12/06/2026
Cineclube Vesúvio
Projeto de extensão da Faculdade de Educação da UFBA que se constitui como um espaço de divulga?
12/06/2026
26/05/2026
[Helena Ignez]
23/05/1939
“Helena Ignez Pinto de Mello e Silva (Salvador, Bahia, 1939). Atriz, roteirista, diretora de cinema. Trabalha em teatro e algumas produções televisivas, mas constrói a parte mais significativa da carreira no cinema, em filmes de linguagem experimental e temática provocativa, notadamente na época do cinema marginal. Busca contestar as diretrizes tradicionais da sociedade, retratando o cotidiano dos oprimidos e defendendo a liberdade de expressão, que se manifesta, entre outros aspectos, na ousadia estética de seu estilo de atuar.
Oriunda de uma família tradicional de Salvador, Helena frequenta a alta sociedade soteropolitana até a juventude e chega a estudar direito, mas abandona o curso e ingressa na Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia (UFBA), onde conhece diretores de teatro e de cinema, entre eles Glauber Rocha (1939-1981), com quem se casa. Na época, participa de reuniões das Ligas Camponesas, movimento formado pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB), que defende a reforma agrária e a melhoria das condições de vida no campo.
Em 1959 faz sua estreia como atriz no curta-metragem Pátio, de Glauber. Na sequência, atua em filmes do Cinema Novo, como A grande feira (1961), de Roberto Pires (1934-2001), e O padre e a moça (1966), de Joaquim Pedro de Andrade (1932-1988), com o qual conquista o prêmio de melhor atriz no Festival de Brasília pelo papel de Mariana, a mulher que vive uma paixão proibida por um vigário.
Nos anos seguintes, conhece dois cineastas fundamentais em sua trajetória, com os quais se torna uma atriz de vanguarda: Julio Bressane (1946) e Rogério Sganzerla (1946-2004). Em filmes considerados marginais, Helena dá vida a personagens fortes e debochadas, como nas produções de Sganzerla, em que dá vida à pistoleira Janete Jane, que causa a desgraça do personagem-título, em O bandido da luz vermelha (1968); e à Ângela Carne e Osso, que se autodefine como a “ultrapoderosa inimiga número um dos homens”, em A mulher de todos (1969), numa atuação que lhe rende outro prêmio de melhor atriz em Brasília.”[…]
Fonte e texto na íntegra:
HELENA Ignez. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2026.
Disponível em: http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoas/25671-helena-ignez.
Acesso em: 23 de maio de 2026. Verbete da Enciclopédia.
ISBN: 978-85-7979-060-7
Fotografia: Acervo Arquivo Nacional/Fundo Correio da Manhã
Helena Ignez e Yolanda Cardoso em cena do espetáculo “Salomé”, de Oscar Wilde, com direção de Eros Martim Gonçalves e Helio Eichbauer, cartaz do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, em abril de 1968.
Fotógrafo: Foto Carlos
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22/05/2026
15/05/2026
✨ Mulheres no Arquivo | Ruth de Souza
No último 12 de maio, celebramos o legado de Ruth de Souza, mulher negra pioneira das artes cênicas no Brasil e considerada a primeira-dama do teatro, cinema e televisão brasileira.
Nascida no Rio de Janeiro, Ruth de Souza quebrou barreiras raciais ao integrar o Teatro Experimental do Negro (TEN), criado em 1945 para valorizar a cultura e a identidade afro-brasileiras e ampliar os espaços de atuação para artistas negros no país.
Foi na peça "O Imperador Jones", encenada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, que Ruth se tornou a primeira atriz negra a se apresentar naquele palco. Já no cinema, sua atuação em Sinhá Moça (1953) lhe garantiu uma indicação ao prêmio Copa Volpi, no Festival de Veneza, tornando-se a primeira atriz brasileira indicada a uma premiação internacional de cinema.
Com mais de 70 anos de carreira, Ruth de Souza abriu caminhos e marcou a história da dramaturgia brasileira.
📸 A atriz Ruth de Souza em 1955.
🗂️ Fundo Correio da Manhã
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13/05/2026
Sociedade do Espetáculo Guy Debord 1973 (legendado português) Filme feito a partir de excertos do livro homônimo de 1967, de Guy Debord. Contém as idéias que nortearam as revoltas de maio de 1968 na França. O livro é um...
24/04/2026
Salve Jorge!
21/04/2026
Link para assistir O RITO E A FESTA: A FOLIA DE REIS DA TABUA (2024, 17 min), documentário realizado pelo coletivo Cine Gameleira, de Pindaí, no sertão da Bahia.
Cine Gameleira 30 likes, 7 comments. "O Rito e a Festa - A Folia de Reis da Tabua"
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