14/07/2013
PRINCÍPIOS DA COLORIMETRIA
As cores básicas ainda são uma verdadeira confusão, pois depende de todo um estudo anterior que inicia com Aristóteles (384 - 322 AC), concluiu que as cores eram uma propriedade dos objetos, no entanto, outros como Da Vinci (1452-1519), Isaac Newton (1642-1727), Goethe (1749-1832), Eugène Chevreul (1786-1889), Wilhelm Ostwald (1853-1932), foram pesquisadores que criaram vários sistemas, dentre os mais usados na cor aditiva o RGB (Red, Green e Blu) e para cor subtrativa o CMY (Cean, Magenta e Yellow) e tão pouco falado mas para a colorimetria artística e cosmética é o mais utilizado o sistema RYB (Red, Yellow e Blu), que define como cores básicas ou fundamentais o Vermelho, Amarelo e Azul, no entanto as teorias se confundem, na definição de cor e tonalidade, visto que, as cores básicas formam as tonalidades primárias, enquanto que, verde não é uma cor e sim duas cores, 50% de amarelo e 50% de azul, formando uma tonalidade secundária, que é vista pelo olho acurado, qualquer desequilíbrio destes percentuais caracterizam uma tonalidade terciária, todavia, quando misturamos três cores básicas dizemos que temos uma nuance, reflexo ou ainda tom neutro.
Ainda falando sobre cores, temos vários parâmetros e a serem abordados, dentre eles a definição de PTI - Profundidade de penetração da luz no objeto, Tonalidade ou a cor revelada no cérebro e Intensidade que a saturação da cor para fraca, média ou forte.
Como podemos observar não basta só teoria, mas também acurácia fisiológica do nosso olho de Colorimetrista, se inscrevam no Seminário e sejam bem vindos à IACOLOR.
Na imagem abaixo podemos ver, como o quiasma óptico funciona na mistura das cores e como uma perturbação psicológica pode interferir na visão da tonalidade correta.