A academia é um local de transformação, de estímulo ao aprendizado, de desobediência."

"Precisamos de lé***cas em todos os lugares."

***an ***anstudies ***anseverywhere

04/09/2023

“Filosofia e s**o são duas palavras que podem parecer um par desconfortável. A filosofia é elevada, abstrata, contemplativa, preocupada em traçar distinções claras e, muitas vezes, feita no isolamento de seu estudo; pelo menos, as caricaturas comuns a pintam como tal. O s**o é tangível, incorporado, movido pelo desejo, resistente à categorização e, geralmente, é melhor quando praticado com outras pessoas. O que a filosofia - essa disciplina supostamente árida e desinteressada - poderia nos dizer sobre s**o e sexualidade? De forma mais subversiva, talvez, como pensar sobre s**o e sexualidade, em toda a sua realidade confusa e carregada, pode desafiar nossas concepções e práticas sobre o que é fazer filosofia?”

Uma parte da introdução de Routledge Handbook of Philosophy of S*x and S*xuality.

11/08/2023

Recomendação da queridíssima !!

Trago hoje a filosofia do livro 1984 de George Orwell!

Na minha visão, o livro aborda temas como o totalitarismo e o controle estatal (através do Ministério da Verdade e do Ministério do Amor), Manipulação, tanto da verdade quanto da realidade, Perda de privacidade (monitoramento dos movimentos e conversas) e Individualidade (o Partido “extermina” a individualidade). Concluindo, a obra faz um alerta sobre os riscos de governos autoritários!

#1984

05/08/2023

*Nesse post irei falar a minha visão sobre o livro Problemas de Gênero da Judith Butler*

Publicado em 1990, Problemas de Gênero é um livro da Judith Butler, que aborda questões de gênero, feminismo e teoria q***r. A autora questiona a ideia de que gênero é algo inato e binário (feminino ou masculino). Para ela, gênero é uma construção social realizada pelos atos performativos (comportamentos, gestos, roupas, etc.), que estão ligados ao poder (normatividade mantida e reforçada por instituições e estruturas de poder). Aborda a questão da materialidade do corpo (como são regulados, disciplinados e transformados de acordo com normas de cada gênero). Ela também discute a questão da linguagem, explorando a ideia de que discursos sociais moldam nossa compreensão de gênero.
A filosofia de Butler, embora complexa e desafiadora (ainda não entendi tudo que ela quis dizer), é extremamente significativa!

***r

03/08/2023

Vem coisa linda por aí 🤫🤭❤️

30/07/2023

“A parte que falta” é um livro infantil, escrito e ilustrado por Shel Silverstein. Embora não seja categorizado como um livro filosófico, o livro tem temas filosóficos e lições de vida.

A história é sobre um círculo com uma parte faltando que entra em uma jornada para encontrar sua parte que falta. Ao longo da história, o círculo encontra várias “partes”, mas nenhuma servia perfeitamente. Ele percebe que não precisa encontrar algo que o complete, ao invés disso, deveria se ver contente e completo sozinho.

Os temas filosóficos exploradora são:
1. autoconhecimento;
2. completude e felicidade;
3. independência e autossuficiência;
4. abraçar as imperfeições;
5. jornada e experiência;
6. amor e relacionamento.


Em geral, “a parte que falta” oferece percepções profundas por meio de uma história simples e comovente, tornando-o um clássico amado que transmite lições de vida valiosas para leitores de todas as idades!

Quer que seu escola/colégio seja a primeira Escola/colégio em Santa Maria?

Clique aqui para requerer seu anúncio patrocinado.

Localização

Categoria

Endereço


Av. Roraima Nº 1000, Prédio 47
Santa Maria, RS
97105-900