Começa na terça-feira (24/10) o II Ciclo Formativo Opará Saberes 2017 !!!
A idealizadora do Opará Saberes, a Assistente Social e Professora do NEIM, Carla Akotirene Santos afirma que tudo começou "duma revolta intelectual, vontade de superar aquela inércia política durante o Mestrado, quando eu era única negra da turma e perdia nas disputas de cosmogonias e pensamento [...]". Dessa maneira, o evento que começará no dia 24 de outubro, no auditório da Faculdade de Arquitetura - UFBA tem como foco o apoio à ocupação negra nas vagas de mestrado e doutorado, por meio da valorização e instrumentalização dos saberes com epistemologias feministas, afrocêntricas e decoloniais.
Assim, convidamos todas/os para participarem do II Ciclo Formativo Opará Saberes 2017.
Link do evento: https://www.facebook.com/events/233948907134554
Leia mais em:
https://www.facebook.com/notes/opar%C3%A1-saberes/2%C2%AA-ciclo-formativo-opar%C3%A1-saberes-visa-entrada-e-perman%C3%AAncia-de-negros-na-p%C3%B3s-gra/2005605016327064/
https://www.geledes.org.br/carla-akotirene-da-revolta-ascencao-negra-em-mestrados-e-doutorados/
https://www.facebook.com/universidadefederaldabahiaempauta/
CASS Mãe Preta - UFBA
Centro Acadêmico de Serviço Social UFBA
Olá, seres sociais de luta!
Segue o novo calendário do processo eleitoral do CASS Mãe Preta.
As campanhas se realizarão de domingo (20) até terça (22), o debate acontecerá na quarta (23) às 14:30h, na sala de Videoconferência do Pavilhão de Aulas Raul Seixas, e a votação na quinta (24) e sexta (25). Lembrando que a votação ocorrerá no térreo do Pavilhão de Aulas de São Lázaro (PSL), no horário de 13h às 17h.
Att,
Comissão Eleitoral
29/06/2017
O CASS Mãe Preta, convida todas as estudantes à GREVE GERAL
Ato na sexta (30/06), ás 6h no fechamento da
via Iguatemi e às 15h no ato do Campo Grande
28/06/2017
"Ou os estudantes se identif**am com o destino do seu povo, com ele sofrendo a mesma luta, ou se dissociam do seu povo, e nesse caso, serão aliados daqueles que exploram o povo"
- Florestan Fernandes
Estudantes de Serviço Social uni-vos!!!
A classe trabalhadora está chamando GREVE GERAL, no próximo dia 30 de junho (sexta).
Na luta de classe não há empate, então vamos lutar pelo poder popular.
Vamos participar das mobilizações que ocorrerão em todo o Brasil.
VAMOS À LUTA!!!
Seres sociais, se liguem!
Em decorrência da liberação tardia do ônibus, apenas dois dias antes do evento, nós do corpo estudantil de serviço social não conseguimos articulação para a ida ao Encontro Regional de Serviço Social - ERESS, que acontecerá em Alagoas. Isso se deve principalmente ao fato que as inscrições com alimentação do evento já estão encerradas, assim como as estudantes não tem tempo hábil de se organizar para uma viagem tão em cima da hora. Pelos motivos expostos acima, tivemos a confirmação de apenas 6 pessoas para a viagem. Sendo assim, optamos para o cancelamento do ônibus pela universidade.
Quem tem interesse em ocupar o espaço, o Centro Acadêmico Dandara da Universidade Católica está disponibilizando um ônibus para sair na noite dessa quarta-feira. Consultamos e disseram que ainda há vagas, porém, é preciso mandar uma mensagem para o número 71 987852530, com seu nome completo, rg e o nome da instituição o mais rápido possível.
24/05/2017
Se liga aí, seres sociais
07/04/2017
Saúde é um direito humano fundamental. Não é mercadoria!
7 de abril é o Dia Mundial da Saúde e a Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS) vem a público defender que a saúde é um direito fundamental do ser humano. Cabe ao Estado garanti-la por meio de políticas econômicas e sociais que visem a sua promoção, prevenção e recuperação, com acesso universal e igualitário às ações e serviços, provendo as condições indispensáveis ao seu pleno exercício.
Reafirmamos o texto contido nos artigos de 196 a 200 da Constituição Federal (CF) de 1988 e a defesa intransigente dos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), orientado pela concepção ampliada de saúde que reconhece o processo de saúde-doença como resultado das condições de vida e trabalho e, portanto, decorrente de múltiplos aspectos que impactam na determinação social da saúde.
Em contexto de crise do capital, período regressivo e conservador em relação às políticas sociais, e que tem como corolário a destituição de direitos, manipulação e passivização das esferas de controle social e desqualif**ação dos espaços públicos, a política de saúde passa a ser alvo direto de duras investidas do capital.
Esses ataques podem ser vistos no seu subfinanciamento e nas estratégias de privatização via os chamados “novos modelos de gestão”, nos quais incluem-se as denominadas Organizações Sociais (OSs), as Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIPs), as Fundações e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), dentre outras, que afirmam a regulação mercantil dessa política pública.
Sob esses moldes, a universalização do acesso à saúde é colocada sob risco, pois é falaciosamente vista como uma das causas da elevação do déficit público. Aliado a esse processo e, dentre tantos outros prejuízos, tem-se a precarização do trabalho, a não realização de concursos públicos e o enxugamento de quadros profissionais, cuja lógica de funcionamento constitui-se verdadeira afronta à estrutura do SUS tal como foi preconizada.
Avaliamos que, inexoravelmente, a condução da política de saúde nos formatos atuais, prometendo resolver a crise fiscal do Estado, representa escolhas político-econômicas trágicas que paulatinamente reduzirão ou destituirão serviços públicos implantados com muito esforço e luta pela sociedade brasileira nestes 29 anos de SUS. Isto é, sintetizam iniciativas que colocam sob crônico desmonte o SUS.
Essa escolha que já vem privando uma parte da população da atenção aos serviços necessários, contraria os princípios do SUS - que já chegou a ser candidato a Patrimônio Imaterial da Humanidade.
É nesse cenário que se mostra urgente o engajamento massivo em defesa da política pública de saúde ancorada no projeto de reforma sanitária construído nos anos 1970, cujo fortalecimento do SUS se dê por meio de uma atuação articulada entre o movimento dos trabalhadores e de usuários, visando a garantia e preservação desta inegável conquista democrática, historicamente construída.
No âmbito das lutas sociais na área da saúde, a Frente Nacional contra a Privatização da Saúde destaca-se como movimento organizado e de enfrentamento aos retrocessos na saúde.
Ela tem como objetivo defender o SUS 100% público, gratuito, sob administração direta do Estado e para todos através do resgate das bandeiras de luta Reforma Sanitária. A Frente reúne diversas entidades - dentre elas, a ABEPSS, movimentos sociais, fóruns de saúde, centrais sindicais, sindicatos, partidos políticos e projetos universitários.
No Serviço Social tem-se o debate e luta constante das entidades da categoria em defesa dos serviços públicos de saúde, no que tange ao exercício e formação profissional. Ou seja, em favor desta que é a pauta histórica no seio da profissão, cujas posições políticas mostram-se categoricamente contrárias às contrarreformas em curso não só no que é atinente à política de saúde, mas todas as que constituem-se em danos e perdas à classe trabalhadora.
Neste dia 07 de abril de 2017 afirmamos a necessidade de nos somarmos aos movimentos de resistência e defesa da política pública de saúde, reforçando e mantendo o nosso compromisso com o direito universal à saúde e 100% estatal. Bem como com o projeto ético-político da profissão, orientado pela efetivação e ampliação dos direitos sociais em tempos em que esta sociabilidade leva as contradições às suas mais agudas expressões. Quem é de luta, resiste!
31/03/2017
Na próxima sexta-feira, 31 de março, a população brasileira irá novamente às ruas para dizer não à ‘reforma’ da Previdência Social, não ao projeto de terceirização e não aos demais ataques do Governo Ilegítimo de Michel Temer aos direitos da classe trabalhadora. Obviamente, a categoria de assistentes sociais não vai f**ar de fora dessa mobilização nacional! Confira a programação e vamos às ruas!
http://www.cfess.org.br/visualizar/noticia/cod/1355
19/03/2017
Projeto de Intervenção
Circuito INTERATIVO E FORMATIVO SOBRE A POLÍTICA NACIONAL DE ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA: uma roda com mulheres assistidas do serviço de atendimento do grupo de atuação especial em defesa da mulher – MPBA na cidade de Salvador sobre a Lei 11. 340/2006(lei Maria da Penha) e suas relações sociais.
Gente, bom dia! Como vocês estão? Gostaria de pedir o auxílio de vocês a implementação do projeto de intervenção que será realizado no campo de estágio em que faço parte, que é o Grupo de Atuação Especial em Defesa da Mulher - GEDEM, órgão do Ministério Público, que atende a mulheres em situação de violência doméstica e familiar. O projeto de intervenção tem como objetivo reunir mulheres que são atendidas no GEDEM para discutir a Política Nacional de Enfrentamento à Violência. As atividades serão realizadas durante três encontros, 15, 22 e 29 de março de 2017. No primeiro dia do circuito será discutida a condição de gênero e sexualidade das mulheres na sociedade contemporânea, levando em conta os avanços da cidadania feminina a partir dos movimentos feministas. O segundo encontro tratará sobre o conteúdo da Política Nacional de Enfrentamento a Violência, a fim desmistificá-la e aproximar o conhecimento da política às mulheres assistida. No terceiro dia está proposta a realização de uma oficina com o Grupo de Apoio à Prevenção à Aids da Bahia – GAPA, e o fechamento do projeto será com uma oficina de Dança Terapia.
Para que a proposta do projeto de intervenção seja viabilizada e concretizado é preciso que as mulheres possam chegar até a instituição, que f**a localizada em Nazaré, e esse percurso acarreta gastos, contudo estamos falando de mulheres em situação de vulnerabilidade, e que o valor do transporte é um empecilho à participação delas nas atividades. Por outro lado, todo recurso de órgão público precisa ser planejado e justif**ado, não comportando esse tipo de despesa. O Ministério Público apoiará o projeto disponibilizando o espaço físico, e material disponível na instituição, f**ando por minha conta todos os gastos de suporte às assistidas: transporte e lanche, mas não tenho condições financeiras para arcar com os custos, desta forma, busco reunir uma rede de colaboradoras (es) que possam oferecer qualquer quantia (R$2, 5, 10 ...) para custear o transporte e o lanche das mulheres, e assim o projeto ser efetivado. Está previsto participação de 13 mulheres durante os três dias resultando em cálculo de (R$ 93, 60 x 3) R$ 280.80 do transporte + R$ 75,00 ( SEPARANDO 25 REAIS PARA CADA DIA) . Por isso através desta solicitação peço às pessoas que tiverem condições de ajudar na implementação do projeto de intervenção CIRCUITO INTERATIVO E FORMATIVO SOBRE A POLÍTICA NACIONAL DE ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES que depositem qualquer quantia em valor para na conta 3551 3 0031828 0 ( BANCO DO BRADESCO, POLIANA DA PAZ). Quem puder colaborar me avise sobre o depósito e envia número de telefone e o e-mail para que tenham retorno sobre os resultados da atividade. Muito obrigada pela atenção de todas as pessoas
14/03/2017
Seres sociais, VAMOS À LUTA!
03/02/2017
Começou o 39° Conselho Regional de Entidades Estudantis de Serviço Social - Região 3
ENESSO somos TODAS Nós.
Por amor ao MESS. ✊
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