05/09/2025
💧 Tecnologia do MIT transforma v***r do ar em água potável sem uso de energia
Pesquisadores do MIT desenvolveram um dispositivo conhecido como “plástico-bolha”, capaz de produzir até 160 ml de água potável por dia apenas captando umidade da atmosfera.
Testado no Vale da Morte (EUA), o sistema funciona com um hidrogel altamente absorvente, que coleta v***r durante o dia e libera o líquido condensado à noite. Tudo sem baterias, painéis solares ou qualquer fonte externa de energia.
🏠 Oito painéis de 1x2m já seriam suficientes para abastecer uma casa em regiões áridas, com custo equivalente ao de um mês de água engarrafada.
🌍 A inovação chega em um contexto crítico: 2,2 bilhões de pessoas ainda vivem sem acesso à água potável. O dispositivo pode ser uma solução prática para regiões áridas e comunidades sem infraestrutura.
🔗 Leia a matéria completa: https://brasilamazoniaagora.com.br/plastico-bolha-mit-agua-potavel1/
31/10/2024
Meu pai fez para minha avó plantar sem precisar se abaixar, por causa do problema de coluna dela.
Ele usou alguns palets e caixas plásticas que comprou em casa de materias para construção. O que acharam?
08/05/2024
https://www.youtube.com/live/_cItszmPdFY?si=lGdQzNhPy7B7xznU
Curso Culturas de Climas Temperado e Subtropical em Condição Semiárida Tropical
Curso de culturas de clima temperado e subtropical em regiões semiáridas, principalmente em perímetros irrigados da Codevasf. Fruto da parceria da Embrapa Se...
28/01/2024
Embrapa disponibiliza sementes de Feijão Guandu - Sou Agro
A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) anuncia a disponibilização de sementes de Feijão Guandu para produtores.
29/10/2023
O que é um Olla?
A olla é um pote de barro poroso, tradicionalmente feito à mão e sem esmalte, projetado para uma irrigação eficiente. O termo “olla” vem da palavra espanhola para pote, e estes recipientes têm sido utilizados há séculos pelas comunidades indígenas como um método engenhoso para conservar água e nutrir plantas.
A técnica Ollas trabalha com base no princípio da irrigação por infiltração, um método altamente eficiente e que economiza água. O processo pode ser dividido em algumas etapas simples:
1 - Enterrando a Olla: Cave um buraco no solo onde deseja irrigar suas plantas, garantindo que seja profundo o suficiente para acomodar a olla. Deixe o topo da olla exposto acima do nível do solo para facilitar o acesso.
2 - Enchendo o Olla: Encha o olla com água e cubra-o com uma tampa ou uma pedra plana para evitar a ev***ração e a entrada de detritos. A argila porosa permite que a água penetre gradualmente no solo circundante.
3 - Plantando perto do Olla: Plante suas colheitas ou flores ao redor do olla enterrado, certificando-se de que as zonas radiculares de suas plantas estejam dentro do alcance efetivo do olla. Ollas são mais eficazes em pequenos canteiros ou jardins em contêineres.
4 - Infiltração de água: À medida que o solo ao redor da olla seca, a umidade armazenada dentro da olla penetra lentamente na zona radicular circundante. Esta liberação lenta de água garante que as plantas recebam um abastecimento de água consistente e suficiente, ao mesmo tempo que minimiza o desperdício por ev***ração.
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fonte: sharingideas
11/09/2023
O Japão desenvolveu uma casa flutuante magnética anti-sísmica que flutua sobre uma esteutura instalada em terra. Uma conquista da ciência e da tecnologia.
21/07/2023
Vejam só, que delícia de notícia! O primeiro e único mestrado acadêmico em Gastronomia do Brasil, o da UFC, agora já tem o seu primeiro mestre! 🌟🎉 Em um estudo sobre o potencial gastronômico da “flor” do mangará da bananeira, o agora mestre Pedro Abreu da Silva Neto realizou a primeira defesa de dissertação do programa. 👏🎓
Sob a orientação do Prof. Sandro Gouveia, o estudo explorou as possibilidades de beneficiamento do insumo para a aplicação em alimentos. A flor é encontrada na parte interna do mangará – estrutura avermelhada ou arroxeada conhecida popularmente como “coração” da bananeira. 🍌❤️ No desenvolvimento da pesquisa, foram preparados antepastos como tempurá, caponata e iscas fritas, confirmando a viabilidade do uso da flor do mangará como possível “carne vegetal” 🍽️
A pesquisa de Pedro Abreu não apenas revelou novas possibilidades culinárias com a flor do mangará, mas também aponta para uma parceria valiosa com a Comunidade Quilombola da Serra do Evaristo, em Baturité, a qual forneceu o mangará para o estudo. A ideia é repassar os processos desenvolvidos para a comunidade, para que os produtos possam ser elaborados, gerando renda e promovendo a utilização sustentável desse recurso. 🌿🤝 Isso demonstra como a gastronomia pode ser uma ferramenta poderosa para a inclusão social e o desenvolvimento regional.
Esperamos que essa conquista de Pedro Abreu inspire ainda mais pesquisas inovadoras e saborosas em nossa universidade! 🌟🍴